Por Flavia Garcia
Publicitária, mora há 2 anos e meio em Stuttgart.

Localizado na cidade de Stuttgart, a 600 quilômetros da capital Berlim, o Museu da Mercedes-Benz parece mais uma visita ao futuro, do que ao passado.

Com uma estrutura moderna, é uma imersão na trajetória da marca e de seus fundadores, mas também na evolução do automóvel em meio a acontecimentos importantes da nossa história.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem reproduzida de wikimedia

Quando falamos em carros da Mercedes-Benz, associamos a luxo, qualidade e tecnologia. A mais antiga empresa de automóveis do mundo, fundada em 1924 por Karl Benz e Gottlieb Daimler, foi responsável não apenas por veículos, mas pelo desenvolvimento de motores e outras tecnologias que usamos até hoje.

Além do museu, a cidade de Stuttgart também abriga a sede e a fábrica da Mercedez-Benz. A empresa é responsável por empregar uma parte dos estrangeiros que se mudam para a região.

A visita ao museu começa em um elevador bem futurístico que nos leva ao último andar do prédio. É lá que conhecemos o primeiro dos “carros”: o cavalo.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

No mesmo pavimento podemos contemplar o primeiro modelo de automóvel, patenteado em janeiro de 1886 por Karl Benz. Motorwagen, como foi batizado, tinha um motor monocilíndrico de quatro tempos e 954 cilindradas e era capaz de percorrer curtas distâncias e em uma velocidade inferior a 15 km / h.

Curiosidade…

A primeira viagem de carro de longa distância foi feita por Bertha Benz, esposa de Karl Benz, e aparentemente sem o conhecimento do marido. Ela percorreu 194 km na companhia dos dois filhos adolescentes, entre as cidades alemãs de Mannheim e Pforzheim.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

No meio do caminho, ela comprou benzina em uma farmácia para usar como combustível, fazendo com que este fosse o primeiro posto de combustível da história.

O circuito continua através de ladeiras circulares que revelam andares temáticos com uma timeline da história do automóvel. A produção em massa permitiu que mais pessoas tivessem acesso a um carro, dando início a um novo comportamento coletivo: as viagens a lazer.

Ao longo de todo o percurso, estão instalados painéis onde podemos ver ano a ano acontecimentos históricos importantes e como eles se relacionam e evoluem no mesmo passo que a tecnologia e as engenharias.

As grandes guerras e os arsenais mais eficazes entre uma e outra, as mudanças políticas, as viagens espaciais, as pesquisas científicas… Como a história de um engenheiro mecânico alemão que descobriu por acidente um raio capaz de revelar o que há por baixo do tecido humano. Pela descoberta, ele ganhou o Primeiro Prêmio Nobel de Física em 1901.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

Esse cuidado em documentar o progresso tecnológico é para mostrar como o desenvolvimento e investimento em um setor beneficia vários outros. Projetar um motor mais potente requer conhecimentos que favorecem o avanço em outras áreas.

E por falar em motor… Por que Mercedes-Benz?

Foi em 1899, quando um empresário rico encomendou aos engenheiros de Karl Benz um motor novo e mais rápido. Ele prometeu comprar 36 automóveis se nomeasse o novo motor com o nome de sua filha: Mercedes.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

Já nos últimos pavimentos, é possível visitar uma área totalmente dedicada aos carros famosos da Mercedes-Benz, aqueles sendo estrelas de filmes ou que pertenceram a alguma celebridade.

Estamos falando do papamóvel, carro da Lady Di, Nicolas Cage, Jurassic Park… Tem até foto do artista com o automóvel. Vale uma paradinha mais demorada nessa ala!

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

Na última parte, a emoção toma conta com os carros de corrida. Mesmo estáticos, a impressão que se tem é que estão em movimento, com o ambiente tomado pelo som dos motores e um show de cores vibrantes para os amantes de carros.

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia

Antes de encerrar a visita, a Mercedes-Benz joga nossa imaginação lá para frente, com a projeção do que serão os carros voadores e de tudo que se espera para o futuro do automóvel.

O museu abre para visitas de terça a domingo e o ingresso custa 10 euros.


Antes de deixar este artigo, veja outras imagens do Museu da Mercedes-Benz:

Museu da Mercedes-Benz
Imagem de Flavia Garcia
Vídeo de Flavia Garcia
Vídeo de Flavia Garcia
Vídeo de Flavia Garcia
Vídeo de Flavia Garcia

Fontes: Mercedes-Benz.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Esta questão apresentada no título deste texto não é uma indagação levantada pelo Engenharia 360. Na verdade, ela surgiu em uma pesquisa realizada pela rede social LinkedIn, que conversou com jovens entre 16 e 24 anos, chamados de ‘Geração Z’. Essas pessoas, as que mais apostam ou que encontram saída nesta crise no Home Office, acreditam que trabalhar em casa, apesar de ser muito atrativo, pode impactar negativamente a sua imagem profissional. Será mesmo?

home office
Imagem reproduzida de Mercado e Consumo

Home office | Dados obtidos na pesquisa realizada com a Geração Z

Eis o que os participantes da pesquisa do LinkedIn afirmaram:

  • que se sentem menos seguros por não estarem em contato constante ou próximo dos seus líderes e outros colegas de equipe que poderiam lhes socorrer sempre que necessário;
  • que, por estarem longe de todos, podem levar mais tempo para aprender tarefas simples, que rapidamente poderiam entender se estivessem observando outras pessoas no ambiente de escritório;
  • que provavelmente são menos respeitados – inclusive pela sociedade como um todo – por manterem um regime de trabalho remoto;
home office
Imagem reproduzida de Universo de Negócios
  • que a impressão é de que a progressão de sua carreira pode estar lenta ou estagnada por este direcionado de seu trabalho para o modelo híbrido ou totalmente remoto;
  • que não conseguem, de fato, separar completamente sua rotina do lar com a rotina de trabalho, muitas vezes misturando as atividades num mesmo espaço físico;
  • e que os maiores prejuízos que tiveram nos últimos anos – desde problemas de comunicação com terceiros, falta de inteligência emocional, interrupção do aprendizado contínuo, dificuldade de resolução de problemas e adaptabilidade – veio com a pandemia.
home office
Imagem reproduzida de Rocketmat

E você, concorda com essa visão? Está passando por um problema semelhante? Como está a sua experiência de Home Office? Compartilhe conosco nos comentários!

Antes disso, sugerimos que leia também:


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Engenharia 360

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O mundo virtual está ganhando cada vez mais web espaço, investimentos e adeptos. Pensando nisso, empresários, como Mark Zuckerberg, criador do Facebook, logo trataram de orientar seus negócios nessa direção. Inclusive, o próprio Mark, em outubro de 2021, anunciou que a sua empresa teria agora outro nome – até que bem sugestivo -, ‘Meta’. Com o tempo, seus planos cresceram; e parece que até 2024, o segmento da Meta Quest deve lançar 4 novos modelos de headsets mais adequados à Realidade Virtual (RV).

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Imagem reproduzida de MIXED

Os quatro modelos de headsets da Meta

Dois desses modelos de headsets terão gaming como destino. Enquanto isso, os outros dois devem ser mais profissionais, a exemplo do Project Cambria – sendo que uma versão mais aprimorada já está em fase final de desenvolvimento, com o Project Funston. É óbvio que o alvo principal da empresa é aqueles que querem acompanhar essa expansão da tecnologia, principalmente de forma mais acessível.

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Imagem reproduzida de Canaltech
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Imagem reproduzida de Notícias de filmes, resenhas de filmes, trailers de filmes, notícias de TV

Só para se ter uma ideia, o próximo Cambria vai ter um headset equipado com câmeras apontadas para o exterior, permitindo que os usuários vejam além do próprio headset, algo perfeito para sistemas de Realidade Aumentada. Esse produto ainda deve vir equipado com um ecrã de alta resolução, permitindo longos períodos de utilização, e um design confortável para contrariar o peso adicional do equipamento. Dizem que, talvez, esse seja o passo mais bem-sucedido da Meta no Metaverso! O que acha? Escreva sua opinião na aba de comentários deste artigo!

headsets
Imagem reproduzida de The Indian Express

Ainda sobre o tema Realidade Virtual, confira este registro do Engenharia 360 no evento 3DEXPERIENCE World 2023:

Veja Também:


Fontes: ING Portugal.

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Se tem uma coisa que irrita é um cômodo com poucas tomadas e interruptores, não é mesmo? Não dá para ligar os equipamentos básicos na cozinha, ligar o computador enquanto carrega o celular no escritório, deitar na cama e depois desligar a luz… E por que isso acontece? Bem, em parte é por conta da falta de planejamento de muitas construções. Assim, é quando o projeto é mal elaborado antes de realizar a instalação elétrica ou simplesmente a execução não segue o projeto e as recomendações encontradas nas normas. Pois saiba que essa dor de cabeça não seria necessária se, desde o começo da reforma da casa, você ficasse atento ao esquema de elétrica residencial básica!

O que é um sistema elétrico residencial?

A boa instalação elétrica residencial ajudaria você a criar uma casa perfeita para a sua família! Isso porque ela atenderia todas as necessidades básicas dos moradores de acordo com um modelo seguro, econômico e de bom funcionamento – adequada a cada localidade onde é aplicada; um padrão já estudado e aprimorado por diversos especialistas e que é apresentado em diversos textos, incluindo nas normas técnicas – que, aliás, deveriam ser sempre seguidas. Assim, a garantia de qualidade e satisfação de todos seria de 100%!

projeto elétrica residencial
Imagem reproduzida de UNIVERSIDADE DA ELÉTRICA – IPT ENGENHARIA

O projeto elétrico

O projeto elétrico da sua casa precisa ser não apenas acessível, mas flexível e ter capacidade de reserva. E para que ele dê certo, é preciso fazer antes uma representação gráfica sua, apresentando como devem ser as futuras instalações de cada ambiente – indicações de pontos de iluminação, tomadas, interruptores, percurso de circuitos elétricos, posição do quadro de distribuição e dispositivos de proteção, como sensor de fumaça.

Esse plano deve levar em consideração:

  • os equipamentos e aparelhos que serão utilizados dentro do imóvel e quais seus tipos;
  • o número de moradores e sua rotina de atividades; e
  • as características dos ambientes.

Esse estudo completo e rigoroso dos projetistas visa garantir segurança e qualidade para quem usará esses espaços, promover a economia do sistema elétrico, assim como o funcionamento adequado dos aparelhos.

Projeto elétrico é, portanto, uma coisa bem necessária para a realização de obras de Engenharia Civil e Arquitetura. Com isso, é possível construir e reformar residências com base naquilo que orientam as normas – como a NBR 5410 -, evitando acidentes, como curtos circuitos, choques elétricos, mal desempenho dos aparelhos em operação e até incêndios. E é claro que só quem pode executar isso são profissionais altamente qualificados, habilitados, entendendo de simbologias e convenções, conhecendo materiais, e sabendo fazer todos os cálculos necessários. Afinal, com eletricidade não se brinca!

A previsão de cargas e cálculos

Um dos pontos mais críticos do planejamento elétrico de qualquer construção é a realização de cálculos para a definição de circuitos e dos fatores de potência. Felizmente, é para isso que são treinados profissionais como os engenheiros e eletricistas. Para eles, essa é uma tarefa do cotidiano. Eles começam criando duas hipóteses aproximadas – sobretudo quando é difícil fazer uma previsão fiel e realista do caso. Nisso, determinam quanta energia será gasta em cada local, prevendo os aparelhos que serão utilizados e suas potências. E, a partir disso, definem a necessidade de cargas dos ambientes; sendo que seus cálculos podem ir além, apresentando informações como bitolas dos condutores e eletrodutos.

Como fazer a instalação elétrica residencial?

Só pode fazer instalação elétrica quem entende de certos conceitos relacionados a isso, como conjunto de componentes elétricos utilizados em diferentes tarefas. Um primeiro exemplo que podemos dar são os próprios condutores, os cabos e fios – neutros, fase, retorno ou terra – pelos quais passa a corrente elétrica. Depois de entender isso, é preciso seguir um passo a passo específico, realizar algumas etapas, e a execução prévia de outras. Um bom começo é analisar o local, sua planta baixa e realizar o projeto elétrico.

Inclusive, falando nisso, precisamos esclarecer que a ligação elétrica de uma casa começa, na verdade, lá no poste da rua, por um padrão de alimentação que é fornecido pela concessionária por meio de um ramal de ligação, ligado ao medidor. Este, por sua vez, é ligado ao quadro de distribuição, onde existem terminais de onde partes os circuitos. Pois justamente esses terminais ou disjuntores existem para que sejam evitados curtos circuitos, choques, incêndios, descargas elétricas, sobrecargas elétricas, e mais.

projeto elétrica residencial
Imagem reproduzida de Pinterest

Já a forma de ligação dos condutores vai depender caso a caso. Mas, resumindo, as ligações – monofásicas, bifásicas ou trifásicas – seguem para o ponto central dos ambientes, onde estão as lâmpadas – fazendo esse caminho passando por piso, parede e teto, sem fazer sobreposições. Disso, se distribuem para os interruptores e tomadas. Detalhe: em circuitos com tomadas de uso específico, só pode ser ligado um único aparelho de alta potência, como um chuveiro, torneira elétrica ou ar condicionado. Entendeu?

Determinando a bitola dos fios

Esse é o tipo de informação que é determinada pelo engenheiro ou arquiteto durante a elaboração do Projeto Elétrico, levando em conta o resultado dos cálculos, somando as cargas e determinando a corrente necessária, que pode ser “carregada” por um condutor ou um grupo deles em um mesmo eletroduto. E a menor bitola exigida em norma é:

  • 1,5 mm² para condutores de iluminação; e
  • 2,5 mm² para condutores em tomadas.

Dica: é melhor que, na casa, esses condutores ocupem, no máximo, 40% da área interna dos eletrodutos!

Definindo quantidade de tomadas

A separação equilibrada dos circuitos só pode acontecer depois que determinamos quantas tomadas de uso geral, tomadas de uso específico, interruptores e lâmpadas haverá nos ambientes. A NBR 5410 orienta muito bem sobre a quantidade ideal de lâmpadas e tomadas para cada tipo de ambiente. Mas, avaliando pela questão das cargas, a mesma indica que:

  • cômodos com área superior a 6 m², deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m² – uma tomada de 100 VA a cada 5 metros ou fração de perímetro, distribuídas de forma uniforme;
  • contudo, a cada aumento de 4 m², devem ser somadas mais 60 VA;
  • banheiros devem ter uma tomada de 600 VA próxima;
  • em copas, cozinhas e áreas de serviço, deve haver, no mínimo, uma tomada a cada 3,5 m ou fração de perímetro;
  • já em subsolos, garagens, varandas e halls, deve ser colocada uma tomada mínima de 1000 VA, sendo que a quantidade não será relacionada com o perímetro do ambiente.
projeto elétrica residencial
Imagem reproduzida de Trabalhos para Escola

Erros cometidos nas instalações

São os mais comuns:

  • uso de materiais de qualidade inferior;
  • sobrecarga de disjuntores;
  • uso de disjuntores incompatíveis com os cabos elétricos;
  • uso de fios de bitolas inferiores ao recomendado, provocando aquecimento dos condutores, perda de energia, funcionamento inferior dos aparelhos e aumento na conta de luz;
  • deixar fiações expostas;
  • não instalar o diferencial residual (DR), que é um componente que protege as pessoas de choque em instalações de aparelhos em áreas molhadas;
  • não realização do aterramento onde é necessário;
  • usar aquecedores, benjamins e mais em extensões e tomadas incompatíveis com sua potência;
  • colocar aparelhos de alta potência, como geladeiras, em ‘T’ e em tomadas que não são de uso específico – e ainda pior, ligar vários desses equipamentos desse jeito e, ao mesmo tempo, num mesmo ambiente;
  • trocar os aparelhos por versões mais potentes sem considerar a instalação elétrica existente na casa;
  • e não contratar profissionais qualificados para fazer as manutenções quando necessário.

Veja Também: A conta está alta? Saiba como economizar energia elétrica dentro de casa!


Fontes: Triider, Coisa Rara.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Os termos ‘sustentabilidade’, ‘ecologia’, ‘responsabilidade’, ‘normas e padrões’ e outros mais estão bastante em alta, sobretudo no mundo das engenharias. Aliás, por falar nisso, um setor de Engenharia é de suma importância – e que percebemos mais isso hoje em dia, por conta das muitas crises que vivenciamos -, mas pouco levado a sério em nosso país é o Ambiental. E existem dois procedimentos realizados justamente pelo “Time Ambiental”, ao lado do “Time Jurídico e Técnico” – incluindo engenheiros ambientais, advogados, biólogos, geólogos, arqueólogos e engenheiros de minas – e que todos nós deveríamos conhecer. Sabe quais? Trata-se da Auditoria Ambiental e da Perícia Ambiental! Já ouviu falar disso? Veja a seguir!

Sobre os profissionais que trabalham com Auditoria e Perícia Ambiental

Antes de explicar as diferenças entre esses procedimentos, precisamos esclarecer que só quem pode executar esse tipo de trabalho são os profissionais devidamente habilitados, com um nível universitário completo e certidão do órgão profissional relacionado – como CREA, CRB e mais. Mesmo assim, depois disso, para preencher vagas de trabalho para auditores e peritos ambientais, pode ser ainda exigido a realização de cursos complementares, comprovação de certos conhecimentos e habilidades. E se você se interessa pela área, recomendamos que leia o seguinte texto: ‘Leitura e Interpretação da NBR ISO 14.001 e da NBR ISO 19.011’.

O que é Auditoria Ambiental?

análise e perícia ambiental
Imagem reproduzida de Trabalhos Escolares

Esse procedimento legal não é obrigatório, que fique claro. Ele serve para avaliar a conformidade ou não de uma série de requisitos que são normalmente tratados em certificações – como alguma ISO ou Selo Verde. Nesse trabalho, o especialista vai documentar evidências, com intuito de provar que uma empresa ou corporação está atuando de acordo com certos padrões de referência, seguindo as suas obrigações. O profissional pode se valer de ferramentas de gestão para isso, buscando encontrar respostas de como aumentar o desempenho ambiental ou Sistema de Gestão Ambiental de seu contratante.

análise e perícia ambiental
Imagem reproduzida de Ibrasfor

Vamos tentar explicar isso melhor por meio de exemplos! Eu desejo fechar o negócio com outra empresa, mas quero garantir que esse futuro parceiro siga o mesmo tipo de regra que eu. Então, contrato um auditor para desenvolver relatórios sobre isso. Ele vai me apresentar esse material da forma mais adequada para meu entendimento, na linguagem que eu entenda, não seguindo necessariamente um modelo pré-definido. E, nesse material, podem estar respostas de questionários, demonstrativos de protocolos de legislação, resultados de checklists que montamos juntos no início das nossas conversas, registros fotográficos, e mais. Para completar, é apresentado um estudo para implantação de um novo modelo de sistema de gestão para a minha empresa ou de meu parceiro.

O que é Perícia Ambiental?

A Perícia Ambiental já trata de mensurar algum impacto ambiental ocorrido. O profissional deve fazer esse cálculo com base em diferentes parâmetros, como amplitude do prejuízo econômico e possíveis perdas – pessoais, patrimoniais, culturais e ambientais, claro. Os dados coletados e os dados das planilhas, gráficos e mais devem ajudar a esclarecer os fatos ou o estado de uma coisa. E tal coletânea de declarações pode ser levada à processos judiciais, ajudando a justiça a julgar os casos. Ou seja, resumindo, a perícia aponta quais foram as causas e quem foram ou causadores de um determinado fato!

análise e perícia ambiental
Imagem reproduzida de Alexis Gabriel Madrigal – Jusbrasil

Por isso mesmo é que geralmente quem solicita o trabalho de um perito ambiental é um juiz, um promotor de justiça ou os advogados das partes que estão disputando na justiça. Quando o serviço é concluído, o perito entrega para o contratante um Laudo Pericial, redigido seguindo um padrão – de acordo com o Novo Código Processual Civil – de forma a responder corretamente, sem desvios, aos quesitos formulados pelo magistrado. Se você está sendo processado e descumpre a obrigação de apresentar as provas, ocultando-as, na documentação da perícia, isso ficará bem registrado.

análise e perícia ambiental
Imagem reproduzida de SEJUSP

Para finalizar esse texto, vamos recapitular: a principal diferença entre os dois procedimentos, Auditoria Ambiental e Perícia Ambiental, é quanto à obrigatoriedade!


Fontes: Trilho Ambiental, Fragmaq, PWB Engenharia.

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Engenharia 360

Redação 360

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Dá para dizer que o Metaverso é ‘O’ assunto do momento no setor das novas tecnologias, começando a impactar fortemente até a construção civil do planeta. Outras áreas da economia global também já estão lucrando com esse mundo virtual. Óbvio que, como era de se esperar, os maiores detentores de dinheiro do mercado não ficariam indiferentes a isso e estão iniciando seus investimentos dentro dessa nova realidade. E parece que o entusiasmo de alguns até contagiou o humor de outros, que viram tanto potencial na ideia que também viraram adeptos dela.

Mas pensa que é só “nas gringas” que o Metaverso está influenciando grandes empresários e celebridades? Não! Também têm brasileiros nessa lista de apostas de investimentos altos! A maioria das propostas dessas pessoas é a criação de apresentações artísticas no ambiente virtual. Inclusive, no início deste ano, comentamos sobre a festa de Réveillon de por Nova York realizada no Metaverso, seria algo nessa linha. Saiba mais no texto a seguir!

Celebridades no Metaverso

Empresas famosas

Em outubro de 2021, Mark Zuckerberg, anunciou a entrada oficial da sua empresa no Metaverso, passando a ser chamada de Meta. Essa notícia gerou fervor no mercado. Então, outras empresas de tecnologia passaram a engajar no novo setor. Por exemplo, a Microsoft já começou a posicionar os seus produtos para uma melhor colaboração no mundo virtual. A Epic Games levantou bastante dinheiro para apoiar sua participação no setor. Já a Google está construindo uma versão “amigável” do seu Google Glass para que as pessoas possam acessar a nova realidade com mais facilidade. E a Magic Leap está construindo dispositivos semelhantes.

Metaverso
Imagem reproduzida de Tecnoblog

Por conta disso tudo, vários famosos ficaram bastante animados, pensando que poderiam, enfim, lançar versões digitalizadas de seus eventos culturais no Metaverso – visando, claro, ganhar dinheiro!

“Ter uma lista tão talentosa de pessoas em nossa mesa é uma honra e uma prova do fascínio das oportunidades do Metaverso, onde artistas e mais artistas podem promover conexões diretas com suas comunidades.” – Janine Yorio, CEO da fintech Everyrealm, em Revista Exame.

Pessoas famosas

Agora, confira a lista de celebridades que já marcaram presença nesse novo mundo do Metaverso!

Fora do Brasil

1. Modelo e empresária Paris Hilton: inaugurando uma ilha virtual no Roblox, em espaço batizado como ‘Paris World‘, recriando sua vida de luxo para os fãs.

Metaverso
Imagem reproduzida de Dexerto

2. Cantor e compositor Snoop Dogg: comprando um terreno no Metaverso em parceria com The Sandbox e desenvolvendo o ‘Snoopverse‘, com uma réplica de sua mansão, jogos e atividades para “rolês virtuais”.

Metaverso
Imagem reproduzida de Rap Mais

3. Grupo de k-pop Blackpink: participando de um “meet and greet” no Zepeto, site para criação de avatares.

Metaverso
Imagem reproduzida de kdfnews

4. Influenciador Jake Paul: investindo no Blocktopia, um webespaço construído em parceria com a Polygon Crypto, onde ele tem um “arranha-céu” que funciona como hub central para diversas experiências.

Metaverso
Imagem reproduzida de NFT PLAY

5. Cantores e bandas variadas, como Ariana Grande, The Weeknd e Justin Bieber: criando performances musicais para os seus fãs em diferentes plataformas com atuação no Metaverso.

Metaverso
Imagem reproduzida de NAB Amplify – NAB Show
Metaverso
Imagem reproduzida de TopHit

Outros como Lady Gaga, Green Day e Imagine Dragons lançaram pacotes musicais em um jogo de realidade virtual no Metaverso, o Beat Saber, no qual o usuário pode tocar instrumentos e apresentar as canções de seus artistas favoritos.

Para finalizar essa categoria, Shawn Mendes, Kim Petras, Rihanna, Cardi B e Migos também já criaram seus avatares para o Metaverso.

Metaverso
Imagem reproduzida de The Coin Republic

6. Ator Will Smith e o jogador de futebol alemão Mario Götze: investiram pesado na construtora de metaversos Everyrealm.

Metaverso
Imagem reproduzida de Pop Cultr

Dentro do Brasil

1. Apresentadora Sabrina Sato: lançando no Metaverso, em parceria com a startup de tecnologia Biobots Tech, uma versão digital sua apelidada de ‘Satiko’.

Metaverso
Imagem reproduzida de OFuxico

2. Blogueiro Lucas Rangel: criando, a partir da sua empresa LR Contents – no segmento focado em tecnologia, a LR Tech -, uma personagem virtual sua apelidada de ‘Luck’.

Metaverso
Imagem reproduzida de Revista Quem Globo

“É preciso entender que, além de vivermos no mundo digital, vivemos em tempos virtuais. Futuramente a tendência é que todo mundo esteja imerso nesse universo virtual.” – Lucas Rangel, em reportagem de Yahoo.


O Engenharia 360 tem muito mais a compartilhar com você! Confira ao webstories a seguir!


Fontes: Yahoo, Yahoo 2, Globo.

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Em 1969, enquanto participava da Missão Apollo 11, Neil Armstrong disse o seguinte: “De repente me ocorreu que aquela pequena ervilha, bonita e azul, era a Terra. Ergui o polegar e fechei um olho, e meu polegar apagou o planeta Terra. Eu não me sentia um gigante. Eu me senti muito, muito pequeno.”. Que lindo relato, não é mesmo?

Já parou para pensar em como o nosso planeta deve ser surpreendente visto do espaço? Bem, graças ao trabalho dos astronautas e de tantos outros profissionais envolvidos com a engenharia de exploração espacial, não precisamos apenas imaginar, mas comprovar por registros de imagens.

“É preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.” – escritor José Saramago.

Sabia que as primeiras fotos do espaço foram feitas no ano de 1946? De lá para cá, o avanço da Ciência foi surpreendente! A qualidade dos registros ficou cada vez melhor. Então, o assunto se tornou mais fascinante, só aumentando o interesse das pessoas. Pensando nisso, o Engenharia 360 resolveu montar uma lista de imagens realizadas nas principais expedições científicas já realizadas pelo homem ou por equipamentos criados pelo homem. Confira a seguir!

Principais expedições espaciais e suas imagens da Terra

1. Sonda Lunar Orbiter 1

Primeira imagem já feita da Terra em uma perspectiva lunar enquanto era feito o mapeamento de áreas favoráveis ao pouso das missões Apollo.

planeta Terra
Imagem reproduzida de National Geographic

2. Missão Apollo 8

Deveria apenas registrar a superfície da Lua, mas a Terra acabou aparecendo em algumas imagens bem no horizonte do satélite natural. Inclusive, dessas, uma ficou famosa, recebendo o nome de Earthrise ou “O nascer da Terra”.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Superinteressante

3. Missão Apollo 11

Primeira descida do homem na Lua e que foi muito bem sucedida, com os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin fazendo fotos da Terra enquanto pisavam na superfície do nosso satélite natural.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Hora do Povo

4. Missão Apollo 17

Dessa missão, existe uma imagem que ficou famosa, a ‘Blue Marble’, tirada pelo astronauta Harrison Schmitt.

planeta Terra
Imagem reproduzida de CleanTechnica

5. Sonda Vouager 1

A sonda precisou de 60 quadros para criar um mosaico do Sistema Solas de uma distância recorde de 6 bilhões de quilômetros. Foi o primeiro retrato desse tipo. E no meio dele está o que alguns chamaram de “Pálido Ponto Azul”, que seria a Terra vista entre raios de luz.

“Essa foi nossa disposição de ver a Terra como um objeto de um pixel em um cosmos muito maior. É essa
humildade que a ciência nos dá. Isso nos afasta da nossa infância precisa ser o centro das coisas. E a Voyager
nos deu aquela imagem da Terra que é tão emocionante porque você não pode olhar para essa imagem e não
pensar em quão frágil, quão frágil é nosso mundo. O quanto temos em comum com todos com quem o
compartilhamos; nosso relacionamento, nosso parentesco, com todos neste minúsculo pixel.”
– viúva de Carl Sagan, Ann Druyan.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Terra

6. Espaçonave Messenger

Com destino a Mercúrio, captou várias imagens impressionantes da Terra durante uma visita gravitacional de seu planeta natal.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Veja

7. Câmera Hirise

A Câmera HiRISE – ou High Resolution Imaging Science Experiment – capturou uma imagem da Terra vista de Marte. Foi o primeiro registro do nosso planeta feito a partir de outro, a 88 milhões de milhas de distância.

planeta Terra
Imagem reproduzida de HiRISE

8. Nave espacial Rossetta

Vista da Terra registrada pela nave espacial Rosetta, da Agência Espacial Europeia, durante sua terceira e última passagem pelo nosso planeta.

planeta Terra
Imagem reproduzida de The Planetary Society

9. Naves espaciais Mercury Surface, Space Environment, Geohemistry e Ranging

As três pertencem à NASA – Messenger – e estavam mais uma vez em missão no planeta Mercúrio, quando capturaram uma linda imagem da Terra e da Lua, a 114 milhões de milhas.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Fatos Desconhecidos

10. Sonda Cassini

Outro registro feito por equipamento da Agência Espacial Americana, durante uma missão de 20 anos da sonda, agora da Terra vista a partir de Saturno, a 898 milhões de milhas de distância.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Notícias – Terra

11. Espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter

A LRO, também da NASA, capturou uma visão da Terra do ponto de vista da aeronave em órbita ao redor da Lua.

planeta Terra
Imagem reproduzida de NASA Scientific Visualization Studio

12. Satélite Deep Space Climate Observatory

O DSCOVR capturou uma visão do lado oculto da Lua enquanto o satélite estava se movendo em frente ao lado ensolarado da Terra,

planeta Terra
Imagem reproduzida de The Planetary Society

13. Espaçonave Galileo

Oito dias após seu encontro final com à Terra, a espaçonave fez o registro da Terra e sua Lua, a 3,9 milhões de milhas.

planeta Terra
Imagem reproduzida de Wikimedia Commons

14. Espaçonave Osiris-Rex

Era apenas um teste de Engenharia, mas que também resultou na captura de uma imagem da Terra e da Luz, a uma distância de 63,6 milhões de quilômetros.

planeta Terra
Imagem reproduzida de NASA

15. Rover Mars Curiosity

O rover da NASA conseguiu fazer o registro de imagem da Terra e da Lua, como duas “estrelas noturnas” distintas e brilhantes a partir de Marte.

planeta Terra
Imagem reproduzida de NASA Climate Change

Então, o que achou de ver o nosso planeta Terra de diferentes pontos do espaço? De onde mais um dia o ser humano poderá fazer o registro? Escreva seu desejo nos comentários!


Fontes: Earth Sky, UC Terra, Fatos Desconhecidos, TecMundo.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Imagine que você conseguiu a incrível, a maravilhosa, a inacreditável oportunidade de realizar uma graduação no exterior. Mas, de acordo com os seus planos, a ideia é voltar para o Brasil e exercer a profissão para a qual foi treinado. Ou é a alternativa dois, você nasceu e estudou fora do nosso país, mas deseja residir aqui por um período curto ou longo – talvez até para sempre. Então, é preciso saber que não é só chegar aqui e já ir trabalhando. Certo?

Certas profissões, como aquelas fiscalizadas pelo sistema CONFEA/CREA, necessitam de registro legal dentro do território brasileiro. Quer dizer que você terá que fazer o devido registro do seu diploma no Brasil. Especialmente para quem é formado em Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, em cursos de nível superior, tecnológico e médio para habilitação ao exercício legal da profissão, isso está regulamentado no artigo 4º da Resolução 1.007/2003 do CONFEA.

CREA
Imagem reproduzida de SlideShare

Onde solicitar essa regulamentação?

Bem, o acesso a esse serviço é fácil! Basta procurar na internet a plataforma estadual do CREA e acessar, no ambiente público, o local certo para encaminhar a documentação digitalizada. Ou seja, não é preciso se deslocar a nenhuma unidade física para realizar essa solicitação. Contudo, precisando de ajuda, você pode, sim, ir até a uma unidade ou contatar o órgão por telefone, pedindo auxílio ao Departamento de Atendimento, Registro e Acervo (DAA). Por hora, o que o 360 pode fazer para te ajudar é passar um resumo do passo a passo. Confira a seguir!

O que é preciso enviar de documentação ao CREA?

Se você é brasileiro

  1. Requerimento Profissional devidamente preenchido e assinado pelo profissional – encontrado no Ambiente de Serviços do CREA.
  2. Original e cópia ou cópia autenticada do RG, CPF – caso não conste na carteira -, título de eleitor, prova de quitação com a Justiça Eleitoral, serviço militar ou dispensa de serviço militar atualizada – com exceção de pessoas com mais de 45 anos, conforme a Lei nº 4.375/64 de 17 de Agosto de 1964 -, e comprovante de residência.
  3. Foto 3×4 recente, colorida, com fundo branco e roupa em cor contrastante;
  4. Original e cópia ou cópia autenticada com tradução feita por um tradutor público juramentado do diploma, histórico escolar com a indicação das disciplinas e cargas horárias cursadas, documento indicando a duração do período letivo mostrando pela instituição de ensino, e programa das disciplinas cursadas.
  5. Atestado de exame de equivalência emitido pela comissão universitária.
  6. Atestado de laboratório ou carteira de doador com o grupo sanguíneo – se o profissional tem o desejo de incluir essa informação em sua Carteira de Identidade Profissional.

Se você for estrangeiro

  1. Requerimento Profissional devidamente preenchido e assinado pelo profissional – encontrado no Ambiente de Serviços do CREA.
  2. Original e cópia ou cópia autenticada da identidade, ou cédula de identidade de estrangeiro – com indicação de permanência legal temporária ou definitiva no país – ou protocolo de solicitação do documento na Polícia Federal -, comprovante de residência no país, comprovante de residência, e CPF.
  3. Foto 3×4 recente, colorida, com fundo branco e roupa em cor contrastante;
  4. Original e cópia ou cópia autenticada com tradução feita por um tradutor público juramentado do diploma, histórico escolar com a indicação das disciplinas e cargas horárias cursadas, documento indicando a duração do período letivo mostrando pela instituição de ensino, e programa das disciplinas cursadas.
  5. Despacho do Ministério do Trabalho e Previdência publicado no Diário Oficial da União autorizando seu trabalho no país.
  6. Documento que comprove sua relação de trabalho com a entidade de direito público ou privado contratante no país, como contrato de serviço averbado ou registrado em órgão competente ou comprovante de vínculo temporário com o governo brasileiro para prestação de serviço.
  7. Declaração do contratante esclarecendo quais as atividades você vai desempenhar no país e qual será o seu assistente profissional – tipo um monitor responsável.
  8. Atestado de exame de equivalência emitido pela comissão universitária.
  9. Atestado de laboratório ou carteira de doador com o grupo sanguíneo – se o profissional tem o desejo de incluir essa informação em sua Carteira de Identidade Profissional.
CREA
Imagem reproduzida de CONFEA/CREA

Veja Também: O que é necessário para os engenheiros brasileiros trabalharem no exterior?

Observações importantes

  • Os documentos em língua estrangeira devem ser legalizados pela Autoridade Consular brasileira e, como explicado antes, traduzidos para o vernáculo por um tradutor público juramentado.
  • Se você é portador de visto permanente, cuja cédula de identidade esteja em processamento, deve instruir o requerimento de registro com cópias do protocolo expedido pelo Departamento de Polícia Federal e do ato publicado no Diário Oficial da União que autoriza sua permanência no País.
  • Após a homologação do registro pelo CONFEA, você, sendo da área da Agronomia, Engenharia Agronômica, Florestal e de Pesca ou Meteorologia, formado a partir de 1991, deverá apresentar cópia do certificado de participação no curso de Legislação Profissional ministrado pelo CREA. Atenção, se há a apostila no verso do seu diploma que veda o exercício da sua profissão no Brasil. Se assim o for, você deverá providenciar, junto ao órgão registrador do diploma, o cancelamento desta apostila.

Veja Também:


Fontes: Unidades CREA no PA, MG, PE, RJ e SP.

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Engenharia 360

Redação 360

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Os primeiros meses de 2022 foram sombrios. Conhecemos outra vez um novo mundo; um mundo com ameaças de Terceira Guerra, em grande parte por consequência da invasão da Rússia no território da Ucrânia. Mas precisamos lembrar que esse não é o único episódio triste envolvendo o posso russo e ucraniano. Entre 1922 e 1991, essas nações e mais treze pertencentes à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas participaram dos conflitos da Segunda Guerra Mundial (1932 – 1945) e Guerra Fria (1947 – 1991).

Em todas essas fases, a produção de armamentos se intensificou; e alguns sistemas desenvolvidos – hoje ou antes – parecem até saídos de filmes. Nestes anos todos, a antiga USS e agora a Rússia conseguiu emplacar vários projetos bem bizarros – muitos até bastante efetivos nos conflitos. Reproduzimos aqui, resumidamente, a lista montada pelo site TecMundo. Confira!

Exemplos de armas já usadas pela Rússia, enquanto integrante da USS

1. Beijo da morte

Batom que escondia arma de fogo com um único projétil de 4,5 mm, próprio para ser levado pelas espiãs russas.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de Weekend – Perfil

2. Recuo violento

Canhão 2B1 Oka, capaz de atirar projéteis de 420 milímetros e 750 quilos a uma distância de até 45 quilômetros, e que parou de ser utilizado, pois o recuo violento de apenas um disparo costumava quebrar o chassi do veículo.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de Military Review
engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de Military Review

3. Morte em alta velocidade

Aeronave Sukhoi T-4, de estrutura de titânio e aço inoxidável, sistema de navegação inovador, e que chegava à velocidade superior à Mach-3.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de AVIÕES MILITARES
engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de AVIÕES MILITARES

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Será que guerras podem deixar algum legado positivo?

4. Dominador do espaço aéreo

A aeronave MiG-105, parte do projeto Spiral, era capaz de fazer voos em altitudes quase que inimagináveis.

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Imagem reproduzida de Cavok
engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de Lux’s homepage

5. Grande Tufão

Conhecido como Typhoon ou Tufão, foi o maior submarino já construído na história, com 175 metros de comprimento e capaz de disparar até 192 mísseis, além de seis torpedos.

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Imagem reproduzida de Revista Força Aérea

Veja Também: A Arma do Fim do Mundo: conheça o torpedo nuclear submarino “Poseidon” russo

6. Sucesso absoluto

O avião VVA-14 foi a tecnologia mais avançada de arma antissubmarina da época da Guerra Fria, também funcionando como veículo anfíbio, fazendo decolagens verticais diretamente da água.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de AutoEvolution
engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de CNN

Veja Também: Guerra na Ucrânia: Engenharia do Antonov-225 Mriya é destruída pelo ataque russo

7. Tanque pesadão

A T-35 era uma “estação de guerra móvel”, equipada com canhão e quatro outras estações de disparo, canhões menores e metralhadoras.

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Imagem reproduzida de DefesaNet

8. Ouriço aniquilador

A aeronave de design modificado, Tu-2Sh Fire Hedgehog, apresentava compartimento de bombas com um arsenal de 88 metralhadoras capazes de expelir 72,9 mil projéteis por minuto e que, olhando de fora, parecia mais um ouriço.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de airpages.ru
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Imagem reproduzida de airpages.ru

Veja Também: Este exercício sobre guerras e aviões traz uma lição importante sobre matemática

9. Guarda-chuva búlgaro

Uma das armas mais letais da USS, grande preferida dos integrantes da KGB, parecia mesmo um guarda-chuva convencional, mas com uma ponta que disparava uma minúscula bala contendo veneno ricina.

engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de Mega Curioso

10. Trenós nada convencionais

Os Aeronavis, com características de tanques e equipados com motores de avião – como o RF-8 e o NKL-26 -, eram utilizados para serem usados em terrenos nevados, para onde o inimigo poderia ser atraído e derrotado com mais facilidade.

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Imagem reproduzida de Forgotten Hope Secret Weapon – Fandom
engenharia de guerra rússia
Imagem reproduzida de TurboSquid

Qual a relevância de compartilhar todas essas informações? É entender como o conhecimento científico pode ser trabalhado para o bem ou para o mal, o que vai depender das nossas decisões. E que, apesar desses itens da nossa lista serem armas ou outros equipamentos bélicos, podemos admirar a criatividade do seu design e engenharia.

Então, qual desses projetos achou mais bizarro? Escreva sua opinião na aba de comentários!

Veja Também:


Fontes: TecnoMundo.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Muitas pessoas afirmam regularmente que não entendem as novas tecnologias. Bem, talvez o problema seja porque as novas tecnologias ainda não atendem 100% os seus desejos e necessidades. Por exemplo, quantas vezes você já ouviu alguém reclamar que sua decoração da sala está horrível por conta de tantos cabos atrás do painel para TV? Que os aparelhos de mídia não se conectam bem por conta da baixa capacidade desses fios? Ou ainda que não consegue acessar os aplicativos que quer na antiga TV smart? Pois as três notícias a seguir vêm para nos animar, possivelmente mudando essa realidade! Confira!

TV sem fio e que não precisa de nenhum plugue

Tecnologia TVs
Imagem reproduzida de TecMundo
Tecnologia TVs
Imagem reproduzida de TopGadget

Chega de fios, então! Olha quanta coisa nós já conseguimos conectar nas TVs sem precisar de cabos, apenas com a tecnologia do wi-fi. E agora, na última CES 2021, foi apresentada a TV sem fio, que tem uma tecnologia que abandona o cabo elétrico e ainda funciona por meio de uma transmissão e receptores de energia sem fio, para nossa grande alegria. Isso quer dizer que podemos colocar o equipamento na parede com muito mais facilidade, sem nos preocupar com aquela “bola confusa de fios” por trás. E, preste atenção, isso seria possível mesmo quando não houver nenhuma fonte de alimentação por perto! Não é legal?

Então, este é o momento que você fica na dúvida, se perguntando como isso funciona. Bem, a saber, essa nova TV tem um transmissor elétrico autônomo e uma bobina receptora integradas ao seu design. Incrível, não? A sua fabricante ainda teria desenvolvido um sistema aprimorado que chegaria à eficiência de 90%. E, quando necessário, a distância de transmissão pode até ser aumentada com a instalação de bobinas de grande porte, que devem ser colocadas fora da caixa, em uma mesa logo abaixo, transmitindo possivelmente 120 watts de potência de 20 a 120 kHz a distância de 50 cm. Então, gostou dessa ideia?

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Novos cabos USB

Tecnologia TVs
Imagem reproduzida de TecMundo

Está bem, OK! Alguns aparelhos complementares de mídia ou outros eletrônicos vendidos no mercado ainda apresentam sistemas que necessitam da ajudinha de cabos para conexão. Finalmente, parece que os cabos USB Tipo-C 2.1 com 240 W de potência serão disponibilizados no mercado. E a melhor parte é que os mesmos podem se transformar em carregadores universais para alguns aparelhos, como notebooks.

Por hora, o que se sabe é que, em breve, serão disponibilizados dois modelos de alta transferência de dados, o USB 4 Gen2x2 20 Gbps e o USB 4 Gen3x2 40 Gbps; e um com a mesma potência, mas transferência de dados maior, o USB 2.0. Detalhe, alguns deles permitem transmissão de dados e energia nos dois sentidos!

Chromecast que ainda vale a pena

Tecnologia TVs
Imagem reproduzida de Pocket-lint
Tecnologia TVs
Imagem reproduzida de Promobit

Você já pode ter ouvido falar desse dispositivo também, o Chromecast. Trata-se de uma espécie de central de mídia que permite que possamos acessar na TV – com entrada HDMI ou USB e wi-fi estável – vários conteúdos que não estavam disponíveis em seu pacote smart. O primeiro modelo bem-sucedido foi lançado em 2013, parecendo mais um pendrive. Só que o mesmo apresentava muitas limitações, incluindo de conectividade de rede.

Então, os pesquisadores resolveram aprimorar essa tecnologia. Assim, hoje há modelos de diversos formatos, desempenhos e suportes, como Full HD e 4K de resolução, e que podem ser controlados via smartphone ou tablet, por exemplo. Além disso, o sistema de som de alguns Chromecast transforma o equipamento integrado em uma poderosa caixa de som, se o usuário quiser.

Apesar de tudo, muitas pessoas se perguntam se ainda vale a pena adquirir um Chromecast, se essa tecnologia já não está ficando obsoleta. E a resposta é ‘sim’ e ‘não’!

É provável mesmo que os sistemas das TVs vão ser aprimorados cada vez mais. Mas, por hora, o Chromecast com Google TV vale o investimento, com sistema nativo baseado em inteligência artificial, que nem mesmo exige o uso de smartphone ou tablet para transmitir conteúdos para a TV, com possibilidade de navegação via controle remoto com atalhos. E o melhor último modelo vendido nas lojas vem com processador quadcore Amlogic S905X2 com GPU Mali-G31 MP2, 2 GB de RAM, 8 GB de armazenamento interno, rede Wi-Fi 802.11ac e Bluetooth 4.1.


Fontes: Wonderful Engenineering, TecMundo, Yahoo.

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