Um dos materiais mais usados hoje na construção civil são os painéis OSB (Oriented Strand Board), que é material derivado da madeira, composto por pequenas lascas de madeira orientadas em camadas cruzadas seguindo uma determinada direção. Eles são bastante resistentes e rígidos. Mas levam na sua composição adesivos sintéticos tóxicos à base de formaldeído. Além disso, costumam ser produzidos com partículas de madeira de pinus e eucalipto, o que levanta questões de sustentabilidade e desmatamento.

mamona e bambu na construção civil
Imagem reproduzida de Ufla

Pensando em promover a biodegradabilidade e a renovação do material, pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (Ufla) e da Universidade Federal do Ceará (UFC) apresentaram uma alternativa inovadora, painéis de construção utilizando bambu e nanopartículas de celulose de torta de mamona. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para entender como essa pesquisa é promissora para guiar a Engenharia e Arquitetura para um rumo menos prejudicial ao meio ambiente e à saúde humana na construção civil!

mamona e bambu na construção civil
Foto de Oleksandr P: https://www.pexels.com/pt-br/foto/arvore-de-bambu-320029/
mamona e bambu na construção civil
Imagem de LoggaWiggler por Pixabay

O processo de produção dos novos painéis de bambu e mamona

O estudo universitário citado apontou que o bambu pode ser usado para substituir a madeira, especificamente os painéis OSB. Especialmente as nanofibrilas de celulose de torta de mamona entraram para substituir o adesivo tóxico que normalmente é usado na fabricação dos painéis.

Nos experimentos, os bambus utilizados foram fornecidos pela Ufla. Eles foram reduzidos em partes menores e tratados para evitar o apodrecimento. E, em seguida, as partículas de bambu foram unidas usando um pouco de resina de formaldeído, que é reduzida pela presença das nanofibrilas de celulose de torta de mamona. Enfim, o resultado foram painéis prensados em alta temperatura e cortados em partes menores para análise.

mamona e bambu na construção civil
Imagem reprodução Ufla, via G1
mamona e bambu na construção civil
Imagem reprodução Ufla, via G1

Os novos modelos de painéis tiveram suas propriedades físicas e de resistência testadas, bem como a quantidade de formaldeído emitida pelos painéis. As respostas foram positivas, indicando que essa é, sim, uma opção menos tóxica, biodegradável e renovável para a construção civil.

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A vantagem ambiental da nova alternativa em comparação com os painéis OSB convencionais

São vantagens ambientais dos novos painéis em bambu e mamona, a nova alternativa em relação aos painéis OSB convencionais:

  • Uso de fonte renovável de material de construção.
  • Biodegradabilidade das nanofibrilas de celulose.
  • Redução do uso de adesivos sintéticos tóxicos.
  • Contribuição para a redução da emissão de compostos nocivos.
  • Opção menos tóxica, sustentável e amiga do ambiente para a construção civil.
mamona e bambu na construção civil
Imagem reprodução Ufla, via G1

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Os próximos passos do estudo voltado à construção civil

O estudo com bambu e mamona voltado à construção civil já ganhou um prêmio na 3ª edição do Programa 25 Mulheres na Ciência América Latina.

Daqui em diante, os pesquisadores pretendem realizar novas verificações, focando na produção industrial. O estudo completo deve ser publicado até o final de 2023.

São os cientistas envolvidos nesse estudo voltado à construção civil:

  • Pesquisadora Bárbara Maria Ribeiro Guimarães de Oliveira. Responsável pelo projeto e atualmente realizando pós-doutorado no Departamento de Engenharia Química da UFC. Ela concluiu sua graduação em Agronomia na UFLA, fez seu mestrado em Ciência e Tecnologia da Madeira e doutorado em Engenharia de Biomateriais, ambos na UFLA.
  • Professor Francisco Murilo Tavares de Luna – orientador da pesquisa de Bárbara na UFC.
  • Pós-graduanda em Engenharia Química Solange Assunção Quintella.
  • Lourival Marin Mendes, José Benedito Guimarães Junior e Gustavo Henrique Denzin Tonoli, professores da Escola de Ciências Agrárias de Lavras (Esal/UFLA).

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Fontes: G1.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Recentemente, uma equipe de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apresentou o projeto inovador para um sensor portátil que poderia contribuir para a análise da qualidade da água consumida pelas pessoas em casa. Seu custo unitário seria bastante baixo, um pouco mais de R$ 0,50. Por isso, é acessível à maioria da população. Saiba mais sobre essa grande novidade no texto a seguir, do Engenharia 360!

qualidade da água
Imagem de jcomp em Freepik

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Quais materiais são utilizados na fabricação desse sensor?

Esse novo sensor desenvolvido pela USP é fabricado com papelão – que pode ser reaproveitado – e nanopartículas de ouro sintetizadas por laser. Seu estudo foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). E, a princípio, se concluiu que o uso dessas nanopartículas na fabricação eliminava a necessidade de manipulação humana, tornando a produção mais econômica em larga escala. Esse processo é mais sustentável em comparação com a fabricação de sensores que envolvem o uso de reagentes químicos tóxicos!

As nanopartículas de ouro proporcionam maior especificidade na detecção de espécies químicas, não se limitando apenas à detecção de hipoclorito, em comparação com métodos tradicionais, como serigrafia, impressão a jato de tinta e outros.

Quais substâncias químicas o sensor é capaz de detectar?

Esse sensor da USP, incrivelmente barato, é capaz de identificar compostos químicos presentes em líquidos, incluindo compostos como o hipoclorito, que é utilizado no controle de qualidade da água da torneira e de piscinas, por exemplo. Vale destacar que o dispositivo medidor simples poderia ser aplicado de forma simples e acessível. Resumindo, qualquer um poderia monitorar a qualidade da água da sua própria casa. Sem dúvidas, tem-se um retorno bem alto para um custo tão baixo!

qualidade da água
Ilustração Gabriel N. Meloni, Agência Fapesp, via O Globo

Veja Também: Qual a Viabilidade da Geração de Eletricidade através das Tubulações de Água?

Quais são as possíveis utilidades desse sensor além do controle de qualidade da água?

É importante dizer que o sensor da USP tem grande potencial, muito além da criação de um mapa de controle de qualidade da água – sobretudo por ser fácil de usar, poder ser feito em larga escala, e com baixo custo de produção. Mas claro que só isso já ajudaria na implementação de boas políticas públicas nessa área!

Daria ainda para adaptar a pesquisa para a detecção de outras espécies químicas de interesse tanto na área de saúde quanto ambiental. Por exemplo, o desenvolvimento de medidores simples e baratos para monitoramento de saúde em tempo real, como níveis de glicose no sangue. Ou a identificação de poluição em ambientes específicos.

Há a expectativa de que o novo sensor reduziria a dependência de etapas manuais, tornando-o altamente escalável. Além disso, o sensor é sustentável. Sem dúvidas, essa será uma ferramenta valiosa no futuro. Vamos aguardar para ver a evolução da tecnologia!

qualidade da água
Imagem reprodução Agência Fapesp, via USP

Já há interesse de empresas como a Google, Microsoft e Samsung para fechar parceria com os idealizadores do projeto desse novo sensor para a medição da qualidade da água. Mas a equipe ainda precisa realizar o patenteamento da tecnologia, sem contar o aprimoramento da mesma para poder ter seu uso expandido para outras aplicações. Se gostou da novidade, compartilhe esse texto com quem possa interessar!

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Fontes: Folha de Pernambuco.

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Engenharia 360

Redação 360

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A maioria de nós não sabe qual a verdadeira origem do petróleo. Contudo, entendemos que, a partir de sua descoberta, o material passou a ser considerado uma fonte valiosa de energia. Sem dúvidas, ele desencadeou inúmeras mudanças na sociedade moderna e impacta nossa vida até os dias de hoje.

Saiba que entender como o petróleo se formou é crucial para o desenvolvimento de tecnologias e usos futuros. Fora que essa compreensão contribui para a conscientização ambiental, destacando a importância de buscar fontes de energia mais sustentáveis e reduzir a dependência do petróleo, que desempenha um papel importante nas mudanças climáticas.

Portanto, o conhecimento correto sobre a origem do petróleo é essencial para moldar nosso futuro energético de maneira mais responsável e eficiente. Se ficou curioso, continue lendo este artigo do Engenharia 360!

Origem do Petróleo

Onde as jazidas de petróleo são encontradas?

Atualmente, os maiores produtores de petróleo no mundo são Rússia, Estados Unidos, Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Venezuela, México e Inglaterra.

Origem do Petróleo
Imagem de C Morrison por Pixabay

As jazidas de petróleo são encontradas em bacias sedimentares, no assoalho oceânico, no fundo dos mares ou lagos, sob condições específicas de pressão. E elas se formam a partir da decomposição de matéria orgânica. Do que? Será que de resto de dinossauros? Calma, pois já falaremos sobre isso!

Origem do Petróleo
Imagem de John R Perry por Pixabay

Neste momento do texto, queremos destacar que os principais componentes químicos do petróleo são carbono (82%), hidrogênio (12%), nitrogênio (4%), oxigênio (1%), sais (0,5%) e metais (0,5%). Ou seja, trata-se de uma mistura complexa de hidrocarbonetos, compostos formados principalmente por carbono e hidrogênio. Lembrando que a descoberta sobre a composição do petróleo no subsolo teve implicações significativas para a exploração e produção de petróleo.

Por que a ideia de que a origem do petróleo provém dos dinossauros é equivocada?

Sempre ouvimos falar na escola que o petróleo é o resultado da decomposição de matéria orgânica. Porém, em algum momento da história, o petróleo, que é conhecido como “óleo de pedra” devido à junção das palavras “petrus” (pedra) e “oleum” (óleo), ficou relacionado com a questão dos dinossauros. Os cientistas afirmam que se trata de um equívoco.

O petróleo não é formado de forma significativa pela decomposição dos dinossauros, mas da decomposição de microorganismos marinhos, como plâncton e algas, que se acumularam no fundo do mar e foram submetidos a pressão e temperatura específicas ao longo de milhões de anos, o que resultou na formação de cadeias de hidrocarbonetos.

Origem do Petróleo
Imagem de IA de vecstock em Freepik

A saber, a energia do petróleo é explicada pela ciência através da teoria orgânica. Enfim, compreendemos que os hidrocarbonetos formados nesse processo impressionante de decomposição de restos de animais são queimados para liberar energia.

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Fontes: BBC, MegaCurioso.

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Engenharia 360

Redação 360

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A maioria das construções residenciais apresentam uma arquitetura com cobertura em águas, sendo as “abas” de inclinação de um telhado. E a função desses elementos é garantir a durabilidade das edificações, protegendo a estrutura do imóvel bem como seus moradores através da realização do escoamento devido da água das chuvas, evitando o acúmulo que poderia levar a problemas como rachaduras e infiltrações.

Neste artigo do Engenharia 360, explicamos como calcular a inclinação de um telhado passo a passo. Confira!

Inclinação de um Telhado
Imagem de Michal Jarmoluk por Pixabay

Cálculo da inclinação de um telhado passo a passo

Antes de tudo, precisamos destacar que a inclinação – além da área de cobertura, comprimento do beiral e altura da cumeeira – de um telhado deve ser determinada no desenho arquitetônico da edificação. Essa ação deve impactar a escolha do material a ser usado na cobertura e, consequentemente, no cálculo de inclinação do telhado.

Conhecer a inclinação do telhado é de suma importância em um projeto de construção ou reforma, pois ela influencia a área de cobertura, o comprimento do beiral e a altura da cumeeira adequados, além de ajudar na escolha do tipo de telha mais indicado.

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Inclinação ideal para telhas de concreto, cerâmica, metálica e fibrocimento

O cálculo de inclinação de telhado é realizado com base em percentuais, ou seja, a unidade de medida usada para a inclinação é a porcentagem (%). Como explicado antes, cada tipo de telha precisará de certa altura de estrutura de telhado para escoamento das águas. Ou seja, os diferentes tipos de telhas têm inclinações específicas:

  • Telha de concreto: 30%.
  • Telha de cerâmica: 30%.
  • Telha metálica: Média de 10%.
  • Telha de fibrocimento: 10%.

No geral, a inclinação indicada pelos fabricantes é variando de 10% a 30%.

Inclinação de um Telhado
Imagem reproduzida de Calcular e Converter

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Fórmula para calcular a inclinação do telhado

O cálculo de telhado pode ser resumido pela relação entre o comprimento e a altura do telhado. Primeiro deve-se medir o tamanho que terá o telhado e dividir a porcentagem pelo comprimento do telhado. O resultado deve mostrar quanto o telhado sobe verticalmente a cada 100cm (1 metro) na horizontal. Vamos simular?

Inclinação de um Telhado
Ilustração de Mayara Pillegi | Imagem reproduzida de Pinterest
Inclinação de um Telhado
Imagem reproduzida de decorei.org

Suponhamos que você esteja planejando construir um telhado com telhas metálicas e deseje calcular a inclinação necessária. Você tem um projeto de telhado com 6 metros de largura. Vamos usar uma inclinação média de 10% para telhas metálicas. Então, dividimos a porcentagem pelo comprimento do telhado: 10% / 100 = 0,10 (em forma decimal). A conclusão é que esse telhado subirá verticalmente a cada 100 cm na horizontal: 0,10 x 100 = 10 cm.

Inclinação de um Telhado
Imagem reproduzida de Viva Decora

Outro exemplo: para um telhado de 8 metros de largura com inclinação de 30%, a cumeeira estará a 1,20 metros de altura.

Inclinação de um Telhado
Imagem reproduzida de Pedreirao

Importância do cálculo de inclinação de telhado

Para garantir a durabilidade do telhado, é crucial considerar:

  • Inclinação adequada para escoamento eficiente da água da chuva:
    • Evita acúmulo e infiltrações, preservando a estrutura do telhado e prolongando sua vida útil.
    • Contribui para a resistência contra ventos fortes e outros elementos climáticos.
  • Prevenção de rachaduras e infiltrações:
    • A inclinação correta impede o acúmulo de água, evitando danos como rachaduras, infiltrações e mofo no telhado e no interior da casa.
    • Reduz a formação de gelo no inverno, prevenindo danos estruturais.
  • Escolha do tipo de telha apropriado:
    • Cada tipo de telha requer uma inclinação mínima para funcionar corretamente.
    • Ao calcular a inclinação do telhado, é possível selecionar o tipo de telha mais adequado, garantindo tanto funcionalidade quanto estética.

Calcular a inclinação do telhado é uma etapa essencial para garantir a segurança, durabilidade e estética da sua casa. Ao seguir as dicas e informações deste guia, você estará pronto para calcular a inclinação do seu telhado e escolher o tipo de telha mais adequado para o seu projeto.

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Fontes: Brasilit.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Antes de falarmos sobre a nova Usina de Dessalinização em Fortaleza, queremos comentar como a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) descreve o papel dos cabos submarinos. A agência afirma que eles são cruciais para a conectividade de Internet no Brasil. Inclusive, eles são responsáveis hoje por 9% do tráfego de dados que interconectam o país com o resto do mundo, especialmente com a Europa, África e América do Norte e Central. Isso quer dizer que qualquer interrupção desses cabos pode resultar em uma significativa queda na qualidade da transmissão ou até mesmo em um apagão completo, afetando a comunicação.

cabos submarinos
Imagem divulgação EllaLink via G1

Agora entramos no caso do texto. O governo estadual do Ceará está realizando em zona estratégica na Praia do Futuro, em Fortaleza, a construção de uma usina de dessalinização. Contudo, esse é o mesmo ponto do país com relevante conexão de cabos submarinos. E algumas autoridades temem que as obras possam impactar severamente o setor de telecomunicações. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

Usina de Dessalinização
Imagem divulgação Cagece via Olhar Digital

Qual é a previsão inicial para o início das operações da usina de dessalinização em Fortaleza?

Vamos aos dados principais da obra! O projeto dessa nova usina de dessalinização, em construção na cidade de Fortaleza, foi realizado através de uma participação público-privada envolvendo duas empresas brasileiras e uma da Espanha – sendo uma iniciativa liderada pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) -, no valor de 3,2 bilhões de reais. A expectativa é que mais de 700 mil moradores da região sejam beneficiados após o início das operações, em 2025.

Contudo, as obras estão paradas aguardando licença ambiental, ao mesmo tempo em que a Anatel emitiu uma recomendação contrária à instalação do projeto devido aos riscos aos cabos submarinos, o que resultou na paralisação temporária do projeto.

Usina de Dessalinização
Imagem divulgação Cagece via Notícias do Amanhã

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Qual é a preocupação das empresas de telecomunicações em relação a esse projeto?

As empresas de telecomunicações estão muito temerosas da instalação dessa usina de dessalinização em Fortaleza, alegando que a obra possa danificar os cabos submarinos de fibra ótica que passam por essa região, causando um apagão na Internet. Por exemplo, causando o rompimento dos cabos, cuja recuperação levaria de 40 a 50 dias. Inclusive, elas recomendam a transferência da usina para outra localização.

Agora, esse manifesto enfrenta resistência, pois, do outro lado, estão investidores e políticos prometendo aumentar em 12% a oferta de água potável na região. O governo argumenta que transferir o projeto para outra região mais distante encareceria o projeto e, consequentemente, a tarifa da água. Mas será que a população como um todo não pagaria mais se os tais cabos submarinos fossem rompidos?

cabos submarinos
Imagem reproduzida de pvproductions via Freepik

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Como as empresas responsáveis pelo projeto planejam evitar riscos para os cabos submarinos?

As empresas de saneamento responsáveis pela obra da usina de dessalinização em Fortaleza afirmam ter deslocado o ponto de captação da água do mar para uma área que fica a mais de 500 metros de onde passam os cabos submarinos, aumentando significativamente a distância entre os cabos e a infraestrutura da usina. Além disso, a tubulação que será utilizada para a captação da água do mar estará em uma profundidade de mais de seis metros, sem interferir nas tubulações já existentes ou mesmo nos cabos. E também se planeja um acompanhamento das operações, cuidando de diversas infraestruturas, como cabos, gás, água, esgoto, drenagem e rede elétrica.

As alterações do projeto já somam entre R$ 35 a 40 milhões, visando garantir que a usina não apresente nenhum risco ao funcionamento dos cabos submarinos. E, desde então, as empresas esperam que a Anatel repense sua medida, reconhecendo os esforços para mitigar os riscos aos cabos submarinos.

No geral, há um conflito de interesses entre a necessidade de garantir a oferta de água potável e a importância de manter a infraestrutura de internet funcionando sem interrupções.

Usina de Dessalinização
Imagem divulgação Cagece via Notícias do Amanhã

Nota: O projeto da usina de dessalinização em Fortaleza foi aprovado na tarde desta quarta-feira (8) pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) – 22 votos favoráveis e 4 abstenções; mas ajustado para reduzir o risco. Porém, as operadoras temem interrupções. A licença prévia deve ser publicada em até 5 dias no Diário Oficial do Estado. O próximo passo é a apresentação do projeto à Superintendência do Patrimônio da União (SPU), que deve autorizar o acesso do empreendimento ao mar da Praia do Futuro.

Esse conflito de interesses, entre garantir água potável e Internet funcionando sem interrupções, ainda vai longe, com certeza. Qual a sua opinião sobre o caso? Escreva na aba de comentários!

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Fontes: G1, G1 – 2.

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Engenharia 360

Redação 360

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Uma das tarefas mais difíceis e úteis que podemos aprender nessa vida é, sim, trocar uma tomada elétrica. Mas só entendemos a verdadeira importância disso quando a necessidade aparece, quando surge uma tomada danificada ou quando se precisa instalar uma nova em um local específico. E, na verdade, um trabalho bem feito deve considerar os riscos elétricos.

Para garantir a segurança, é essencial termos por perto as ferramentas certas – como chaves de fenda, alicates e um multímetro para verificar a corrente elétrica. Ademais, é preciso buscar conhecer os tipos de fiações, como ligar e desligar a eletricidade e quais os devidos procedimentos de segurança a serem tomados em cada etapa da troca das tomadas elétricas dos ambientes.

Tomada Elétrica
Imagem de ededchechine em Freepik

Neste texto do Engenharia 360, exploraremos em detalhes o que é necessário para trocar uma tomada elétrica com segurança, desde as ferramentas essenciais até os passos apropriados a serem seguidos. Confira!

Tomada Elétrica
Imagem de Freepik

Passo a passo para troca de uma tomada elétrica

  1. Desligue a energia: Antes de tudo, desligue a energia elétrica no disjuntor ou fusível correspondente.
  2. Remova a tomada antiga: Retire a tampa da tomada elétrica e desparafuse-a do suporte na parede. Tome cuidado para não tocar nos fios expostos.
  3. Desconecte os fios: Solte os fios da tomada antiga, normalmente conectados aos parafusos coloridos (preto, vermelho e verde/amarelo). Anote a posição de cada fio.
  4. Prepare a nova tomada: Certifique-se de que a nova tomada seja compatível com a voltagem da instalação elétrica. Abra espaço para os fios nos bornes da tomada elétrica.
  5. Conecte os fios: Conecte os fios da instalação elétrica nos bornes correspondentes da nova tomada, seguindo a mesma ordem que na tomada antiga. Normalmente, preto (fase) ao parafuso dourado, vermelho (fase) ao parafuso dourado, verde/amarelo (terra) ao parafuso verde.
  6. Fixe a tomada: Prenda a nova tomada elétrica ao suporte na parede e recoloque a tampa.
  7. Ligue a energia: Volte a ligar a energia no disjuntor ou fusível e verifique se a tomada está funcionando corretamente.
Tomada Elétrica
Imagem de Freepik

Tipos de tomadas elétricas

Usamos este momento do texto para dar aquela “pincelada” em um conhecimento básico sobre elétrica. Então, é importante esclarecer que existem diferentes tipos de tomadas. A de dois pinos, por exemplo, possui apenas dois orifícios para encaixe. Já a de três pinos, possui um terceiro pino adicional, que é o pino de aterramento. A diferença crucial é que a tomada de três pinos é mais segura, já que esse aterramento descarrega as correntes elétricas indesejadas, aumentando a proteção contra choques elétricos e incêndios.

Super dica: Para identificar o tipo de tomada que está substituindo, basta observar o número de orifícios na tomada e, se houver três, você está lidando com uma tomada de três pinos, que deve ser substituída por outra do mesmo tipo para garantir a segurança e conformidade elétrica.

Veja Também: Como poderíamos resumir a ‘elétrica residencial básica’?

Precauções de segurança para troca de tomada elétrica

Precauções de segurança:

  • Certifique-se de que a energia está desligada antes de iniciar o trabalho.
  • Use ferramentas adequadas e mantenha as mãos secas – pode-se usar ainda luvas isolantes para proteção pessoal.
  • Evite tocar nos fios desencapados enquanto estiverem energizados.
  • Verifique se a nova tomada está bem conectada para evitar problemas elétricos.

Desligamento de disjuntor

O desligamento da eletricidade de um imóvel deve ser feito através do disjuntor correspondente no painel elétrico. E lembre-se de que isso não é uma opção! Se você não desligar o disjuntor certo antes da troca, estará exposto a possíveis choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios.

Além disso, é recomendável utilizar um multímetro para testar a tomada e assegurar que não há mais energia fluindo através dela. E, ademais, não esqueça de sempre seguir as instruções fornecidas pelo fabricante para garantir a segurança do procedimento.

Tomada Elétrica
Imagem de bearfotos em Freepik

Veja Também: O que são disjuntores monopolar, bipolar e tripolar e quais suas funções?

Importância de contratar um eletricista profissional

Para garantir que a nova tomada seja segura e funcione corretamente, é necessário realizar uma verificação minuciosa da fiação. Certifique-se de apertar firmemente os fios nos terminais da tomada, seguindo as orientações detalhadas no manual de instalação do produto.

Tomada Elétrica
Imagem de Freepik

Nem precisamos dizer que, se algo der errado, até mesmo com a fiação na hora da troca da tomada, é preciso desligar imediatamente o disjuntor, interrompendo a corrente de energia.

Em caso de dúvida, é melhor buscar assistência de um eletricista qualificado. Evite usar a tomada até que um profissional competente possa resolver o problema de forma segura e adequada.

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Fontes: Soedil.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Recentemente, a marca Apple realizou um evento especial para o lançamento do novo iPhone. Na sequência, a Google anunciou que realizaria também um evento, o “Made by Google”, só que para a apresentação dos seus novos smartphones da linha Google Pixel 8 e a nova geração Pixel Watch 2. Esperam-se muitas melhorias para esses produtos, além de uma política de atualizações diferente, mais estendida. Há muita expectativa pelos entusiastas da Google. E, pensando nisso, o Engenharia 360 compilou as informações já divulgadas pela mídia. Confira!

Google Pixel 8 e Pixel Watch 2
Imagem reproduzida de Google via Techcrunch

Principais características do Pixel 8 e do Pixel 8 Pro

  • Design semelhante ao do Pixel 7, com alguns detalhes diferentes na parte traseira.
  • Especialmente no Pixel 8 Pro, tela de 6,70″ com resolução de 1344 x 2992, taxa de atualização de 120 Hz, 1600 nits de brilho e suporte a HDR.
  • Já no Pixel 8, tela de 6,17″ com resolução de 1080 x 2400, taxa de atualização de 120 Hz, 1400 nits de brilho e suporte a HDR.
  • Processador Tensor G3, que é desenvolvido pelo Google e pode ser baseado no Samsung Exynos 2300.
  • Conjunto de câmeras incluindo um sensor principal Samsung ISOCELL GN2 de 50 MP, um ultrawide IMX787 de 64 MP e um telefoto GM5 de 58 MP.
https://www.youtube.com/watch?v=u_uap-98Knw

Veja Também: Como Adequar Documentos do Google Docs às Normas da ABNT?

Expectativas em relação à política de atualizações dos smartphones

Existem muitas expectativas com relação à nova política de atualizações dos smartphones Pixel 8. O boato é de que a Google planeja oferecer até sete anos de atualizações para esses dispositivos, o que representaria um compromisso significativo com a longevidade do software.

Google Pixel 8 e Pixel Watch 2
Imagem reproduzida de

Melhorias esperadas no Pixel Watch 2 em comparação com o modelo anterior

Claro que a diversificação dos negócios da Google não para com os smartphones Google Pixel 8. Como dito antes, também é esperado no evento “Made by Google” o lançamento do Pixel Watch 2. Eis, a seguir, as melhorias esperadas no produto em comparação com o modelo anterior:

  • Design em cores prata polida, preto matte, champanhe dourado e porcelana.
  • Processador SoC Snapdragon W5+ Gen 1, que é mais rápido e eficiente que o Exynos 9110 do modelo anterior.
  • 2 GB de RAM, um aumento em relação ao modelo anterior.
  • Sistema Wear OS 4, baseado no Android 13, uma nova versão do sistema operacional para relógios da Google.
  • Sensor de temperatura, permitindo que os usuários monitorem a temperatura corporal.
  • Medição de estresse avançada, que inclui rastreamento de resposta corporal, de sono, variação de frequência cardíaca (via multi-path da Fitbit) – inclusive durante exercícios físicos – e temperatura da pele para indicar o humor do usuário.
  • Pace Training para recomendar pausas durante exercícios como corrida e ciclismo.
  • Sensor de saturação de oxigênio no sangue (SpO2).
  • Sistema de notificação em caso de eventos adversos, como quedas, com alerta de localização em tempo real.
  • Possibilidade de compartilhar informações médicas.
  • Certificação IP68 para resistência à água em até 50 metros de profundidade.
  • Pulseiras personalizadas, incluindo metal slim e Active Sport, com cores correspondentes às opções de moldura do relógio.
  • Aumento na capacidade da bateria, com 306 mAh em comparação com os 294 mAh do modelo anterior.
Google Pixel 8 e Pixel Watch 2
Imagem reproduzida de Google via Techcrunch
Google Pixel 8 e Pixel Watch 2
Imagem reproduzida de Google via Olhar Digital

Resumindo, percebe-se um esforço da Google em relação ao desenvolvimento de hardware, ainda que muitos especialistas de mercado afirmem que os smartphones Pixel, por exemplo, tenham uma participação de mercado mínima e não gerem receitas significativas em comparação com seus principais negócios de publicidade e serviços em nuvem.

A saber, o evento “Made by Google” de lançamento dos produtos Pixel 8, Pixel 8 Pro e Pixel Watch 2 está programado para 4 de outubro de 2023, começando às 11h (horário de Brasília).

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Fontes: Oficina da Net, Globo.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Existem algumas áreas-chave que estão em alta no mercado atual e que, certamente, terão um importante crescimento nos próximos anos. A Automação Industrial é uma delas. Esse é um nicho em evolução e que está ajudando a impulsionar avanços tecnológicos diversos. E pensando em eficiência e produção industrial, nos chamou a atenção que uma pessoa no Facebook questionou se um engenheiro da computação, por exemplo, pode trabalhar na área de Automação Industrial. O Engenharia 360 traz respostas no texto a seguir!

Engenheiro da Computação
Imagem de pch.vector em Freepik

O Papel do Engenheiro da Computação na Automação Industrial

Antes de tudo, é importante destacar que a Automação Industrial é a aplicação de sistemas de controle e tecnologia para automatizar processos de produção, monitorar máquinas e equipamentos, e melhorar a eficiência global das operações industriais.

Nessa linha, o engenheiro especialista de Automação Industrial deve trabalhar, por exemplo, com dispositivos eletrônicos, sensores, software de controle e comunicação quando o objetivo for criar um ambiente de produção altamente automatizado. Mas, para realizar esses serviços, precisará ter conhecimentos sólidos em hardware, software e redes de computadores.

No mercado de trabalho, os engenheiros de computação geralmente ficam responsáveis por projetar e desenvolver sistemas de controle, incluindo DCS, para monitorar e otimizar processos industriais. Também integrar dispositivos e sensores, selecionando-os e configurando-os, e criando interfaces de comunicação para coletar e enviar dados aos sistemas de controle. Depois, programar software para controlar máquinas, sistemas e desenvolver interfaces de usuário para operadores. Por fim, realizar manutenção, atualizações de software e hardware, e solucionar problemas para garantir operações contínuas e eficientes na Automação Industrial.

automação industrial e computação
Imagem de Freepik

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As Oportunidades de Carreira na Automação Industrial para Engenheiros da Computação

Como pode-se imaginar, olhando para o futuro do mercado de trabalho, é claro que haverá sempre muito espaço para engenheiros da computação na Automação Industrial. Até porque, neste momento, muitas empresas estão focadas em melhorar a eficiência e a competitividade de suas operações.

São oportunidades de carreira disponíveis para profissionais com formação em computação com especialização em Automação Industrial:

  • Controle e Automação: Projetando sistemas de automação industrial, desenvolvendo CLPs e sistemas SCADA, com habilidades em programação, eletrônica e resolução de problemas.
  • Desenvolvimento de Software Industrial: Criando e mantendo software de automação, escrevendo código para controladores e garantindo confiabilidade, requerendo habilidades avançadas de programação e integração de hardware.
  • Segurança de Automação Industrial: Protegendo sistemas contra ameaças, projetando medidas de segurança, implementando firewalls e garantindo conformidade com regulamentações de segurança, exigindo conhecimentos em segurança cibernética e sistemas industriais.

Veja Também: Tudo o Que Você Precisa Saber sobre Ser um Engenheiro de Sistemas

As Habilidades Necessárias para o Sucesso na Automação Industrial

Como já citamos antes, para trabalhar dentro do setor de Automação Industrial, como engenheiro da computação, é essencial desenvolver uma variedade de habilidades – isso entre técnicas e não técnicas.

Neste ponto do texto, podemos começar citando o sólido conhecimento em eletrônica, de projeto a depuração de circuitos; até porque, em automação, o engenheiro precisará lidar com muitos eletrônicos e sensores. Em segundo lugar, conhecimento em programação em linguagens como C++, Python e linguagens de script utilizadas em CLPs e sistemas SCADA é essencial. Depois, adquiri conhecimento em redes de computadores e protocolos de comunicação industrial, como Modbus e Ethernet/IP. Inclusive, identificar e resolver problemas complexos é uma habilidade valiosa neste campo!

Para completar, é preciso destacar quanto às atividades em Automação Industrial envolvem trabalhar em equipe e comunicar-se de maneira clara e eficaz. Esse setor é dinâmico e desafiador. E em seu dia-a-dia, o engenheiro poderá trabalhar ao lado de engenheiros mecânicos, elétricos e de controle. O que acha disso?

automação industrial e computação
Imagem de pch.vector em Freepik

Então, se você é um estudante de computação – sobretudo se busca por novos desafios e um ambiente estimulante na indústria -, considere explorar as oportunidades na Automação Industrial. Portanto, prepare-se, adquira as habilidades necessárias e mergulhe nesse campo empolgante e em crescimento da Engenharia!

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Fontes: Automação Industrial, Indeed.

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O SOLIDWORKS é um software de design assistido por computador (CAD) amplamente utilizado na Engenharia e em diversas áreas de projeto. Ele oferece uma plataforma avançada para a criação, modelagem e simulação de peças e montagens tridimensionais. Com o SOLIDWORKS, os engenheiros podem desenvolver produtos de alta qualidade de maneira eficiente, otimizando o processo de design e acelerando a prototipagem.

Aliás, a relevância do SOLIDWORKS para a Engenharia é imensa. Este software desempenha um papel fundamental na criação de produtos inovadores e no aprimoramento da eficiência do desenvolvimento de projetos. Suas capacidades de modelagem 3D permitem que os engenheiros visualizem e testem suas ideias de forma virtual, economizando tempo e recursos que seriam gastos na construção física de protótipos. Além disso, o SOLIDWORKS é altamente preciso e versátil, sendo utilizado em uma ampla variedade de setores, como automotivo, aeroespacial, eletrônica, entre outros.

solidworks
Imagem reproduzida de App Store – Apple

Realizando alteração de Senha no SOLIDWORKS

Para realizar a alteração de senha no SOLIDWORKS, o procedimento varia dependendo do tipo de conta de usuário. Se estiver conectado como administrador, você pode alterar a senha de um usuário SOLIDWORKS PDM seguindo estes passos:

  1. Expanda “Gerenciamento de usuários e grupos” e selecione “Usuários”.
  2. Escolha uma opção:
    • Clique com o botão direito do mouse no usuário e selecione “Alterar senha”.
    • Clique duas vezes no usuário para exibir a caixa de diálogo “Propriedades do usuário” e clique em “Definir senha”.
  3. Na caixa de diálogo “Alterar senha”:
    • Digite e confirme a nova senha.
    • Digite a senha que você usou para fazer login.
    • Clique em “OK”.

Lembre-se de que os usuários sem permissões de administrador só podem alterar suas próprias senhas. A segurança das senhas é fundamental para manter a integridade dos projetos e dos dados no SOLIDWORKS, portanto, é importante seguir procedimentos adequados para garantir a proteção adequada das contas de usuário.

solidworks
Imagem reproduzida de The SOLIDWORKS Blog –

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Fontes: SolidWorks.

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Engenharia 360

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A sociedade brasileira, infelizmente, incentiva e acredita pouco na ciência. Porém, como já sabemos, tudo é ciência. Dependemos dela para a realização de várias atividades, como a previsão meteorológica e o plantio de safras. Mesmo assim, pesquisadores que atuam pelo país – estrangeiros ou nascidos aqui – se destacam na lista dos melhores cientistas do mundo, ocupando posições de destaque no ranking global. Acompanhe a lista apresentada neste texto, do Engenharia 360, com base em uma publicação especial do jornal O Globo!

Pesquisadores do Brasil entre os Melhores Cientistas do Mundo

O site acadêmico Research.com divulgou recentemente uma lista mais atualizada do ranking dos melhores cientistas do mundo, representando várias áreas do conhecimento. As posições na lista foram determinadas com base no sistema D-index (Discipline H-index), indicador que leva em consideração tanto o número de artigos publicados quanto a quantidade de citações recebidas em cada disciplina examinada, tendo como fonte dados bibliométricos de diversas fontes, incluindo fontes confiáveis como o OpenAlex e o CrossRef.

Enfim, a lista final, referente ao ano de 2022, traz o nome de pesquisadores brasileiros e pesquisadores estrangeiros que atuam no Brasil. Veja exemplos a seguir!

Jeremy Andrew Squire

  • Área: Genética
  • Classificação Mundial: 561°

O Dr. Jeremy Squire, formado em Ciência pela Universidade de Londres, com mestrado em Genética e doutorado em Biofísica Médica pela Universidade de Toronto, conquistou o primeiro lugar no Brasil em Genética. Ele já foi Professor Doutor no Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). E seus projetos de pesquisa se concentram na investigação do gene PTEN no câncer de próstata e na análise genômica do glioblastoma.

Ranking Melhores Cientistas do Mundo
Imagem reproduzida de LinkedIn

Fernando Q. Cunha

  • Área: Imunologia
  • Classificação Mundial: 355°

O professor Fernando Q. Cunha, da Universidade de São Paulo (USP), é um líder na área de Imunologia no Brasil. Seu foco está na Imuno-farmacologia, com ênfase em Doenças Inflamatórias. Além disso, ele já coordenou o CRID – Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CEPID-FAPESP) e é membro de várias academias científicas.

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Imagem reproduzida de IEA, USP

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Euripedes Constantino Miguel

  • Área: Psicologia
  • Classificação Mundial: 1513°

O professor Euripedes Constantino Miguel ocupa atualmente o primeiro lugar na lista brasileira de Psicologia. Ele já foi chefe do Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (FMUSP); Professor Associado Adjunto do Child Study Center da Yale Medical School da Universidade de Yale; e coordenador do Consórcio Brasileiro de Pesquisas do Transtorno do Espectro Obsessivo-Compulsivo (C-TOC).

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Imagem reproduzida de YouTube

Philip M. Fearnside

  • Área: Ecologia e Evolução
  • Classificação Mundial: 226°

O pesquisador Philip M. Fearnside, premiado cientista na área de Ciência Aplicada ao Meio Ambiente, é um líder em Ecologia e Evolução no Brasil. Ele atuou como pesquisador titular do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) desde 1978, com ampla experiência no estudo dos problemas ambientais na Amazônia brasileira.

Ranking Melhores Cientistas do Mundo
Imagem reproduzida de ResearchGate

Marcelo B. Labruna

  • Área: Medicina Veterinária
  • Classificação Mundial: 31°

O professor Marcelo B. Labruna é um importante nome na área de Medicina Veterinária no Brasil. Ele também já se destacou como o segundo colocado na categoria de Microbiologia. Atualmente, é professor titular da Universidade de São Paulo, com foco em Epidemiologia das Doenças Parasitárias.

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Imagem reproduzida de Vila de Utopia

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Cesar G. Victora

  • Área: Medicina
  • Classificação Mundial: 577°

Cesar G. Victora lidera a área de Medicina no Brasil. Ele é Professor Emérito de Epidemiologia na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e possui uma carreira internacionalmente reconhecida. Suas pesquisas abrangem temas como saúde e nutrição materno-infantil, amamentação, cortes de nascimento e desigualdades sociais.

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Imagem reproduzida de Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina

Ivan Antonio Izquierdo

  • Área: Neurociência
  • Classificação Mundial: 417°

Ivan Antonio Izquierdo, um médico e cientista argentino naturalizado brasileiro, é o primeiro colocado na área de Neurociência no Brasil. Ele deixou um legado notável na pesquisa em Memória e foi professor titular de Neurologia e coordenador do Centro de Memória em diferentes universidades.

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Imagem reproduzida de Universidade Federal do Paraná – UFPR

Carlos Frederico Martins Menck

  • Área: Biologia Molecular
  • Classificação Mundial: 1498°

O professor Carlos Frederico Martins Menck, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), lidera a lista na área de Biologia Molecular no Brasil. Sua pesquisa se concentra em mecanismos de reparo de DNA e no uso de RNA no tratamento de tumores.

Ranking Melhores Cientistas do Mundo
Imagem reproduzida de UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais

João Rocha

  • Áreas: Biologia e Bioquímica
  • Classificação Mundial: 828°

O pesquisador João Rocha é amplamente citado nas áreas de Biologia e Bioquímica do Brasil. Ele já foi professor associado na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e trabalhou em temas como Bioquímica, Toxicologia, Farmacologia de organocalcogênio e Educação em Ciências.

Ranking Melhores Cientistas do Mundo
Imagem reproduzida de UFSM

Jean Swings

  • Área: Microbiologia
  • Classificação Mundial: 98°

Jean Swings, um professor belga, ocupa o primeiro lugar em Microbiologia no Brasil e já foi um visitante ilustre na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua expertise está na taxonomia genômica dos seres procariontes.

Ranking Melhores Cientistas do Mundo
Imagem reproduzida de ResearchGate

Concluímos esse texto com um sentimento positivo de que, apesar dos pesares, o Brasil ainda tem consigo cientistas de prestígio que contribuem significativamente para o avanço do conhecimento em diversas áreas. Isso deve ser motivo de orgulho para nós! E que suas carreiras sirvam de inspiração para futuras gerações de pesquisadores dentro e fora do país.

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Fontes: O Globo.

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