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Home office x presencial: qual o melhor modelo de trabalho?

por Cristiano Oliveira da Silva | 06/12/2021

Há alguns anos, diversas empresas já promovem o home-office.

E o que as elas ganham ou perdem com esse modelo? Quais os prós e contras? E o trabalho presencial, está com os dias contados?

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Antes de responder essas perguntas, serão apresentadas algumas definições!

Modelo de trabalho convencional

O modelo convencional, ou presencial, consiste na empresa fornecer um local de trabalho para os seus colaboradores. Sem novidade até aqui.

A empresa dispõe de um lugar físico para desenvolver suas atividades produtivas.

Nesse modelo, o trabalhador é contratado por um determinado período diário e se locomove até as dependências da empresa que o contratou. Evidentemente, o período produtivo é aquele em que a pessoa se encontra na empresa.

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Imagem reproduzida de CPG Click Petroleo e Gas

Modelo de trabalho home-office

Nesse modelo, os trabalhos podem ser realizados em casa, no horário mais adequado ao colaborador e com as reuniões do time realizadas remotamente – em gmeetings, zoom, Skype, teams, etc.

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O compromisso do trabalhador aqui é estar atento à agenda de reuniões e produzir no período do dia que considerar mais adequado!

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Imagem reproduzida de Gregory Hills

Modelo híbrido

É simplesmente a combinação dos dois modelos anteriores.

Considerações sobre os modelos

Como tudo na vida, ambos os modelos possuem prós e contras.

Assim, para um trabalho home office bem-sucedido, de uma forma geral, requer da empresa e funcionários um nível de maturidade bem desenvolvido.

Isso porque a empresa precisa saber definir bem o escopo que espera que os seus colaboradores cumpram e, em contrapartida, os colaboradores precisam assumir o compromisso de entregar o escopo acordado na data acordada. Nesse processo, se faz necessário um bom nível de maturidade de ambas as partes!

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Vale a pena home office, então?

Num modelo de trabalho em home office, possíveis economias em locação de ambiente de trabalho e equipamentos poderiam ser consideradas. Transporte até local de trabalho e tempo útil dos colaboradores também entrariam nessa conta.

O fato é que o trabalho home office traz algumas vantagens, mas é algo não tão simples de se implementar 100%. A partir daí, surgem os modelos híbridos.

Seria o sistema híbrido o caminho definitivo?

Algumas empresas adotam esse modelo, mesmo antes da pandemia, tendo como foco o bem-estar do seu funcionário. É evidente para alguns gestores (e para outros, nem tanto) que um funcionário estando bem, produz mais e melhor.

Aliás, mesmo antes da pandemia, trabalhei numa empresa que já fomentava o modelo híbrido, com maior peso para o home office. O discurso defendido era o seguinte: “não vale para a empresa ter um colaborador gastando entre 1h e 3h de locomoção, para ‘bater cartão’, viver cansado e produzindo em baixo nível. Preferimos alinhar os compromissos e permitir que os trabalhos sejam feitos em casa, sempre que possível”.

Porém… Há outras empresas que vão à contramão desse pensamento, defendendo, por exemplo, a ideia de que o funcionário precisa se sentir parte do todo, precisa ter um local de trabalho e que não dá para confiar que o trabalho será realizado.

A grande lição é que a pandemia, de maneira forçada em certos casos, obrigou muitas empresas a trabalharem de um jeito que nunca cogitaram trabalhar. E para algumas, deu super certo!

Novas habilidades foram desenvolvidas, como a prática de reuniões online e utilização dos softwares para tal. Novas possibilidades de trabalho puderam ser consideradas – como, por exemplo, o trabalho híbrido, que permite maior flexibilidade ao colaborador.

Cada realidade é única! Por isso, a questão da maturidade é tão importante! Na minha opinião, home office com pessoas imaturas têm grandes riscos de trazer mais problemas que soluções, assim como pessoas com níveis de maturidade bem desenvolvidos produzem bem em qualquer ambiente. Você concorda? Escreva nos comentários!

Veja Também: 6 dicas para otimizar seu home office | Lista 360

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Cristiano Oliveira da Silva

- Engenheiro Civil (Poli-USP/2003) - Pesquisador colaborador UFABC - Capacitação e disseminação de BIM - Gerente de Engenharia / BIM Manager - Projetos, Planejamento e Qualidade na empresa BEN - Bureau da Engenharia - INEXH - Instituto Nacional de Excelência Humana - MasterPractitioner e Coach Sistêmico - Analista Corporal - O Corpo Explica - Músico, pai e curioso por natureza