O Engenharia 360 quer lhe fazer uma pergunta: até onde você iria para inspirar, animar ou estimular o seu time esportivo preferido a vencer? Imagine, então, se você é o técnico de uma equipe, preocupado com o desempenho de seus atletas na temporada. Talvez fosse importante mostrar para todos o quanto está comprometido com seu trabalho, honrando a camisa que está vestindo e colocando toda a sua reputação em jogo naquilo que acredita ser possível, a vitória!

Enfim, o que você faria para demonstrar o amor que sente pelos seus protegidos? Pois o famoso ex-jogador de beisebol – com passagem em times norte-americanos, como Mets e Giants – Tsuyoshi Shinjo, de 50 anos, técnico do time Hokkaido Nippon Ham Fighter, resolveu fazer algo extravagante. Recentemente, ele surpreendeu a torcida e seus colegas entrando no estádio japonês de Sapporo Dome, em Sapporo, na ilha de Hokkaido, pilotando uma moto. Mas não era uma moto qualquer. Se tratava de uma moto voadora de design futurista, marcando o seu primeiro jogo em casa.

moto voadora
Imagem reproduzida de Ostrev News

O voo de Shinjo – também chamado pela imprensa de “Big Boss” – levou só alguns minutos, o suficiente para as imagens deste feito viralizarem nas redes sociais – inclusive, confira algumas delas a seguir. Contudo, infelizmente, o seu time perdeu. Apesar disso, se é que é um consolo, tal clube é considerado o de maior sucesso do Japão nos últimos anos.

moto voadora
Imagem reproduzida de MSN

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Fontes: O Globo.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Algumas empresas de Engenharia não são valorizadas como deveriam; elas não possuem o devido plano de Identidade Visual que mereciam! O problema já começa na forma como elas se apresentam para o mercado, que impacta diretamente no número de clientes que captam no fim das contas. Isso inclui o design da sua marca! Por exemplo, você gostaria que o seu negócio parecesse mais atraente e profissional? Pois, no texto a seguir, compartilhamos algumas dicas para o seu sucesso! Vamos focar numa nova ação publicitária para sua empresa? Confira exemplos incríveis de logotipos!

Por que é tão importante pensar no logotipo da sua empresa?

logotipos engenharia
Imagem reproduzida de Pixabay

Afinal, que mensagem você gostaria de passar para os seus clientes? Como quer se diferenciar dos seus concorrentes?

Bem, certamente quer que eles confiem parte do seu tempo e dinheiro na sua prestação de serviços, não é mesmo? Então, o logotipo da sua empresa precisa contar afinal quais são as suas habilidades técnicas; demonstrar que sua equipe preza por qualidade e que é capaz de realizar os trabalhos para qual se propôs; e que têm autoridade profissional, experiência e especialização única. E, sim, como se pode imaginar, não é fácil traduzir tudo isso em uma “simples” imagem!

Só não se cobre demais, pois poucos são os profissionais que conseguem, de fato, colocar no papel com precisão estas ideias e ainda de forma inovadora! Pense assim, vale enfatizar os seus maiores méritos e de seus colegas, e contar isso através do logotipo da empresa!

Logotipagem é, portanto, uma forma de comunicação. Por meio desse design, as pessoas compreendem melhor até o nome de uma empresa, não importa o seu nicho de mercado, ajudando a transformar a visão do que querem ou precisam. Portanto, uma imagem diferenciada deve ser eficaz para o sucesso de um negócio!

Logotipo = Representação Gráfica = Respeito + Credibilidade + Confiança

Comunicação Visual = Design atraente e impactante = Grandes vantagens competitivas

Caminho para o sucesso

logotipos engenharia
Imagem reproduzida de Pixabay
  • Logotipos são como a “cara” das empresas, mais ou menos igual a uma tatuagem no rosto de uma pessoa, expressando seu gosto e preferências;
  • Logotipos podem ser renovados depois de alguns anos, só não devem ser interpretados como tendências passageiras e obsoletas;
  • Pode-se inspirar em logotipos de outras empresas para criar um novo, mas o que funciona para uma nem sempre serve para outra, por isso deve-se fazer estudos de marca e até de slogans;
  • O estudo de marca deve levar muito em consideração a aplicabilidade da nova logomarca, como impressão em uniformes, pastas, bonés e além;
  • E, na dúvida, é melhor chamar um profissional com experiência de mercado para traçar o novo plano de publicidade da empresa, sabendo avaliar bem a concorrência e apresentar opções criativas, te ajudando a economizar tempo e dinheiro, e ainda cuidando das possíveis questões burocráticas de registro de nome e imagem.

Como pensar logotipos para empresas de Engenharia?

De acordo com pesquisas – como as desenvolvidas pela Revista PEGN -, empresas que investem em publicidade são mais bem notadas no mercado, aumentando as suas vendas!

  • Não é preciso nada muito elaborado, menos é mais, um logotipo simples e em estilo minimalista pode ser mais compreensível, invocando boas emoções – como força, simpatia, progresso e excelência técnica;
  • Também não é positivo abusar de detalhes como serifas, sombras, degradês e brilhos;
  • São bons gráficos para acompanhar, por exemplo, ferramentas de medição estilizadas, engrenagens ou chaves;
  • Para aprimorar o design vale apostar em linhas pontilhadas, curvadas e pontiagudas;
  • E cores como azul, cinza metálico e preto são indicadas para empresas de Engenharia – tons saturados são ótimos para chamar atenção -, mas tudo vai depender do setor de trabalho e público-alvo.

Observação: antes, estude o efeito e significado das cores. Depois, use-as de forma equilibrada no logotipo do seu negócio!

Exemplos de logotipos

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Lembre-se de que o Brasil é enorme, dividido em muitas regiões de grandes diferenças, inclusive de perfil de consumidores. Leve tudo isso em consideração antes de criar as peças de publicidade para a sua empresa!

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Fontes: Logaster, Blog We Do Logos.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Então, você está participando da “corrida do vestibular”? Precisamos contar que ultrapassar a linha de chegada dessa competição pode ser um pouco mais difícil do que já te disseram! Por exemplo, já ouviu falar em nota de corte? Bem, esse é um sistema adotado por diversas instituições de ensino como modelo de seleção para ingresso ao Ensino Superior, inclusive para Engenharia. Saiba mais no texto a seguir!

nota de corte
Imagem de Freepik

Veja Também: Saiba por que é importante os estudantes universitários trabalharem a sua Inteligência Emocional

O que é nota de corte?

Se você prestar vestibular em diversas instituições, é provável que vai conhecer vários formatos diferentes de provas. Algumas só com questões objetivas, outras também com questões discursivas. E há faculdades, centros universitários e universidades que vão realizar provas em duas fases, como uma forma de dar aquela filtrada nos candidatos, sobretudo para os cursos com alta procura, como costuma acontecer com as engenharias!

Nessa linha, pode-se usar, num primeiro momento, as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). E ainda tem a nota de corte para quem quer concorrer a uma vaga em instituições de nível superior, Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni), Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e outros programas de ações afirmativas. Aliás, essa nota costuma ser quase tão alta quanto as da ampla concorrência, o que praticamente contraria o senso comum! Mas, não vem ao caso!

nota de corte
Imagem reproduzida de Blog Mackenzie

Para resumir, a nota de corte é o que chamamos de desempenho mínimo que você teria que ter para ser aprovado num desses programas. Só que ela nem sempre é igual, mudando de acordo com a instituição, curso, edição e programa para qual estiver se candidatando.

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Como equilibrar o tempo entre aulas de Engenharia, trabalhos, estudo e vida pessoal?

Qual a nota de corte para Engenharia?

Não queremos desanimar-te, claro, mas é importante que saiba que os cursos de Engenharia costumam possuir algumas das notas de corte mais altas para vestibulares. Vamos tomar inicialmente como exemplo a Engenharia Civil. Se você prestar prova na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) precisará acumular cerca de 620 pontos para passar para a segunda fase da seleção. Já na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) precisaria de cerca de 70 pontos. E na Universidade de Brasília (UnB) a nota mínima teria de ser, digamos, uns 240 pontos.

Ficou surpreso ou não? Conte-nos nos comentários! Antes, confira a lista a seguir com mais exemplos de notas de corte!

Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest)

Curso – Nota de corte 2022

  • Engenharia Agronômica – Piracacicaba = 47
  • Engenharia Florestal – Piracicaba = 33
  • Engenharia Aeronáutica – São Carlos = 70
  • Engenharia Ambiental – Lorena = 29
  • Engeharia Bioquímica – Lorena = 27
  • Engenharia Civil – São Carlos = 56
  • Engenharia de Biossistemas – Pirassununga = 28
  • Engenharia de Materiais – Lorena = 29
  • Engenhria de Produção – Lorena = 48
  • Engenhria Elétrica e de Computação – São Carlos = 62
  • Engeharia Física – Lorena = 32
  • Engenharia Química – Lorena = 48

Veja Também: Como usar sua nota do ENEM para cursar engenharia?

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Curso – Nota de corte 2022

  • Engenharia Agrícola (Integral) = 26
  • Engenharia Ambiental (Noturno) = 34
  • Engenharia Civil (Integral) = 45
  • Engenharia de Computação (Integral) = 55
  • Engenharia de Controle e Automação (Noturno) = 46
  • Engenharia de Manufatura (Integral) = 18
  • Engenharia de Produção (Integral) = 50
  • Engenharia de Telecomunicações (Integral) = 17
  • Engenharia de Transportes (Noturno) = 22
  • Engenharia Elétrica (Integral) = 48
  • Engenharia Mecânica (Integral) = 47
  • Engenharia Química (Integral) = 51

Veja Também: Qual a diferença entre bacharelado e tecnólogo?

Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Curso – Nota de corte 2022

  • Engenharia Agronômica – Integral = 19
  • Engenharia de Pesca – Integral = 31
  • Engenharia Florestal – Integral = 19
  • Engenharia Aeronáutica – Integral = 21
  • Engenharia Biotecnológica – Integral = 21
  • Engenharia Cartográfica e de Agrimensura – Integral = 21
  • Engenharia Civil – Integral = 18
  • Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia – Integral = 24
  • Engenharia de Biossistemas – Integral = 19
  • Engenharia de Controle e Automação – Integral = 18
  • Engenharia de Energia – Integral = 19
  • Engenharia Industrial Madeireira – Integral = 25
  • Engenharia Mecânica – Integral = 18
  • Engenharia Química – Integral = 18
nota de corte
Imagem de Freepik

Universidade de Brasília (UnB)

Curso – Nota de corte 2022

  • Engenharia Civil (Diurno) – Campus Darcy Ribeiro = 290.080
  • Engenharia Química (Diurno) – Campus Darcy Ribeiro= 156.160
  • Engenharia Mecatrônica – Controle e Automação (Diurno) – Campus Darcy Ribeiro = 244.455
  • Engenharia de Produção (Noturno) – Campus Darcy Ribeiro = 174.615
  • Engenharia Mecânica (Diurno) – Campus Darcy Ribeiro = 259.775
  • Engenharia Elétrica (Diurno) – Campus Darcy Ribeiro = 240.945
  • Engenharias – Aeroespacial/Automotiva/Eletrônica/Energia/Software (Diutno) – Campus Gama = 63.305

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS)

Curso – Nota de corte 2021

  • Engenharia de Computação – Integral = 747,99
  • Engenharia Física – Integral = 725,63
  • Engenharia Química – Integral = 724,11
  • Engenharia de Controla e Automação – Integral = 720,65
  • Engenharia Mecânica – Integral = 717,41
  • Engenharia de Energia – Integral = 717,07
  • Engenharia de Produção – Integral = 713,76
  • Engenharia Elétrica – Integral = 711,42
  • Engenharia Civil – Integral = 707,79
  • Engenharia Ambiental – Integral = 703,48
  • Engenharia de Alimentos – Integral = 682,15
  • Engenharia Hídrica – Integral = 673,42
  • Engenharia Metalúrgica – Integral = 673,21
  • Engenharia de Materiais – Integral = 660,4
  • Engenharia Cartográfica – Integral = 642,52
  • Engenharia de Minas – Integral = 637,24

Sisu, ProUni e FIES

Agora vamos voltar para a nossa simulação, certo? Pois bem, um dos caminhos para você conseguir uma vaga para o curso de Engenharia Civil em uma Universidade Pública é, por exemplo, por meio da sua última nota no Enem via Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC). Já para uma vaga em Universidade Particular, o caminho poderia ser tentar uma bolsa do ProUni, que é uma iniciativa do Governo Federal para custeio de bolsas parciais e integrais com base em antecedentes escolares e renda, com uma nota mínima na faixa de 450 pontos. Por fim, o FIES proporciona um financiamento a juros baixos para pagar depois de formado, seguindo as recomendações e regras estabelecidas pelo programa do governo.

Lembrando outra vez que tirar uma boa nota em um vestibular não significa garantia de vaga em outro! Cada caso é um caso! Para Engenharia, a concorrência é sempre grande e a nota de corte entre as mais altas!

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Fontes: Mundo Vestibular, Estratégia Vestibulares.

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Engenharia 360

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O Engenharia 360 está sempre atento às novidades sobre tecnologia e engenharias. Você também gosta disso? Pois bem, olha que notícia incrível que trouxemos para este texto! A empresa Dassault Systèmes – que é uma das líderes no setor de softwares, sempre apresentando boas soluções que contribuem para a forma como os produtos são desenvolvidos, produzidos e gerenciados no mundo – convida à todos para um evento virtual que acontecerá nos dias 6 e 7 de abril de 2022. Trata-se da 5th Wind & Drivetrain Conference!

engenhara de energia - Dassault Systèmes
Imagem reproduzida de Dassault Systèmes Events

Dividido em duas sessões, o evento contará com apresentações de representantes de empresas líderes de mercado, como GE Renewable Energy, Goldwind, ZF Wind Power. Na ocasião, os espectadores poderão descobrir quais as principais novidades no setor de energia, com foco em sustentabilidade e inovação!

No primeiro dia, a pauta é a engenharia de turbinas eólicas, incluindo MBS, acústica, aerodinâmica, otimização de estrutura, atualizações de P&D e a plataforma 3DEXPERIENCE. Já no segundo dia, a discussão se concentra em turbinas eólicas e dinâmicas de transmissão, geradores, lâminas, materiais, offshore e fabricação.

engenhara de energia - Dassault Systèmes
Imagem reproduzida de FVA GmbH

O que achou dos assuntos? Ficou interessado? Saiba que a participação é GRATUITA!

Para fazer seu credenciamento, basta acessar os seguintes links, clicar em ‘Registrar Agora’ e preencher todos os dados requisitados! Logo você receberá por e-mail com a confirmação de cadastro e os botões de acesso para o webinar!

Dia 1 – Quarta-feira – 06/04: https://events.3ds.com/fifth-wind-and-drivetrain-conference-day-one

Dia 2 – Quinta-feira – 07/04: https://events.3ds.com/fifth-wind-and-drivetrain-conference-day-two


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Nos dias 24 e 25 deste mês de março de 2022, Curitiba foi exemplo para o mundo! No Centro de Eventos Expo Barigui, no Parque Barigui, aconteceu a terceira edição da feira Smart City Expo, com o foco no compartilhamento de soluções da cidade para a melhoria do dia a dia da população. Foram mais de 10 mil visitantes presenciais, de 30 nacionalidades diferentes, que puderam aproveitar toda a programação presencialmente – um número 46% maior em relação ao público presente em 2019. A programação reuniu especialistas representantes de grandes empresas e startups, universidades, hubs de inovação, entidades de fomento, movimento sociais, profissionais de vários setores de economia criativa, além de governistas, tendo o apoio da prefeitura, da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação e do Vale do Pinhão. Saiba mais no texto a seguir!

Smart City Expo
Imagem reproduzida de Gazeta do Povo

O objetivo da Smart City Expo Curitiba

Dizem que os curitibanos querem fazer a cidade virar um símbolo mundial da inovação! Inclusive, o objetivo da realização da Smart City Expo Curitiba seria abrir o debate e expor soluções para o desenvolvimento sustentável e ecológico dos municípios brasileiros – sobretudo agora neste momento de tentativa de retomada da economia nacional. E, nesse sentido, a capital tem dado muitos passos adiante como cidade inteligente, com a adoção de inovações que tem chegado cada vez mais aos cidadãos, assegurando a justiça social.

Smart City Expo
Imagem reproduzida de Jornale
Smart City Expo
Imagem reproduzida de Anderson Laus Netto

Veja Também: As cidades inteligentes podem ser a solução para os atuais problemas urbanos?

As pautas abordadas na feira

O foco sempre foi chamar atenção de outras prefeituras de diversos estados para as novas possibilidades – inclusive de Engenharia, Finanças e Saúde. O que se deseja é que as ideias passem de promessas para Cidades Inteligentes tangíveis para os cidadãos do país!

Levando tudo isso em conta, durante a Smart City Expo Curitiba 2022, foram debatidas as seguintes pautas:

  • Mudanças para os novos modelos de transporte;
  • Modelos para cidades inteligentes e sustentáveis;
  • Emprego da tecnologia e informação;
  • Futuro dos centros urbanos;
  • Apoio ao empreendedorismo;
  • E outros programas.

E isso dentro de tais áreas de estudo:

  • Tecnologia e Inovação;
  • Negócios Disruptivos;
  • Governança e Desenvolvimento de Ecossistemas;
  • E Cidades Inteligentes e Sustentáveis.
Smart City Expo
Imagem reproduzida de Massa News
Smart City Expo
Imagem reproduzida de SC Inova

As melhores novidades de 2022

  • Telão multitouch para serviço de telemedicina;
  • Fazenda urbana;
  • Sistema de compostagem que transforma cascas de legumes, frutas, ovos e até filtros de café em um potente adubo orgânico usado nas hortas da comunidade;
  • Irrigação inteligente inovadora e barata para plantio de alimentos;
  • Calhas plásticas modulares;
  • Hortas para apartamentos sem necessidade de luz natural;
  • Muralha Digital;
  • Wi-Fi Curitiba;
  • Tecnoparque;
  • Óculos de RV para aprendizado de inglês;
  • Óculos especiais que permitem enxergar além da própria visão, produzindo uma realidade mista;
  • Sensores para bueiros inteligentes, que usa a tecnologia da internet das coisas para monitorar as condições das “bocas de lobo”, mais um filtro acoplado e sensor volumétrico, reduzindo a chance de enchentes;
  • Tecnologia B1K3Lab para ser instalado em bicicletas, coletando informações em tempo real das ruas da cidade, ajudando no monitoramento ambiental e do trânsito;
  • Tecnologia Check UFPR, para rastreio do covid-19;
  • Sistema de produção de eletricidade com uso de lixo e microalgas;
  • Kit para carros elétricos carregarem usando resíduos;
  • Sistema Wifi Wiz para customização de redes WiFi, com possibilidade de venda de espaços publicitários por meio de vídeos, fotos ou textos;
  • Sistemas de alerta e monitoramento de riscos como inundações e outros desastres naturais alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS);
  • Laboratório “de bolso” que faz exames remotos – como de glicose e gravidez – por meio de um dispositivo eletrônico;
  • Quadro da bicicleta Boobike, inteiramente de bambu – material menos poluente, resistente e leve;
  • Técnica de aspersão nanométrica de agente descontaminante para eliminar microorganismos;
  • Sistema para desinfecção em ambientes através da luz UV-C (ultravioleta C), capaz de dissociar moléculas e as informações genéticas do coronavírus, impedindo que ele se reproduza;
  • Aplicativo que ajuda deficientes visuais a se localizarem dentro da cidade;
  • Kits “Yellow Box” para montagem de protótipos de robôs e pontes produzidos em impressora 3D;
  • Kit de programação e robótica para escolas municipais, composto por módulos, sensores e mecanismos;
  • Etc.

A saber, a Smart City Expo Curitiba abriu a programação dos mais importantes fóruns internacionais sobre cidades inteligentes. Depois da edição curitibana, já estão confirmados os Smart City Expo de Doha (Catar), Mérida (México), Miami (EUA), Xangai (China) e Barcelona (Espanha). Vamos aguardar as novidades!

Veja Também: O que deve acontecer com o urbanismo das grandes cidades pós Covid-19?


Fontes: CGN, UOL, SOT, Bem Paraná.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Não é novidade alguma que a competitividade está altíssima no mercado de trabalho. Só dentro do Brasil são mais de 12 milhões de desempregados (dados do primeiro trimestre de 2022). Isso faz com que as empresas tenham que criar critérios mais rigorosos de seleção.

O problema é que muitos estudantes saem um tanto quanto despreparados da faculdade, prejudicando o crescimento do país, que tem dificuldade de preencher as vagas e atender às necessidades da sua própria economia. Mas, afinal, que perfis profissionais o mercado aguarda? Como você acha que se sobressairia em um processo seletivo para encontrar boas oportunidades de emprego? Bem, o Engenharia 360 tenta responder estas e outras perguntas neste texto!

perfil profissional em empresas
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Como as agências de RH costumam selecionar candidatos?

É óbvio que os recrutadores vão buscar candidatos cada vez mais bem preparados para o mercado, com características únicas, que possam trazer para as empresas resultados rápidos e lucrativos. Por exemplo, diferentes aspectos comportamentais – as chamadas soft skills. Vale a pena os profissionais compartilharem nas entrevistas as histórias das suas experiências anteriores bem sucedidas, os nomes dos melhores parceiros que já tiveram e um portfólio dos trabalhos mais gratificantes realizados em seu setor, demonstrando suas competências. E não se pode mentir, pois é bem provável que toda informação será checada depois!

Assim é que começa a criação da rede de pessoas bem qualificadas – com os melhores currículos e que estão procurando oportunidades ativas – dentro do cadastro das empresas!

perfil profissional em empresas
Imagem de Freepik

Veja Também: Como entrar e se manter ativo no mercado das engenharias

Os perfis profissionais que as empresas mais valorizam?

‘Ser interessado’ já é a primeira grande qualidade que você pode apresentar nas entrevistas de emprego! Mas só isso não basta, como se pode imaginar. As empresas, no geral, querem funcionários que pensem “fora da caixa”; que consigam ser analíticos, práticos e objetivos. Também que tragam tranquilidade para os seus gestores, estejam sempre bem preparados para os mais diversos desafios, não tenham medo de colocar a mão na massa, se engajem em atividades multidepartamentais sempre que possível, e saibam lidar facilmente com mudanças. E é claro que tem mais, muito mais, como bem mostramos a seguir!

Habilidades básicas

  1. Estar aberto a mudanças, mantendo sempre uma atitude positiva e enxergando as boas oportunidades vindas delas;
  2. Ter uma mente criativa, atenta aos avanços da internet, crescimentos de mercado e lançamento de tendências, trazendo ideias diferenciadas para a equipe criar produtos e serviços que atendam melhor seus clientes e virando destaque no mercado atual;
  3. Ser resiliente, persistente, pró ativo e entusiasmado – independente do salário -, aprendendo com as dificuldades, aceitando bem as críticas, não precisando receber ordens o tempo todo para agir e utilizando a sua inteligência para melhorar em alta performance;
  4. Íntegro, ético, empático e humilde, sabendo trabalhar em equipe, se portando bem em público, jamais tendo atitudes negativas ou fazendo comentários preconceituosos e atendendo seus superior com educação;
  5. Responsável com as suas tarefas, focado, cumprindo prazos e, assim, transmitindo confiança;
  6. Flexível, analisando as opções disponíveis e sabendo optar por aquelas mais interessantes;
  7. E com muita coragem para assumir riscos quando necessário e cabível.
perfil profissional em empresas
Imagem de rawpixel.com em Freepik

Veja Também: 7 respostas que você jamais pode dar em uma entrevista de emprego

Habilidades extras

  1. Ter boa formação profissional, em uma instituição de tradição, com uma excelente avaliação de currículo, que prepara bem os alunos para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo;
  2. “Fome” por mais conhecimento, ou seja, buscando sempre pelo aprendizado – até porque o mercado está em constante evolução, revelando novas tecnologias com avançada rapidez -, pesquisando como incorporar as novidades ao seu trabalho diariamente, assim tornando os projetos em que se envolve mais rápidos, funcionais, baratos e ecológicos;
  3. Aprendizado também em língua estrangeira, para ampliar horizontes e não se limitar no trabalho quando surgir dificuldades.
  4. Ser um comunicador, exercitando a todo momento a sua aptidão de fala e escrita, o que certamente vai levar a mais eficiência nas tarefas, auxiliando toda a empresa a manter uma boa relação profissional com clientes e fornecedores – e desenvolver essa habilidade ainda ajuda na capacidade de ouvir, argumentar e criar um bom ambiente de trabalho, mais aberto e saudável;
  5. Raciocínio lógico – por exemplo, com facilidade para matemática, análise de riscos e oportunidades;
  6. Capacidade de liderança, motivando equipes e inspirando colegas;
  7. Consciência de sua responsabilidade social, ambiental e até pessoal – que precisa combinar com a missão das empresas para qual está se candidatando;
  8. Visão empreendedora e de estratégia de mercado, sabendo da realidade da área em que atua – principalmente em termos de economia e política;
  9. E capacidade de fazer bons planejamentos – seja de materiais, orçamentos, alocação de recursos, cronograma e outras atividades do dia-a-dia, levando para o caminho certo para otimizar resultados -, além da administração da execução.

Tudo isso e mais será exigido dentro das empresas. E saber disso agora é vital para se destacar no mercado! Mas não se preocupe, pois depois de ler esta matéria, você ganhou tempo de se preparar para as suas futuras entrevistas e novas funções!

Veja Também:


Fontes: Blog São Judas, SEESP, CAE.

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Engenharia 360

Redação 360

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Um dos impactos mais negativos da ação humana no mundo é a poluição das águas. Resíduos de todos os tipos chegam ao continente mais gelado do planeta, a Antártida ou Antártica, afetando o meio ambiente de forma trágica. E foi justamente pensando na proteção desse território que foi assinado, no ano de 1961, o Protocolo de Madri, que estipula que todo o território do continente deve ser mantido no seu estado mais puro. Mas é óbvio que manter essa promessa tem sido bastante difícil. Por isso, cientistas argentinos começaram a pesquisar como usar micróbios em questões ambientais mais amplas. Conheça detalhes desse projeto no texto a seguir!

A capacidade dos microorganismos estudados na Antártica

A pesquisa dos cientistas argentinos foca em explorar as plantas autóctones e os microorganismos nativos do solo da Antártica, como fungos e bactérias, que são capazes de comer hidrocarbonetos. Explicando melhor, o que seria um contaminante para nós é para eles alimento! Por exemplo, partículas de plástico e também de combustíveis, como o diesel, que é usado como fonte de eletricidade e calor para as bases de pesquisa, como a Comandante Ferraz, que é do Brasil. E a melhor parte é que esse processo de limpeza seria totalmente natural!

Assim, foi identificado que, se isso for usado no verão austral, o potencial de remoção de contaminantes pode atingir a marca de 60 a 80 por cento. Os micróbios devem mastigar muito bem os resíduos, reduzindo biologicamente e com baixo impacto ambiental os níveis de contaminantes. E tudo isso acontece principalmente quando colocados num cenário muito bem preparado para otimizar as condições, com nitrogênio, umidade e aeração. Mas, em vários casos, isso nem mesmo é preciso, pois, de acordo com os resultados das pesquisas, os microorganismos enquanto não comem polímeros – ou moléculas compostas de cadeias de carbono e hidrogênio -, os utilizam como “jangadas”, ainda fazendo um bem ao meio ambiente!

Antártica
Imagem reproduzida de DomTotal
Antártica
Imagem reproduzida de Renascença
Antártica
Imagem reproduzida de O Regional Catanduva
Antártica
Imagem reproduzida de CNN Brasil
Antártica
Imagem reproduzida de Um só Planeta – Globo

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Fontes: Época Negócios, Gazetta do Cerrado.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Alguma vez você já pensou por que nós cobrimos os pisos dos espaços que habitamos? Bem, não é apenas para que os ambientes fiquem bonitos. Na verdade, tudo tem a ver com proteção. Alguns sistemas construtivos simplesmente não conseguem fornecer qualquer condição adequada de conforto térmico. Daí entram as soluções de Arquitetura para encontrar o equilíbrio, como as soluções de revestimentos.

No mercado, há uma infinidade de opções de acabamentos para residências, ambientes escolares, comerciais, hospitalares e mais. Cada um apresenta características de mais ou menos resistência e segurança. E, definitivamente, são as suas qualidades que vão determinar quais os tipos de manutenções periódicas necessárias. No texto a seguir, vamos focar nas soluções próprias para moradias. Confira!

Revestimentos para zonas secas da casa

Salas

Para tal ambiente, talvez não haja hoje nada melhor do que os pisos de porcelanatos – resistentes, duráveis e com baixa absorção de água. Inclusive, porque as peças costumam ser relativamente grandes, vão necessitar de menos juntas com rejunte, que costuma reter sujeira. E para limpá-las, basta passar um pano umedecido com água e produtos neutros.

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Imagem reprodução de Drenaltec

Quartos

Estes são os setores mais íntimos das casas, onde combina, por exemplo, o revestimento de piso em carpete de madeira – taco e assoalho são casos mais raros em Arquitetura de Interiores Contemporânea. Os brasileiros apreciam demais essa solução, pois oferece um incrível conforto termo acústico, além de ser resistente – sobretudo aos riscos – e muito fácil de limpar. Aliás, com as novas tecnologias, alguns fabricantes conseguem até oferecer peças com solução antibacteriana.

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Imagem reprodução de Decor Fácil

Revestimentos para zonas molhadas da casa

Cozinha

Mais uma vez o porcelanato é uma alternativa muito bem-vinda. Isso mesmo! Há opções com película protetora que evita manchas de gordura. E ainda tem as versões foscas, que são menos escorregadias – dá para continuar, assim, realizando aquela limpeza “estilo brasileiro”. Mas se você não confia nessa solução, existem também as pedras naturais, como o granito – bem resistente e impermeável -, o ladrilho hidráulico, e mais.

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Imagem reprodução de Viva Decora

Banheiros

Para esse tipo de ambiente, a recomendação dos arquitetos são as cerâmicas, porcelanatos, mármores e mais. E para decorar, um material sem brilho, como as pastilhas de vidro – que nos pisos, funcionam como antiderrapante, embora possam juntar muita sujeira nos rejuntes

revestimentos
Imagem reprodução de Toalhas Appel

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Revestimentos de pisos para áreas externas da casa

Na área externa da casa, mais as sacadas, terraços, varandas e lavanderia, a atenção precisa ser total! Por conta das constantes chuvas, as zonas de pisos precisam ser revestidas por materiais antiderrapantes. Nesse caso, melhor três camadas de contrapiso mais uma impermeabilização. E uma opção de piso seriam os tijolinhos. Outra ideia são as pedras mineiras, são Tomé ou Goiás – essencial impermeabilização para conservação das peças.

paginação de piso
Imagem reprodução de Master Plate

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Bônus | Como escolher o revestimento certo para casa?

  • O primeiro critério importante que devemos avaliar nos revestimentos é o fator limpeza. Quanto mais simples for a manutenção, melhor – com uma vassoura simples ou moop, aspirador de pó e pano macio.
  • É importante também que esse material seja resistente à água e à incidência solar forte.
  • Aliás, pisos claros e brilhantes são muito mais fáceis de manter, principalmente em zonas de maior fluxo de pessoas.
  • E pisos de madeira podem ser recuperados com lixamento, clareamento e nova envernização.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Incêndios são ocorrências emergenciais que, infelizmente, são bastante comuns e podem ter consequências desastrosas!

Empresas, indústrias e residências precisam apresentar condições de arquitetura que garantam o mínimo de segurança para os seus habitantes. Para isso, suas estruturas precisam passar constantemente, desde a concepção, por uma revisão periódica de Engenharia de Combate a Incêndios. Isso é fundamental para assegurar a proteção às vidas humanas, também aos seus patrimônios e, é claro, ao meio ambiente. Saiba mais no texto a seguir!

Engenharia de combate a incêndios
Imagem de evening_tao em Freepik

O papel da Engenharia de Combate a Incêndios

Incêndios em construções civis podem ser extremamente catastróficas, muito prejudiciais às estruturas de Arquitetura e Engenharia!

Como dito antes, eles podem levar a perdas humanas – com feridos e mortos – e materiais – com comprometimento de estruturas de prédios, terrenos, entre outros. Contra isso, e funcionando como parâmetro para os projetistas, existem as normas regulamentares de órgãos competentes, como NFPA, ABNT, FM Global, CEICA, FENAGEG e também de outras instituições. E a Engenharia de Combate a Incêndios entra no papel da formação especializada de profissionais na condição de ‘Bombeiro Civil Mestre’, além de cuidar do planejamento e implantação de projetos de sistemas contra incêndios, instalações elétricas e hidráulicas.

Engenharia de combate a incêndios
Imagem de jcomp em Freepik

Os profissionais qualificados no controle de incêndios

A melhor maneira de evitar acidentes desse tipo em empresas, indústrias e residências é fazer a manutenção periódica das estruturas. Em praticamente todos os casos, faz-se necessário a contratação de um profissional, especializado, qualificado, capacitado no controle de focos de incêndios, que entende quais as possíveis destruições e como evitar, controlar e extinguir a propagação do fogo em diferentes cenários – compreendendo o comportamento do fogo e dos elementos combustíveis que podem acionar e propagar focos. E é claro que as respostas que ele dará precisam estar de acordo com as normas de qualidade e segurança determinadas pelos órgãos reguladores competentes!

Um trabalho completo de controle de incêndios deve passar pelas etapas de projeto, implantação, inspeção, manutenção e montagem, gerenciamento e, é claro, consultoria. Em cada um desses níveis, pode ser sugerida a implantação de diversas tecnologias dentro dos ambientes analisados. Por exemplo: vários tipos de detectores, alarmes, extintores, sprinklers, water-spray, hidrantes, válvulas, sistemas fixos de gás, geradores de espuma, saponificantes, iluminação de emergências, placas de sinalização, e mais.

Engenharia de combate a incêndios
Imagem reproduzida de Revista Incêndio
Engenharia de combate a incêndios
Imagem reproduzida de Neo Ipsum
Engenharia de combate a incêndios
Imagem reproduzida de Dimensão Incêndio

Veja Também: Veja o que se pode fazer para prevenir incêndios em residências

Objetivo do trabalho

O profissional de Engenharia de Combate a Incêndios deve ser capaz de:

  • fazer desenhos de projetos arquitetônicos aliados com a Engenharia de Combate a Incêndios para construção de edificações mais seguras;
  • identificar e avaliar possíveis riscos de incêndios em edificações já existentes;
  • avaliar as consequências de incêndios e explosões;
  • e planejar novos sistemas de proteção e detecção contra incêndios, bem como planos de caráter emergencial.
Engenharia de combate a incêndios
Imagem reproduzida de Ferraz Simão

Veja Também:


Fontes: Hidromon 2.

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Engenharia 360

Redação 360

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Já faz algum tempo que eu mudei com a minha família para o sítio Porteira do Alto, um espaço no interior de São Paulo, na cidade de São Bento do Sapucaí. Como o sítio fica a uns 12 quilômetros da cidade, sendo destes 4 de estrada de terra, a pergunta que sempre fica é: “Será que uma pick-up faria muita diferença no meu dia-a-dia?”.

A resposta sem dúvidas é, ‘SIM’!

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Descubra abaixo quais foram as minhas impressões ao dirigir a Nissan Frontier Attack

Para o trabalho

Durante 1 semana, rodamos mais de 600 quilômetros testando uma Nissan Frontier Attack e colocando ela para trabalhar. Aproveitamos estarem acontecendo algumas mudanças aqui no sítio e utilizamos bem a sua caçamba, testando ainda o seu desempenho na estrada de terra.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Pelo que notamos, um carro desse tipo facilita bastante a condução e o transporte de objetos de diversos tamanhos. A saber, o motor dessa Nissan é um Turbo Diesel de 190 cv; e ele se comportou de forma bem tranquila aqui no nosso sobe e desce do sítio para a cidade. Estamos falando de uma diferença de 600 metros de altitude, se comparados aos 1.300 metros onde estamos com o nível da cidade, que fica a 700 metros do nível do mar. É claro que para descer “todo santo ajuda” (contando que há um sistema com controle automático de descida também); mas para subir, com tanta carga, acaba exigindo um pouco mais da máquina. Só que, porém, nem mesmo isso afetou – em nada – o desempenho e em trechos mais íngremes (a tração 4×4 dá conta e faz a caminhonete grudar no chão).

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu
Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Essa pick-up vem com pneus mistos 255/70 R16 da Bridgestone, combinados a uma suspensão dianteira independente que faz terrenos mais sofridos virar um “tapete”. Particularmente, gostei muito do conforto do carro, mesmo em condições de terreno acidentado.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Com a família

Além de testar o carro no trabalho e na estrada de terra, também deu tempo de fazer uma viagem com a minha família pelo interior de São Paulo.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

No interior da cabine, minha esposa e minhas duas filhas (uma de 3 anos e outra de 10 meses) foram bem acomodadas no banco traseiro. Com duas cadeirinhas, o espaço fica um pouco limitado, mas a minha esposa elogiou o conforto durante um percurso de mais de 4 horas. Observação importante: a saída de ar condicionado no túnel para a parte traseira é um item que ajuda bastante essa parte do conforto.

Ainda falando de conforto, também podemos elogiar outros dois itens, que são a parte de suspensão e a transmissão. Aquela sensação de “pula-pula” que normalmente as pick-ups apresentavam, com a Frontier isso ficou bem suave. O câmbio de 7 marchas deixa certamente a condução na estrada bem agradável, não perdendo em quase nada o conforto – se a gente for comparar até com um sedan, por exemplo.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

A caçamba, com capacidade para 1.054 litros, transporta a “casa inteira” se você quiser, mas sentimos bastante a falta de um protetor de caçamba de série. Com o carro andando por estrada de terra e até em trechos com mais fumaça e poluição, as malas ou o que você estiver transportando na caçamba acaba sendo afetado e sujando.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

O Carro

Nossa avaliação geral para a Nisssan Frontier Attack foi muito positiva! Além de um visual mais agressivo por conta do pacote Attack (gosto dos carros tunados), a mesma vem com:

  • Conjunto multimídia completo, sendo o painel de instrumentos de 5″ e painel central de 8″ com Apple Carplay e Android Auto;
  • Sistema de auxílio de partida em rampa (HSA);
  • E controles de tração e estabilidade (VDC – Vehicle Dynamic Control).

Tudo isso, pode-se dizer, são itens praticamente indispensáveis nos dias de hoje!

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu
Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Como já mencionado antes, o que a gente acabou sentindo um pouco mais de falta foi mesmo o protetor de caçamba. Mas, além disso, por conta desse modelo da Frontier ser uma versão mais personalizada, poderia vir com bancos de couro e faróis full LED ao invés das luzes convencionais. Por fim, poderia ter o sistema de piloto automático (cruise control ou até um ACC), que ajudaria muito na condução em estradas.

O consumo foi bem dentro da média (6.5 km/l na cidade e 11 km/l na estrada), mas é um item que, na minha opinião, a Engenharia Automotiva ainda pode melhorar bastante.

Nissan Frontier Attack Montanha
360 On the Road | imagem: @rrrafu

Nossa experiência com uma pick-up da Nissan foi realmente muito legal. Você já tem uma ou está buscando para comprar? Conta para nós aqui, nos comentários!

Veja Também: Road Trip: São Paulo x Floripa – 360 On The Road

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Engenharia 360

Rafael Rosa

Um experiente desenvolvedor criativo e de negócios com mais de 20 anos no mercado de comunicações. Formado em Escola Panamericana de Arte e Design, com passagens na University of the Arts London. Já atuou da produção de conteúdo e outros projetos em famoso site de inovação e criatividade do Brasil, trabalhou como diretor de arte em agência, e lançou plataforma de conteúdo.