Conte para o Engenharia 360: você já ouviu falar do software TQS? Não? Pois deveria, porque é um poderoso programa para projetos de Engenharia. Na verdade, ele é bem popular para quem trabalha no setor, sobretudo de cálculos e avaliações de estruturas de concreto armado. Veja a seguir!

Como utilizar o TQS em projetos de concreto armado?

Assim seu nome explica, o TQS foi desenvolvido por engenheiros da empresa brasileira TQS. Isso foi em 1986, e de lá para cá tem feito cada vez mais sucesso. Por quê? Porque trabalha com um sistema que, de forma integrada e automatizada, fornece todos os recursos básicos necessários para a realização de trabalhos como:

  • análises estruturais;
  • verificação de paredes, vigas, lajes, blocos de fundações, sapatas, estacas e cargas;
  • concepções estruturais;
  • dimensionamentos de elementos;
  • inserção das principais armaduras construtivas;
  • detalhamento de armaduras;
  • desenho de vergas e lintéis;
  • desenho de paredes em elevação;
  • produção de desenhos técnicos;
  • emissão de plantas;
  • entre outros.

Usar o TQS para projetos de estruturas de concreto armado – sobretudo de alvenarias – é algo bastante vantajoso. Isso pois o software se baseia em um modelo de processo bastante produtivo – algo que se reflete na qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelas empresas. Ele atende muito bem aos requisitos das Normas Técnicas ABNT e com compatibilização de modelos dentro do conceito BIM.

TQS
Imagem reproduzida de Escola de Estrutura

Aliás, precisamos ressaltar que, dependendo do modelo de projeto, os desenhos podem ser gerados de forma automática, após a inserção de dados do sistema TQS. Isso oferece mais agilidade e praticidade para os projetistas, evitando retrabalhos no futuro – e quem gosta disso, não é mesmo? O software deve contribuir para todas as etapas do serviço. Por exemplo, quando o técnico precisar estudar esforços e flechas. Realmente, essa tecnologia ‘Made in Brazil’ parece superar todas as expectativas!

Onde é possível comprar a licença do programa?

O TQS é para uso apenas profissional. A empresa que desenvolve o software oferece um pacote de avaliação gratuita com duração de seis meses no site da TQS Informática Ltda, enviando junto um manual completo com exemplos de passo a passo. Só que esse pacote só deve ser utilizado exclusivamente para fins de aprendizado do programa. Contudo, nessa versão, o usuário conseguirá já acessar praticamente todos os principais recursos do software, como para a realização de cálculos para edificações simples de concreto armado e alvenaria estrutural.

Agora, se quiser utilizar o software TQS em um período maior, basta acessar a aba de sistemas TQS do site para conferir as ofertas!

TQS
Imagem reproduzida de Escola de Estrutura

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Em 2021, o Engenharia 360 começou a acompanhar a construção de um dos edifícios mais altos do Brasil, o Platina 220, na Rua Bom Sucesso, em São Paulo. Pois esse empreendimento está prestes a ser inaugurado. A previsão é de que ele fique completamente pronto em julho deste ano de 2022.

Números impressionantes do Platina 220

  • Serão 57 mil metros de área construída – num terreno de 6,4 mil metros quadrados -, 50 andares, somando 172 metros de altura – 2 metros a mais do emblemático Mirante do Vale, localizado no centro da cidade.
  • No interior do edifício, 20 elevadores – 6 com velocidade aumentada -, 190 quartos de hotel, 80 apartamentos, 50 salas corporativas e 19 lojas térreas.

A saber, todas as áreas corporativas já foram vendidas!

O bairro do Tatuapé como um todo foi verticalizado nos últimos anos. Já existe por lá o edifício residencial mais alto da cidade – da mesma construtora – o que tem atraído grandes investimentos na região. Alguns dizem que essas arquiteturas mais altas poderiam deixar as calçadas livres para o trânsito de pessoas, sobretudo entre os comércios, que devem ocupar as vagas na altura da rua. E o volume tipo torre seria uma solução para uma melhor ocupação dos espaços sem avançar nas calçadas.

E você, concorda com isso? Escreva nos comentários!

Platina 220
Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Pavimento térreo Platina 220 | Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Pavimento residencial Platina 220 | Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Pavimento comercial Platina 220 | Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Pavimento hotel Platina 220 | Imagem reproduzida de Ponte Engenharia e Urbanismo
Platina 220
Imagem reproduzida de O Globo

Fontes: O Globo.

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Engenharia 360

Redação 360

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Muitos produtos são importados para o Brasil e exportados do Brasil. E como essas cargas chegam e partem do nosso território? Bem, em grande parte é por via marítima. Um exemplo de transporte de cargas de bens para a sociedade por portos é o caso dos alimentos, que podem ser, assim, transportadas em grande quantidade e em alguns com custo menor, se comparado a outros meios. Então, pensando por esse lado, talvez possamos afirmar que os portos se configuram como o principal meio de entrada e saída de riqueza do nosso país.

O Brasil possui 175 instalações portuárias de carga – incluindo portos e terminais marítimos e instalações aquaviárias. Sendo destes, 76 no interior – 18 na Região Sul, 6 na Região Centro-Oeste e 52 na Região Norte – e 99 ao longo da costa litorânea. E que legal seria conhecer as principais que atuam em nosso país, não é mesmo? Pois foi exatamente por isso que o Engenharia 360 montou esta lista. Confira!

Portos brasileiros

1. Santos

Localizado no estuário de Santos, em São Paulo, sendo o maior do país em tonelagem de cargas e movimentações de contêineres. Em 2020, foi considerado o 43º maior porto do mundo, segundo ranking da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA). Por ele passam produtos como carnes, vegetais, plásticos e produtos químicos.

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Imagem reproduzida de G1 – Globo

2. Dp World Santos

Bem, este não é bem um porto. Todavia, é um moderno terminal privado – um dos maiores do Brasil -, localizado na margem esquerda do Porto de Santo, uma área estratégica, com acesso por via marítima, rodoviária e ferroviária. A saber, a estrutura conta com um cais de impressionantes 1.100 metros, por onde passam anualmente 1,2 milhão de TEU (unidade equivalente a um container de 20 pés) e 3,6 milhões de toneladas de celulose.

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Imagem reproduzida de Guia do Investidor

3. Paranaguá

Localizado no Paraná, é um porto bastante influente para a economia nacional. Por ele passam produtos da agroindústria, alimentos, transporte, indústria mecânica e indústria química.

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Imagem reproduzida de Forest Digital Group

4. Itapoá

Também do sul do país, localizado no estado de Santa Catarina, de uso privado. Por ele passam itens dos segmentos de carnes, papel, madeira, cerâmica, produtos químicos, peças de automóveis, entre outros – exportados sobretudo para Ásia, América do Norte e Europa, além do nosso vizinho Paraguai.

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Imagem reproduzida de Portos e Navios

5. Portonave

Outro exemplo de Santa Catarina é este porto, também privado. Por ele, passam produtos como carvão vegetal, plásticos, madeira e carnes – produções do Centro Oeste, Sul e Sudeste, além de outros países da América do Sul. A saber, esta instalação possui uma câmara frigorífica totalmente automatizada com seis transelevadores de capacidade estática de 16 mil posições pallets, além de 13 docas para recebimento de cargas, 3 berços de atracação, e um cais linear de 900 m.

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Imagem reproduzida de Blueshift – Gás & Energia

6. Itajaí

Como explica seu nome, está localizado na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. É o segundo maior porto do país em movimentação de contêineres. Por ele passam exportações de plástico, carvão vegetal e madeira, eletrônica, indústrias mecânicas e têxtil.

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Imagem reproduzida de Fenícia Comércio Exterior

7. Rio Grande

Localizado no Rio Grande do Sul, com grande influência ainda em Santa Catarina, São Paulo e Paraná. Por ele passam artigos de segmentos como de calçados, agroindústria, adubos, fertilizantes, madeira, couro, materiais de transporte, indústria química, mecânica, entre outros.

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Imagem reproduzida de Wilson Sons

8. Chibatão

Este exemplo é do Amazonas, à margem esquerda do Rio negro, um dos melhores em termos de estrutura do país, com tecnologias avançadas capazes de atender toda a demanda. Por ele passam produtos como máquinas elétricas, borracha e enxofre. A saber, este porto obedece uma dinâmica, possui doca coberta para carga e descarga, rampa de concreto armado, balança rodoviária, e sistema de apoio com a Receita Federal, e muito mais.

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Imagem reproduzida de Portos e Navios

9. Suape

De Pernambuco, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, na área Metropolitana de Recife. Ele é um dos mais bem localizados da região Nordeste. Para entender melhor a sua importância, o mesmo apresenta mais de cem conexões com portos de todo o mundo. E por ele passar produtos como cereais, enxofre e bebidas.

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Imagem reproduzida de Portos e Navios

10. Rio de Janeiro

Para finalizar a nossa lista, um porto de grande porte, localizado no Rio de Janeiro, na costa oeste da Baía de Guanabara, entre a ponta de Santa Cruz e a ponta de São João e interiores de lagoas. Por ele passam artigos de segmentos como da indústria química e produtos minerais.

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Imagem reproduzida de Diário do Rio

Veja Também: Impressionante! Veja quais são os 5 maiores aeroportos ao redor do mundo


Fontes: Datalogística.

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Engenharia 360

Redação 360

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Imagine a seguinte situação: você decidiu contratar um engenheiro civil para realizar uma reforma em sua casa. Como já explicamos aqui, no Engenharia 360, é necessário emitir uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), que declara que a obra será acompanhada por um responsável habilitado, que será responsabilizado por quaisquer incidentes que ocorram durante a execução da mesma.

A ART está diretamente vinculada a outro documento crucial, o Laudo Técnico. Este, por sua vez, deve conter, além do número da anotação de responsabilidade, detalhes dos serviços a serem realizados e o modo como serão executados para garantir a segurança do imóvel. E o profissional deve se comprometer a realizar apenas o que está descrito nos serviços a serem executados, nada mais.

Atualmente, empreendimentos imobiliários lançados no mercado devem possuir um Laudo Técnico desenvolvido pelas construtoras, que estabelece diretrizes para garantir a segurança estrutural dos imóveis. Esse mesmo princípio se aplica a diversos serviços realizados por profissionais e empresas de outros setores. No campo das engenharias, existem diversos tipos de laudos técnicos, cada um com sua especificidade.

Laudo Técnico
Imagem de Drazen Zigic em Freepik

O que é um Laudo Técnico em Engenharia?

Laudo Técnico em Engenharia trata-se de um relatório elaborado por um especialista que faz um diagnóstico geral do serviço em questão. Esse documento pode conter uma análise criteriosa, como perícias, exames, vistorias e avaliações. Ademais, conclusões do profissional técnico, como um perito indicado por autoridade (sobre valores, direitos e empreendimentos), resultado de uma investigação e até mesmo possíveis soluções, sempre respeitando o escopo do profissional e a finalidade do laudo. E tudo isso, vale destacar, em conformidade com a ABNT NBR 13752/1996.

Qual a importância do Laudo Técnico em Engenharia?

A importância do Laudo Técnico em Engenharia é inegável, pois é essencial para a execução de diversos trabalhos nessa área. Como mencionado anteriormente, ele desempenha um papel fundamental na garantia da segurança das obras e na prevenção de tragédias. Tal documento reúne os detalhes mais minuciosos sobre o estado das estruturas, permitindo prevenir problemas futuros, como desabamentos em condomínios e outras falhas estruturais.

Investir nesse registro é uma maneira de aumentar a credibilidade dos profissionais e empresas perante o mercado, já que o Laudo Técnico possibilita a identificação de problemas em sua origem, permitindo a tomada de decisões corretas no momento adequado. Além disso, os proprietários podem avaliar melhor as condições de seus imóveis com base no laudo.

Vale ressaltar que, em muitos casos, seguradoras solicitam laudos técnicos para a elaboração de contratos de serviços, pois o valor da apólice pode variar de acordo com as especificações de um parecer técnico confiável.

laudo técnico
Imagem reproduzida de Engemeco

Tipos de Laudos Técnicos em Engenharia

No âmbito da Engenharia, existem diversos tipos de Laudos Técnicos, cada um relacionado a uma etapa específica do serviço. Por exemplo, na construção civil, podem ser elaborados laudos de Arquitetura, de Engenharia Civil (para construção ou reforma) e de avaliação de imóveis (corretagem, vendas ou locações), entre outros.

Laudo Técnico
Imagem de peoplecreations em Freepik

É importante lembrar novamente que apenas profissionais capacitados estão habilitados a elaborar Laudos Técnicos, e cada área de atuação requer um especialista diferente. A confiabilidade desses documentos é fundamental para garantir a segurança e a qualidade dos serviços prestados na área da Engenharia.

Exemplos de casos recentes envolvendo Laudos Técnicos

Dois casos envolvendo laudos técnicos chamaram atenção dos jornalistas em agosto de 2023. O primeiro caso foi de casas na Zona Leste de SP que correm risco de desabar após obra da Sabesp iniciada em 2022. Moradores da região relatam surgimento de rachaduras e problemas estruturais desde a intervenção.

laudo técnico
Imagem reprodução arquivo pessoal via G1 – SP

Um laudo técnico apontou movimentação do solo devido à obra como causa dos danos. A Sabesp nega a relação com o encharcamento do solo, mas realizará novas vistorias para investigar as possíveis causas. Já a Construtora Befort, vizinha das casas afetadas, pretende processar a Sabesp pelos prejuízos causados. A Defesa Civil acionou a Sabesp para apurar o caso. Moradores reclamam de descaso da companhia em resolver a situação.

O segundo caso diz respeito à uma mulher que morreu após um bloco de concreto desprender de passarela em Teófilo Otoni, MG. Um laudo apurou que a infraestrutura cedeu devido a infiltração de água. Duas famílias vizinhas foram acolhidas, e a Copasa fará perícia para apurar responsabilidade da empresa.

laudo técnico
Imagem reprodução Compdec Teófilo Otoni via CNN Brasil

Veja Também:

Como funcionam os laudos ART e RRT?

Perito Judicial de Engenharia: o que é e o que faz?

Saiba como funciona o serviço de perícias técnicas em Arquitetura e Engenharia Civil


Fontes: CEO Condomínio em Ordem, Melhor Taxa.

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Engenharia 360

Redação 360

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Pense em toda a situação caótica de vida que estamos enfrentando nos últimos tempos, especialmente agora em 2022. É tanta coisa acontecendo que é difícil de lidar com tudo sem apoio, não é mesmo? Ainda bem que algumas empresas estão atentas a isso e buscando implementar uma nova cultura de gestão humanizada. Inclusive, isso tem se refletido em diversos modelos de negócios, algo positivo se quisermos alcançar a meta coletiva de saúde mental. O que acha?

Agora reflita sobre isso: será que algo assim é mesmo possível agora que estamos tentando voltar à normalidade, com o retorno das atividades aos escritórios, por exemplo? Será que devemos simplesmente fazer de conta que nada aconteceu? Ou alguns de nós mudamos com as experiências vivenciadas neste período, apresentando danos à saúde mental?

saúde do trabalhador
Imagem reproduzida de Blog do Movidesk

Atenção à saúde dos trabalhadores

Bem, por certo, pelo que já se pode notar por todo o comportamento dos grandes gestores, de que, neste pós-pandemia, o esforço de muitas empresas deve ser concentrado na saúde mental dos seus funcionários. É que a vida apenas parece normal, mas alguns traumas silenciosos podem estar presentes em nossa coletividade, incluindo transtornos psicológicos, sociais, biológicos e culturais. E algo em proporções assim, mesmo adormecido é um problema, pois basta um gatilho para disparar o mal do estresse e da angústia, comprometendo nossa vida pessoal e profissional.

E sabe o que não colabora em nada com a situação? Se as empresas mantêm práticas abusivas, como assédio moral para que obrigar que funcionários façam horas extras, pressão por prazos, falta de equipamentos adequados e flexibilidade, ausência de limites entre vida pessoal e trabalho, e mais, criando um ambiente de escritório extremamente tóxico. No fim das contas, embora alguns gestores pensem diferente disso, não somos robôs e ficamos doentes, sim. E pode acontecer até mesmo, de uma hora para outra, um problema mental se transformar em doença física.

Afinal, o que pode sair mais caro para uma empresa? “Gastar” com prevenção às doenças ou o afastamento de funcionários por motivo de saúde, aposentadorias por invalidez, demandas judiciais, pedidos de demissão, auxílios-doença e etc.? Isso sem contar que outras consequências secundárias inimagináveis… Ou seja, negligenciar não é mesmo o caminho certo! Porque, se damos as costas para doenças mentais e físicas, todos saem perdendo, empresas e sociedade!

saúde do trabalhador
Imagem reproduzida de Grupo Skill

Veja Também:

Programas de assistência à saúde mental

Como promover a cultura de saúde mental de forma sistêmica e duradoura? Bem, o certo é agir de forma estratégica com políticas organizacionais eficazes dentro das empresas. Um exemplo são os programas que prestam atendimento necessário quando o funcionário encontra-se em estado de vulnerabilidade. Outro exemplo são os sistemas de atendimento psicológico online, que permitem a facilidade da marcação de consultas direto na plataforma, com valores baixos e na privacidade da casa.

Pode apostar, são ações que garantem a manutenção da vida!

saúde do trabalhador
Imagem reproduzida de SEGS

Prestação de serviços com ajuda das novas tecnologias

Olha que interessante, a inteligência artificial pode ajudar na prestação de todos esses serviços de ajuda à saúde mental. Por exemplo, criando canais de atendimento digital, como os chatbots, e ainda com a compreensão de dados que são formados a partir disso e usados depois para o desenvolvimento de tomadas de decisão mais assertivas por parte das empresas, dando mais embasamento técnico – ou seja, dados e medidas confiáveis -; sem contar a identificação e rastreabilidade de riscos mais graves nos ambientes corporativos.

Também podemos citar os aplicativos e dispositivos que medem, por exemplo, níveis de exaustão no trabalho ou ambientes doentes e com inadequações – avaliando com ajuda de algoritmos -, e ajudando a transmitir informações para possíveis tratamentos. E, para finalizar, ferramentas que auxiliam as empresas a criar planos de ação para prevenção e combate a doenças ocupacionais e redução de custos.

saúde do trabalhador
Imagem reproduzida de O Anhanguera

Sim, as novas tecnologias, desenvolvidas pelas engenharias, devem ajudar na prevenção e combate a doenças de saúde física e mental de trabalhadores. Contudo, lembre-se que também é um importante diferencial ter nas empresas equipes bem treinadas e supervisionadas. Os mapeamentos de dados devem ajudar a revelar a origem dos problemas, mas a correção final deles pode necessitar do conhecimento médico!


Fontes: Época Negócios.

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Engenharia 360

Redação 360

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Existe um produto na lista da loja de usados e seminovos da Mitsubishi em Chicago, nos Estados Unidos, que custa exatos U$ 3,8 milhões ou R$19,5 milhões. Trata-se de um avião a jato transformado simplesmente em uma linda limousine, chamada de Learmousine. Ela levou 12 anos para ser construída ou transformada. E desde 2018 está à venda.

O curioso veículo foi equipado com um volante vermelho e o painel de instrumentos de uma picape Chevrolet Silverado. Também foram instaladas quatro telas para monitorar o comportamento dos passageiros, mais um telão ao fundo, para diversão dos mesmos. Um esquema de luzes no interior. Bancos revestidos de couro. E um motor V8 de 400cv de potência. Aliás, por incrível que pareça, a Learmousine poderia chegar à velocidade de 161 km/h. Confira imagens dela a seguir!

limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de Autoesporte – Globo
limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de Motor 24
limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de AutoPapo
limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de Autoesporte – Globo
limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de O TEMPO
limusine loja Mitsubishi
Imagem reproduzida de Autoesporte – Globo

Fontes: Auto Esporte.

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Redação 360

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Imagine que você está reformando um ambiente de casa e precisa aplicar novos revestimentos em paredes e pisos. Bem, precisa saber que o assentamento dessas peças só pode acontecer diretamente sobre alvenarias – seja em áreas internas ou externas da edificação – que estejam dentro dos quesitos mínimos. Por exemplo, bem planas, dentro do prumo, e mais. Podemos fazer um diagnóstico, claro! Mas se constatado que a situação não está adequada, pode ser preciso passar uma camada de emboço para a regularização das superfícies. Veja como é esse passo a passo no texto a seguir!

Como fazer o diagnóstico de paredes?

1. Planeza

Essa verificação deve ser feita com uma régua retilínea com cerca de 2 metros de comprimento. No teste, você precisa ver primeiro se os desvios excedem 3 mm e se isso passa de 20% da parede. Se sim, será considerado como um problema mais grave, necessitando refazer o emboço. Se não, será considerado como um problema menos grave, necessitando apenas a correção pontual do desvio.

2. Prumo

Essa verificação deve ser feita com um nível de prumo. E só será um problema grave se o desvio apontado for maior que a altura da alvenaria (em metro)/900.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de Hometeka

3. Dureza

Já para testar a dureza de uma parede é simples, basta passar um prego em diferentes pontos. Essa base é boa quando o risco fica superficial, o que pode representar que ela é resistente aos esforços que será submetida. Contudo, na dúvida, pode ser preciso calcular isso.

4. Presença de Umidade

As paredes de casa também não podem apresentar umidade por capilaridade – por exemplo, descascado. Caso isso ocorra, será preciso um tratamento adequado antes da execução da aplicação do revestimento.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de Casa Abril

5. Porosidade

Uma parede é considerada de baixa absorção quando jogamos água nela e o líquido escorre facilmente em direção ao chão. Mas se a água é absorvida muito rapidamente, será necessário molhar bem essa base antes da aplicação do revestimento.

6. Limpeza

As paredes de casa também não podem apresentar resquícios de óleo ou tinta e mesmo acúmulos de pó que impeça a boa aderência das massas de acabamento.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de JALICO

7. Correções

Se a massa de acabamento dessas superfícies não parece resistente, deve ser retirada e refeita antes da aplicação da própria camada de argamassa colante para os revestimentos.

8. Aderência do emboço

Um dos testes mais importantes é esse do emboço. Basta bater de leve com um martelo de borracha ou mesmo com a ponta dos dedos.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de Viva Decora

Como fazer o diagnóstico de pisos?

1. Planeza

Assim como é feito para paredes, o teste de planeza para pisos deve ser feito com uma régua retilínea. E os desvios não devem ser maiores que 3mm em relação à régua.

2. Caimento

Pisos de áreas externas ou áreas molhadas, como varandas e box de chuveiro, precisam de caimento direcionado para portas de saída ou ralos – o quanto vai depender do caso. Lajes de cobertura, por exemplo, devem ter pelo menos 1,5% de caimento mínimo.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de CONSTRUINDO COM DETALHES

3. Dureza

Mais uma vez, a técnica da verificação adotada para as paredes deve ser repetida, ou seja, usando um prego. A base precisa apresentar condições compatíveis com os esforços ao qual será submetida.

4. Porosidade

Jogando um balde de água sobre o piso, se o líquido demorar a ser absorvido pela base, é porque é de baixa absorção. Mas se a água for absorvida rapidamente, será preciso molhar a base antes de iniciar o assentamento do piso. Só, atenção: lembre-se de não saturar, ou melhor, não exagerar na quantidade de água derramada!

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de Blog A Saga do Apartamento

5. Limpeza

Claro que a base para o novo piso precisa ter zero resquícios de óleo, tinta, poeira, cimento hidrofungo e qualquer outra substância que impeça a boa aderência da argamassa colante. Pode ser preciso usar lavagem de alta pressão para a devida limpeza!

6. Aderência do contrapiso

Som de ‘oco’ repercutido após bater com os dedos ou martelo de borracha pode indicar que a há áreas soltas na base que precisarão ser refeitas. Aliás, aqui vai uma dica importante: revise como estão as retrações próprias do cimento e as juntas de dilatação, e se possíveis fissuras estão estabilizadas.

revestimentos pisos e paredes da casa
Imagem reproduzida de Mapa da Obra

Bônus | Normas que falam sobre os Tipos de Bases

Paredes

  • Para Áreas Externas – NBR 13-755: para emboço
  • Para Áreas Internas – NBR 13-754: para…
    • emboço sarrafeado ou desempenado:
    • concreto,
    • bloco vazados de concreto,
    • blocos de concreto celular,
    • e blocos sílico-calcários.

Pisos

  • Para Áreas Externas e Internas – NBR 13.753: concreto e contrapiso.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Parece que não se fala em outra coisa, não é mesmo? Hoje, com a maior escassez e o aumento exorbitante do preço dos combustíveis, cresceu o interesse por tecnologias como de soluções de geração e armazenamento de energia elétrica. E é claro que quando falamos disso, temos praticamente a obrigação de citar a empresa Tesla, do conhecidíssimo empreendedor Elon Musk. Ela foi fundada em 2003 e, de lá para cá, ganhou notoriedade devido à sua capacidade de desenvolvimento, produção e venda de automóveis elétricos de alto desempenho, além de componentes para motores e transmissões para veículos elétricos e produtos à base de baterias. Inclusive, só em 2021, sua receita foi de 53,82 bilhões de dólares.

Aliás, a Tesla cresceu tanto que agora está presente em dezenas de países ao redor do mundo – infelizmente não no Brasil. Recentemente, ela inaugurou uma fábrica de carros em Grünheide, na Alemanha, considerada a maior do mundo, o resultado de 5 bilhões de euros em investimentos. Em breve, ela deve entregar as primeira unidades do Model Y. E estima-se que, quando a sua estrutura atingir a capacidade total, estará produzindo cerca de 500 mil veículos elétricos por ano e gerará 50 GWh de baterias, superando todas as outras unidades similares do país. Claro que pode ser que seja necessário dois anos para isso. Por hora, vamos ficar com as imagens desse mega projeto de Engenharia e Arquitetura!

Tesla
Imagem reproduzida de Tesla
Tesla
Imagem reproduzida de Spiegel

Veja Também: Cybertruck: conheça a caminhonete elétrica da Tesla

Tesla
Imagem reproduzida de Teller Report
Tesla
Imagem reproduzida de MagCars – Magazine Electric Cars

Veja Também: Engenharia Automotiva: qual o futuro da mobilidade para 2025, 2030 e 2050?

Tesla
Imagem reproduzida de Portal Roda de Cuia

Fontes: UOL.

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Redação 360

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Já percebeu que quando o preço dos combustíveis, do gás de cozinha e similares é elevado, sempre ouvimos a explicação de que “o preço do barril de petróleo aumentou no mundo”. Sim, petróleo. Essa é a matéria-prima para diversos produtos que consumimos em nosso cotidiano. Só que esse material é extraído de poços ou minas de óleo bruto de camadas profundas de solo, sendo que, no processo, muitas impurezas vêm junto. Assim, quando chega à superfície, o petróleo precisa ser limpo – o que só é possível graças a um processo químico – e depois refinado. E onde isso é feito? Claro, dentro de refinarias de petróleo!

petróleo
Imagem reproduzida de Petrobras

Como é feita a refinação?

O petróleo bruto, aquele “saído da terra”, ainda não processado, é composto de diversos hidrocarbonetos com propriedades físico-químicas diferentes. Então, resumindo, esse material assim, desse jeito, não tem praticamente nenhuma utilidade para a nossa vida. Porém, os cientistas desenvolveram um processo chamado de ‘refino’, que basicamente é de separação desses hidrocarbonetos por meio de destilação. E o legal é que, nesse meio tempo, consegue-se remover as impurezas do petróleo. Assim, depois disso, é possível encaminhar o líquido para as indústrias petroquímicas ou para as distribuidoras de combustível.

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Imagem reproduzida de Wikipédia

Quais produtos saem do refino?

Depois de passado pelo processo de refino, o petróleo pode ser “trabalhado” para produzir diversos derivados. São exemplos: asfalto, diesel, nafta, gasolina, aguarrás, querosene, querosene de avião, gás liquefeito (GLP), cerdas de parafina e coque. E lembrando que tudo isso pode ser utilizado em diversas aplicações!

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Agora, precisamos destacar quais são os processos normalmente realizados dentro de uma estrutura de refinaria, essenciais para se conseguir transformar o petróleo em todos esses produtos. São eles:

  1. Alquilação: um processo para transferência de um grupo alquila de uma molécula para outra;
  2. Craqueamento
    1. Catalítico: um processo em que grandes moléculas são “quebradas” em moléculas menores através de um catalisador;
    2. Retardado: um processo em que grandes moléculas são “quebradas” em moléculas menores pela ação de temperaturas elevadas;
  3. Destilação
    1. Atmosférica: um processo em que o óleo bruto é separado em diversas frações sob pressão atmosférica;
    2. À vácuo (ou destilação a pressão reduzida): um processo em que o resíduo da destilação atmosférica é separado em diversas frações sob pressão reduzida;
  4. Dessalgação: um processo de remoção de sais do óleo bruto;
  5. Hidrotratamento: um processo de inserção de gás hidrogênio, sob pressão e temperatura adequadas, nas correntes derivadas dos cortes da destilação do petróleo; e
  6. Reforma Catalítica.
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Imagem reproduzida de Petrobras
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Imagem reproduzida de InfoEscola

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Quantas refinarias têm no Brasil?

O Brasil é um dos países com maior parque de refino do mundo, acredita? Existem 17 refinarias no Brasil, distribuídas em praticamente todo o território do país – em geral, perto dos centros consumidores. As maiores estruturas são de propriedade da Petrobras. E, na verdade, tudo isso somado poderia ter condições muito boas de atender a demanda de todo o país – poderia ter.

Então, por que os produtos derivados do petróleo chegam tão caros para os consumidores brasileiros? Bem, é o somatório! Preço do barril, acompanhando o mercado internacional; preço do transporte e armazenagem; além dos tributos acumulados para distribuição e revenda – como ICMS, PIS/PASEP e Cofins, e CIDE.

A saber, pode se levar até mil dias para se construir uma refinaria de petróleo, como aconteceu com a Refinaria de Paulínia (Replan), em 1969 – esse é o tempo referência para construção de ‘plantas petroquímicas tipo’ até hoje. São outras importantes refinarias do Brasil: Alberto Pasqualini (Refap), de Canoas/RS; Capuava (Recap), de Mauá/SP; Potiguar Clara Camarão, de Guamaré/RN; Gabriel Passos, de Betim/MG; Presidente Getúlio Vargas, de Araucária/PR; Duque de Caxias, de Duque de Caxias/RJ; Manguinhos, do Rio de Janeiro; fora o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), de Itaboraí/RJ.

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Imagem reproduzida de Valor Econômico – Globo

E por que é difícil refinar petróleo no Brasil?

Na verdade, nos moldes de vida que levamos hoje, cada vez mais consumimos petróleo. Por isso, a produção do recurso supera a de consumo no mundo. E existe um problema muito grave a ser enfrentado pelo brasileiro. É que as características do produto extraído no Brasil são bastante complexas e dependem de mais e melhores estruturas de refinarias, além de outros aspectos técnicos e um número maior de investidores.

Quando o trabalho de refinamento começou no país, o petróleo era importado, e ele era do tipo leve. Depois, com a descoberta da Bacia de Campos, a extração do líquido também começou por aqui e as refinarias brasileiras precisaram passar por adaptações para conseguir trabalhar com um produto mais pesado, um tipo de petróleo que não pode ser refinado para virar gasolina, vendido lá fora para virar outros produtos. Isso é o que explica o motivo do país importar derivados do petróleo para compor o blend – mistura do petróleo brasileiro com outros tipos e que possibilita o refino.

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Imagem reproduzida de Rede Brasil Atual

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Fontes: Wikipedia, CBIE, Sua Pesquisa, Guarulhos hoje.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Você é uma pessoa naturalmente curiosa sobre o mundo das tecnologias e inovações? Acompanha as notícias do Engenharia 360? Bem, eventualmente trazemos para os nossos leitores um compilado das principais novidades apresentadas nas maiores feiras relacionadas com o setor das engenharias e áreas afins realizadas no mundo. Hoje especialmente queremos contar como foram os seguintes eventos: South Summit, Autopar e ANUFOOD Brazil 2022. Vamos conversar sobre eles? A seguir!

As três maiores feiras realizadas no início de maio de 2022

South Summit

Pode-se dizer que este evento não se compara a nada já visto no nosso país. O mesmo começou em Madri, no ano de 2012. Agora, a capital dos gaúchos, Porto Alegre, teve o prazer de ser a primeira anfitriã brasileira desse encontro de empresas, startups e investidores, que aconteceu no Cais Mauá, num espaço de aproximadamente 12 mil metros quadrados.

Na ocasião, quem visitava a feira teve a chance de ouvir 400 palestrantes, que chamavam as pessoas para o debate sobre o futuro do dinheiro, saúde e comida no nosso planeta, com o objetivo de moldar a mente dos novos empreendedores e, quem sabe, gerar mais oportunidades de negócios. Inclusive, muitas das trilhas de conteúdos apresentadas nos palcos simultâneos das South Summit deste ano já foram matérias no 360: por exemplo, Indústria 5.0, fintech, sustentabilidade e ESG, Saneamento 4.0 e Inteligência Artificial.

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Imagem reproduzida de Grupo Independente

Agora, certamente o tema que mais se destacou em todas as palestras e ações que foram compartilhadas no evento foi ‘Metaverso‘, imersão em 3D e todo esse universo virtual – que é, de fato, um assunto em alta nas publicações atuais nas principais mídias. O South Summit recebeu uma cabine com óculos de RV instalada pela startup Meta4chain, oferecendo uma experiência única, imersiva e interativa no Metaverso para os visitantes. O CEO da Federação Global de E-sports, Paul Foster, falou no telão diretamente de Los Angelis, nos Estados Unidos, sobre “O verdadeiro Metaverso: Games e NFTs“. E a Coca-Cola distribuiu 3 mil latas Coca-cola Byte, refrigerante criado pela gigante multinacional dentro do jogo Fortnite – um dos metaversos mais populares do mundo.

O que se entendeu por tudo que foi apresentado no evento é que os investimentos das empresas na economia criativa estão crescendo. O conceito do Metaverso tem muita força nesse novo mercado que se consolida no pós-pandemia, sobretudo com jogos eletrônicos que podem ajudar diversos setores, até mesmo da construção civil. E o interessante é que, com os games, as empresas podem captar muitos dados – como as preferências dos usuários. Mas ainda existe a necessidade do aprimoramento de muitas tecnologias e ainda a melhor convergência entre a realidade virtual e a aumentada, ou ainda a conexão dos diferentes mundos virtuais em um grande multiverso.

Autopar

Na décima edição deste que é um dos maiores eventos do setor automotivo brasileiro – realizado no Expotrade, em Curitiba, Paraná -, o objetivo foi entender as necessidades do mercado atual e como mantê-lo atualizado. Uma das empresas que trouxe novidades para a feira foi a Contitech. Na oportunidade, ela apresentou linhas de molas pneumáticas, correias, as correias sextavadas e correias dentadas.

Mas, talvez, o maior destaque da feira tenha sido a Dana, fornecedora líder de sistemas de transmissão totalmente integrados e sistemas de propulsão eletrificados para todas as aplicações automotivas. A empresa lançou na Autopar uma linha de óleos lubrificantes diferenciados de alta performance. Os mesmos seriam capazes de garantir máxima proteção de engrenagens, rolamentos e retentores, além de economizar combustível e reduzir emissões de CO2. Além disso, reduzir o coeficiente de fricção entre discos de freio e de sistemas auto-blocaute a disco; combater a oxidação do óleo; e mais.

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Imagem reproduzida de feiraautopar
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Imagem reproduzida de RK Motors

ANUFOOD Brazil

Para finalizar, vamos falar da Feira Internacional de Alimentos e Bebidas. No exterior, ela já foi realizada em países como Estados Unidos, Itália, Turquia e Indonésia; aqui no Brasil, ela aconteceu na São Paulo Expo, em São Paulo, reunindo cerca de 300 expositores de 16 nacionalidades e mais de 900 marcas de produtos nacionais e importados. Os mesmos apresentaram os últimos lançamentos, novidades e inovação sobre food service, hotelaria, distribuição e demais agentes na cadeia de valor do setor.

Durante o evento, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Meio Ambiente (Embrapa) apresentou algumas tecnologias sustentáveis, como para produção de mel e polinização de culturas na agricultura pelas abelhas nativas. Uma delas envolve a elaboração de hambúrgueres a partir de fibra de caju e proteína vegetal feita em parceria com o programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

“A inspiração veio da música Morena Tropicana [pela macia, é carne de caju]. Então a gente criou o primeiro projeto com a Embrapa para utilizar o bagaço do caju, antes descartado pelas indústrias [de suco]. Algo entre 300 mil toneladas são descartadas todo ano no país. A gente transformou esse bagaço numa fibra alimentar, numa biomassa e assim nasceu a primeira fibra alimentar legitimamente brasileira.” – diretor comercial Bruno Rosolem, em reportagem de Agência Brasil.

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Imagem reproduzida de ANR Brasil

Outro exemplo de caso apresentado pela Embrapa é a produção integrada do morango feita pela Fazenda Staw Agricultura, localizada no Paraná. O sistema de produção utilizado é eficiente na aplicação de recursos naturais e na substituição de insumos poluentes, que utiliza monitoramento dos procedimentos e rastreabilidade em todo o processo. O seu diferencial é a rastreabilidade do produto, desde o plantio até a armazenagem. E também é feito o uso correto da água no sistema de irrigação.

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Imagem reproduzida de Folha Rondoniense

Fontes: Grupo A Hora, UOL, SEGS, SEGS 2, Agência Brasil, Comex do Brasil.

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