Conheça a maior ponte do mundo, localizada perto de Praga
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 2minImagem reproduzida de O Globo
Não faz muito tempo que conversamos aqui, no Engenharia 360, sobre a maior estrutura de ponte suspensa do mundo, inaugurada em Arouca, Portugal, com 516 metros de comprimento. Certamente, essa obra de engenharia já surpreendeu bastante. Agora temos outra novidade! É que inauguraram a maior ponte do mundo! Ela fica localizada na República Tcheca, em um resort de montanha, sobre a cordilheira de Kralicky Sneznik, entre dois cumes, perto da fronteira com a Polônia e a cerca de 200 quilômetro da capital do país, Praga.
Os números dessa obra são mesmo impressionantes! Foram dois anos para construir a ponte. São 721 metros de comprimento; altitude de mais de 1.100 metros acima do nível do mar; e 95 acima do vale abaixo. Até 500 pessoas podem fazer seu percurso por vez. Mas, por razões de segurança, ela é fechada quando os ventos na região atingem 135 km/h.
Alguns moradores apoiam que a ponte tenha sido feita, visando que mais turistas possam ser atraídos para a localidade, onde há menos de 500 habitantes. Contudo, outros alegam que a estrutura é grande demais para o ambiente ao redor. E você? Veja as imagens a seguir e responda na aba de comentários o que acha?
Imagem reproduzida de Go Outside
Imagem reproduzida de Idealista
Imagem reproduzida de O Globo
Imagem reproduzida de Promoção Relâmpago Passagens
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Como obter 100% de sucesso no seu primeiro processo seletivo de emprego ou estágio?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem reproduzida de Page Personnel
Você está buscando a sua primeira oportunidade para atuar como profissional, em um emprego ou estágio? Isso quer dizer que, em breve, deve passar pela experiência de participar de processos seletivos, não é mesmo? Então, o que julga que seja preciso fazer para dar certo esse momento e ser selecionado? Bem, resolvemos perguntar isso para o nosso time de colaboradores Engenharia 360. Eles são profissionais formados ou estudantes no final da faculdade, que gostariam de compartilhar um pouco da sua experiência com todos que ainda estão na fila para vagas de trabalho. Confira as suas respostas!
Imagem reproduzida de IT Forum
1. “Quais os principais softskils (ou habilidades comportamentais) que você acredita que devem chamar mais a atenção dos recrutadores em uma entrevista de emprego?”
Os redatores do Engenharia 360 responderam o seguinte:
Ter controle emocional diante de situações tensas;
Saber se comunicar com os demais colegas – sempre de forma educada e direta -, corrigindo os colegas quando necessário sem ser desrespeitoso;
Ter conhecimento técnico do que está falando, além de autoconhecimento;
Inteligência emocional e muita resiliência;
Comunicação e criatividade aplicada à resolução de problemas.
2. “Quais comportamentos dos candidatos poderiam comprometer a sua seleção?”
Os colaboradores do site destacaram:
Falta de respeito e educação;
Mentir no currículo;
Reclamações;
Falar mal da empresa de origem;
Postura passiva;
Falta de cortesia e etiqueta;
Falta de conhecimento da empresa e de sua cultura;
Timidez excessiva
E falta de capacidade de expor seus resultados.
Imagem reproduzida de Prefeitura de Confresa
3. “Que conselho você daria para quem está se candidatando a um cargo de Engenharia?”
“Passei por vários processos de seleção recentemente, pois buscava um estágio em Engenharia. Minha dica é: não minta no currículo e tente desenvolver as habilidades comportamentais citadas.”
“Os examinadores não olham seu boletim da faculdade. Eles querem ver como você se comporta diante de diversas situações. Então, saber falar em público; se expressar de forma clara; respeitar a opinião dos demais colegas são fatores importantes para uma possível aprovação.”
“Evite ‘atuar’ ou fingir perfeição. Tenha clareza das suas qualidades antes de pensar e desenvolver fraquezas. E tenha clareza dos seus defeitos, mas não se apegue a eles. Foco no que você é bom, sempre!”
“Tenha muita autoconfiança! Confiança nos conhecimentos que você tem e das escolhas de carreira que você fez. Esteja atento às exigências relativas ao cargo que almeja, tanto quanto às técnicas como softskills.”
4. “Qual característica você considera como um grande fator de eliminação dos candidatos?”
Os redatores do Engenharia 360 responderam:
Não expor suas ideias durante a entrevista em grupo;
Falta de humildade, mentira e arrogância;
Currículos iguais entre vários candidatos;
Currículos e LinkedIn fracos;
E falta de preparo para o processo seletivo.
Imagem reproduzida de Robert Half
5. “Que conselho você daria a um candidato selecionado para uma entrevista?”
“Se for uma dinâmica em grupo, tente expor suas ideias de forma clara e sem desrespeitar os demais colegas. Se for individual lembre-se que o examinador não quer só saber do seu conhecimento técnico. Fale um pouco sobre seus gostos, hobbies, interesses pessoais, etc.”
“Todo mundo busca um trabalho pelo dinheiro também. Isso é óbvio. Mas poucos chegam com clareza do por quê estão ali. Qual o propósito do seu trabalho? Porque você fará a que se propõe? Que sonhos, metas e objetivos pretende realizar através do seu trabalho? Ter clareza disso, pelo menos para si mesmo, já é um diferencial que os recrutadores percebem em menos de 5 min. E se for questionado e tiver clareza quanto a isso, já sai na frente de 90% dos candidatos. Evidentemente, mais óbvio ainda: tem que se garantir tecnicamente ou ter vontade de se desenvolver, técnica e emocionalmente.”
“O pior que pode acontecer é você não se expressar direito por ficar nervoso e perder uma oportunidade que poderia ser sua, portanto é preciso manter a postura e a confiança o tempo todo e fazer o possível para permanecer calmo.”
“Estar preparado para as perguntas que são normalmente feitas em uma entrevista – por exemplo, pretensão salarial, principais qualidades e defeitos, também sabendo expor o que está fazendo para melhorar quanto a tais defeitos. Além disso, é interessante pesquisar sobre a empresa, sua cultura e seus valores além das atribuições do cargo pretendido; o perfil de candidato que mais se aproxima de um ‘match’ entre o que a empresa necessita e o que tem a oferecer acaba sendo escolhido para a vaga!”
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Como anda a participação das mulheres no mercado da Energia Solar?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem reproduzida de Banco BV
Queremos igualdade de oportunidades em todos os setores! Ou seja, o ideal seria que homens e mulheres pudessem competir na mesma parcela para diversas vagas de trabalho, incluindo para engenharia de energia solar. Afinal, como bem sabemos, sexo, cor, religião e mais não define nossa capacidade profissional, não é mesmo?
Só que, antes de tudo, precisamos também lembrar as mulheres que, sim, todas são capazes de atuar em mais áreas do que imaginam, contribuindo para a construção de um país melhor!
Por exemplo, você já pensou em ser engenheira? Em países mais desenvolvidos do que o nosso, só um quarto da população universitária para cursos de Engenharia é de mulheres – um quarto. E que tal ser engenheira especialista em produção de energia solar? Lembrando que este é um setor que está em grande expansão, sobretudo com a crise de energia, hídrica e de combustíveis que temos vivenciado nos últimos anos. Mas falta visibilidade das mulheres no setor de energia e a escassez de modelos de lideranças femininas no setor que sirvam de inspiração para outras mulheres. Você pode ser esse exemplo! O que acha?
Imagem reproduzida de Portal Solar
A realidade do setor
Assim como qualquer outro tipo de profissional que visa atuar em certa linha de carreira, as mulheres do setor da energia solar devem estudar muito e buscar sempre por capacitação, estar atentas às oportunidades econômicas, batalhar por sua representação, alimentar seu espírito empreendedor e de liderança, e cuidar da sua saúde e bem-estar. Infelizmente, elas precisam estar preparadas para enfrentar também situações de preconceito. Porque, sim, de acordo com pesquisa realizada pela empresa C40 Cities Finance Facility, 92,8% das mulheres que atuam no setor fotovoltaico já sofreram algum tipo de discriminação ou preconceito, como machismo e desconfiança do trabalho executado. E isso é inacreditável! Estamos falando de uma área de ciência, tecnologia e engenharia!
Mas vale lembrar que a maioria das grandes empresas estão trabalhando para quebrar estes estigmas de gêneros na formação de trabalhos, fazendo diminuir cada vez mais a desigualdade para inserção de homens e mulheres nas carreiras que desejam, e contribuindo para melhorar o desenvolvimento de vários setores. Claro que nunca é demais aumentar a capacitação e incentivo dos funcionários, reconhecimento e credibilidade, desenvolvimento do setor, além de promover programas que combatam assédios e violência de gênero, e criar políticas e ações voltadas ao combate desses casos e garanta condições equânimes às trabalhadoras. E quem pensa ir contra isso deve raciocinar um pouco mais, pois diversidade é um atributo que vem sendo muito cobrado por acionistas e grandes investidores, sobretudo visando as questões de ESG – ambientais, sociais e de governança.
Desigualdade comprovada em números
Óbvio que a realidade está longe do desejado. Quer ter uma noção melhor disso? A empresa de consultoria Greener também divulgou recentemente os dados de uma pesquisa que apontou que das quase 700 empresas que atuavam com geração de energia solar fotovoltaica no Brasil em 2020, 40% não tinha funcionárias do sexo feminino. Entre as mulheres empregadas no segmento, mais da metade estão em cargos não técnicos, mas administrativos ou de recursos humanos. Só 15% das mulheres é que estão em funções técnicas, sendo 12% em projetos de Engenharia e 3% em montagens e instalações de equipamentos e sistemas. Um cenário bem ruim, certamente!
Imagem reproduzida de Portal Solar
Perfil da mão-de-obra feminina
Outro dado importante levantado pela C40 é que a mão-de-obra feminina interessada em trabalhar com energias renováveis e energia solar é mais jovem que a masculina, entre a idade de 25 e 39 anos. Elas também são bem mais escolarizadas, mas… novamente, pelos mesmos motivos arcaicos, desculpas impregnadas de estereótipos, os profissionais de gênero masculino, em comparação, ganham em média 31% a mais que suas colegas. É mole? Dito isso, é urgente a necessidade fomentar a participação feminina, negra, de baixa renda e outras minorias para tornar o setor mais inclusivo e diverso!
Bem, falando assim, parece que o quadro das mulheres na Engenharia de Energia é ruim, mas não. Em comparação com outras engenharias que estão em alta no momento, como a que lida com combustíveis, óleo e gás, a participação das mulheres na forma de trabalho é significativa, representando 32%, segundo a Agência Internacional de Energia Renovável. No mundo, hoje, há quase 12 milhões de ofertas de empregos no setor – e a tendência é de aumentar cada vez mais com o passar dos anos. Então, bora mulherada preencher essas vagas?!
Imagem reproduzida de Blog Blue Sol
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Dentro e fora do Brasil
No exterior, uma empresa que apoia demais trabalhadoras do sexo feminino é a Hypatia. Em seu país, Áustria, há 19,3% de mulheres nas empresas do setor de energia, sendo 10,6% em posições de liderança; já no setor de energias renováveis esse número saltou para 29,6% de mulheres trabalhadoras, 18,2% em posições de liderança. Bom, não é mesmo? Mas poderia ser melhor, se mais mulheres encaminhassem seus currículos para áreas técnicas. Por exemplo, já faz quatro anos que a empresa alemã 50Hertz, que atua no segmento de transmissão de energia e grids inteligentes, publica anúncios de emprego direcionado a esse público feminino e tenta cumprir essa meta de colocar mais mulheres em cargos de alta gestão.
Então, essa disparidade de gênero no setor de energia deve ser combatido pelas próprias mulheres, pois há espaço para abrigar sua mão-de-obra, basta acreditar e ir à luta! Mas está sem networking? Sem problemas! Você pode ir atrás de programas como da Rede Brasileira de Mulheres na Energia Solar (MESol) para saber de boas oportunidades na área. Fica a dica!
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Como cientistas conseguiram cultivar plantas em solo lunar?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem reproduzida de CanalTech
Pode acreditar, os cientistas realmente conseguiram cultivar plantas na Lua. Mas não pense em grandes pastos verdes, nada disso. Foi possível desenvolver pequenas mudas, da ponta de um mindinho. Tudo começou a mais de meio século, com a Apollo 11, 12 e 17, entre os anos de 1960 e 1970. Na ocasião, os astronautas trouxeram do satélite consigo pequenas quantidades de amostras de solo. E foi justamente nestas pequenas quantidades de “terra lunar” que os pesquisadores fizeram crescer as mudas do nosso planeta.
O experimento
Esse trabalho todo foi liderado pela Universidade da Califórnia. O foco foi em avaliar se os futuros astronautas que vivem temporariamente, em missões futuras na Lua ou até em Marte, poderão cultivar vegetais em estufas usando o recurso disponível. Imagina isso: produzir sua própria comida no espaço! Infelizmente, por hora, as únicas sementes testadas nesse solo, o regolito lunar, foram de uma erva daninha chamada “Arabidopsis thaliana”, conhecidas pela rapidez no crescimento.
Acontece que o regolito lunar não é o que se pode chamar de “solo amigável”. Ele é formado com partículas afiadas de grãos de areia secos e finos, apresenta pouca matéria orgânica – até porque nada nunca se decompôs no satélite -, e vem com muitos minerais e íons não encontrados na Terra. Ou seja, não é muito parecido com o tipo de solo que estamos acostumados – só se compararmos com aquele feito de cinza vulcânica. E o experimento só deu certo porque os cientistas adicionaram alguns nutrientes e água. Depois de dias, surpresa, vida!
Imagem reproduzida de Poder360
Os primeiros resultados
O material foi separado em diferentes bandejas, em 12 recipientes do tamanho de um dedal. Alguns receberam absolutamente nada, por isso as sementes não brotaram. Outros receberam solução nutritiva, por isso as sementes brotaram. E, destas, algumas foram movidas para terrários com ventilação e luz. As caixas foram usadas para simular o fluxo de ar no interior de um laboratório na superfície da Lua. Todas as mudas que cresceram apenas em material lunar levaram mais tempo para desenvolver folhas largas, além de serem menores e algumas profundamente atrofiadas. O passo seguinte é fazer testes genéticos para avaliar quais ferramentas metabólicas elas estavam usando para se adaptar ao novo solo.
Imagem reproduzida de Olhar Digital
Imagem reproduzida de Aventuras na História – UOL
O que se sabe até agora é que as plantas com desenvolvimento retardatário estavam lutando muito para se manterem saudáveis, o que é, a princípio, algo positivo. De fato, as maiores diferenças foram identificadas a partir do segundo estádio de crescimento. Então, é nesse ponto que as pesquisas devem focar agora. Mas pode ser questão de tempo para os cientistas conseguirem resultados melhores, plantando em ambientes cada vez mais salgados e secos.
Imagem reproduzida de Notícias ao Minuto
Imagem reproduzida de CNN Brasil
A expectativa dos pesquisadores
Afinal, por que tanto esforço nisso tudo? Pense assim, se tudo der certo e for mesmo possível cultivar plantas terrestres em solos de outros planetas e satélites, em futuras aventuras no espaço, não será preciso levar tanta comida. E os astronautas poderão comer comida de verdade, natural, fresca, que trará efeitos muito positivos para a sua saúde. A saber, já se faz algo parecido na Estação Espacial Internacional (ISS), por isso se sabe que a agricultura espacial é uma realidade. Nesse momento, basta saber se é possível introduzir uma parte da Lua à biologia, o que abriria uma porta enorme para futuras explorações espaciais.
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Quais são as 5 maiores usinas solares do Brasil? Conheça agora!
por Rafael Panteri | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Solis Energia
As fontes renováveis de energia se popularizaram nos últimos anos no Brasil; suas parcelas na geração nacional estão cada vez mais relevantes. Os principais dados sobre balanço energético brasileiro são fornecidos pela ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.
De acordo com levantamento dessa instituição, atualmente, o Brasil conta com 5.312MW de potência instalada em usinas fotovoltaicas. Além disso, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) prevê um desenvolvimento na geração de 126 GW até 2040. Dessa forma, a luz do sol ultrapassará a fonte hídrica e se tornará a energia líder no país.
Você sabe qual é a maior usina fotovoltaica do Brasil? Conheça agora as cinco usinas solares com maior capacidade de geração do país!
Usina Solar São Gonçalo
Classificada como a maior usina solar da América do Sul, a Usina São Gonçalo entra em nosso primeiro lugar. Localizada no Piauí, possui capacidade de geração de 475 MW. Seus módulos são bifaciais – possuem tecnologia para gerar energia elétrica a partir do Sol nas duas faces da placa. Essa vantagem permite a redução de 860 mil toneladas de CO2 na atmosfera por ano.
Atualização: de acordo com as últimas informações que recebemos, esta usina já foi ampliada para 606 MW e está em nova ampliação de mais 256MW.
Imagem reproduzida de TecMundo
Usina Solar Pirapora
Foi considerada por muito tempo como a maior usina solar da América do Sul, até ser ultrapassada pela Usina São Gonçalo em 2020. Mas não se engane achando que a Usina Pirapora é pequena, pois, com mais de um milhão de painéis solares, sua potência de geração é de 321 MW. A saber, para sua construção em Minas Gerais, foi necessária uma área equivalente a 1.500 estádios de futebol.
Imagem reproduzida de Solis Energia
Usina Sol do Sertão
O complexo fotovoltaico Sol do Sertão, localizado na cidade de Oliveira dos Brejinhos (BA), possui uma potência Instalada de 475,7 MWp. Ao total, foram usados 1.075.200 painéis bifaciais e 122 inversores. Durante a construção da usina, que conta com uma área de 700 hectares, foram criadas aproximadamente 1,5 mil oportunidades de emprego direto para os habitantes do município.
Imagem reproduzida de Capital Reset
Usina Solar Nova Olinda
Com seus 292 MW de potência no Piauí, a Usina Solar Nova Olinda entra no nosso quarto lugar. Realmente seu tamanho é bastante impressionante!
Imagem reproduzida de Enel Green Power
Parque Solar Ituverava
Localizado a 800 km de Salvado BA, o Parque Solar Ituverava possui capacidade de 254 MW. A geração de 550 GWh por ano da Usina é capaz de alimentar mais de 268 mil famílias.
Imagem reproduzida de Enel Green Power
Achou interessante? Escreva na aba de comentários se já conhecia alguma dessas usinas!
O Engenharia 360 tem muito mais a compartilhar com você! Confira ao webstories a seguir!
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Estudante de Engenharia Elétrica no Instituto Mauá de Tecnologia, com parte da graduação em Shibaura Institute of Technology, no Japão; já atuou como estagiário em grande conglomerado industrial, no setor de Sistemas Elétricos de Potência.
Descubra quais são as melhores escolas de Engenharia Aeroespacial
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de wirestock
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Um dos ramos mais espetaculares da Engenharia é a Engenharia Aeroespacial, que lida com projeto, construção e manutenção de aeronaves, veículos espaciais, foguetes e satélites, sem contar o gerenciamento de atividades que ocorrem no espaço e nos sistemas de coordenação do tráfego aéreo. Profissionais formados nessa Engenharia também podem atuar no setor de defesa, desenvolvendo tecnologias inovadoras. E alguns se especializam em produtos como helicópteros, caças militares, satélites e mísseis.
Saiba que essa Engenharia, repleta de disciplinas dinâmicas, apresenta cada vez crescimento dentro desse vasto mercado, que gira cada vez mais rápido, sobretudo agora com a surpreendente nova corrida espacial – para isso, tendo ao seu lado a Engenharia Avionics, Aeronáutica, Astronáutica e Eletrônica, sendo todas ciências. Mas voltando ao ramo Aeroespacial, como podemos aprender essa profissão? Onde estudar dentro e fora do país? Bem, veja no texto a seguir!
Descobrindo o curso de Engenharia Aeroespacial
Para se formar como engenheiro aeroespacial, você precisará cursar uma faculdade de cinco anos nível bacharelado na modalidade presencial. Para sua formação básica, precisará estudar matérias gerais como Química, Física, Matemática e Computação. Além disso, matérias específicas como Mecânica de Voo, Sistemas de Propulsão e Estruturas Aeroespaciais, entre outros. Para finalizar, o curso conta com atividades práticas em laboratórios, com oportunidade de construir vários protótipos. Eis algumas disciplinas que fazem parte dessa graduação:
Aerotermodinâmica e Hipersônica
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Algoritmos e Programação
Ambiente Espacial
Cálculo
Ciência dos Materiais
Circuitos Elétricos
Desenho Técnico
Engenharia de Segurança
Engenharia de Veículos Aeroespaciais
Equações Diferenciais
Escoamentos Compressíveis
Estatística
Estruturas Aeroespaciais
Física
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Mecânica
Mecânica de Fluidos
Mecânica de Sólidos
Mecânica do Voo
Motores de Combustão Interna
Química
Sistemas de Propulsão
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
Sistemas Mecânicos
Tecnologia da Fabricação
Teoria Cinética dos Gases
Termodinâmica
Transmissão de Calor
Vibrações Mecânicas
Imagem de SpaceX em Pexels
Faculdades de Engenharia Aeroespacial no Brasil
Se você se interessou pela Engenharia Aeroespacial, já pode estar se perguntando onde encontrar esse curso no Brasil. Principalmente, os locais com as melhores faculdades reconhecidas pelo MEC. Então, eis a seis instituições públicas que recomendamos para você:
Universidade de Brasília (UNB)
Universidade federal de Santa Catarina (UFSC)
Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Imagem reproduzida de Jornal Pequeno
Faculdades de Engenharia Aeroespacial ne exterior
Claro que fora do Brasil, vários países possuem instituições de ensino que oferecem curso de Engenharia Aeroespacial. Pode-se dizer que a maior parte delas está nos Estados Unidos. Embora a admissão nelas seja difícil, não é impossível. E existem bons financiamentos para estudantes internacionais em diversas plataformas, basta pesquisar. De acordo com o US News Aerospace Engineering Ranking, eis as melhores escolas de Engenharia Aeroespacial do país:
Massachusetts Institute of Technology
Georgia Institute of Technology
California Institute of Technology
Universidade de Michigan
Universidade de Purdue
Universidade de Stanford
Universidade de Illinois
Universidade do Texas
Texas A&M University
Universidade do Colorado
Embry-Riddle Aeronautical University
Universidade de Maryland
Mas e no resto do mundo? Obviamente, também existem excelentes escolas com programas de bacharelado em Engenharia Aeroespacial. Eis algumas delas:
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Elon Musk: confira onde o homem mais rico do mundo se hospedou no Brasil
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Canaltech
Recentemente, o famoso empresário Elon Musk, dono das empresas Tesla e SpaceX, ganhou ainda mais destaque nos noticiários brasileiros por vir ao Brasil divulgar uma parceria com o governo federal para levar internet para a Amazônia. Isso levantou muita curiosidade sobre “Como os brasileiros se beneficiarão dessa tecnologia?”, por exemplo; ou algo menos importante, como “Em que hotel o homem mais rico do mundo se hospedou?”.
Bem, na verdade, Musk se acomodou no Hotel Fasano Boa Vista, localizado dentro de uma fazenda, a 100 km da capital paulista, e que é considerado uma das melhores hospedagens do mundo, segundo a Travel and Leisure, uma das mais relevantes revistas de turismo do planeta. Foi nesse endereço que, inclusive, ele se encontrou com o presidente brasileiro. Um cenário de pura tranquilidade e aconchego, com estruturas de vidro e madeira, e um lindo paisagismo ao redor.
O hotel conta com 39 apartamentos, sendo 12 suítes no formato duplex, com lareira. Os quartos do térreo têm saídas para o jardim através das varandas. E no endereço cinco estrelas ainda conta com SPA com piscinas e jacuzzis, fora um restaurante que serve pratos que combinam a culinária brasileira com a italiana. Aliás, a saber, esse lindo design foi idealizado pelo arquiteto brasileiro Isay Weinfeld, que também atua como cenógrafo, designer de móveis e cineasta.
Veja imagens do Hotel Fasano, onde se hospedou o bilionário Elon Musk!
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por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 5minImagem reproduzida de Metro 1
Em algumas matérias publicadas recentemente aqui, no Engenharia 360, falamos sobre a internet da Starlink, de Elon Musk, que funciona por meio de um kit de aparelhos. Para tudo sair exatamente como esperado, a empresa recomenda a instalação de um aplicativo especial, que ajuda a determinar o melhor local para a instalação da antena que receberá essa internet. Funciona assim: ela envia informações através do vácuo do espaço – se deslocando mais rápido do que em cabos de fibra ótica – que é a tecnologia de internet mais utilizada hoje no Brasil -, e isso faz com que o sistema seja mais acessível a pessoas e locais, como a região da Amazônia brasileira.
Agora, por que a internet da Starlink seria melhor que outras redes de internet transmitidas por satélites? Bem, Elon Musk explica que, diferente dos sistemas por satélites geoestacionários simples que orbitam o planeta, a sua empresa apostou em uma constelação de 4 mil satélites para se mover em baixa órbita da Terra. Nesse caso, consegue-se um tempo de envio e recepção de dados entre usuário e satélite muito menor. E o que tudo isso tem a ver com Brasil? É que o nosso governo assinou um tratado para levar esse tipo de internet para a Amazônia – algo que também já foi noticiado no 360.
Imagem reproduzida de Head Topics
Visita de Elon Musk no Brasil
Então, no dia 20 de maio de 2022, Elonk Musk pousou no Brasil – mais precisamente no interior de São Paulo. O empresário veio participar de reuniões com outros empresários e autoridades, incluindo o presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Fábio Faria. E qual o motivo da visita? De acordo com o governo brasileiro, é para ajudar no desafio de conectar a Amazônia com o mundo, para que a região seja melhor conhecida e sua exuberância da terra divulgada para outros povos. E como? Usando a tecnologia da Starlink a favor dos brasileiros, conectando 19 mil escolas de áreas rurais e monitorando a floresta.
Imagem reproduzida de Metro 1
Bem, pelo menos esse é o discurso, a promessa. Isso porque o próprio Musk não deu detalhes de como tudo isso será feito, nem prazo ou valores. Já o nosso presidente, Jair Bolsonaro, salientou que estamos em “fase de namoro” com a empresa. O fato é que, realmente, existe muito desconhecimento da população sobre o que o nosso governo, sozinho, já faz pela região. Ou mesmo, o potencial de alguns serviços que já estão disponíveis para nós. E, por fim, o que falta nessa conta para que as próprias intenções do governo ou de Musk deem certo. Vamos entender?
1. O Brasil já faz monitoramento da Amazônia
O recebimento e processamento de dados sobre perda de floresta já acontece desde 1988, com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. As imagens obtidas via satélite têm um nível de precisão de 95%, segundo o Instituto. Fora que se tem ainda o registro de outras organizações, como Mapbiomas. E, conforme a opinião de especialistas, claro que o serviço de Musk seria bem-vindo, mas não substitui o existente, pois não usa satélites óticos, que não conseguem “enxergar” coisas na superfície, essencial para detectar desmatamentos.
Super excited to be in Brazil for launch of Starlink for 19,000 unconnected schools in rural areas & environmental monitoring of Amazon! 🇧🇷 🌳 🛰 ♥️
Tem gente que pensou que só depois de ontem é que a Starlink começou a operar no Brasil, mas não é verdade. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), já concedeu o direito de exploração no Brasil de satélite para a empresa via sistema de satélites da SpaceX no ano passado. E a intenção dessa liberação já era para que a tecnologia de Musk pudesse ser explorada não só na Amazônia, mas em todo o território brasileiro até 2027.
Aliás, a saber, a internet via satélite da Starlink já é oferecida neste momento em partes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Para o estado do Rio Grande do Sul e quase todo o Nordeste, a previsão da empresa é de que ele esteja disponível no quarto trimestre de 2022. E que as regiões Norte e Centro-Oeste receberão o serviço no primeiro trimestre de 2023.
3. O Brasil já tem plano de internet para áreas remotas
Desde 2017, existe, via Medida Provisória, um programa de internet brasileiro semelhante ao que Musk propõe. Ele seria destinado para regiões remotas, numa parceria especial com a Telebras e a empresa americana ViaSat Comunicações, utilizando o satélite SGDC-1. De acordo com os parceiros, em cinco anos, já foram quase 9 milhões de beneficiários em 3.055 municípios brasileiros.
Imagem reproduzida de Revista Galileu – Globo
4. As escolas beneficiadas não têm computadores
As contas da intenção de Musk com a realidade do Brasil ainda não batem. É que, de acordo com pesquisas, uma porcentagem significativa de colégios da região Norte do país – 63% – não têm computadores, nem sequer para uso de funcionários. E, a saber, o total de escolas sem acesso à internet em zonas rurais dentro do nosso território é de 21.119 – 51% no Norte e 77% no Nordeste -, algo muito longe do que a Starlink pode ajudar por hora. Então, Musk não será nosso salvador e é claro que nós vamos precisar, daqui para frente, de mais bons planos de auxílio para a educação!
5. As intenções dos bilionários são duvidosas
Quem chegou até esta parte do texto e acredita que o 360 vai se posicionar contra ou a favor de governo ‘A’ ou ‘B’, está enganado. Vamos acreditar – por que é isso que nos resta – que as intenções de todos os nossos governantes são as melhores possíveis. Mas e quanto a intenção dos novos bilionários, como Elon Musk e até Jeff Bezos, com o Project Kuiper, envolvidos nesta dominação espacial? Qual será? Seria mesmo ajudar povos menos favorecidos?
Bem, olha que interessante, nem mesmo a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos deu ainda o sinal verde para a operação desses equipamentos no espaço. A ressalva é justamente entender quais os retornos que esses empresários buscam ou desejam. Será mesmo ajuda humanitária ou outra coisa? Só o tempo dirá!
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Plataforma 3DExperience é utilizada para projetar veículo de última geração
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem reproduzida de Futurride
A crise dos combustíveis está cada vez maior. E não podemos necessariamente reclamar, pois meio que sabíamos disso, não é mesmo? Afinal, a matéria-prima fóssil é limitada e estamos consumindo cada dia mais ela. Então, onde vamos parar? Bem, é por isso que os pesquisadores estão, dia após dia, trabalhando para ir atrás de novas soluções que amenizem e até solucionar de vez esse nosso problema de dependência do petróleo. E, ao mesmo tempo, novas tecnologias estão sendo desenvolvidas para dar suporte a essa mudança. Por exemplo, podemos citar o design de veículo de última geração para ser movido à hidrogênio elaborado dentro da plataforma 3DExperience, da Dassault Systèmes. Gostou da novidade? Saiba mais no texto a seguir!
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O estudo da Hopium dentro da plataforma 3DExperience
A Hopium é uma montadora francesa de veículos. Ela utilizou recentemente a plataforma 3DExperience – que integra soluções de Design e Engenharia, além de simulação, e mais. Em nuvem, onde é possível atuar em colaboração dentro de um ambiente de inovação digital para elaborar alguns protótipos bem especiais. A ideia é expandir seus negócios de um jeito bem original, focando na próxima geração de veículos do futuro que poderão ser movidos à hidrogênio. Um exemplo é o Hopium Machina!
O processo aconteceu assim, a empresa se valeu de um time de especialistas para atuar em estudos sobre um modelo único de dados, para melhora da eficiência e otimização de recursos do primeiro conceito até o último protótipo. O produto final dessa pesquisa deve ser lançado no mercado em 2025, como acredita a Hopium. Mas, até lá – e ainda depois disso -, a empresa deseja expandir mais e mais o desenvolvendo seus projetos dentro da plataforma 3DExperience.
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“Temos a ambição de ser pioneiros em um novo tipo de veículo destinado a enfrentar os principais desafios ambientais de nossa era. Neste contexto, o tempo é essencial. Precisamos de agilidade e funcionalidades avançadas para experimentar rapidamente conceitos complexos, como eletrônicos incorporados e volume de armazenamento otimizado”;
“Ao integrar totalmente todas as nossas atividades na plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, nossa equipe conseguiu trabalhar com segurança a qualquer momento, de qualquer lugar e criar com sucesso nosso primeiro protótipo em apenas 8 meses.”
– Olivier Lombard, fundador da Hopium.
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A inspiração para a criação do veículo Hopium Machina
De acordo com a Hopium, o Hopium Machina, veículo movido à hidrogênio desenvolvido pela Hopium dentro da plataforma 3DExperience, foi inspirado no piloto de corridas Oliver Lombard, vencedor das 24 Horas de Le Mans. Como isso se reflete no design do veículo? Bem, através de um alcance excepcional, tempo de abastecimento recorde – apenas 3 min para fornecer 500 cv de potência – e, a melhor parte, emissão zero de CO2. Na verdade, o sistema de célula de combustível integrado gera a energia necessária para alimentar o veículo, emitindo nada além de água. Dá para viajar por mais de mil quilômetros a 230 km/h. O que acha? E levou apenas 8 meses para a Hopium conseguir desenvolver esse primeiro protótipo! Bom, não?
“A Hopium, com sua forte visão, agora embarcou em um setor florescente. A plataforma 3DEXPERIENCE em Nuvem fornece a infraestrutura para criar novas experiências de mobilidade a hidrogênio, conectadas e autônomas.”, “As equipes da Hopium estão focadas no desenvolvimento de sua Machina e se beneficiarão de todas as melhores soluções de experiências da indústria da Dassault Systèmes. Atualmente, quase todos os desenvolvedores de veículos elétricos do mundo estão utilizando a tecnologia da Dassault Systèmes para impulsionar ainda mais a transformação do setor.” – Laurence Montanari, Vice-Presidente de Transporte e Mobilidade da Dassault Systèmes.
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Descubra quais são as 9 patologias mais comuns na construção civil
por Simone Tagliani | | ATUALIZADO EM 5minImagem reproduzida de Mapa da Obra
Antes de tudo, sabe o que são patologias? O Engenharia 360 te explica! O termo significa “estudo das doenças”. Então, resumindo, são os males que precisam de cura.
Sim, as construções civis também ficam doentes, de certo modo. E projetistas, como arquitetos e engenheiros, estudam isso para traçar estratégias eficazes para mitigar essas ocorrências, como projetos de reformas e manutenções prediais – procedimentos padrão para manter as obras em boas condições e obter maior durabilidade em condições confortáveis para elas. Aliás, um parâmetro muito bom para isso é a NBR 15575, que estabelece parâmetros mínimos para o desempenho das edificações.
Como surgem as patologias na construção civil
Bem, na verdade, as origens podem ser as mais diversas. Por isso é que estudar as patologias é algo tão complexo! Por hora, o que você precisa saber é que certas ocorrências são até muito comuns. Algumas são naturais, surgindo com o passar dos anos, enquanto outras só acontecem por conta de falhas construtivas, concepções erradas de projetos, uso de materiais de baixa qualidade, ou até mesmo por falta de projeto, por incrível que pareça. Que medo, não?
Calma, primeiro busque conhecer quais são essas patologias mais comuns. Isso deve te ajudar a entender o básico dessa questão, te levando a evitar más execuções ou execuções equivocadas de obras. Certo? Confira a seguir!
As patologias mais comuns na construção civil
1. Fissuras
A espessura das fissuras em faces de alvenarias de tijolos, juntas de estruturas ou argamassas de reboco, por conta da retração do material, por exemplo, pode atingir até 0,5 mm, com aberturas estreitas e alongadas.
Nesse caso, os materiais se partem em fragmentos, atingindo a segurança e estabilidade dos elementos. Cuidado, pois isso, muitas vezes, é quase imperceptível! Quando passivas, as trincas podem ficar por anos igual, sem mudanças; mas quando ativas, aumentam com o decorrer do tempo, com mudanças na sua extensão e maior abertura.
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3. Rachaduras
Esse já é um estado ainda mais grave de ruptura, além de 3 mm – até mesmo passando luz, vento e chuva pelo vão -, cuja causa, na maioria das vezes, é a incapacidade de resistência dos materiais a cargas que a estrutura precisava suportar, fazendo com que a estrutura como um todo seja um risco à segurança dos habitantes.
Outras rachaduras podem denunciar movimentação de solo. E tem aquelas que surgem com variação de temperatura, com as dilatações e contrações dos materiais – algo menor ou maior conforme a composição dos mesmos, intensidade do sol e umidade no ar. Observação: grandes variações podem levar a fissuras e rachaduras violentas!
Rachaduras em diagonal ou em grande quantidade, ou de rápido desenvolvimento indicam que algo grave pode estar acontecendo. Providencie uma vistoria de caráter emergencial com a Defesa Civil Municipal!
Essa patologia já afeta apenas a estética da edificação, comprometendo o reboco das paredes. Lembrando que as microfissuras são inferiores a 0,05 mm. A questão é que essas fissuras menores podem evoluir para fissuras maiores pela infiltração de umidade e mofo. Portanto, atenção! Antes do problema se agravar, pode-se fazer um sulco no lugar e passar nele um produto vedante, cobrindo depois com nova argamassa e revestimento.
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5. Infiltração
Aliás, voltando à questão da água. Ela pode provocar a pior patologia de todas! Nesse caso, os estragos são imensos – mofo, bolor, destruição de pinturas, danos nas ferragens, e mais, só para começar.
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6. Manchas escuras
Esse problema está 100% ligado à umidade, se manifestando em pisos, fachadas, paredes, estruturas, forros e mais. As origens? Chuvas incidindo em fachadas e coberturas não preparadas com boa impermeabilização, falhas no projeto ou execução da obra. Ou ainda os vapores de água que umedecem o ambiente, provocando mofo no teto e nas paredes. E tem ainda as falhas de impermeabilização/estanqueidade e vedação, água no subsolo que sobe por capilaridade a partir da fundação, vazamentos hidráulicos, e mais.
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7. Eflorescência
Na verdade, essa patologia também é um tipo de mancha, mas diferente, de aparência branca. Ela surge nas superfícies e ocorre por conta dos sais solúveis em excesso presentes nos materiais das construções que, por conta da umidade, em virtude do mecanismo de capilaridade, acabam se depositando nas superfícies dos elementos construtivos.
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8. Corrosão das armaduras
Isso acontece quando há a formação de cloreto no concreto ou a diminuição do pH do concreto – carbonatação -, que deixa a armadura desprotegida, podendo ficar à mercê de uma possível corrosão. E por que isso é perigoso? Porque quanto mais essa armadura se deteriorar e for “sumindo” ou expandindo de volume dentro dos elementos de concreto, a capacidade estrutural da construção vai se perdendo, podendo todo o sistema ir à colapso.
Lembrando que a corrosão muitas vezes acontece pelas ferragens não terem sido cobertas o suficiente pelo concreto, ficando expostas. Cura incorreta do concreto também pode levar a porosidades. Se a aderência do concreto é pouca, ele se desloca e expõe ainda mais as ferragens.
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9. Deterioração do concreto
Se a massa de concreto é mal feita, com o passar do tempo, sua capacidade de resistência se perde. O cimento e os demais agregados se desprendem e tudo se desfaz. E isso piora com o afundamento das fundações, retrações dos elementos, reações químicas, e além.
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Considerações Finais
Mesmo que uma construção seja bem feita, depois de um período, ela precisará de reparos e manutenção. E se isso não for feito, muitos problemas podem começar a surgir.
Dê atenção também aos elementos como marquises, varandas e ornatos externos – seu ponto de fixação ou ancoragem na estrutura dos prédios é crítico! E esteja sempre observando com atenção o peso depositado sobre as lajes, que não pode exceder a capacidade da estrutura; ralos entupidos que podem provocar colapso parcial ou total destes componentes.
Acidentes graves podem ocorrer a todo momento por essas negligências! E não queremos isso, não é mesmo?
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Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.
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