Elon Musk deu muito o que falar neste mês para nós brasileiros, não é mesmo? É promessa de fábrica de automóveis elétricos perto de Manaus, de internet para a Amazônia, e além. Mas a fofoca sobre a sua visita ao nosso país ainda está rolando pela mídia. Inclusive, nessa semana, saiu a notícia de que parece que existem outros projetos que o bilionário deseja vender para o nosso governo federal. Por exemplo, o que você pensaria de internet de banda larga para passageiros de voos comerciais? Agrada-te essa ideia?

internet dentro de aviões
Imagem reproduzida de LeiaJá

Quais os motivos que levaram Elon Musk a ter interesse em nosso mercado de aviação?

Pois bem, de fato, ao que parece, o empresário ficou interessado no nosso mercado de aviação. E essa informação partiu do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Manuel Baigorri, em reportagem da Globo. Mas até que esse interesse parece lógico quando analisamos os números. Por exemplo:

  • O Brasil está entre os 5 maiores mercados domésticos do mundo;
  • São quase 63 milhões de passageiros voam pelo país todos os anos;
  • Só em 2021, o crescimento do setor foi de 20,4% no número de passageiros, em comparação com 2020;
  • A recuperação do mercado já deu, sim, bons sinais nesse início de ano;
  • E as empresas brasileiras Gol, Latam e Azul, disponibilizam o serviço de wifi nas aeronaves – pago ou gratuito – e serviço de entretenimento a bordo para seus clientes durante voo.
internet dentro de aviões
Imagem reproduzida de YKP
internet dentro de aviões
Imagem reproduzida de airway
internet dentro de aviões
Imagem reproduzida de airway

O que seria preciso para colocar este plano de Elon Musk em prática?

Aqui no Brasil, a história funciona assim. Para oferecer internet em aviões, primeiro é preciso um consentimento do governo para a criação de um Serviço Limitado Privado. Mas esse documento é oficializado rapidamente, em até 10 dias úteis. Esse, então, seria o tempo que a Starlink precisaria para começar a operar satélites de baixa órbita – mais próximos do solo – no nosso país.

E, olha, Elon Musk já colocou em prática um plano semelhante em acordo que fez com a empresas Hawaiian Airlines. Agora, clientes da companhia têm à sua disposição um serviço gratuito de internet Starlink em voos domésticos no território americano e em voos internacionais em rotas para Oceania e Ásia.

internet starlink dentro de aviões
Imagem reproduzida de TechTudo

Então, acha que isso dará certo por aqui também? Concorda com essas investidas financeiras de Musk em nosso país? Escreva sua opinião nos comentários!


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Fontes: Globo.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

As maiores construtoras, incorporadoras e imobiliárias do mundo estão na China. Sabe por quê? Claro, porque o país é gigante, super populoso e repleto de mão de obra especializada. Inclusive, algumas das melhores soluções de Engenharia Civil surgiram por lá. Bem, algumas das maiores também, como mega fazendas verticais, mega condomínios, e agora uma mega barragem. Essa obra, de 180 metros de altura, parte da usina hidrelétrica de Yanggu, no planalto tibetano, só está dando certo graças à tecnologia 3D e à Inteligência Artificial. A previsão para sua conclusão é 2025.

China
Imagem reproduzida de Stylo Urbano

Você entendeu bem? Essa construção terá ZERO participação humana – com exceção da mineração do material que é utilizado, ainda manual! A estratégia da gestora é seguir um sistema de engenharia inteligente que elimina grande parte dos erros e acidentes, além de permitir a execução de tudo muito mais rápida. Toda a montagem será, portanto, automatizada; isso inclui o uso de uma frota de caminhões não tripulados para o transporte de materiais e também escavadeiras e pavimentadoras automatizadas.

China
Imagem reproduzida de Blog Canal da Engenharia

A estrutura dessa barragem será construída camada por camada – lembrando que o “passo a passo” segue um modelo de impressão. Aliás, depois de finalizada, a estrutura dessa barragem será a maior já impressa com Inteligência Artificial do mundo, gerando cinco bilhões de quilowatts-hora de energia todos os anos. Inclusive, a saber, hoje esse título é de um prédio resort de Dubai, o Raffles The Palm, com apenas 6 metros de altura. E mais um exemplo desse sistema de inteligência são os robôs que coletam constantemente informações sobre o estado da construção.

China
Imagem reproduzida de Showmetech

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Fontes: Casa Vogue.

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Não sei de vocês, mas sempre que ouço alguém dizer que pensa em ter ou que já tem um Tesla eu penso “Quanto tempo a bateria desse tipo de carro deve durar?”. Assim, será que ela não “vicia” como as de celular? Porque, pelo menos a do meu smartphone durou menos do que a alegria de terminar as parcelas da sua compra. Piadas à parte, temos que admitir que a dúvida sobre o tempo útil desse tipo de dispositivo é relevante. Ao mesmo tempo, ficamos entusiasmados com a perspectiva de um mundo menos dependente de combustíveis poluentes, pensando principalmente em amenizar a crise climática que vivenciando hoje.

novas baterias Tesla
Imagem reproduzida de How smart Technology changing lives

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O desafio das baterias elétricas

Entenda o seguinte: a produção em massa de baterias elétricas não é nada ecologicamente correta, pois precisa da exploração mineral de terras raras. Hoje, a ciência já tem protótipos prontos de aparelhos com vida relativamente curta, na média entre 10 e 15 anos. E depois disso? Bem, cada peça vira um resíduo – exceto se os pesquisadores descobrirem como reciclar essas peças, principalmente sem poluir ainda mais a natureza. Mas como podemos achar isso ruim, comparando com as baterias dos veículos comuns, que duram às vezes menos de um ano no nosso carro?

De fato, as baterias do futuro precisam oferecer alta densidade de energia, ou seja, menos necessidade de uma bateria maior nos carros para percorrer uma determinada distância!

novas baterias Tesla
Imagem reproduzida de InsideEVs – UOL

A nova bateria fabricada pela Tesla

Mas olha que interessante, a Tesla, de Elon Musk, já desenvolveu uma bateria capaz de durar mais de 100 anos à temperatura de 25 graus Celsius! Notícia incrível, não? Esse é o resultado das pesquisas entre o centro Tesla Advanced Battery Research e a Universidade de Dalhousie, no Canadá. Se os aparelhos usados hoje pela empresa são feitos de íons de lítio, conhecidos como fosfato de ferro e lítio (LFP) – já com carga longa -, os novos seriam à base de níquel e sem nenhum cobalto, graças ao eletrólito com sal de lítio na sua composição. Os mesmos ocupariam menos espaço nos carros, permitindo aos motoristas percorrerem maiores distâncias sem necessidade de recargas.

Não é surreal pensar na fabricação de uma bateria que possa durar meio século? A maioria de nós nem terá o prazer de atingir essa idade! Mas sim, já é mesmo possível, de acordo com publicação realizada na revista Journal of the Electrochemical Society. E tem outras vantagens nisso? Claro, como, por exemplo, amenizar a questão da escassez de materiais no mercado, como o cobalto, citado antes, que é bastante escasso em nosso planeta. A má notícia, mesmo, é que essa conquista deve levar pelo menos uns quatro anos, considerando o tempo estimado para que a Tesla conclua os estudos sobre essa bateria.

Pelo menos a perspectiva é de que, em breve, tenhamos carros elétricos mais eficientes e duráveis!

novas baterias Tesla
Imagem reproduzida de Terra Brasil Notícias
novas baterias Tesla
Imagem reproduzida de TecMundo

Fontes: Um Só Planeta.

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A MBDA é a maior empresa de projetos e produções de mísseis e sistemas de mísseis para as Forças Armadas – terrestre, naval e aérea – da Europa. Ela é propriedade conjunta da Airbus, BAE Systems e Leonardo. Hoje em dia, já fornece ao Brasil mísseis de defesa de curto alcance Mistral, todas as três versões do míssil antinavio Exocet e os sistemas de defesa aérea Sea Ceptor, entre outros, no programa de fragatas classe Tamandaré. Além disso, oferece mísseis de classe mundial, como Meteor, Brimstone e ASRAAM, entre outros, para aeronaves de combate.

Novidade | Drone Brasileiro

Agora, recentemente, a MBDA se juntou à empresa brasileira de drones XMobots para assinar um Memorando de Entendimento. É que elas desejam trabalhar juntas na fabricação de um drone especial lançador de mísseis ENFORCER – pesando 7 kg, classificados como sistema de arma leve -, o Nauru 1000C RPAS CAT 2, de 150 kg. Inclusive, o mesmo estaria sendo cogitado pelo Exército Brasileiro para missões de Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvos e Reconhecimento. Além disso, poderia ser usado para atividades de cooperação industrial e outros projetos.

“(Sobre a XMobots) a entrada no mercado de Defesa em 2019 trouxe o objetivo de atender demandas recorrentes das Forças Armadas Sul-Americanas. Essa parceria com a MBDA consolida nossa capacidade tecnológica, colocando o Brasil em um grupo diferenciado de países que desenvolvem e produzem drones armados.” – Giovani Amianti, CEO da XMobots, em reportagem de AEROIN.

Vantagens do Nauru 1000C

Por que o Nauru 1000C seria vantajoso? Porque, além de leve e ter a melhor relação custo-benefício, é capaz de derrotar alvos blindados, de movimentos rápidos e protegidos. A saber, é a primeira vez que um projeto como esse é feito aqui no Brasil – embora a parceria entre MBDA com empresas da América Latina já ocorra há algum tempo, lançando propostas muito bem-sucedidas de tecnologias.

drone para mísseis - exército
Imagem reproduzida de Caiafa Master
drone para mísseis - exército
Imagem reproduzida de Xmobots no YouTube

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drone para mísseis - exército
Imagem reproduzida de LRCA Defense
drone para mísseis - exército
Imagem reproduzida de XMobots

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Fontes: AEROIN.

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Certa vez, contei à minha tia que tinha passado no vestibular para a faculdade de Arquitetura & Urbanismo. O curioso é que ela me deu os parabéns e, em seguida, me disse o seguinte: “Não seja como outros projetistas, não faça edifícios caixa-de-sapato!”. Ela disse isso por conta de morar em uma cidade que, mesmo sendo uma capital, onde há bons escritórios de Arquitetura, a maioria das construtoras erguia prédios com pouco ou nenhum valor arquitetônico. O motivo é que essas empresas pensam primeiro em lucro, tentando tirar o máximo de proveito dos terrenos, mas sem se preocupar com questões básicas, como beleza, estilo, conforto ambiental, relação com entorno e sustentabilidade.

Claro que no mundo da Arquitetura, sim, podemos ver de “8 a 80”. Também encontramos modelos construtivos que vão bem além da imaginação. Alguns críticos não concordam com essas excentricidades. Mas devemos dar o braço a torcer que, às vezes, um pouco de humor nas propostas até que cai bem. E também que fugir um pouco do padrão em alguns momentos pode nos levar a criar novas tendências, quebrar barreiras e lançar ideias totalmente únicas. O que você acha? Quer exemplos? Montamos uma lista especial para você!

Confira, a seguir, edifícios com volumetrias bem diferentes, consideradas por alguns como bizarras, mas por outros como algo surpreendente!

edifícios doidos - arquitetura
A casa do avião do Líbano | Imagem reproduzida de Vice
edifícios doidos - arquitetura
Biblioteca de Kansas City | Imagem reproduzida de Bem Blogado
edifícios doidos - arquitetura
Bubble Palace | Imagem reproduzida de Business Insider

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edifícios doidos - arquitetura
Casa em Kyoto | Imagem reproduzida de BekijkDezeVideo
edifícios doidos - arquitetura
Casa na China | Imagem reproduzida de BekijkDezeVideo
edifícios doidos - arquitetura
Imagem reproduzida de ArchDaily
edifícios doidos - arquitetura
Imagem reproduzida de planetofhotels

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edifícios doidos - arquitetura
Imagem reproduzida de Clartés Bohemia
edifícios doidos - arquitetura
Imagem reproduzida de Check Hotels
edifícios doidos - arquitetura
Imagem reproduzida de curioctopus
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Imagem reproduzida de Creapills

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Hang Nga Hostel | Imagem reproduzida de Guia da Semana
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Hôtel Galéria Spirit | Imagem reproduzida de Uniq Hotels
edifícios doidos - arquitetura
Hôtel Marqués de Riscal | Imagem reproduzida de Wine
edifícios doidos - arquitetura
House Attack à Vienne en Autriche | Imagem reproduzida de Tourre-architecte

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edifícios doidos - arquitetura
Kunsthaus | Imagem de Marion Schneider & Christoph Aistleitner reproduzida de Wikipedia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Kunsthaus_Graz#/media/Ficheiro:Graz_Kunsthaus_vom_Schlossberg_20061126.jpg
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La maison à l’envers, Bispingen | Imagem reproduzida de TripAdvisor
edifícios doidos - arquitetura
La maison tordue | Imagem reproduzida de Pinterest

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L’Arbre Blanc | Imagem reproduzida de Chroniques d’architecture
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Michael Jantzen’s M-House | Imagem reproduzida de e-Architect
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Musikken Hus | Imagem reproduzida de Enjoy Nordjylland
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Pequena pirâmide no Líbano | Imagem reproduzida de Vice

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Ribbon Chapel, no Japão | Imagem reproduzida de Ribbon Chapel
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Seashell House | Imagem reproduzida de House Beautiful
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Stone House | Imagem reproduzida de Tiago Miró em YouTube
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The Basket Building | Imagem reproduzida de BBC
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THE HELIDOME | Imagem reproduzida de Worldkings
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THE MUSHROOM HOUSE | Imagem reproduzida de Time Out
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THE NAUTILUS | Imagem reproduzida de Javier Senosiain em Twitter
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The Piano House | Imagem reproduzida de Curiosidade e informações sobre o mundo da Engenharia, Arquitetura, Arte e Design
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THE STEEL HOUSE | Imagem reproduzida de TripAdvisor
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Université de l’École d’art et de design | Imagem reproduzida de stringfixer
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Waldspirale em Darmstadt | Imagem reproduzida de Hundertwasser
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Wonderworks, Orlando | Imagem reproduzida de Dicas da Disney e Orlando

Então, gostou de algum desses edifícios? O que achou dos exemplos? Poderíamos classificar essas obras como extravagantes ou visionárias? Escreva sua opinião na aba de comentários!


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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

A engenharia é uma área que oferece grandes oportunidades de crescimento profissional e financeiro. Os engenheiros formados são capazes de resolver problemas complexos e criar soluções inovadoras, o que os torna essenciais para o desenvolvimento tecnológico e econômico do mundo.

A lista dos engenheiros mais ricos do mundo em 2023 é uma prova do impacto que essa profissão pode ter. Esses profissionais são responsáveis por criar o futuro e estão ajudando a moldar o mundo em que vivemos.

Neste artigo do Engenharia 360, você vai descobrir quais foram os engenheiros mais ricos do mundo. Confira a lista!

Engenheiros que lideram a lista dos bilionários que mais enriqueceram em 2023

Elon Musk

O homem mais rico do mundo, é engenheiro eletricista e físico. Ele é fundador e CEO da Tesla, fabricante de carros elétricos, e da SpaceX, empresa de exploração espacial. Sua fortuna em 2023 chegou a US$ 232 bilhões.

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Imagem de Trevor Cokley, U.S. Air Force, via Inteligência Financeira

Mark Zuckerberg

Cofundador e CEO do Facebook, é engenheiro de software. Ele também é formado em psicologia pela Universidade de Harvard. Sua fortuna em 2022 chegou a US$ 117 bilhões.

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Imagem reproduzida de Elife Brasil

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Jeff Bezos

Bezos, fundador e ex-CEO da Amazon, é engenheiro eletricista. Ele também é formado em ciências da computação pela Universidade de Princeton. Sua fortuna em 2022 era de US$ 514 bilhões.

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Imagem reproduzida de G1 – Globo

Larry Page e Sergey Brin

Page é cofundador da Alphabet (Google), formado em engenheiro de computação, ao lado de Sergey Brin, tecnólogo da informação. Respectivamente, suas fortunas atingiram em 2022 e 2023 US$ 283 bilhões e US$ 128 bilhões.

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Imagem reproduzida de Diário do Nordeste
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Imagem reprodução de Segredos do Mundo via R7

Steve Ballmer

Ex-CEO da Microsoft, engenheiro de computação. Sua fortuna em 2022 era de US$ 130 bilhões.

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Imagem de Ballmer Group via The Capital Advisor

Veja Também: Conheça as vozes mais importantes da Engenharia nas redes sociais

Amancio Ortega

Fundador da Inditex (Zara), engenheiro têxtil. Sua fortuna chegou em US$ 86,4 bilhões em 2023.

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Imagem de Europapress via Fashion Network

Larry Ellison

Fundador da Oracle, engenheiro de computação. Sua fortuna chegou em US$ 124 bilhões em 2023.

engenheiros mais ricos
Imagem reproduzida de Saúde Business

Bill Gates

Cofundador da Microsoft, engenheiro de software. A receita de sua empresa em 2022 foi de US$ 198 bilhões. E sua fortuna em 2023 chegou a US$ 140 bilhões.

engenheiros mais ricos
Imagem reproduzida de InfoMoney

Observação: Na verdade, Bill Gates, assim como Steve Jobs foi um dia, é um autodidata em Engenharia, sem formação superior. O que prova que obstinação, às vezes, é mais importante na trajetória para o sucesso!

São outros exemplos de engenheiros bem sucedidos e ricos

Carlos Slim

Ex-presidente da Telmex, América Movil, Samsung México e Grupo Carso, formado em Engenharia Civil.

engenheiros ricos e de sucesso
Imagem reproduzida de TeleSíntese

Michael Bloomberg

Fundador da Bloomberg LP e ex-prefeito de Nova York, formado em Engenharia Elétrica.

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Imagem reproduzida de Exame

Charles Koch

Sócio-fundador da Indústria Koch, ao lado do seu irmão David Koch, ambos formados em Engenharia Química, sendo Charles também graduado em Engenharia Mecânica.

engenheiros ricos e de sucesso
Imagem reproduzida de Gazeta do Povo

Bernard Arnault

CEO da LVMH, donas das marcas Luis Vuitton e Moet Hennessey, licenciado em Engenharia.

engenheiros ricos e de sucesso
Imagem reproduzida de The Capital Advisor

Mukesh Ambani

CEO e acionista da empresa indiana Reliance Industries Limitada, formado em Engenharia Química.

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Imagem reproduzida de Masala Magazine

Baba Kalyani

Presidente do grupo Kalyani, de peças automotivas e componentes aeroespaciais, formado em Engenharia Mecânica.

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Imagem reproduzida de Forbes

Thomas Kwok

Presidente das empresas imobiliária chinesa Sun Hung Kai Propriedade, formado em Engenharia Civil.

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Imagem reproduzida de Forbes

Viktor Vekselberg

Fundador da empresa Sual Holding, formado em Engenharia Mecânica.

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Imagem reproduzida de The Guardian

James Ratcliffe

Fundador do grupo Ineos, formado em Engenharia Química.

engenheiros ricos e de sucesso
Imagem reproduzida de Forbes

Vagit Alekperov

Ex-trabalhador de petróleo, ex vice-ministro da Indústria de Petróleo da antiga USS, e dono da maior organização petrolífera da Rússia, bacharel em Ciência e Engenharia de Petróleo.

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Imagem reproduzida de Oil Journal

Len Blavatnik

Ex-dono da TNK-BP, formado em Ciência da Computação e Engenharia Ferroviária.

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Imagem reproduzida de BBC

Leonid Mikhelson

Ex-funcionário em um gasoduto e é fundador e presidente da Novatek, formado em Engenharia Civil.

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Imagem reproduzida de InfoMoney

Vladimir Lisin

Chefe-adjunto da empresa Tulachermet Metal Works, formado em Engenharia Civil.

engenheiros ricos e de sucesso
Imagem reproduzida de Business Insider

Se você quer ter sucesso na carreira de engenharia, não deixe de aprimorar seu currículo. Mas não se esqueça de investir também em conhecimento, habilidades e networking.

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Fontes: Engenhariae, Minuto Engenharia, The Money, G1.

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Redação 360

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No domingo, 29 de maio de 2022, o automobilista Mick Schumacher, filho do lendário Michael Schumacher e sobrinho de Ralf Schumacher, sofreu um grave acidente no difícil circuito de Mônaco após perder controle no chicane da piscina numa curva, rodar e bater. O interessante é que, com o impacto, seu carro partiu ao meio, ficando a traseira separada do resto do chassi, incluindo a suspensão e a caixa de câmbio, mas o piloto saiu ileso. Até mesmo os colegas de corrida ficaram chocados com o estado que ficou o veículo. Mas como isso foi possível?

“Estou bem. Só não entendi o que aconteceu.” – disse Mick Schumacher, através do áudio com a equipe, durante o Grande Prêmio.

Engenharia Automobilística F1
Mick Schumacher | Imagem reproduzida de Motorsport.com – UOL
https://www.youtube.com/watch?v=aVxkYUURO78

A explicação do porquê Mick ter saído ileso deste acidente tem a ver, de acordo com especialistas, com uma série de fatores relacionados à Engenharia. Por exemplo, algo que teria certamente sido decisivo para salvar sua vida nesse momento foi o impacto ter ocorrido contra uma barreira de proteção.

A possível causa do acidente

Mas qual foi a causa desse acidente? Bem, o piloto Fernando Alonso, de equipe concorrente, espera que a F1 possa rever algumas questões importantes com esse acidente. De acordo com a sua opinião, o aumento no peso do design nos novos modelos de carros influencia os acidentes. Ele, inclusive, chegou a dizer que “Não vejo como um problema do carro, é uma questão do quão forte você bate. Com esses carros, eles são mais pesados, mais de 800 kg, então a inércia na batida do muro é bem maior que no passado. Como eu disse, provavelmente aprendemos algo com hoje.”.

Engenharia Automobilística F1
Imagem reproduzida de O Globo
Engenharia Automobilística F1
Imagem reproduzida de The SportsRush

Os novos carros da F1

Dizem que esse momento da Fórmula 1 é diferente. Por quê? Pois, em termos de dirigibilidade, as coisas estão mais difíceis.

Os pilotos agora precisam entrar em pista de rua, de fato, o que torna tudo muito mais complicado. Mas o que tem preocupado a todos é mesmo a questão levantada por Alonso, dos carros estarem mais pesados. De acordo com Martin Brundle, em entrevista realizada pela Sky no GP da Espanha, “(…) os bólidos têm tendência a agir como um pêndulo quando os pilotos perdem a traseira, afinal, agora correm com um perfil de pneus que permitem menos erros e com suspensões muito mais rígidas. Isso, por sua vez, se relaciona com a altura do carro, um parâmetro a que são incrivelmente sensíveis.”.

É difícil determinar o que houve com Mick Schumacher. Mas pode ser que ele simplesmente não esteja ainda tão adaptado com o novo modelo e tenha sido menos cauteloso com a abordagem às zebras de Mônaco, especialmente na chicane da piscina, por exemplo. E quem estiver em porpoising vai precisar manter ainda mais atenção. Sem falar nas equipes; a Engenharia de Automóvel que tende a sofrer mais com quicadas, deverá elevar a altura do carro, o que deve custar desempenho e deixará os bólidos mais difíceis de guiar.

Engenharia Automobilística F1
Imagem reproduzida de News.com

Claro que, somado a isso, há outro problema destacado pelos pilotos no início da temporada: a visibilidade. Seus pneus dianteiros estão mais altos e possuem dispositivos aerodinâmicos ao redor deles, explicando porque, quando alguém acerta um muro, a suspensão quebra tão facilmente. Por conta disso e muito mais, as equipes estão tentando apressar apresentação de soluções, como novos pacotes aerodinâmicos. Contudo, certamente precisa-se de mais ajustes de configurações e até de mais treinos, tentando suavizar as coisas em curvas de baixa, e obter mais equilíbrio e confiança.

Infelizmente, esse não é o primeiro e nem o último acidente que veremos em corridas como da F1. Óbvio que, como espectadores, cenas assim nos assustam. O que não podemos esquecer é que os automobilistas, assim como pilotos de aviões, são treinados para enfrentar friamente situações como essa. Outra coisa é entender o motivo de existirem tais corridas, testar novas tecnologias que, de algum modo, depois são aplicadas aos veículos e outros produtos de Engenharia que utilizamos em nosso cotidiano.


Fontes: Globo, UOL, UOL 2, Grande Prêmio.

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Recentemente, foi notícia aqui, no Engenharia 360, que o homem mais rico do mundo visitou o Brasil. Elon Musk passou por terras tupiniquins para afirmar que aceitaria fechar um acordo com o nosso governo para tentar levar internet para a Amazônia, através do projeto ‘Conecta Amazônia’, o que poderia ajudar, por exemplo, a combater o desmatamento. O curioso é que o empresário nem mesmo esteve na zona de floresta. Ele se hospedou em um luxuoso hotel em São Paulo e, na oportunidade, conversou com nosso presidente e outras autoridades. Contudo, a história não parou por aí!

As verdadeiras intenções de Elon Musk

Chamou atenção da imprensa certo boato de que o CEO da marca Tesla pretendia muito mais nessa negociata, como a possibilidade de obter uma licença para a construção de uma fábrica na Região Norte do nosso país, que está recebendo hoje mais incentivos tributários para fomentar a economia local. Por exemplo, recentemente, foi inaugurada uma importante unidade de produção de motocicletas na Zona Franca de Manaus. Então, porque não ter uma unidade de produção de carros elétricos da Tesla também?

tesla elon musk amazônia
Imagem reproduzida de DOL

A ideia da empresa é criar uma verdadeira cadeia de suprimentos em torno da região. O lado bom é que, nesse cenário, várias oportunidades de empregos de alta qualificação seriam criadas para os brasileiros. Só que, de algum modo, meio que já ouvimos esta história antes. Sabia que, em 2020, rumores muito parecidos eram atribuídos à Santa Catarina. Por que agora o foco seria a Amazônia? Então, especulações vão e vêm. Nós ficamos como? Sempre esperançosos de que, um dia, o Brasil será um país melhor, com mais empregos, boas escolas e agredindo menos a natureza. Quase uma utopia, não é mesmo?

Como dissemos em outra oportunidade, Elon Musk não será o nosso salvador – assim como político ‘A’ ou ‘B’ também não. Na verdade, a mudança deve acontecer por meio de um esforço coletivo. Por exemplo, todos nós trabalharmos juntos a mente do coletivo para haver mais incentivo da sociedade para a formação de bons profissionais, como das áreas de Engenharia.

Confira, a seguir, imagens dos principais modelos de veículos fabricados, hoje, pela empresa Tesla!

1. Tesla Model S

carros modelos Tesla
Imagem reproduzida de Quatro Rodas

2. Tesla Model X

carros modelos Tesla
Imagem reproduzida de InsideEVs – UOL

3. Tesla Model 3

carros modelos Tesla
Imagem reproduzida de InsideEVs – UOL

4. Tesla Model Y

carros modelos Tesla
Imagem reproduzida de Tecnoblog

5. Tesla Cybertruck (2023)

carros modelos Tesla
Imagem reproduzida de Exame

A saber, a Tesla já teve também o Roadster, mas a produção do mesmo foi descontinuada em 2012.


Fontes: Garagem 360.

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Para quem viveu os anos oitenta, a estreia do novo capítulo da história de Top Gun, com ‘Top Gun: Maverick’ era algo bastante aguardado. Claro que o trabalho de atuação de Tom Cruise contribui para que ambos os filmes sejam um sucesso.

Contudo, queremos comentar hoje sobre uma protagonista muito especial dessas produções, a Engenharia. Sim, pois não podemos nos esquecer de que essas narrativas acontecem em torno de personagens que desejam ser grandes pilotos de aeronaves. Mas a pergunta que fica é “Quais aviões teriam sido utilizados nessas versões?”; lembrando que, em 1986, o grande destaque foi o caça F-14, hoje praticamente peça de museu. Então, respondendo, confira a lista a seguir!

Top Gun - aviões
Imagem reproduzida de AdoroCinema

1. F/A-18E Super Hornet

Essa aeronave, cujo projeto surgiu nos anos 60, é a substituta da F-14 Tomcat. Seu primeiro voo foi em 1978, sofrendo melhorias desde então. Entrou em serviço em 1999, tornando- se o avião padrão da Marinha dos Estados Unidos. A saber, sua versão de dois lugares vem com múltiplas funções, como treinamento, interdição aérea, guerra eletrônica, entre outros.

Top Gun - aviões
Imagem reproduzida de Poder Aéreo

2. P-51 Mustang

A primeira vez que uma aeronave dessa linha voou foi em 1940. Criado pela North American Aviation, esse caça de longo alcance já serviu para escoltar bombardeiros aliados que voavam sobre o espaço aéreo alemão na Segunda Guerra Mundial.

Top Gun - aviões
Imagem de Airwolfhound, via Wikimedia Commons – https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:North_American_P-51_Mustang#/media/File:P51_Mustang_-CHino_Airshow_2014(14349568311).jpg

3. Su-57

Esse poderoso avião caça de quinta geração foi desenvolvido pela Sukhoi como resposta russa ao F-22 Raptor nos anos 2000. Seu primeiro voo aconteceu em 2010, e usado pela força aérea russa em 2020 depois de diversos atrasos no seu desenvolvimento e aprimoramento – sendo que, atualmente, há cinco unidades em serviço e dez em testes. Algo que chama atenção no seu design é o uso de motores Saturn AL-41F1, com elevada assinatura infravermelha, térmica e sonora. Há planos que os mesmos sejam substituídos em breve pelo modelo de motor do futuro Su-75 Checkmate.

Top Gun - aviões
Imagem reproduzida de WARFARE Blog

4. F-14 Tomcat

Vamos voltar ao F-14, substituto dos F-4 Phantom II e um dos caças mais populares de todos os tempos. Ele foi o maior destaque do primeiro filme ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, com suas asas de geometria variável. Sua criação ocorreu nos anos 60, com as mais avançadas tecnologias da época e tradução de aprendizados adquiridos pela Engenharia com a Guerra do Vietnã. Foi o primeiro avião da chamada Teen Série, a série de caças que incluía o F-15, F-16 e F/A-18. E, infelizmente, altamente exportado para a Força Aérea da República Islâmica do Irã, acabou se tornando uma força hostil contra os interesses dos Estados Unidos e seus aliados. Ainda hoje, o Irã mantém alguns F-14 em condições de voo. Mas seu último voo para os Estados Unidos realmente aconteceu há 16 anos.

Top Gun - aviões
Imagem reproduzida de Poder Aéreo

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Fontes: UOL.

Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.

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Engenharia 360

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O Engenharia 360 tem um grupo sensacional de colaboradores. Uma dessas pessoas é Joana Patrícia de Matos Santos. Ela reuniu seus colegas redatores para esclarecer uma dúvida. É que, recentemente, ela participou de um programa na sua faculdade, onde os veteranos apadrinharam os calouros, para ajudar e orientar na vida universitária. Inspirada nesse momento, pensou que seria muito legal criar um artigo que respondesse quais são as plataformas mais utilizadas por engenheiros/estudantes para cursos extracurriculares.

Joana, então, lançou essa pergunta no nosso grupo. Confira as respostas de alguns em formato de lista!

plataforma de cursos
Imagem de Pexels por Pixabay

1. Udemy

Começando pela opinião da Simone Tagliani. Ela contou que, nos últimos anos, esteve bastante envolvida com a sua faculdade. Ela estudou numa das universidades privadas mais bem conceituadas do Brasil e a instituição possuía parceria com a plataforma EAD Udemy – de e-learning para profissionais poderem tanto estudar como ensinar -, oferecendo milhares de cursos com certificados que valem para os estudantes usarem como horas complementares.

2. Fundação Bradesco

Simone também lembrou da escola online da Fundação Bradesco, que, inclusive, possui em sua grade curso aulas sobre programação e tecnologia da informação.

3. iPED

Para finalizar, Simone cita o site iPED. Dentro desse web espaço, é possível realizar vários cursos pagos – como de sustentabilidade, informática, construção civil e mais que combinam com vários temas de engenharia. Mas quem está com a grana curta pode realizar um curso por mês da grade totalmente grátis e tirar o certificado digital. Detalhe: os mesmos também são aceites pelas universidades.

4. Fundação Getúlio Vargas

Eduardo Mikail já citou que, na época da sua faculdade, não existiam tantas opções de plataformas como hoje. Mas que, mesmo assim, ele pôde contar com os cursos gratuitos online da FGV. Hoje, existe a plataforma FGV Educação Executiva, com uma lista bem variada de cursos gratuitos.

5. Khan Academy

Eduardo ainda citou a Khan Academy, que é uma organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos que oferece cursos gratuitos de alta qualidade. Inclusive, existe uma extensão da sua plataforma voltado ao nosso país, a Khan Academy Brasil.

Aliás, pegando esse gancho, Cristiano Oliveira complementou com a sua opinião, dizendo que aposta demais na proposta da Khan Academy; que ela seria uma solução mais óbvia para levar educação de qualidade a crianças de baixa renda – por exemplo, para nivelamento didático.

6. Udacity

Outro colega do 360, Victor Peron, disse ser uma pessoa que está sempre em busca de cursos online. Ele gosta bastante da Udacity, mais uma organização americana – inclusive, que ficou famosa pelo seu curso ‘Introdução à Inteligência Artificial’ -, para aprender conhecimentos na área de programação. Na sua opinião, os programas são muito bons, com atividades integradas que corrigem instantaneamente o código para ver se o aluno está progredindo ou não. No web espaço, seria possível realizar programas mais complexos, com a emissão de um “degree”.

Detalhe, a Udacity pode ser, desta nossa lista, a plataforma de cursos com melhor reputação no mercado, com grandes empresas, como a Google, apoiando e até contratando seus estudantes.

7. Coursera

Victor ainda diz gostar bastante do trabalho da empresa de tecnologia educacional norte-americana Coursera. Conforme ele, no site, dá para achar uma grande quantidade de cursos dos mais variados temas. Só que é necessário realizar provas para validar seu conhecimento e progredir no curso.

8. Hotmart

O colaborador Daniel Silva ressaltou como, na pandemia, o Marketing Digital ficou mais forte e que, com isso, aumentou as ofertas de cursos e treinamentos em nichos cada vez mais específicos – incluindo para as engenharias. Tem opção, por exemplo, para quem quer desenvolver alguma habilidade técnica ou comportamental. E ele recomenda para isso a plataforma Hotmart.

9. YouTube

Sim, o velho conhecido YouTube pode ser considerado uma plataforma de aprendizado, como bem lembrou Daiane Junia. Por lá, é possível conferir vídeos feitos por profissionais, estudantes, pesquisadores e empresas de todo o mundo, além de trocar ideias com outros espectadores na aba de comentários.

10. Passeio Direto

Daiane também ainda da rede social Passeio Direto, que apresenta uma proposta diferente de tudo que apresentamos nesta lista. Porque dentro desse web espaço as pessoas compartilham fragmentos de livros, polígrafos de aulas, cópias de provas e simulados, trabalhos acadêmicos e mais, com intuito de que outras pessoas aprendam com as suas experiências.

Simone contou como foi fundamental para ela o material desse site no momento de fazer revisões das suas provas finais, já que, no endereço eletrônico, sempre encontrou modelos de provas simulares aplicadas por diversos professores em diversas universidades espalhadas pelo Brasil, e estudar por esse canal a deixava mais bem preparada para tais avaliações.

11. Conquer

Por último, Diego Santos indicou a Conquer, uma instituição de ensino com foco em inovação disruptiva. Além de pós-graduação, ela teria cursos rápidos de análise de dados, liderança, inovação e soft skills. E nosso colega acrescentou que a metodologia de ensino dessa escola é bastante moderna e focada para o perfil atual do mercado.

Então, caro leitor, conhece outra boa plataforma de ensino que gostaria de compartilhar conosco? Escreva nos comentários!

Veja Também: Será que cursos de Engenharia à distância tem aprovação do CREA?


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