Conheça a matriz de turbinas eólicas flutuantes mais potente do mundo
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Portal Ekko Green
Nota: Já que vamos falar de geração de energia elétrica, como através de turbinas eólicas, podemos destacar que, no final de 2023 (data de atualização desse texto) a demanda por energia deve atingir um recorde em relação a 2022, devido ao calor. Os reservatórios hidrelétricos estão bem abastecidos, e a bandeira tarifária permanecerá verde, há princípio sem custos extras na conta de luz.
E sabe o apagão que ocorreu em agosto de 2023? Bem, autoridades competentes, em relatório do ONS, concluíram que ele foi causado por falhas nos equipamentos de controle de tensão de usinas eólicas e solares no Ceará. Essas falhas levaram a desligamentos em várias linhas de transmissão, interrompendo cerca de 34,5% da carga elétrica total naquele momento. Medidas corretivas e ajustes nos sistemas de controle são necessários.
A empresa Wind Catching Systems, da Noruega, estreou, no ano passado, simplesmente o projeto da matriz de turbinas eólicas flutuantes com capacidade de gerar mais energia por ano do que as maiores turbinas únicas convencionais do mundo. Além disso, seus rotores menores poderiam ter um desempenho muito melhor em ventos com velocidades acima de 40 a 43 km/h. E, para completar, poderia ainda reduzir custos – principalmente em projetos eólicos offshore -, ficando cada vez mais barata à medida que se amplia.
Mas qual a potência dessas turbinas eólicas?
No total, essa nova usina tem 300 metros e consegue gerar energia para equivalente a 80 mil casas, com uma vida útil de 50 anos. São 117 turbinas menores, bem fáceis de trabalhar, mais uma plataforma flutuante ancorada no fundo do oceano, em sistema semelhante ao que é utilizado em indústrias de petróleo e gás. E o design projetado para a sua instalação, de aparência de uma tecnologia legítima, permite fácil acesso a todo o sistema para manutenção contínua. Confira as imagens a seguir para entender melhor!
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Aprenda tudo sobre a Engenharia Civil, da rotina às oportunidades dessa profissão
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem de Mikael Blomkvist em Pexels
Você sabia que cinco anos é o tempo necessário para se especializar em Engenharia Civil? Durante esse período, você aprenderá a projetar e executar obras de prédios, casas, pontes, viadutos e estradas. No início da graduação, o foco está em disciplinas essenciais, como matemática, física, química, estatística e topografia.
Além das aulas teóricas, é fundamental participar de atividades de laboratório e estudar matérias como administração, gerenciamento de negócios, economia, ecologia, estruturas, hidráulica, saneamento, transportes e geotécnica. Um estágio supervisionado é obrigatório para completar a formação e facilitar a entrada no mercado de trabalho. Saiba mais no artigo a seguir, do Engenharia 360!
Imagem de Mikael Blomkvist em Pexels
O que faz um engenheiro civil?
O papel de um engenheiro civil é vasto e diversificado. O profissional realiza, por exemplo:
Projeto e gerenciamento de construção de estruturas – de concreto, metal, madeira ou outro material – para moradia, indústria, comércio, instituições públicas e mais, desde a fundação até a cobertura, inclusive fazendo dimensionamento de peças e levantamento de quantitativos de materiais.
Controle da infraestrutura de edifícios e estabelece padrões de ocupação do espaço.
Elaboração de projetos e acompanhamento da execução de obras de represamento e controle de água, como de barragens e reservatórios, por exemplo.
Projeto de controle de obras de captação e distribuição de água, sistemas de drenagem e estações de tratamento de águas e esgotos.
Por fim, projeto e gerenciamento de construções de obras de infraestrutura de rodovias, ferrovias, hidrovias, pontes, viadutos, portos e aeroportos.
O cotidiano de um engenheiro civil pode variar de acordo com a sua especialização. Mas, resumindo, dentro do escritório, ele deve fazer a preparação das plantas dos seus projetos, montar planilhas de prazos e custos, criar manuais de segurança e fazer a contratação de mão de obra e maquinário. Já no canteiro de obras, pode estudar características de solo, coordenar e chefiar equipes de trabalho, controlando etapa por etapa.
O estudo de um projeto pode envolver análises em laboratórios, visitação em indústrias e consultorias a outros profissionais, até mesmo em universidades. Um exemplo é quando o engenheiro civil precisa analisar e calcular efeitos dos ventos e as mudanças de temperatura na resistência dos materiais.
Outros engenheiros civis ainda trabalham exclusivamente em tempo integral com administração de recursos prediais, gerenciamento de infraestruturas, consultoria para ocupação de solo, e mais. E, sim, para tudo isso e mais é preciso o profissional ter o registro e estar em dia com o seu conselho, o CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).
Imagem de Mikael Blomkvist em Pexels
Investir na formação em Engenharia Civil é abrir portas para uma carreira cheia de desafios e oportunidades. Desde o planejamento até a execução de obras, os engenheiros civis desempenham um papel crucial na construção de um futuro sustentável e eficiente.
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Estudando Segurança do Trabalho: nível técnico, tecnólogo ou bacharelado?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem de Freepik
Já conversamos algumas vezes sobre a área de Segurança do Trabalho, mas não custa relembrar da sua importância na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Ou seja, é uma profissão utilizada estrategicamente em quase todas as organizações de mercado para aumentar a produtividade e garantir a saúde de seus trabalhadores.
Mas mesmo tendo a clareza disso, muitos jovens ficam em dúvida se vale a pena apostar na carreira ou mesmo qual a melhor forma de instrução. Afinal, existe a opção no Brasil de estudar Segurança do Trabalho nível técnico, tecnólogo e bacharelado – fora as especializações de pós-graduação. Confira a diferença no texto a seguir!
Imagem de Freepik
A atuação do profissional de Segurança do Trabalho no mercado
Ao analisar o cenário atual da economia brasileira, percebemos que cada vez mais se multiplicam as possibilidades de vagas de emprego na área de Segurança do Trabalho – e isso dentro de empresas e indústrias de diversos portes e em todas as regiões do país. Mas o que esses profissionais podem fazer mesmo, na prática?
Bem, principalmente chegar se todas as operações executadas – em chão de fábrica, laboratórios, hospitais, portos, comércios e canteiros de obras – estão dentro das normas e leis brasileiras de segurança, expondo ninguém a fatores de risco, evitando acidentes e problemas de saúde. Fora isso, o profissional pode sempre implementar novos modelos de segurança ou propor novas políticas de trabalho, coordenar equipes, desenvolver pesquisas, além de acompanhar vistorias, perícias, e auditorias.
Estudar Segurança do Trabalho pode levar de dois a cinco anos de formação. Aliás, há poucas opções de cursos no Brasil na área; contudo, a grade curricular – que se baseia nas definições do Ministério da Educação (MEC) – de quase todos é igual, apresentando primeiro os conteúdos básicos mostrando os fundamentos da profissão e depois as técnicas mais aprofundadas e específicas.
São temas abordados nas disciplinas: Química, Física e Matemática; Administração; Direito; Ergonomia; Ciências Tecnológicas; Ciências Humanas e Sociais; Ciências do Ambiente; Gestão de Riscos; Doenças e Prevenções; Psicologia; Toxicologia; Segurança Ocupacional; e Meio Ambiente.
O curso técnico em Segurança do Trabalho é oferecido em diversas escolas públicas, particulares e também em faculdades – na modalidade presencial ou à distância. Ele dura um ano e meio e é considerada a “estrada mais rápida para o mercado”, pois a formação tem alta empregabilidade e perspectiva de bons salários. Contudo, quem é técnico vai enfrentar algumas limitações da prática profissional.
2. Tecnólogo
Esse nível de curso já dura em média três anos para ser completo – também sendo possível assistir na modalidade à distância. Só que também, como retorno, abre ainda mais portas no mercado, pois dá aos alunos mais qualificação. Hoje, há 60 instituições no país que oferecem vagas na área!
3. Bacharelado
O estudante que se forma no curso tecnólogo em Segurança do Trabalho pode, mais tarde, fazer especializações para se qualificar ainda mais. Outra opção é fazer o bacharelado, que vai mais além em disciplinas como gestão, legislação e prevenção de riscos; exige mais horas de estágio e igualmente TCC.
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Conheça as melhores opções de revestimentos para áreas molhadas
por Simone Tagliani | | ATUALIZADO EM 4minImagem reprodução de Decor Fácil
Vamos começar este texto explicando esta expressão, ‘áreas molhadas‘. Obviamente, isso tem a ver com os ambientes com torneiras ou que recebem a incidência de chuvas, que são banheiros, cozinhas, lavanderias e varandas.
E o que queremos ter nesses cômodos? Segurança, praticidade e durabilidade dos pisos e outros revestimentos. Isso vai depender das características dos materiais escolhidos, mas também das práticas de limpeza. Por exemplo, por que não colocamos pisos laminados nessas áreas? Porque, pelo menos aqui no Brasil, as pessoas costumam jogar água para passar o pano e limpar; e a água faz a madeira trabalhar; já em pisos muito lisos, a prática diminui o atrito e pode levar a escorregões e acidentes.
Para evitar escorregões e acidentes
Algo que os arquitetos e engenheiros observam nos materiais que escolhem de revestimento para as construções é o‘coeficiente de atrito‘; e esse, aliás, deve ser igual ou maior que 4. Depois, os projetistas também olham para o coeficiente de resistência do revestimento à abrasão e ao tráfego de pessoas; o mesmo pode variar entre 0 e 5 – sendo 0 para paredes e 5 para pisos.
Opções de pisos para áreas molhadas
1. Ladrilhos e pedras naturais
Casas antigas levam este revestimento em piso de áreas molhadas. Mas, numa reforma, o certo é remover a resina antiga, fazer o polimento das peças e passar uma nova resina hidrofugadade alto tráfego. Esse é o mesmo indicado para placas de pedras naturais, como o granito. Mas, atenção, pois as pedras não podem ser polidas se forem ficar em áreas externas; inclusive algumas são tão finas que nem aguentam polimento, como é o caso da ardósia. Nesse caso, basta fazer a lavagem e impermeabilização.
O granito é uma excelente opção para áreas molhadas, difícil de riscar, quebrar e manchar. O mármore também é visto bastante em projetos de áreas molhadas. Contudo, essa segunda pedra é muito mais frágil, muito mais passível de danos por ser menos dura e mais frágil, até com umidade. Por isso, se quiser usar o mármore, que seja apenas em paredes.
Imagem reprodução de Nanoprice
2. Cerâmicas e porcelanatos como revestimentos
Neste item, precisamos destacar que algumas cerâmicas apresentam qualidade inferior, podendo sofrer com manchas e riscos. Contudo, outras peças já são o oposto, duráveis, resistentes – inclusive a fungos e bolor. Mas as cerâmicas que passam por fabricação em altas temperaturas, chamadas de porcelanatos, são menos suscetíveis a manchas, riscos, abrasão e quebras, além de apresentarem baixa absorção de água. O ideal para áreas molhadas seriam as peças mais rústicas ou antiderrapantes.
Imagem reprodução de Pointer
Imagem reprodução de Pinterest
3. Revestimentos modernos
Esqueça o vinil, que definitivamente não pode receber água diretamente. Vamos começar com as pastilhas, que podem ser feitas de cerâmica, vidro ou resina, muito bem indicadas para áreas molhadas. Ainda existem agora os adesivos próprios para decorações de banheiros e cozinhas. Aliás, até pode-se cogitar papel de parede com proteção vinílica para lavabos. E não vamos nos esquecer das tintas epóxi para cobrir azulejos antigos e até superfícies de banheiras e tampos de pedra de pia.
Foto reprodução de Viva Decora
Imagem reprodução de AmazonImagem reprodução de Pro-Reforma
Já a madeira, sim, é possível opção dentre os revestimentos, preferencialmente aquelas mais duras – como a teca, o jatobá, cumaru e ipê -, com excelente resistência à umidade. Apesar disso, madeiras devem ser impermeabilizadas – talvez com verniz marítimo ou naval, ou stain – para que possam ser usadas. E o MDF também é uma alternativa quando revestido com laminado melamínico, segurando a penetração da água por mais tempo – embora possa ficar muito danificado perto de box e mais.
O Engenharia 360 tem muito mais a compartilhar com você! Confira ao webstories a seguir!
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Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.
Conheça o Toyota 2000GT, carro japonês considerado o mais valioso em leilões
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Motor 24
Imagina pagar 2,5 milhões de dólares por um carro – sem contar os 10% de taxa! Você pagaria? Pois saiba que este é o preço do carro Toyota-Shelby 2000GT, projeto do designer Satoru Nozaki, em casa de leilões para colecionadores na Flórida, Estados Unidos. E por quê? Porque ele é raro – produzido entre 1967 e 1971 -, e em um número bastante limitado de 351 unidades apenas.
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Imagem reproduzida de AutoPapo
O Toyota 2000GT nas corridas
Aliás, qual o motivo do nome “Shelby”? Bem, tem a ver com o famoso piloto de corridas e fabricante, Carroll Shelby. Os primeiros Toyota-Shelby 2000GT, chassis MF10-10001, eram pintados de vermelho. Alguns foram presenteados ao próprio Shelby, que os transformou em carros de corrida.
Olha que interessante, no final dos anos 60, a Toyota era conhecida por vender carros japoneses baratos. Mas o 2000GT veio para ser um esportivo mais sofisticado, com um visual meio Ferrari. Na época, era vendido a 60 mil dólares – valor corrigido -, mais caro que um Porsche e Jaguar.
Ele vinha com motor de seis cilindros, criado com ajuda da Yamaha, e com potência de 150 cavalos, fazendo de zero a 96 km/h em 10 segundos – que, para a época, era impressionante. Mesmo assim, logo foi superado pelos concorrentes, o que explica porque de não ter ficado tão popular quanto a marca desejava. Enfim, pensando no custo de produção mais a falta de demanda, não valia a pena continuar sua fabricação. Ou seja, a Toyota foi mais longe, tanto no preço quanto no prestígio, do que clientes estavam dispostos a ir!
Imagem reproduzida de Behance
Imagem reproduzida de Motor Authority Imagem reproduzida de Toyota UK em YouTube
Imagem reproduzida de Twitter
Então, o que acha do design do Toyota-Shelby 2000GT? E do seu valor de leilão? Acha justo? Escreva nos comentários!
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Engenharia Aeronáutica: cuidado das aeronaves e atividades aeroespaciais
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reprodução de UniSant’Anna
Imagine poder projetar, construir e fazer a manutenção preventiva, além de reparos e inspeções periódicas das estruturas de aviões, helicópteros, foguetes, satélites e naves espaciais. Estas são atividades de um engenheiro aeronáutico, que também cuida, no seu dia a dia, de equipamentos e sistemas de voo, gerenciamento de obras e infraestrutura aeronáutica, planejamento construtivo de aeroportos, além de planejamento e fiscalização de linhas aéreas. Saiba mais sobre tudo que envolve a Engenharia Aeronáutica no texto a seguir!
Imagem reprodução de JC Concursos
Melhores oportunidades de trabalho para um engenheiro aeronáutico
Hoje em dia, ainda é a melhor oportunidade para quem se forma em Engenharia Aeronáutica, lidar com projeto, construção e manutenção de aeronaves, além de seus sistemas. Claro que, com o avanço da nova corrida espacial, também abriram cada vez mais vagas no setor espacial – sobretudo dentro de órgãos de pesquisa científica. Lembrando também que o Brasil precisa trabalhar mais com as suas próprias pesquisas dentro de institutos, como o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Imagem reprodução de Senge-CE
Entrada no mercado de trabalho para formados em Engenharia Aeronáutica
O universitário em Engenharia Aeronáutica fará uma trajetória de, no mínimo, cinco anos antes de se formar. Durante este tempo, ele estudará noções básicas de física, química, matemática e cálculo – podendo depois ainda escolher uma especialização. Na faculdade, lhe serão passadas informações sobre aeronáutica, aerodinâmica, estruturas, mecânica de voo, projeto e manutenção de aeronaves. Além disso, sistemas térmicos, dinâmica de fluidos, processos de fabricação, projetos de máquinas e ciência dos materiais – assuntos que, aliás, também são vistos em Engenharia Civil, mas com um foco diferente.
Imagem reprodução de AEROIN
Sim, é obrigatório fazer estágio, fazer trabalho de conclusão e, após a colação de grau, fazer o registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) se quiser exercer a profissão. Já quando estiver na ativa, o engenheiro aeronáutico poderá fazer muitas coisas bacanas, entre elas:
projetar e construir foguetes e satélites;
determinar estruturas de acordo com a trajetória a ser percorrida e as condições de estabilidade durante o voo;
realizar manutenção das estruturas, dos sistemas e equipamentos de aeronaves;
desenhar componentes de aviões, helicópteros, planadores, e mais;
fazer cálculos de aerodinâmica das fuselagens;
fazer cálculos de tensões;
definir materiais empregados nas fabricações;
executar ensaios e testes;
trabalhar com motores, instrumentos de controle e sensores;
definir especificações de mecanismos de controle de trem de pouso, alimentação de combustível, pressurização e temperatura de cabine;
e mais.
E você, gostou de saber sobre a Engenharia Aeronáutica? Sabe mais coisas bacanas que um profissional desta área faz? Comente na aba de descrição!
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Hora do Planeta 2022: junte-se a milhões de pessoas para salvar a natureza
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Algarve Primeiro
Já ouviu falar em ‘Hora do Planeta‘ ou ‘Earth Hour’? Pois saiba que este é um movimento anti-aquecimento global promovido pela ONG World Wide Fund for Nature e que visa mobilizar a sociedade do nosso planeta a lutar contra os impactos negativos gerados pelos seres humanos na natureza. Ele começou em 2007 e a proposta é que, num período de 1 hora, no último sábado de março de cada ano, a população, as empresas e os órgãos dos governos apagarem as luzes das suas edificações e poupar energia. Em 2008, por exemplo, 50 milhões de pessoas em 400 cidades de 35 países participaram do combinado!
Imagem reproduzida de Biologia Net
Essa é uma oportunidade incrível para as pessoas se juntarem numa forte ação de manifestação, chamando a atenção de todos para a necessidade do mundo ser mais sustentável e de que, para isso, ainda há muito o que fazer. E por ter certeza de que é um gesto de grande importância diante do contexto de vida que levamos e as graves alterações climáticas que já estamos sofrendo! Então, imagina sincronizar o desligamento da sua casa com o Coliseu, de Roma; ou a Golden Gate, de São Francisco; o Empire State, de Nova York; e mais. Muito legal, não?
Anota aí! Dia 26 de março de 2022, das 20:30 às 21:30 horas!
Imagem reproduzida de Câmara Municipal de Miranda do Douro
Nas edições passadas da Hora do Planeta, 100 cidades, mais de 700 empresas e 300 organizações manifestaram apoio ao evento. Eis algumas ações que foram feitas:
Pontos do Rio de Janeiro, incluindo o Cristo Redentor, a orla de Copacabana e o Pão de Açúcar, tiveram a iluminação apagada por uma hora.
São Paulo apagou sua Ponte Estaiada, além do Monumento às Bandeiras, Viaduto do Chá, Estádio do Pacaembu, Teatro Municipal, Obelisco e Parque do Ibirapuera, Edifício Copan, Instituto Butantan e o Museu de Arte Moderna.
Brasília desligou as luzes do Palácio do Planalto e do Palácio do Itamaraty, a Esplanada dos Ministérios e a Catedral.
Curitiba deixou no escuro a Estufa do Jardim Botânico, o Teatro Paiol, a fachada do Paço da Liberdade, a Fonte de Jerusalém, Torre da Biodiversidade, Torre Panorâmica, Monumento de Bambu na Linha Verde, o Portal de Santa Felicidade, e mais.
E Porto Alegre fez o mesmo com a Usina do Gasômetro, a Estátua de Bento Gonçalves, a Estátua do Laçador, a Fonte Talavera, Largo dos Açorianos, o Monumento ao Expedicionário, a Praça da Matriz, a Praça da Alfândega, Três Guerreiros, Vigilantes do Parcão e Viaduto Otávio Rocha.
Imagem reproduzida de
PrePara Enem
E aí? Topa ficar às escuras por uma hora? Participe da Hora do Planeta junto do 360 e depois comente como foi a sua participação aqui para nós!
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Uma ponte foi erguida e outra demolida [notícias de Construção Civil]
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de Diário de Notícias
Pontes são lindos e complexos modelos de obras bastante estudados e admirados pela Engenharia Civil. E é sempre uma satisfação para o 360 trazer notícias sobre isso para o público! De modo interessante, no último mês, saíram duas histórias nas mídias que merecem ser citadas aqui no site. Trata-se de uma construção, ou melhor dizendo, inauguração de ponte e também uma demolição de ponte. É como se a “vida” da Construção Civil também se renovasse, de tempos em tempos. O que acha?
Nova ponte suspensa da Turquia
Recentemente, a Turquia inaugurou a maior ponte suspensa do mundo, a Ponte Canakkale 1915. Ela tem 4,6 km de comprimento e liga o Estreito de Dardanelos, entre o Mar Egeu e o Mar de Mármara, na fronteira natural entre a Europa e a Ásia. Sua estrutura apresenta um vão interno central suspenso de 2 km. E isso deve facilitar demais o transporte do país, reduzindo demais o tempo de viagem nesse sentido, que liga grandes centros industriais e comerciais juntamente com outras três pontes.
Imagem reproduzida de ISTOÉ DINHEIRO
Imagem reproduzida de Cimento Itambé
Imagem reproduzida de SIC Notícias
A saber, a Ponte Canakkale bateu o recorde da Ponte Akashi Kaikyo, localizada no Japão.
Uma antiga ponte, de 500 metros de comprimento e 70 metros de altura, construída na Alemanha, na cidade de Wilnsdorf, no estado da Renânia do Norte-Vestfália, foi também demolida recentemente. Ela já tinha pouco mais de meio século, mas não se adequa ao planejamento urbano atual. E, para a sua implosão, foram utilizados explosivos instalados por especialistas, principalmente para que nada no entorno fosse danificado pela operação.
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Entenda como a Engenharia Reversa funciona dentro das engenharias
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem de Freepik
Imagine que você recebeu uma informação valiosa. Então, estuda esta informação e a adapta para resolver algo que precisava para a sua vida. Lembrando que a mensagem original não era sua, mas de outra pessoa. Complicado, não? Mas esse passo a passo mais ou menos combina com o conceito que trouxemos para debater neste texto. Afinal, o que é Engenharia Reversa? Veja a seguir!
A história por trás de tudo
Antes de falar sobre o significado de ‘Engenharia Reversa‘, é interessante como esse conceito surgiu. Bem, dizem os especialistas que tudo começou com a Segunda Guerra Mundial, quando o exército do Japão fez estudos aprofundados das tecnologias utilizadas pelos inimigos. Essa decisão era arriscada, mas necessária, pois os técnicos do país precisavam agir rápido para entender os procedimentos que ainda não conheciam e precisariam enfrentar. E eles entenderam bem boa parte das informações, embora tenham perdido a guerra. Para finalizar, anos depois, eles adaptaram os conceitos pesquisados para o desenvolvimento de sistemas e softwares para a resolução de problemas cotidianos no meio corporativo e pessoal.
Desconstruindo ideias na Engenharia Reversa
‘Engenharia Reversa’! Como o próprio nome já diz, trata-se de pegar um modelo de planejamento e reverter para outro sistema, objeto ou dispositivo. E isso só pode ser feito por pesquisadores que sabem como destrinchar ideias até compreender como poderiam funcionar, se forma simplificada, em uma nova função, estrutura ou operação. O legal é tentar explicar como isso é feito! Bem, primeiro é preciso ter um exemplar do modelo original. Depois, desmontar para entender como dá certo – mais ou menos o que sempre pensamos em fazer se pudéssemos colocar as mãos em uma nave alienígena.
A saber, o conceito da Engenharia Reversa é utilizado em práticas de pesquisas em diversos cursos de Engenharia, sobretudo ligados ao setor de Tecnologia da Informação (TI).
Sim, a Engenharia Reversa pode ajudar nos negócios das empresas; e é óbvio que você já tenha percebido isso se acompanha as transformações digitais e a renovação das tendências tecnológicas do mercado. Sabe aquele ditado “nada se cria, tudo se transforma” ou “nada se cria, tudo se copia”? Pois é quase isso que acontece diversas vezes antes de vermos um produto sendo lançado. Pode ser que isso seja uma concorrência desleal, mas digamos que faz parte do “jogo”! Se bem que, olhando para outro lado, sob o ponto de vista econômico, essa prática garante um avanço das tecnologias com menos investimento e incentiva que as leis que protegem os direitos autorais e intelectuais.
Imagem de StockSnap por Pixabay
Exemplos práticos
Na prática, os pesquisadores investigam programas de computador e desmontam dispositivos, componentes, equipamentos e mais. E o que fazem com isso? Usam os dados em procedimentos de manutenção, desenvolvimento de novos softwares, programação para repetição de tarefas em fábricas, duplicação de modelos, exportação de possibilidade de personalização e otimização, entre outras coisas. Mas isso tudo não deve ser sinônimo de cópia, certo? É possível utilizar o sistema próprio da empresa, corrigindo os erros para aumentar a segurança a tempo de evitar consequências graves. Isso é o que, por exemplo, os fabricantes de aparelhos médicos, carros, aeronaves e celulares costumam fazer.
Imagem reproduzida de RESCANM
Então, já viu outros exemplos de tecnologia de Engenharia Reversa, na prática? Compartilhe conosco nos comentários!
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Dia Mundial da Meteorologia: conheça esta profissão fiscalizada pelo CREA
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 5minImagem reproduzida de CREA-SC
Impossível você não ter ouvido falar de Meteorologia! Quase que diariamente, lemos ou ouvimos pelas mídias a fala de profissionais desta área sobre questões relativas aos fenômenos atmosféricos. E justamente na data de hoje, 23 de março, desde o ano de 1961, quando é comemorado o aniversário da Organização Meteorológica Mundial (OMM) – uma instituição ligada à ONU -, também é comemorado o Dia Mundial da Meteorologia. E pensando nisso, nós, do Engenharia 360, escolhemos expor algumas informações sobre como é esta profissão de meteorologista e também aproveitar o momento para fazer uma comparação com a Climatologia.
Imagem reproduzida de Cba24n
O que é Meteorologia?
A Meteorologia é um campo de estudo que faz parte das Ciências Atmosféricas, assim como a Climatologia, a Física Atmosférica e mais. Contudo, o foco dessa profissão são as aplicações da física na atmosfera e da química atmosférica, analisando, claro, as reações disso na atmosfera. Os meteorologistas ainda avaliam variáveis como temperatura, pressão atmosférica e umidade do ar – que são, na verdade, fenômenos imediatos observáveis -, mais as interações entre seus estados dinâmicos, físico e químico, com a superfície terrestre subjacente – guarde bem esta informação, pois fará todo sentido ao final deste texto. E isso, por exemplo, o ajuda a fazer previsões, como se vai chover e fazer frio.
Como aconteceu a evolução do estudo dessa profissão?
Lembra do Aristóteles? Ele foi um importante filósofo da Grécia Antiga e é considerado o “pai da Meteorologia”. Isso porque, em 350 a.C., ele escreveu um livro chamado ‘Meteorológica‘, onde descreve o que nós chamamos hoje de “Ciclo da Vida”. Inclusive, na publicação, chegou a esboçar as cinco zonas climáticas do nosso planeta: a região do Equador, as zonas frígidas nos pólos e as zonas temperadas.
Mas vamos além na história para entender a evolução do estudo da Meteorologia, certo? Por exemplo, no século IX, o naturalista curdo Abu Dinavar descreveu, pela primeira vez, as possíveis aplicações desse estudo na agricultura. Já o primeiro pluviômetro foi inventado em 1441, por um filho de rei coreano chamado Munjong. Em 1592, Galileu Galilei construiu o primeiro telescópio. Quase vinte anos depois, o inglês Johannes Kepler escreveu o primeiro tratado sobre cristais de neve. Passados mais vinte anos aproximadamente, o italiano Torricelli inventou o barômetro. E, em 1783, o suíço Saussure fez um projeto para hidrômetro.
Então, depois de tanto tempo, a Meteorologia progrediu bastante. Os pesquisadores conseguiram realizar as primeiras previsões numéricas do tempo. Mais adiante, com a invenção do computador e da Internet, se tornou mais rápido e mais veloz fazer o processamento e o intercâmbio de dados para o entendimento de eventos meteorológicos e suas variáveis, o que tornou realmente possível as previsões do tempo. E ainda precisamos destacar o lançamento do primeiro satélite TIROS-1, nos anos 60, que marcou o início da disseminação destas informações ao nível global.
Imagem reproduzida de Prefeitura Municipal de Bonito
A saber, são equipamentos utilizados pela Meteorologia: anemômetros, barômetros, evaporímetros, heliógrafos, higrômetros, pluviômetros, piranômetros, termômetros, termógrafos, termo-higrômetros e mais.
E são áreas da Meteorologia: Micrometeorologia, Meteorologia de Mesoescala, Sinótica, Escala Global e Física.
A Meteorologia no Brasil
Os estudos sobre o tempo começaram aqui no Brasil quando, em 1781, os portugueses Francisco de Oliveira Barbosa e Bento Sanchez d’Orta lançaram uma campanha no Rio de janeiro e São Paulo para a Meteorologia no Brasil. Já, em 1808, houve a chegada da família real portuguesa no Rio de Janeiro e com a criação do primeiro observatório meteorológico do país pela Marinha. Infelizmente, nos anos 30, o desenvolvimento meteorológico no nosso país estagnou com o sucateamento dos observatórios e equipamentos, fora a diminuição de profissionais trabalhando na área. Acredite ou não, apenas no final dos anos 50 é que surgiu o primeiro curso de graduação de Meteorologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
As aplicações da Meteorologia são bastante amplas. Por exemplo, no planejamento da Agricultura, política energética, estratégias militares, construção civil e diversas outras atividades que fazem relação com o cotidiano das sociedades. É que tudo isso depende demais das condições do tempo. E as consequências desse bom planejamento é a preservação da vida no planeta e a economia!
E qual a diferença de Meteorologia e Climatologia?
Meteorologia e Climatologia são campos de estudos bem próximos. Acontece que, diferente da primeira, a segunda profissão observa os eventos atmosféricos em um período de tempo mais amplo. Explicando melhor esses ramos do conhecimento: tempo é momentâneo e clima é um comportamento da natureza mais longo ou até permanente! Por exemplo, existe o site Climatempo, que mostra como serão as temperaturas e quantidade de chuvas meses a frente. Inclusive, alguns especialistas afirmam que a Climatologia precisa de um lapso de tempo de pelo menos 10 anos para tirar as suas conclusões!
Recentemente, Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) lançou, do Cabo Canaveral, Flórida, o GOES-T, um satélite meteorológico que poderá detectar ou rastrear incêndios florestais antes mesmo que os humanos possam imaginar, fornecendo uma visão em alta resolução do Hemisfério Ocidental da Terra a mais de 35 mil km acima do planeta. Esse equipamento faz parte de um projeto que já lançou uma série de satélites meteorológicos geoestacionários avançados e deve ser equipado com vários instrumentos de medições, GPS, mapeamento e coleta de dados. E a ideia é que, no futuro, tenhamos informações completas não apenas de eventos daqui da Terra, mas de erupções solares e além. A versão 18 do GOES deve mandar suas primeiras imagens no verão de 2023!
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