Neste texto do Engenharia 360, queremos apresentar um lindo ateliê localizado no sul da França que foi feito com materiais sustentáveis, sendo um excelente exemplo de Bio-arquitetura. O mesmo faz parte do centro cultural Luma Arles, um campus de arte contemporânea criado por Maja Hoffmann, uma colecionadora bilionária suíça e herdeira da farmacêutica Roche. Certamente você nunca viu um projeto assim! Mais informações e imagens a seguir!

Entendendo o conceito de Bio-arquitetura

A bio-arquitetura busca constantemente soluções inovadoras e sustentáveis para a construção de edifícios.

edifício ecológico Le Magasin Électrique
Imagem reprodução Twitter @Furmadamadam, Adrian Deweerdt (LUMA), via Designboom

Esse modelo de Arquitetura utiliza técnicas como o uso de materiais sustentáveis, como madeira certificada e bambu, e incorpora sistemas de energia renovável, como painéis solares e turbinas eólicas. Além disso, ela integra elementos naturais, como jardins verticais e telhados verdes, e utiliza sistemas de captura e reutilização de água da chuva. Nesse sentido, o design bioclimático é planejado levando em consideração o clima local, a orientação solar e a ventilação natural, visando otimizar o conforto térmico e reduzir o consumo de energia.

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Conhecendo o edifício ecológico Le Magasin Électrique

O ateliê, chamado de Le Magasin Électrique, é uma construção experimental desenvolvida por um coletivo de Londres chamado Assemble e pelo escritório belga BC Architects. Nas suas proximidades, como parte do centro cultural Luma Arles, há um parque de 10 hectares, que inclui uma torre assinada por Frank Gehry e vagões de trem do século XIX convertidos em salas de exposições.

Mas, neste texto, queremos enfatizar mesmo as características do ateliê, que utiliza materiais bio-arquitetônicos, como maçanetas, luminárias e painéis de revestimento de sal, auxiliando na eliminação de germes; painéis feitos de girassóis, para proporcionar conforto acústico; móveis de Fallopia japonica e corantes feitos de urina reciclada.

A construção foi inspirada no Teatro Oficina de São Paulo e é considerada a peça mais radical do complexo, representando um exemplo do futuro da bio-arquitetura.

edifício ecológico Le Magasin Électrique
Imagem reprodução Twitter @Furmadamadam, Adrian Deweerdt (LUMA), via Designboom
edifício ecológico Le Magasin Électrique
Imagem reprodução Twitter @Furmadamadam, Adrian Deweerdt (LUMA), via Designboom

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Durante as obras do Le Magasin Électrique, fez-se o uso de muitas técnicas sustentáveis, como a reutilização de telhas quebradas no piso e a utilização de taipa nas paredes internas, feitas com detritos de demolição, pó de calcário e argila branca. Além disso, o ateliê incorpora sistemas de reciclagem de água, incluindo um sistema de filtragem baseado em algas para a urina, e utiliza plantas cultivadas para produção de corantes. No exterior do edifício, foram cultivadas plantas para a produção de corantes, todas regadas com água reutilizada, incluindo o resíduo líquido dos banheiros, que é separado e filtrado por um sistema à base de algas.

Enfim, o Le Magasin Électrique, por ser uma construção experimental, serve de testes para esses materiais bio-arquitetônicos e tem como objetivo ser um ambiente em constante transformação, continuando a ser um espaço de testes para novos materiais e soluções sustentáveis.

edifício ecológico Le Magasin Électrique
Imagem reprodução Twitter @Furmadamadam, Adrian Deweerdt (LUMA), via Designboom

Outros exemplos de bio-arquitetura

A bio-arquitetura é uma abordagem na arquitetura que busca integrar princípios e elementos da natureza no projeto e na construção de edifícios sustentáveis e saudáveis. Ela valoriza a utilização de materiais e técnicas de construção que minimizam o impacto ambiental e promovem a harmonia com o meio ambiente.

Alguns exemplos bem-sucedidos de bio-arquitetura incluem:

The Edge, em Amsterdã, Holanda

Este edifício é considerado o prédio de escritórios mais sustentável do mundo. Ele incorpora recursos avançados de eficiência energética, como painéis solares, sistemas de iluminação inteligente e controle de climatização baseado em sensores.

arquitetura sustentável
Imagem reproduzida de C4Real

One Central Park, em Sydney, Austrália

Esse empreendimento residencial apresenta uma fachada coberta por plantas verticais, que ajuda a melhorar a qualidade do ar e reduzir o consumo de energia. Ele também utiliza água da chuva para irrigação e painéis solares para geração de energia.

arquitetura sustentável
Imagem reproduzida de Sardaka, via Wikipedia – https://en.wikipedia.org/wiki/One_Central_Park#/media/File:(1)Central_building_Broadway_Sydney-1.jpg

The Bullitt Center, em Seattle, EUA

Trata-se de um edifício comercial que é um modelo de design sustentável. Ele possui um sistema avançado de energia solar, captura e reutiliza água da chuva, utiliza materiais de construção ecologicamente corretos e enfatiza a iluminação natural e a ventilação cruzada.

arquitetura sustentável
Imagem reproduzida de bullittcenter.org

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Fontes: Revista Casa e Jardim, DesignBoom.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

A Lei de Gauss é uma das leis fundamentais do eletromagnetismo, formulada por Carl Friedrich Gauss. Basicamente, ela descreve a relação entre o fluxo elétrico por uma superfície fechada e a carga elétrica contida, estabelecendo que o fluxo elétrico via uma superfície fechada é proporcional à carga elétrica contida dentro dessa superfície. A saber, o fluxo elétrico é uma medida da quantidade de linhas de campo elétrico que atravessam a superfície. Mais informações, no texto a seguir, do Engenharia 360!

lei de gauss
Carl Friedrich Gauss | Imagem de Gottlieb Biermann em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Friedrich_Gauss#/media/Ficheiro:Carl_Friedrich_Gauss.jpg

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Compreendendo melhor a física da Lei de Gauss

Antes de tudo, vale destacar que a Lei de Gauss para o campo elétrico e a Lei de Gauss para o campo magnético são formuladas de maneiras diferentes e descrevem propriedades distintas dos campos.

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Campo elétrico

Repetindo, a Lei de Gauss para o campo elétrico afirma que o fluxo elétrico através de uma superfície fechada é proporcional à carga elétrica total contida dentro dessa superfície. Em outras palavras, a quantidade de linhas de campo elétrico que atravessam uma superfície está relacionada à carga elétrica presente dentro dessa superfície. Essa lei é expressa matematicamente pela equação:

∮ E · dA = Q/ε₀

Onde ∮ E · dA representa o fluxo elétrico através da superfície fechada, Q é a carga elétrica contida dentro da superfície e ε₀ é a permissividade do vácuo.

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Campo magnético

Por outro lado, a Lei de Gauss para o campo magnético afirma que o fluxo magnético através de uma superfície fechada é sempre zero. Em outras palavras, não existem “monopólos magnéticos” isolados, e as linhas de campo magnético são sempre fechadas. Essa lei é expressa matematicamente pela equação:

∮ B · dA = 0

Onde ∮ B · dA representa o fluxo magnético através da superfície fechada.

lei de gauss
Imagem reproduzida de Mundo Educação – UOL

Eletrodinâmica

Ademais, a Lei de Gauss para o campo elétrico está relacionada à eletrodinâmica, sendo uma das quatro equações de Maxwell, que descrevem de maneira fundamental o comportamento dos campos eletromagnéticos. Compare as equações:

  • ∮ E · dA = Q/ε₀ (Lei de Gauss para o campo elétrico)
  • ∮ B · dA = 0 (Lei de Gauss para o campo magnético)
  • ∮ E · dl = -dΦB/dt (Lei de Faraday)
  • ∮ B · dl = μ₀I + μ₀ε₀(dΦE/dt) (Lei de Ampère-Maxwell)

Essas equações descrevem como os campos elétricos e magnéticos interagem e como são afetados pela presença de cargas elétricas e correntes. Juntas, elas fornecem uma base teórica completa para o estudo da eletrodinâmica e do eletromagnetismo.

Situações em que a Lei de Gauss pode ser aplicada

Quando aplicada para determinar o campo elétrico produzido por distribuições simétricas de carga, como esferas e cilindros, a Lei de Gauss permite simplificar o cálculo ao explorar a distribuição. Aliás, a escolha adequada da superfície gaussiana permite reduzir o cálculo do fluxo elétrico a uma expressão mais simples, facilitando a determinação do campo elétrico.

lei de gauss
Imagem reproduzida de Wikipedia
lei de gauss
Imagem reproduzida de USP

A Lei de Gauss também pode ser usada para analisar a polarização elétrica de materiais dielétricos – materiais isolantes que não conduzem eletricidade facilmente. Quando um dielétrico é colocado em um campo elétrico externo, ele se polariza, criando uma distribuição de cargas internas. Enfim, esse estudo físico pode ser aplicado para determinar o campo elétrico resultante da polarização das cargas no dielétrico.

No entanto, a Lei de Gauss possui algumas limitações. Ela é aplicável apenas a sistemas com simetria adequada, o que restringe seu uso em casos de distribuições de carga complexas e assimétricas. Além disso, a lei pressupõe que o campo elétrico seja uniforme em toda a superfície considerada, o que nem sempre é verdadeiro em situações práticas.

Projetos de Engenharia

  • Projetos de Antenas: A Lei de Gauss é usada para determinar as distribuições de campo elétrico e magnético ao redor das antenas. Isso ajuda a projetar antenas eficientes, maximizando a radiação e minimizando a interferência eletromagnética indesejada.
  • Análise de Campos Eletromagnéticos: A Lei de Gauss pode ajudar a determinar a carga elétrica ou densidade de carga dentro de uma região fechada, fornecendo informações valiosas para a engenharia de sistemas eletromagnéticos.
  • Cálculos de Capacitância: A Lei de Gauss, aplicada para calcular a capacitância de condutores e sistemas dielétricos, permite relacionar o fluxo elétrico através de uma superfície fechada à carga elétrica armazenada em um capacitor. Isso é essencial para projetar circuitos e dispositivos que envolvam armazenamento de carga elétrica.
  • Eletrostática e Magnetostática: A Lei de Gauss, no estudo de fenômenos eletrostáticos e magnetostáticos, pode fornecer uma descrição matemática das interações entre cargas elétricas e campos magnéticos. Essa compreensão é fundamental para projetar sistemas elétricos e magnéticos estáticos.

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Fontes: UOL, Wikipédia.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

O último filme do Indiana Jones é “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. O filme está previsto para ser lançado nos cinemas em 30 de junho de 2023, após um adiamento de quase um ano decretado pela Disney. E nesse longa-metragem, o diretor James Mangold substituiu Steven Spielberg na direção do filme.

Mas um fato curioso é que a introdução do filme, que terá 25 minutos, será ambientado em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, com a personagem enfrentando os nazistas. Mas como, se o ator Harrison Ford tem hoje 80 anos? Bem, é aí que entram as novas tecnologias. Para parecer mais jovem e conseguir interpretar o seu papel com visual de 40 anos atrás, sua imagem será rejuvenescida com ajuda da Inteligência Artificial (IA). Saiba mais neste texto do Engenharia 360!

indiana jones em inteligência artificial (IA)
Imagem reproduzida de Chippu

Como o novo filme do Indiana Jones marcará um novo momento para o uso da tecnologia?

O filme “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” marca, de fato, um novo momento para o uso da tecnologia, especificamente a Inteligência Artificial generativa. A tecnologia de IA foi usada para criar uma versão digitalmente rejuvenescida do ator, permitindo que ele interprete uma versão mais jovem de Indiana Jones durante essa sequência do filme. Só que isso não tem sido muito bem uma novidade, vale destacar!

A tecnologia de rejuvenescimento digital tem sido utilizada em outros filmes, como “Vingadores: Ultimato” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, porém, acredita-se que o uso do mesmo recurso em “Indiana Jones 5” seja um avanço significativo e marcante.

indiana jones em inteligência artificial (IA)
Indiana Jones há 40 anos e hoje, no modelo feito em IA | Imagem reproduzida de Yahoo

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Etendendo melhor a Inteligência Artificial (IA) generativa

A Inteligência Artificial (IA) generativa é um ramo da IA que se concentra na criação de conteúdo original, como imagens, música, texto e até mesmo vídeos. Em vez de apenas reproduzir dados existentes, a IA generativa tem a capacidade de gerar novas informações com base nos padrões e no conhecimento adquirido durante o treinamento.

No contexto das montagens digitais, a IA generativa pode ser usada para criar composições de imagens combinando elementos de diferentes fontes. Ela pode analisar um conjunto de imagens de referência e, com base em seu aprendizado prévio, gerar uma nova imagem que incorpora características e estilos dessas referências. Isso pode ser útil na criação de montagens artísticas, design gráfico ou até mesmo na produção de efeitos visuais para filmes.

Quanto aos filmes de longa-metragem, a IA generativa pode ser utilizada de várias maneiras. Por exemplo, ela pode auxiliar na criação de efeitos especiais e visuais de alta qualidade, gerar ambientes virtuais realistas, aprimorar a qualidade da imagem ou até mesmo ajudar na criação de roteiros. Além disso, a IA generativa pode ser usada para automatizar tarefas tediosas, como a rotoscopia (processo de recorte de objetos em uma filmagem), acelerando o processo de produção.

No entanto, é importante destacar que, apesar de suas capacidades impressionantes, a IA generativa ainda requer supervisão e orientação humana para garantir resultados desejados e éticos. O papel dos artistas e profissionais de cinema é fundamental na combinação da criatividade humana com as capacidades gerativas da IA para obter resultados excepcionais no mundo do cinema.

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Como o ator se sente em relação a ser mais jovem no filme?

O ator Harrison Ford afirmou que é a primeira vez em que ele acredita na recriação digital e que o resultado foi convincente, embora um pouco assustador. Ele também mencionou que não sente nostalgia em ver sua versão mais jovem, e está feliz com sua idade atual. Portanto, o uso dessa tecnologia de rejuvenescimento digital para trazer de volta um personagem icônico como Indiana Jones pode representar um marco importante na história do uso dessa tecnologia no cinema.

indiana jones em inteligência artificial (IA)
Imagem reproduzida de Yahoo Finanças
indiana jones em inteligência artificial (IA)
Imagem reproduzida de Mundo Conectado

Quais as expectativas da equipe de cinema sobre a experiência que os espectadores terão?

De acordo com as informações compartilhadas nas mídias, o diretor James Mangold descreve a experiência que os espectadores terão em “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” como uma dose de adrenalina no início do filme, permitindo que eles literalmente vivenciem o espírito aventureiro dos primeiros anos do personagem. Já a produtora Kathleen Kennedy espera que as pessoas pensem que encontraram gravações antigas inéditas e acreditem que o trecho específico do filme foi filmado há 40 anos, proporcionando uma sensação autêntica de estar em um filme de Indiana Jones.

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Fontes: Terra, UOL, Veja, Omelete, Fast Company Brasil.

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Engenharia 360

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Fazendas verticais são sistemas agrícolas que cultivam alimentos em estruturas verticais, como edifícios ou contêineres empilhados, usando técnicas avançadas de cultivo. Elas maximizam a produtividade por área, permitem o cultivo durante todo o ano, independentemente do clima, e reduzem a dependência de pesticidas, economizando água e energia. Porém, mesmo sendo uma excelente solução, essas fazendas enfrentam crises, com startups declarando falência e inadimplência.

Nesse momento, investidores buscam negócios lucrativos, perdendo interesse na inovação. Empresas como AeroFarms, Kalera e AppHarvest sofrem com falta de financiamento e lucros incertos. Enfim, a rentabilidade das fazendas verticais é um desafio, apesar de seu potencial para enfrentar mudanças climáticas e insegurança alimentar. Saiba mais neste texto do Engenharia 360!

Quais as vantagens das fazendas verticais em comparação com as fazendas tradicionais?

As fazendas verticais têm benefícios como a utilização eficiente do espaço, permitindo que sejam implementadas em áreas urbanas densas. Elas também possibilitam a produção contínua de alimentos. Além disso, reduzem a pegada de carbono ao diminuir o transporte de longa distância dos alimentos. E elas fazem uso eficiente de recursos por meio de técnicas avançadas de manejo.

fazendas verticais
Imagem reproduzida de Planeta Campo

Para áreas urbanas densamente povoadas, as fazendas verticais são essenciais para garantir a segurança alimentar, fornecendo alimentos frescos e cultivados localmente. No fim das contas, isso promove a conservação dos recursos e a preservação das áreas rurais!

fazendas verticais
Imagem reproduzida de Fast Company Brasil

Uma variedade de cultivos pode ser cultivada em fazendas verticais, como folhas verdes, ervas, frutos pequenos, plantas de porte médio, microverdes e brotos. No entanto, é importante selecionar as espécies adequadas e desenvolver técnicas de cultivo apropriadas para esses ambientes controlados.

Veja Também: Cultivo indoor: o método contemporâneo em potencial para a produção de alimentos

Quais são os principais desafios enfrentados na implementação das fazendas verticais?

Antes de tudo, precisamos destacar que fazendas verticais enfrentam diversos desafios, incluindo altos custos iniciais, consumo de energia, gerenciamento da umidade, seleção e otimização de cultivos, e escalabilidade. A construção e operação de uma fazenda desse tipo exigem investimentos significativos em infraestrutura, tecnologia e sistemas de controle ambiental. Aliás, os custos envolvidos incluem aquisição de terrenos, construção das instalações, equipamentos como sistemas de iluminação artificial e controle ambiental, além dos custos operacionais contínuos, como energia elétrica, água, manutenção e insumos.

fazendas verticais
Imagem reproduzida de Ag, Evolution – Canal Rural

Para otimizar o crescimento das plantas, as fazendas verticais fazem uso de tecnologias como iluminação artificial com luzes LED, sistemas de controle ambiental para monitorar e ajustar temperatura, umidade, CO2 e circulação de ar, sistemas hidropônicos ou aeropônicos para fornecer nutrientes e água diretamente às raízes, além de sensores e automação para monitoramento e ajuste das condições das plantas. Outras práticas incluem recirculação de água para reduzir o consumo e desperdício, e o uso de Inteligência Artificial e análise de dados para otimizar o crescimento das plantas e melhorar a produtividade.

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Qual o cenário atual das startups de fazendas verticais?

Fazendas verticais estão enfrentando dificuldades financeiras e algumas empresas estão indo à falência devido a avaliações superestimadas, queda do interesse dos investidores, desafios operacionais e margens estreitas. Na verdade, as fazendas verticais ainda não conquistaram bem uma participação significativa no mercado, mas há potencial de crescimento, especialmente em regiões como o Oriente Médio, que enfrenta desafios de insegurança alimentar e busca diversificar seus investimentos. Em resumo, as empresas precisam focar na lucratividade, eficiência operacional e demonstrar resultados tangíveis para atrair investidores e garantir o sucesso a longo prazo.

fazendas verticais
Imagem reproduzida de Vivo Meu Negócio
fazendas verticais
Imagem reproduzida de ANAFISCO

Mas devemos pensar positivamente! Afinal, as fazendas verticais são consideradas cruciais para o futuro da agricultura devido à sua capacidade de cultivar alimentos em ambientes controlados. Por isso mesmo, nos últimos anos, várias startups de agricultura vertical surgiram, com algumas delas obtendo investimentos significativos e altas avaliações, apesar dos pesares.

Só que, embora o potencial de crescimento seja promissor, conquistar a tão necessária participação significativa do mercado pode levar tempo. O interesse em financiar fazendas verticais especialmente no Oriente Médio é por conta disponibilidade de energia barata nessa região. Mas isso não diminui a preocupação com a rentabilidade das startups de agricultura vertical. Então, o futuro agrícola parece que continuará incerto.

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Fontes: Infomoney.

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Engenharia 360

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O fósforo é um elemento químico encontrado na tabela periódica, com o símbolo P e o número atômico 15. Trata-se de um não-metal que desempenha um papel fundamental na vida, sendo encontrado em todas as formas de vida conhecidas. Por exemplo, ele está na forma de íons fosfato (PO4³⁻), sendo absorvidos pelos organismos através da alimentação, como em carne, leite e grãos. No nosso organismo, vai desempenhar importantes funções, como a manutenção dos ossos e dentes, regulação do pH sanguíneo, produção e armazenamento de energia, síntese de proteínas, funcionamento adequado dos rins e transmissão de sinais nervosos.

fósforo
Imagem de François por Pixabay

Agora, depois de ler toda essa longa introdução, o Engenharia 360 te faz uma pergunta: qual seria a importância de se encontrar ferro no espaço, em outros planetas, luas e mais? Bem, para começar, talvez de que se possa ter vida além da Terra! Então, imagina a alegria dos cientistas ao descobrirem fósforo, um elemento tão fundamental para a vida, em oceano subterrâneo de Encélado, lua de Saturno. Saiba mais a seguir!

As principais fontes naturais de fósfoto na Terra

Na natureza, o fósforo é encontrado em rochas, solos, água e organismos vivos. As principais fontes naturais de fósforo são os fosfatos minerais, como a apatita. Esses fosfatos são liberados no ambiente através de processos geológicos, como a erosão das rochas, e podem ser adquiridos pelos seres vivos por meio da alimentação, ciclo da água e processos biológicos, como a decomposição de matéria orgânica.

fósforo
Imagem reproduzida de InfoEscola
fósforo
Imagem reproduzida de Educa Mais Brasil

Armazenamento e liberação de fósforo no solo

O fósforo é um elemento químico essencial para a vida, como dito antes. Mas precisamos destacar que sua presença em excesso pode causar problemas ambientais. E para diminuir o impacto negativo do fósforo, é importante adotar práticas e medidas que visem a sua gestão adequada. Aqui estão algumas sugestões para diminuir o impacto do fósforo:

  • Agricultura sustentável: Uso de fertilizantes de liberação lenta, aplicação precisa de fertilizantes, manejo do solo e rotação de culturas reduzem o desperdício e a perda de fósforo.
  • Tratamento de esgoto: Investir em sistemas eficientes e modernos para remover o fósforo do esgoto antes que chegue aos corpos d’água.
  • Conservação do solo: Práticas como plantio direto, cobertura vegetal e construção de terraços reduzem a erosão do solo e a perda de fósforo.
  • Controle de efluentes industriais: Indústrias devem monitorar e tratar adequadamente os efluentes que contenham fósforo antes de liberá-los no meio ambiente.
  • Conscientização e educação: Informar a população sobre os impactos ambientais do fósforo e promover práticas sustentáveis em relação ao uso e descarte de produtos que contenham fósforo.
  • Investimento em pesquisa e desenvolvimento: Desenvolver tecnologias para a remoção e recuperação de fósforo de efluentes e corpos d’água, otimizando seu uso e reduzindo a poluição.

A gestão sustentável do fósforo requer ações em múltiplas frentes, envolvendo governos, indústrias, agricultores e a sociedade como um todo.

Veja Também: Desvende a Tabela Periódica com o Engenharia 360

A descoberta de fósforo na lua de Saturno

Antes de tudo, você precisa entender que a lua Encélado possui um oceano sob sua superfície de gelo. E foi nesse ponto que os pesquisadores encontraram fósforo, em grãos de gelo salgado liberados no espaço, agora coletados e analisados pela missão Cassini da NASA. Essa descoberta indica o quê? Que o oceano de Encélado pode ser habitável para a vida!

A título de curiosidade, além de Encélado, outras luas oceânicas em torno de Júpiter e Saturno incluem Europa, Titã e Ganimedes. Futuras missões espaciais, como o Enceladus Orbilander, Jupiter Icy Moons Explorer e o Europa Clipper, estão sendo planejadas para explorar essas luas em busca de sinais de vida. O próximo passo seria enviar uma missão dedicada a Encélado, como o Enceladus Orbilander, para realizar uma análise química mais detalhada do oceano subterrâneo e investigar a habitabilidade do ambiente.

fósforo
Imagem reproduzida de Site Inovação Tecnológica
fósforo
Imagem reproduzida de Jornal da USP

Veja Também: Desvendando a Tabela Periódica – Parte 2: Germânio, Hólmio, Carbono, Chumbo e Fósforo

O fósforo na criação de DNA

O fósforo é vital para processos biológicos fundamentais, como a criação de moléculas como ácidos nucleicos (DNA e RNA), fosfolipídios (componentes das membranas celulares) e adenosina trifosfato (ATP), que é a principal molécula de energia nas células.

A presença de fosfatos dissolvidos no oceano de Encélado é, portanto, considerada importante. Na maioria dos casos, os fosfatos estão presos em minerais rochosos. Mas, nesse caso, eles estão dissolvidos em grandes quantidades no oceano. Isso torna os fosfatos prontamente disponíveis para a formação de vida. Enfim, essa descoberta tem implicações significativas para a astrobiologia e aumenta a esperança de encontrar vida além da Terra em nosso próprio sistema solar.

As próximas missões podem focar em análises químicas mais aprofundadas do oceano subterrâneo de Encélado, investigando sais dissolvidos, gases, compostos orgânicos e possíveis bioassinaturas. A saber, uma espaçonave capaz de pousar em Encélado teria a capacidade de coletar amostras do oceano e analisá-las em busca de evidências químicas e biológicas.

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Fontes: CNN Brasil.

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Engenharia 360

Redação 360

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A Polícia de Singapura procurou a Engenharia em busca de assistência para aumentar sua presença e aprimorar a vigilância e a eficiência de suas operações de segurança para a população. Como solução para expandir seu contingente de oficiais de linha de frente no Aeroporto de Changi, optou-se pela adoção de robôs de 2 metros. Esses robôs de segurança são responsáveis por patrulhar, criar barreiras em incidentes, alertar espectadores e facilitar a comunicação do público com a polícia por meio de um simples botão localizado na frente dos robôs.

Essa integração da robótica é vista como uma forma de fortalecer as capacidades dos oficiais de linha de frente e tornar as operações policiais mais eficientes. Confira mais informações neste texto do Engenharia 360!

robôs de 2 metros
Imagem reproduzida de Ryan Quek, Força Policial de Singapura, via CNN

Quais as perspectivas da Força Policial de Singapura?

A Força Policial de Singapura planeja implantar mais robôs de segurança progressivamente em toda a cidade-estado nos próximos anos, como parte de seus esforços para fortalecer a presença policial e melhorar a segurança. Os robôs possuem alto-falantes embutidos para transmitir mensagens de áudio e um painel LCD traseiro que exibe mensagens visuais. Eles têm cerca de 1,7 metros de altura, mas podem se estender para até 2,3 metros; equipados com câmeras e visão de 360 graus, oferecendo uma visão desobstruída e melhor gerenciamento de incidentes.

Como citado antes, os robôs de segurança podem formar barreiras durante um incidente. Nesse caso eles alertariam os espectadores usando luzes piscantes, sirenes e alto-falantes, enquanto os mesmos aguardam a chegada de oficiais humanos. Isso, em verdade, ajudaria a manter a ordem e a segurança até que as equipes policiais cheguem ao local.

robô de segurança singapura
Imagem reproduzida de SAPO Tek
robô de segurança singapura
Imagem reproduzida de Ryan Quek, Força Policial de Singapura, via CNN

Veja Também: A Influência Revolucionária de Leonardo da Vinci na Evolução da Robótica

Como foram os testes com os robôs de 2 metros de segurança de Singapura?

Os robôs de segurança de Singapura foram testados por cerca de 5 anos antes de serem implantados no Aeroporto de Changi. E olha que bacana, esses robôs conseguem interagir com o público por meio dos seus alto-falantes embutidos que transmitem mensagens de áudio e um painel LCD traseiro com informações visuais.

Após a implementação dos robôs de 2 metros no aeroporto, as reações das pessoas têm sido variadas em relação a essa tecnologia. Enquanto alguns ficam surpresos e acham a presença dos robôs impressionante, outros expressam desconforto ou até mesmo acham os robôs um pouco assustadores. Em resumo, a percepção do público em relação a essa nova tecnologia é mista.

robô de segurança singapura
Imagem reproduzida de Try Sutrisno Foo, via CNA

Onde mais os robôs têm sido empregados em Singapura?

Além do Aeroporto de Changi, os robôs também têm sido empregados em outras áreas de Singapura. Aliás, durante a pandemia de Covid-19, cães-robôs foram utilizados para garantir o distanciamento social estrito, e robôs de limpeza tornaram-se comuns nas estações de metrô do país, assim como no aeroporto. Esses exemplos demonstram a aplicação de robôs em diferentes contextos para auxiliar nas tarefas cívicas e na manutenção da segurança e higiene das cidades.

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Fontes: CNN.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Você sabia? A Engenharia abrange uma ampla variedade de segmentos, com mais de 30 opções disponíveis para os estudantes. Entre as áreas mais populares e disputadas estão Engenharia Aeronáutica, Ambiental, de Computação, de Controle e Automação, de Alimentos, de Petróleo, Civil, Química, de Produção e Mecânica. Estas áreas são consideradas as mais promissoras em que um engenheiro pode atuar!

Mas, antes de falarmos mais sobre tais áreas da Engenharia, vale destacar que, para atuar como engenheiro, é necessário obter o bacharelado em uma instituição credenciada pelo MEC e registrar-se no CREA – o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. E que também é importante estagiar durante a graduação, sendo a esta a melhor forma de adquirir experiência e abrir portas no mercado de trabalho.

1. Engenharia Aeronáutica

Um engenheiro aeronáutico é responsável pela projeção e manutenção de aeronaves, incluindo aviões, helicópteros, foguetes e satélites. Suas responsabilidades envolvem o projeto e estruturação desses veículos, criação de protótipos, realização de testes e coordenação de reparos. Além disso, o engenheiro aeronáutico planeja e implanta sistemas das aeronaves, como instrumentos de controle, motores e sensores, e lida com aspectos relacionados ao fluxo de tráfego aéreo.

áreas promissoras da engenharia
Imagem de Mario por Pixabay

2. Engenharia Ambiental

A atuação do engenheiro ambiental é voltada para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico sustentável. Ele desenvolve e aplica tecnologias para proteger a natureza das atividades humanas, diagnosticando e reduzindo impactos ambientais nas áreas urbanas e rurais. Suas atribuições incluem a avaliação do impacto ambiental de projetos industriais, garantia de conformidade com as leis ambientais, produção de relatórios sobre o impacto ambiental, medição de condições climáticas e fornecimento de certificados internacionais para empresas que respeitam o meio ambiente.

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3. Engenharia da Computação

A diferença entre ciência da computação e engenharia da computação reside nas áreas de enfoque. A ciência da computação está mais relacionada ao desenvolvimento de software, enquanto a engenharia da computação abrange tanto o desenvolvimento de hardware quanto de software. O engenheiro da computação projeta a parte física do computador, como estruturas e componentes, além de integrar circuitos eletrônicos e desenvolver placas de ligação. Além disso, ele pode atuar em áreas como automação industrial e robótica, desenvolvendo sistemas digitais para fábricas e indústrias.

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4. Engenharia de Controle e Automação

O engenheiro de controle e automação é responsável por projetar e operar equipamentos utilizados em processos automatizados de indústrias. Suas atividades incluem fabricação e manutenção de máquinas e sistemas automáticos, desenvolvimento de ferramentas computacionais, estudo de viabilidade técnica e econômica, elaboração de projetos de instrumentação, sensores e algoritmos. Esse profissional possui conhecimentos em robótica industrial, acionamentos hidráulicos e pneumáticos, mecatrônica e modelagem de sistemas automatizados.

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5. Engenharia de Alimentos

O engenheiro de alimentos estuda a produção de alimentos em escala industrial, desenvolvendo máquinas, software e técnicas para a conservação, armazenamento e transporte de produtos de origem animal ou vegetal. Ele também cria e testa fórmulas para determinar características como cor, sabor, consistência e valor nutricional dos alimentos. Além disso, o engenheiro de alimentos pode trabalhar no controle de qualidade, coordenando análises laboratoriais, supervisionando métodos e sistemas utilizados nas matérias-primas e nos alimentos processados.

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6. Engenharia de Petróleo

Um engenheiro de petróleo atua principalmente na indústria do petróleo e gás. Suas áreas de atuação incluem a exploração, produção e processamento de petróleo e gás natural. Eles são responsáveis por projetar e supervisionar a construção de instalações de produção, como plataformas de petróleo offshore e refinarias. Além disso, eles desenvolvem técnicas e estratégias para maximizar a extração de petróleo e gás de reservatórios, avaliando sua viabilidade econômica e garantindo a segurança e o cumprimento das regulamentações ambientais.

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7. Engenharia Civil

Um engenheiro civil tem responsabilidades relacionadas à construção civil e infraestrutura. Eles são encarregados de projetar, planejar, supervisionar e executar obras e projetos como edifícios, estradas, pontes, barragens e sistemas de abastecimento de água e saneamento. O engenheiro civil analisa as características do solo, estuda a incidência de sol e ventilação do local, além de gerenciar os recursos e equipes envolvidos na construção. Eles também podem realizar inspeção e perícia em obras já realizadas.

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8. Engenharia Química

Um engenheiro químico trabalha no desenvolvimento e supervisão de processos produtivos em indústrias. Eles são responsáveis por transformar matérias-primas em produtos químicos, farmacêuticos, alimentos, plásticos e diversos outros produtos. Os engenheiros químicos desenvolvem técnicas e metodologias para otimizar a produção, garantir a qualidade dos produtos, controlar a poluição e cumprir as normas de segurança e regulamentações ambientais.

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9. Engenharia de Produção

Um engenheiro de produção está envolvido no gerenciamento de recursos humanos, financeiros e materiais para aumentar a produtividade e eficiência de processos produtivos. Eles trabalham em diversos setores da indústria, identificando oportunidades de melhoria, otimizando fluxos de trabalho, analisando dados e implementando estratégias para melhorar a qualidade, reduzir custos e aumentar a eficiência operacional. Além disso, podem desempenhar funções relacionadas à gestão de pessoas, compras, logística e planejamento estratégico.

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10. Engenharia Mecânica

Um engenheiro mecânico atua no projeto, análise, operação e manutenção de sistemas mecânicos. Eles projetam e desenvolvem motores, máquinas, sistemas termodinâmicos e veículos. Os engenheiros mecânicos têm um amplo campo de atuação, podendo trabalhar em indústrias automotivas, eletrônicas, petroquímicas, têxteis e em outras áreas onde máquinas e equipamentos são utilizados. Eles também podem liderar equipes de produção, pesquisa e desenvolvimento, controle de qualidade e manutenção.

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Fontes: Cia de Estágios.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Recentemente, foi destaque nas mídias, a notícia de que a prefeitura de Campinas está construindo um empreendimento popular de casas de 15 m², feitas em sistema tradicional de alvenaria. E a expectativa é que essas casas abriguem cerca de 450 pessoas. É claro que essa história toda gerou muita polêmica. Afinal, você se imagina vivendo com sua família em um espaço tão reduzido assim?

Casas de 15 m²
Imagem reprodução Prefeitura de Campinas via Gazeta do Povo

Bem, só para se ter uma ideia, em um espaço de 15 m² é possível, em tese, acomodar uma cama de solteiro OU de casal, uma escrivaninha de pequeno porte, um armário igualmente pequeno e ainda conseguir, dentro disso, ter um espaço limitado de circulação. Os cômodos dessas casas modelos de Campinas incluem um cômodo menor para o banheiro e um cômodo maior com uma janela, que pode ser utilizado como sala de estar.

Casas de 15 m²
Imagem reprodução Arte, G1

Como a população beneficiada vê as casas de 15 m²?

A saber, as famílias interessadas terão até 6 meses para começar a pagar o financiamento das propriedades – sendo que a mensalidade de menor valor corresponde a 10% do salário mínimo.

Até o presente momento, a prefeitura de Campinas investiu cerca de R$ 1,7 milhão na construção das casas de 15 m². Somando os investimentos em saneamento e energia elétrica, o valor total da obra chega quase a R$ 6 milhões. E mesmo que alguns possam questionar, a população beneficiada vê as unidades como uma conquista. Só que, de fato, não podemos deixar de refletir sobre o tamanho dos imóveis, considerando-os insuficientes ou não para uma moradia digna!

Casas de 15 m²
Imagem reprodução Eduardo Lopes, Prefeitura de Campinas, via G1
Casas de 15 m²
Imagem reprodução Eduardo Lopes, Prefeitura de Campinas, via G1

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Plano Diretor de São Paulo: Por que é alvo de protestos e manifestações?

Qual é a opinião de especialistas sobre as casas de 15 m²?

As críticas ao projeto das casas de 15 m² começam pelo fato de não se adequarem ao conceito de moradia digna recomendado pela ONU, que prevê a inclusão de uma cozinha além de um quarto e um banheiro.

A Coordenação da ocupação Nelson Mandela, por exemplo, considera a iniciativa uma vitória, mas ressalta que as casas ainda estão em construção e são apenas um “embrião”. Já o presidente Lula criticou o projeto, mencionando a “degradação do ser humano” e comparando as construção realizadas em Campinas com poleiros. Ele também mencionou a falta de cozinha nas casas.

Casas de 15 m²
Imagem reprodução Eduardo Lopes, Prefeitura de Campinas, via G1

Um especialista em política habitacional, o professor Tomás Moreira, da FAU-USP, foi outro a citar nas reportagens publicadas na Internet a falta de cozinha como uma crítica ao projeto, destacando que a ONU considera a cozinha fundamental para a sobrevivência das famílias. Inclusive, segundo a ONU, o conceito de moradia digna inclui acesso a serviços básicos, como água, saneamento, energia, espaço adequado, segurança e titularidade da propriedade.

Resposta do prefeito de Campinas

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, defendeu a construção das casas de 15 m² em mensagem publicada no Twitter, alegando que as críticas são uma polêmica criada pelos “lacradores”. Ele mencionou o residencial Mandela, referindo-se à ocupação que leva o nome do ex-político sul-africano, e afirmou que os moradores assentados pela prefeitura podem testemunhar sobre a veracidade do projeto.

O vice-prefeito de Campinas, Wanderley de Almeida, classificou as críticas ao projeto como “lamentáveis”. Ele destacou que as famílias que serão beneficiadas vivem em moradias improvisadas, como barracos, sem saneamento básico, e que a iniciativa é uma solução negociada em concordância com o Judiciário. No discurso feito nas mídias digitais, o prefeito de Campinas chegou afirmar que o projeto é uma solução negociada para famílias em situação de risco e que as casas são maiores que seus barracos anteriores. E que as casas são apenas “embriões residenciais”. A Frente Nacional de Prefeitos também manifestou apoio.

Agora é a sua vez de expressar sua opinião sobre o assunto. Compartilhe na seção de comentários do 360, logo abaixo, o que você achou desse projeto controverso das casas de 15 m² em Campinas. Seria uma solução adequada e digna ou insuficiente?”

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Fontes: Revista Oeste, Poder 360, G1, G1- 2.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

A revisão do Plano Diretor de São Paulo tem sido alvo de intensos debates e críticas. Esse plano tem como objetivo orientar o desenvolvimento urbano da cidade nos próximos anos. Porém, o texto da revisão tem levantado preocupações. Há resistência por parte de diversos setores, como engenheiros, arquitetos, urbanistas e movimentos sociais, que defendem uma reformulação do texto, visando corrigir problemas e avançar rumo a uma cidade mais justa e inclusiva. Continue lendo o artigo do Engenharia 360 para saber mais!

Entendendo o papel do Plano Diretor no desenvolvimento das cidades

Um Plano Diretor tem como propósito guiar o desenvolvimento de uma cidade de maneira planejada e equilibrada. Resumindo, ele estabelece diretrizes e metas.

A revisão periódica do Plano Diretor é necessária para atualizá-lo conforme as mudanças sociais, econômicas e demográficas ao longo do tempo. Isso permite corrigir falhas e ajustar políticas públicas conforme necessário.

Claro que nem precisamos dizer que as cidades brasileiras enfrentam hoje grandes desafios em termos de urbanismo, como a expansão desordenada, com ocupação irregular do solo e falta de infraestrutura. A mobilidade urbana é um problema. Além disso, a habitação precária e o déficit habitacional são questões significativas. Sem contar que há desigualdade social e segregação espacial, com áreas privilegiadas concentrando renda e serviços. A preservação ambiental também é um desafio, com o crescimento urbano gerando degradação ambiental. Por fim, a falta de participação cidadã no planejamento urbano é um obstáculo a ser superado.

Abordar esses problemas nos planos diretores é essencial para promover cidades mais sustentáveis, inclusivas e resilientes.

plano diretor de são paulo
Imagem de wirestock em Freepik

Participação popular na elaboração do Plano Diretor

Como dito antes, o processo de revisão do Plano Diretor deveria obrigatoriamente contar com a participação ativa e inclusiva da população, organizações da sociedade civil, especialistas e outros stakeholders relevantes. Isso pode ser alcançado por meio de audiências públicas, consultas formais, grupos de trabalho, parcerias com organizações da sociedade civil, plataformas online, oficinas e eventos participativos, transparência e comunicação efetiva. Esses mecanismos garantem que as opiniões e necessidades da comunidade sejam consideradas, permitindo uma revisão mais abrangente e representativa do Plano Diretor.

Veja Também: Como o urbanismo social pode revolucionar as periferias brasileiras?

Pontos abordados nos textos de Planos Diretores

Vamos recapitular! Então, um plano revisado deve abordar o uso do solo nas cidades através de estratégias para equilibrar o desenvolvimento urbano com a proteção de áreas verdes, preservação do patrimônio histórico e cultural, e acesso à moradia digna. Para isso, propondo programas de habitação social, parcerias público-privadas e regularização fundiária, além de combater a segregação urbana. Também busca evitar a gentrificação, deslocamento de comunidades tradicionais e valorização imobiliária, promovendo a diversidade social.

plano diretor de são paulo
Imagem de Freepik

A sustentabilidade e proteção ambiental são incorporadas ao plano através de diretrizes de planejamento urbano que incentivam o uso eficiente de recursos, energias renováveis e construção sustentável. E não pode ser desconsiderado as necessidades de mobilidade urbana, promovendo transporte público eficiente, ciclovias e calçadas acessíveis.

Por último, para estimular o desenvolvimento econômico, o plano precisa prever a criação de zonas comerciais e industriais, atração de investimentos e apoio a empreendedores locais. Também contemplar questões como abastecimento de água, saneamento básico, energia, coleta de resíduos e provisão de equipamentos comunitários, buscando ampliar o acesso a serviços básicos de infraestrutura.

Veja Também: Engenharia Urbana vs. Arquitetura Urbana: semelhanças, diferenças e possibilidades de atuação

Alterações propostas para o Plano Diretor de São Paulo

O Plano Diretor Estratégico de São Paulo está na lei municipal que orienta o crescimento e desenvolvimento urbano da cidade, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável ao longo de um período de anos. No entanto, o texto da revisão mais recente do plano tem sido alvo de críticas. Mas o relator do projeto afirma que a revisão busca aproximar os mais pobres do transporte público, promovendo a igualdade social.

plano diretor de são paulo
Imagem de wirestock em Freepik

Mudanças propostas no novo texto da revisão

O novo texto propõe reduzir as distâncias permitidas para a construção de prédios próximos a estações de trem, metrô e corredores de ônibus. A base do prefeito na Câmara Municipal acabou recuando em pontos polêmicos, como a redução do tamanho das áreas de influência dos eixos estruturais e a retirada da possibilidade de uso de recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano (Fundurb) para asfaltamento de vias.

O relator afirma que pleitos da sociedade civil foram atendidos na revisão, como a ampliação das áreas verdes e o estímulo à produção de habitação para os mais pobres. Mesmo assim, a revisão do Plano Diretor ainda enfrenta resistência e críticas de diversos setores, incluindo engenheiros, arquitetos, urbanistas e representantes de associações de moradores.

plano diretor de são paulo
Imagem reproduzida de Gazeta de Pinheiros

Polêmicas e resistências em torno da revisão

Movimentos sociais e entidades da sociedade civil, como a Rede Nossa São Paulo, o MTST e o Instituto Pólis, defendem uma reformulação do texto de revisão do Plano Diretor, visando corrigir problemas e distorções, e avançar em direção a uma cidade mais justa e inclusiva.

Há ações na Justiça, críticas de políticos como Fernando Haddad e queixas de moradores em relação à revisão do Plano Diretor. Entidades como a Rede Nossa São Paulo, o Instituto Pólis e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto estão entre os grupos que protestam contra a revisão.

plano diretor de são paulo
Imagem reproduzida de Agência Brasil – EBC
plano diretor de são paulo
Imagem reproduzida de Agência Brasil – EBC

Eles são contra a revisão do Plano Diretor Estratégico de São Paulo, alegando que o texto, diferente do que se afirma, não prioriza os mais carentes e favorece o mercado imobiliário. E criticam a possibilidade de aumento de prédios nas regiões com transporte público, alegando que não são destinados à moradia popular. Ou seja, que tudo estaria priorizando mesmo o mercado imobiliário em detrimento das necessidades da população em geral.

A impressão é que esta seria uma manobra dos gestores públicos de verticalização da cidade, acabando por causar uma perda de poder de decisão da administração municipal.

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Previsão para a votação final da revisão

As discussões e debates sobre a revisão do Plano Diretor continuam em andamento na Câmara Municipal de São Paulo. O projeto já foi aprovado em primeira votação, mas as críticas e pedidos de alterações continuam mantidas.


Atualização: No fim de junho de 2023, mais de 160 entidades e grupos de urbanistas criticaram o texto substitutivo do Plano Diretor de São Paulo, apontando questões como prédios mais caros próximos a áreas de transporte público, supervalorização de imóveis, falta de estudos justificando as mudanças propostas e substituição de bairros históricos por prédios. Urbanistas afirmam que as alterações podem resultar em mais trânsito, menos áreas arborizadas e impactos negativos na paisagem e na acessibilidade. O relator do projeto anunciou mudanças, mas críticos alegam falta de participação e desconhecimento da dinâmica da cidade. A prefeitura defende o processo participativo e transparente realizado na revisão do plano.

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Fontes: Agência AEC Brasil, UOL, Diário do Norte, Jovem Pan, UOL.

Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Um modelo de engenharia de submersível chamado “Titan”, pertencente à operadora de turismo OceanGate Expeditions, desapareceu em junho de 2023, durante uma expedição aos destroços do Titanic no Oceano Atlântico, perto do Canadá. A embarcação tem poucas horas de oxigênio restantes. Cinco pessoas estavam a bordo, incluindo o famoso empreendedor bilionário britânico Hamish Harding. Saiba mais neste texto do Engenharia 360!

titan - exploração titanic
Imagem divulgação via O Globo

Veja Também: Explorando as Profundezas: A Tecnologia de Mapeamento de Águas Profundas para Estudo do Titanic

Como é a expedição realização pelo Titan ao local do naufrágio do Titanic?

Antes de tudo, precisamos contar que a localização aproximada dos destroços do Titanic é cerca de 600 km da costa de St John’s, Newfoundland, no Canadá, a uma profundidade de aproximadamente 3.800 metros no Oceano Atlântico.

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Imagem reproduzida de CNN
titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Extra Globo

A expedição realizada até os destroços do Titanic geralmente dura oito dias. É a empresa OceanGate Expeditions que oferece uma expedição ao ponto do naufrágio, com um custo a partir de US$ 250.000 (equivalente à cerca de R$ 1,194 milhão). O pacote inclui um mergulho de oito horas até os destroços do navio.

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Extra Globo
titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de OceanGate, via TechCrunch

Como é a engenharia do submersível Titan?

O Titan foi concebido para apoiar missões de pesquisa, estudos geológicos, exploração de naufrágios e outras atividades relacionadas ao oceano profundo. A saber, a embarcação pertence à operadora de turismo OceanGate Expeditions pesa cerca de 10 toneladas, é feito de fibra de carbono e titânio – ligas conhecidas por sua resistência e baixo peso -, e possui autonomia de até 96 horas (com cinco pessoas a bordo).

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Ocean News and Technology
titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Wikipedia – https://en.wikipedia.org/wiki/File:Cyclops_1_Submersible.jpg

Veja Também: Fotos inéditas do Titanic, naufragado em 1912, são reveladas em altíssima resolução

O submarino desaparecido, chamado “Titan”, possui as seguintes especificações técnicas:

  • Comprimento: 6,7 metros
  • Largura: 2,5 metros
  • Altura: 2,8 metros
  • Profundidade máxima: 4.000 metros (13.123 pés)
  • Velocidade: 5,5 km/h (3 nós)
  • Capacidade de carga útil: 685 kg

O submersível Titan foi construído com uma estrutura resistente para suportar a pressão extrema das profundezas oceânicas. Ele possui um compartimento de observação com amplas janelas para proporcionar vistas panorâmicas do ambiente submarino. E está equipado com um sistema avançado de iluminação e câmeras de alta resolução para capturar imagens e vídeos do fundo do oceano. Essas câmeras são essenciais para documentar as descobertas científicas e a vida marinha durante as expedições.

No interior do submarino, existem três telas, uma para informações de navegação, outra para o sonar e uma tela maior para exibir imagens aos passageiros. O veículo é controlado por um dispositivo semelhante a um joystick de videogame. E, além disso, o Titan possui um sistema integrado de monitoramento de saúde em tempo real, que utiliza sensores acústicos e medidores de tensão para avaliar a integridade do casco durante cada mergulho.

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Editoria de Arte O Globo

Veja Também: Titanic: saiba como fazer HOJE MESMO uma visita virtual a este majestoso dos mares

O que está sendo feito para encontrar o submersível Titan desaparecido?

Como dito antes, cinco pessoas estavam a bordo do submersível desaparecido, incluindo o empresário Hamish Harding. As autoridades se esforçaram esforços na operação de busca e resgate, utilizando aeronaves, boias de sonar e tecnologia de radar para localizar a embarcação. A Guarda Costeira dos Estados Unidos e as Forças Armadas do Canadá estão envolvidas nas buscas, com recursos aéreos e navais. Mas na quinta-feira, 22 de junho de 2023, o ar interna da capsula chegou ao fim!

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Imagem reproduzida de Mapbox via CNN
titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Guarda Costeira Canadense, ARQUIVO, via CNN

Claro que a prioridade das autoridades ainda é encontrar a embarcação. Independente do submarino ser encontrado, planos estratégicos para futuros resgates subaquáticos serão implementados em cooperação com a Marinha dos Estados Unidos, as Forças Armadas do Canadá e parceiros da indústria privada para avaliar as capacidades. Os esforços de busca estiveram sobretudo em uma área remota do Atlântico Norte, próximo a Cape Cod, Massachusetts.

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de OceanGate via UOL

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Fontes: G1, G1 – 2, O Globo, O Globo – 2, CNN.

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