A chegada da realidade virtual (RV) no mercado tem transformado a forma como os gamers interagem com o mundo digital. Esse fenômeno influenciou a criação e o aprimoramento de novas tecnologias, como os headsets. Outro um exemplo é o Virtuix Omni One, uma ferramenta omnidirecional que promete oferecer uma experiência ainda mais imersiva e envolvente para entretenimento e atividades físicas, transportando os jogadores para dentro dos jogos como nunca antes.

Imagine poder correr, saltar e agachar em qualquer direção enquanto explora mundos virtuais, tudo isso sem se preocupar em colidir com obstáculos do mundo real. Continue lendo este artigo do Engenharia 360 para conhecer as características e os benefícios dessa tecnologia Virtuix Omni One.

O que é Virtuix Omni One?

Antes de tudo, precisamos destacar que o conceito de Virtuix não é tão novo assim nesse mundo da RV. Só que a primeira versão – a Pro – era voltada para ambientes comerciais, como fliperamas. Agora, a Omni One foi especialmente desenvolvida para o consumidor final, sendo mais compacta e prática para ser usada em casa.

Virtuix Omni One
Imagem reprodução via Road to VR

O diferencial da Virtuix Omni One é que ela não limita a experiência de movimento, como nos controles tradicionais. Ao contrário, ela permite que os usuários se movimento com liberdade e segurança, interagindo de maneira física com seus jogos em realidade virtual – sem nem mesmo sair da sala de estar.

Principais características

  • A Omni One tem apenas 1,5 metros de diâmetro.
  • Ela vem acompanhada com headset VR Pico Neo 3 Pro, customizado especialmente para funcionar em perfeita harmonia com a esteira. O mesmo é autônomo, ou seja, sem precisar de conexão com PC.
Virtuix Omni One
Imagem reproduzida de UploadVR
  • Na hora de jogar, é indicado uso de calçados especiais de baixo atrito e um sistema de cintos, que ajuda a manter os usuários centrados na esteira.
  • Quanto à capacidade de jogo, por hora, a Omni One suporta cerca de 30 títulos, com planos para expandir a biblioteca de jogos no futuro.

Como funciona a Virtuix Omni One?

O sistema de funcionamento da tecnologia Virtuix Omni One se vale da combinação de hardware e software – compatível com uma variedade de jogos -, que é justamente o que garante a experiência de realidade virtual imersiva.

O segredo de tudo está na plataforma, que permite os movimentos em todas as direções graças a um conjunto de rolamentos. Os usuários são fixados em uma espécie de arreio, que mantém a pessoa bem no centro da plataforma, evitando quedas e colisões com os objetos ao redor. Na cabeça vai o headset, que oferece gráficos de alta qualidade e um campo de visão amplo; seu rastreador, integrado à esteira, garante que as ações dos jogadores sejam refletidas no ambiente virtual em tempo real.

Na Omni One, as pessoas não apenas assistem aos jogos, mas ficam fisicamente envolvidas neles, tendo uma maior sensação de presença, como se fossem os próprios personagens do game.

Virtuix Omni One
Imagem reprodução via Víctor Javier Pérez García em LinkedIn

O futuro da realidade virtual com a Omni One

Apesar da Virtuix Omni One ser bastante interessante e atrativa, oferecendo diversas vantagens, ela ainda enfrenta desafios para ser bem aceita no mercado. Seu preço inicial, de US$ 2.595, é considerado elevado para muitos consumidores – principalmente se comparado a outros dispositivos de realidade virtual disponíveis. Mesmo assim, vários entusiastas de jogos contam os dias para adquirir uma unidade.

Fato é que a indústria de jogos está aquecida e a demandas por experiências em RV está aumentando. Por isso mesmo, os desenvolvedores estão incentivados a criar mais títulos que aproveitem mais tecnologias de locomoção. À medida em que as unidades forem produzidas e a base de jogos crescer, é possível que a Omni One se torne um item essencial nas residências.

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Fontes: TecMundo.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

O Engenharia 360 apresenta neste artigo o osciloscópio, um instrumento bastante utilizado pela Engenharia Eletrônica para a visualização e análise de onda de sinais elétricos ao longo de um período. Os dados obtidos – de variações frequência e outras características importantes – são exibidos em gráficos bidimensionais (via display gráfico), sendo o eixo horizontal (x) representando o tempo e o eixo vertical (y) representando a amplitude de sinal. Continue lendo para saber mais sobre essa ferramenta!

Como um osciloscópio funciona?

Antes de tudo, vale destacar que os engenheiros utilizam osciloscópio para o diagnóstico mais preciso de casos e desenvolvimento de solução de problemas em circuitos eletrônicos, bem como para o desenvolvimento de novos produtos e sistemas.

Em tese, o funcionamento de um é até bem simples. Ele envolve a captação de sinais elétricos através de ondas, conversão desses sinais em modelos digitais, e exibição da forma de onda resultante em uma tela. Para isso, uma sonda é conectada a um circuito ou dispositivo de análise. O osciloscópio lê o sinal, amplificando-o e transformando-o em um ponto luminoso que se move ao longo de um display, criando uma forma de onda. Fica a cargo do usuário interpretar os parâmetros exibidos em tela, como amplitude e frequência.

Quais os tipos de osciloscópios disponíveis no mercado?

Basicamente existem dois tipos de osciloscópios disponíveis no mercado: os analógicos e os digitais. O primeiro se vale de tubos de raios catódicos (CRT) para a exibição das formas de onda, oferecendo uma visão clássica e análoga ao sinal. Esses dispositivos são conhecidos por sua alta resolução e precisam, mas podem ser mais pesados e volumosos do que os modelos digitais.

osciloscópio
Imagem reproduzida de Blog Instrusul

Já os osciloscópios digitais (DSO) são capazes de converter sinais analógicos em dados digitais (ADCs), permitindo maior flexibilidade na análise. Os dados são exibidos em displays de LCD ou LED. E esses dispositivos ainda vêm com outros recursos avançados, como armazenamento de formas de onda, análise de espectro e interface com computadores.

osciloscópio
Imagem reproduzida de Amazon

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Diferencial dos osciloscópios modernos

Os osciloscópios modernos possuem muitos recursos que facilitam a análise de sinais por parte dos engenheiros eletrônicos.

  • Captura e armazenamento de formas de onda é com alta resolução e precisão.
  • Visualização do conteúdo por frequência de sina, o que é útil para identificação de ruídos e interferências.
  • Geração de formas de onda programáveis pelo usuário para testes e desenvolvimento de circuitos.
  • Capacidade dos dispositivos com domínio misto de análise de sinais análogos e digitais, ideais para depuração de sistemas digitais complexos.
  • Captura e exibição de formas de onda instantaneamente, sem armazenamento prévio, essenciais para análises de alta frequência.
  • Opções de disparo de pulso e de vídeo, para capturar eventos específicos.
  • Conexão com computadores e outros dispositivos, facilitando a documentação e análise dos dados.

Dicas para escolha do osciloscópio ideal

Na hora de escolher um osciloscópio no mercado, a pessoa deve considerar primeiro a faixa de frequência que o dispositivo pode medir. Depois, sua velocidade de coleta de dados. A quantidade de sinais que pode analisar simultaneamente. E, por fim, as funções avançadas que possui, como medições automáticas e análise matemática.

Quais as aplicações do osciloscópio na engenharia?

O osciloscópio pode ser uma ferramenta útil para diversas áreas da engenharia, incluindo:

  • Elétrica e eletrônica: Para observar variações de ruídos e picos de tensão em circuitos.
  • Telecomunicações: Para medição e análise de sinais de áudio, vídeo e dados.
  • Automobilismo: Para diagnóstico de problemas em sistemas elétricos e eletrônicos de veículos, como de sistemas de ignição.
  • Biomedicina: Para análise de sinais fisiológicos, como em eletrocardiogramas e eletroencefalogramas.

Ademais, os osciloscópios podem ajudar os engenheiros em testes para criação de novos produtos, garantindo seu desempenho e confiabilidade. Também para observação de fenômenos durante pesquisas (como a física de semicondutores e as telecomunicações) para desenvolvimento de novas tecnologias. E como ferramenta para o ensino de eletrônica, claro.

Dicas para usar um osciloscópio de forma eficiente

Para obter o benefício máximo de um osciloscópio, sigas essas dicas:

  • Calibre o osciloscópio regularmente para garantir a precisão da precisão.
  • Utilize sondas de alta qualidade para minimizar a interferência e passar dos sinais.
  • Ajuste os controles de escala vertical e horizontal para obter a melhor visualização do formato de onda.
  • Usar recursos avançados, como disparo e análise de espectro, para solucionar problemas complexos.
osciloscópio
Imagem reproduzida de Cursos Eletrônica Automotiva

Fontes: Engenharia Híbrida.

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Pintura de paredes é uma das etapas mais importantes do acabamento final de construções ou reformas. O problema é que nem todas as pessoas têm noção da complexidade deste momento. As superfícies precisam ser previamente preparadas. Para isso, devemos usar os produtos certos, a exemplo do selador e do preparador de fundo, garantindo um acabamento perfeito e evitando problemas como descascamento e desgaste precoce.

Neste artigo do Engenharia 360, vamos trocar mais ideias sobre a importância desses produtos aplicados às paredes antes das tintas. Além disso, como fazer a escolha correta e aplicação adequada. Confira!

selador e fundo preparador
Imagem de Malte Luk em Pexels

Para que serve um selador de parede?

Selador é um tipo de produto – para áreas internas e externas -, geralmente à base de água, formulado especialmente para ser aplicado antes da pintura, com o objetivo de uniformizar a superfície e evitar que ela absorva a própria tinta – o que é comum em paredes novas, recém-rebocadas, e irregulares ou danificadas. O mesmo melhora a fixação do acabamento, permitindo até mesmo uma economia de tinta e prolongando sua durabilidade.

selador e fundo preparador
Imagem reproduzida de Telhanorte

Vale destacar que, para um melhor resultado, os fabricantes costumam recomendar a aplicação de duas demãos de selador nas superfícies – claro que sempre respeitando o seu tempo de cura.

Qual a diferença de selador e fundo preparador?

O fundo preparador é outro produto utilizado para preparação de superfícies. Ele pode ter base acrílica ou esmalte, potencializando ainda mais a aderência da tinta e proporcionando uma fixação ainda mais duradoura. Mas esse material, diferente do selador, é indicado para paredes que já foram pintadas e que necessitam de repintura, apresentando problemas de aderência incluindo as descascadas, com reboco esfarelando, aplicação de gesso e cal.

selador e fundo preparador
Imagem reproduzida de Tintas Darka

Então, tanto o selador quanto o fundo preparador são produtos que desempenham funções preparatórias. A questão é que cada um possui características específicas que atendem a diferentes necessidades. O uso incorreto de um ou outro pode comprometer o resultado da pintura, causando falhas como descascamento precoce ou acabamento irregular.

Razões para utilizar produtos de preparação de superfícies

  • Economia de produtos, impedindo a absorção excessiva de tinta.
  • Melhoria do acabamento, ajudando a uniformizar a superfície, no caso do selador, ou garantindo que a tinta adira corretamente, no caso do fundo preparador.
  • Mais proteção da superfície contra danos pela umidade e outros fatores ambientais, prolongando a vida útil da pintura e prevenindo contra o descascamento precoce.
  • Acabamento impecável, mais liso e uniforme.

Como aplicar selador e fundo preparador em paredes?

Agora que você conhece as funções e diferenças entre o selador e o fundo preparador de paredes, pode fazer uma escolha mais consciente e adequada às necessidades do seu projeto.

selador e fundo preparador
Imagem de 8photo em Freepik
  • Antes de aplicar qualquer produto nas paredes da sua casa, limpe bem as superfícies com um pano úmido, removendo toda a sujeira, poeira e gordura.
  • Se necessário, passe uma lixa para remover as impurezas persistentes, então passe novamente o pano úmido e deixe secar.
  • Optando pelo selador, dilua o produto em até 10% de água.
  • Utilize um rolo ou pincel adequado para aplicar o selador ou fundo preparador em camadas uniformes – sempre seguindo as instruções do fabricante para obter o melhor resultado.
  • Respeite o tempo de secagem indicado para o produto e, depois, aplique a tinta nas paredes.

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Fontes: C&C Construção, G1.

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O Brasil está prestes a passar por uma reforma tributária e isso tem gerado debates intensos, especialmente sobre como suas diretrizes impactarão o setor da construção civil. A saber, este setor, fundamental para a economia do país, enfrenta desafios importantes que podem ser exacerbados pelas mudanças propostas.

Neste artigo do Engenharia 360 , exploraremos os principais pontos discutidos em uma audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que reuniu especialistas e representantes do setor para analisar as implicações da reforma tributária. Confira!

O contexto da nova reforma tributária

A reforma tributária é um tema recorrente nas pautas políticas do Brasil, simplificando o sistema de impostos e aumentando a eficiência da arrecadação. No entanto, a proposta atual gerou preocupações, especialmente em relação ao aumento da carga tributária sobre a construção civil. Durante a audiência pública, foram apresentados estudos que indicam que, se a reforma for aprovada em sua forma atual, o setor poderá enfrentar um aumento significativo nos custos.

reforma tributária e a construção civil
Imagem meramente ilustrativa gerada em Freepik

Um aspecto importante discutido foi a relação entre a reforma tributária e o déficit habitacional no Brasil. Lembrando que o setor da construção civil é responsável por uma parte significativa da oferta de moradias no país. Então, a elevação dos custos pode desencadear um aumento nos preços das habitações, tornando-as menos acessíveis para a população, especialmente para as classes de baixa e média renda. A preocupação é que, ao invés de ajudar a resolver o déficit habitacional, a reforma possa agravá-lo.

Divergências nos estudos

Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), destacou durante a audiência a divergência entre os estudos realizados pelo governo e aqueles produzidos pelo setor. O governo utilizou dados que, segundo França, são considerados menos precisos, o que pode levar a uma subavaliação do impacto real da reforma. Essa diferença nas bases de dados é um ponto crucial que precisa ser resolvido para garantir que uma reforma não prejudique o setor.

reforma tributária e a construção civil
Imagem gerada em Freepik

Implicações para o setor de loteamentos

O setor de loteamentos, representado por Caio Portugal, presidente da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO), também expressou preocupações. Portugal argumentou que os segmentos são tratados de forma diferenciada em comparação com outros setores, devido à natureza dos terrenos, que não são consumidos ao longo do tempo, mas transformados em diversas formas de uso. Uma proposta de reforma tributária, se não ajustada, pode não levar em conta essas particularidades, prejudicando o desenvolvimento urbano.

Índice de aumento da carga tributária

De acordo com Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a carga atual é de 8,11% sobre a receita, que inclui tributos como Pis/Cofins, ICMS, ISS e IPI. Com a reforma, a alíquota padrão estimada é de 26,5%, o que, mesmo com um redutor social, eleva essa carga para 15,9%. Essa mudança é vista como um golpe duro para um setor que já opera com margens de lucro atraentes.

Propostas de redução de alíquotas

Para mitigar os impactos negativos da reforma, diversas propostas foram apresentadas durante a audiência. Entre elas, a sugestão de um redutor de alíquota de 60% para a construção e de 80% para locações. Essas medidas visam garantir que o setor não fique sobrecarregado por uma carga tributária excessiva, permitindo que continue a operar de forma sustentável e contribua para a economia.

Veja Também: Pessoa Jurídica: o papel do engenheiro na modalidade

A necessidade de uma neutralidade tributária

A neutralidade tributária foi um tema recorrente nas falas dos especialistas. Ely Wertheim, do Secovi-SP, enfatizou que a discussão não deve girar em torno de benefícios, mas sim sobre como manter a arrecadação atual sem prejuízo do setor. A proposta de reforma, conforme está, não garante essa neutralidade, o que pode levar a distorções no mercado e na economia como um todo.

Enfim, a complexidade do sistema tributário brasileiro é um desafio que precisa ser resolvido. Gilberto Alvarenga, consultor tributário da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ressaltou a necessidade de critérios objetivos para definir a atividade preponderante de um cidadão, evitando interpretações arbitrárias por parte da Receita Federal. A falta de clareza nas regras pode gerar insegurança jurídica e desestimular investimentos no setor.

reforma tributária e a construção civil
Imagem gerada em Freepik

Projeções futuras sobre o setor da construção civil

As projeções sobre o futuro do setor da construção civil, conforme discutidas na audiência, indicam que a reforma tributária pode ter efeitos variados, dependendo do tipo de imóvel. Melina Rocha, consultora internacional de IVA, revelou que a expectativa é de que imóveis populares possam ter uma diminuição na carga tributária, enquanto imóveis de alto padrão enfrentam um aumento modesto de 3% a 4%. Essa diferença de tratamento pode gerar distorções no mercado, afetando a competitividade e a oferta de moradias.


Fontes: Foco – Relações Governamentais, Relatório Foco.

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A liderança é um tema cada vez mais relevante para o desenvolvimento das organizações no mercado de trabalho. Mas, quais são as diferentes características dos líderes e como elas influenciam na dinâmica das atividades realizadas pelos funcionários nas empresas, sejam elas públicas ou privadas? E na Engenharia, essa realidade também é perceptível? Continue lendo este artigo do Engenharia 360 para descobrir!

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O papel da liderança nas organizações

Independentemente da carreira, desde engenheiros, arquitetos, administradores ou mesmo profissionais ligados à educação, o espírito de liderança é muito valorizado, uma vez que tem relação direta com o alcance dos objetivos almejados, tanto pelo funcionário como pela organização, caracterizando uma relação funcional. O líder é escolhido como tal e, principalmente, é respeitado, quando apresenta capacidades que vão ao encontro das expectativas de um grupo de pessoas, como os funcionários de um setor da empresa ou integrantes de uma comunidade.

Modelos de liderança estudados por especialistas

Diversos estudiosos já apresentaram modelos de desenvolvimento organizacional (DO) que consideram as relações entre os integrantes das empresas, e analisam a forma com que as estratégias e medidas implementadas na rotina de trabalho dentro das organizações levam a um desenvolvimento das mesmas.

William Blake e Jane Mouton desenvolveram o conceito do “Managerial grid” (ou grade gerencial, em uma tradução livre), em que o administrador se basearia na produção, ou seja, no resultado do trabalho, e também nas pessoas, os funcionários e colegas da empresa. A maior ou menor preocupação com cada um dos dois aspectos traçaria um perfil do administrador. Até que ponto o líder estaria preocupado com o bem-estar e o desenvolvimento de seu funcionário? A importância primordial seria unicamente a realização de tarefas, ou há um equilíbrio e comprometimento com um interesse em comum, dos integrantes e da empresa?

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Imagem de foto grátis em Freepik

Lawrence e Lorsch, por sua vez, acrescentam questões como a importância da integração entre os diferentes setores de uma empresa. Quanto maior a diversidade, maior a necessidade de integração. E Reddin, por sua vez, apresentou o modelo 3-D da eficácia gerencial, partindo de uma análise de estilos gerenciais e da capacidade de utilizá-los de acordo com a situação. Por exemplo, um estilo mais dedicado ao funcionário pode ser o ideal em determinadas situações, mas em outros momentos, uma maior dedicação às tarefas é o mais indicado.

Veja Também: Gestão de pessoas e engenharia: como se relacionam?

Tipos de líderes e suas características

Existem diferentes tipos de líderes:

  • Autocráticos: Tomam decisões com pouca ou nenhuma participação dos subordinados.
  • Liberais: Têm uma atuação limitada, focando mais nos funcionários.
  • Democráticos: Equilibram a participação entre líder e funcionário, resultando em melhor qualidade nos serviços.

Frente a todos estes estudos e conclusões, que permanecem atuais mesmo com o passar dos anos, podemos ir além e perceber como um estilo de liderança integrado ao contexto em que os funcionários e a empresa estão inseridos, e aliado à motivação dos funcionários, ao feedback e aprimoramento constantes podem fazer a diferença.

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Liderança na engenharia: desafios e oportunidades

A liderança é fundamental na Engenharia, embora ainda represente um desafio, apesar dos avanços recentes na formação acadêmica. Historicamente, as habilidades de liderança foram negligenciadas na formação dos engenheiros, mas atualmente, conceitos de gestão de pessoas e especializações na área estão ganhando espaço.

A UFSCar, por exemplo, oferece um curso de Especialização em Gestão Organizacional e de Pessoas (GOPe) voltado para engenheiros, arquitetos e outros profissionais interessados em desenvolver suas habilidades de liderança.

Conhecer o mercado de trabalho e, acima de tudo, ter autoconhecimento, consciência social e visão de futuro são habilidades que beneficiam tanto os atuais quanto os futuros profissionais de Engenharia. A liderança não é apenas uma habilidade desejável, mas um diferencial competitivo crucial no mercado de trabalho moderno.


Fontes: FGV, UFSCar, Administração Geral e Pública (de Idalberto CHIAVENATO).

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Engenharia 360

Luciana Reis

Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, com experiência como jornalista freelancer na produção de conteúdo para revistas e blogs.

Antes de qualquer empreendimento imobiliário ser desenvolvido, é imprescindível a elaboração de um projeto de engenharia. Cada fase desse processo envolve custos altos; felizmente, nesse processo, podemos contar com diversas ferramentas de otimização. Um exemplo é o TestFit, cujo sistema se vale de tecnologia de Inteligência Artificial (IA) e design generativo para agilizar a tomada de decisões dos designers. Confira mais detalhes sobre o seu funcionamento e impacto na indústria da construção no artigo a seguir, do Engenharia 360!

TestFit: Real Estate Feasibility Platform
Imagem reproduzida de TestFit

O que é o TestFit?

Com os recentes avanços das tecnologias, os engenheiros vêm mudando o seu modo de projetar, especialmente para o setor imobiliário. Aumentou também nos últimos anos a necessidade de se otimizar a análise de viabilidade de ideias e simplificar tarefas complexas, como de cálculos. E é aí que entram soluções como a plataforma TestFit.

O TestFit trata-se de um plugin projetado para automatização de etapas de criação projetual. O mesmo foi desenvolvido por Clifton Harness e Ryan Griege. Eles tomaram como inspiração seus próprios desafios diários de trabalho. Por exemplo, o calcular de espaços, o desenhar de unidades de apartamentos, a inserção de vagas de estacionamento em lotes de terrenos e, assim, na sequência, a geração de múltiplas opções de design. Tais tarefas, manuais e tediosas, agora podem ser automatizadas com um simples comando no computador.

TestFit: Real Estate Feasibility Platform
Imagem reproduzida de GlobeNewswire

Atualmente, com o TestFit, é possível desenvolver mais rapidamente – e com dados mais precisos – propostas de arquitetura e engenharia para uso misto, unifamiliar e industrial. A partir disso, as construções de projetos imobiliários tornam-se mais facilitadas. E com essa otimização de fluxo de trabalho, os profissionais podem concentrar seu tempo para partes mais críticas dos projetos.

Como funciona o TestFit?

Antes de tudo, vale destacar que o TestFit oferece uma série de funcionalidades que otimizam o planejamento de projetos, incluindo:

  • Seleção rápida de terrenos a partir de dados de parcelas ou desenho a partir de limites.
  • Criação de layouts personalizados, como estradas e topografia integrada.
  • Geração de várias opções de layout considerando os parâmetros definidos pelo usuário – com possibilidade futura de ajustes de parâmetros e geração de novas versões.
  • Visualização de plantas diretamente no terreno em um contexto 3D.
  • Etc.
TestFit: Real Estate Feasibility Platform
Imagem reproduzida de TestFit

Para conseguir oferecer tudo isso, a ferramenta TestFit se vale de design generativo. Essa abordagem computacional permite que os usuários, mesmo sem experiência em programação, via interface visual simples e intuitiva, definam metas ou parâmetros e utilizem algoritmos para explorar diferentes, inovadoras e eficientes configurações de design – todas geradas a partir de suas diretrizes.

Quais os benefícios do TestFit para a construção civil?

Aqui estão os principais benefícios do TestFit para a construção civil:

  • Customização com Base em KPIs: Possibilidade de definição de soluções com base em indicadores de desempenho como taxa de área do piso (FAR), taxa de estacionamento e rendimento sobre custo.
  • Aumento da Produtividade: Automatização de tarefas repetitivas, economizando tempo nas etapas iniciais do projeto.
  • Melhoria da Precisão: Geração de cálculos precisos e reduz a ocorrência de erros durante o processo de design.
  • Otimização de Custos: Identificação de soluções mais eficientes em termos de custo e material.
  • Estímulo à Criatividade: Geração de múltiplas opções de design, incentivando a inovação.
  • Tomada de Decisões Assertivas: Fornecimento de dados em tempo real sobre a viabilidade do projeto, facilitando decisões informadas.
  • Redução de Riscos: Uso de dados precisos e insights em tempo real para mitigar riscos associados ao desenvolvimento imobiliário.
  • Melhoria na Colaboração: Facilitação da comunicação e colaboração entre arquitetos, engenheiros e desenvolvedores, promovendo uma visão compartilhada do projeto.

Esses benefícios, em resumo, se destacam como o TestFit pode transformar o processo de desenvolvimento e design na indústria da construção civil.

TestFit: Real Estate Feasibility Platform
Ilustração reproduzida de Rani Kamel em LinkedIn

Aplicações práticas

O TestFit foi especialmente desenvolvido para projetos multifamiliares. Contudo, com o tempo, ele foi aprimorado e agora seu sistema inclui uma variedade de tipos de edifícios. Através da ferramenta, pode-se otimizar layouts de apartamentos com estacionamentos e também unidades de uso misto (combinando até tipos de estruturas em um único local).

Como pode ser o futuro da viabilidade imobiliária com o TestFit?

Vivemos hoje uma realidade de crescente demanda por habitação e escassez de terrenos, com a otimização do uso de espaços cada vez mais essencial. Neste contexto, o surgimento do TestFit realmente representa um avanço para o setor de projetos imobiliários, impulsionando a inovação e a eficiência na construção civil.

Desde o seu lançamento, o TestFit conquistou mais de 7.200 usuários, incluindo construtoras, escritórios de arquitetura e empresas de engenharia. Inclusive, porque essa plataforma pode ser integrada a outras, como Autodesk Revit e Zoneomics, permitindo que os usuários acessem dados críticos em tempo real, como zonas de inundação e informações de uso do solo. Tal integração não apenas melhora a precisão dos dados, mas também facilita a visualização e a apresentação de projetos para clientes e partes interessadas.

Veja Também: Os Softwares de Engenharia mais Valorizados pelo Mercado


Fontes: Testfit.io, BIM & Tecnologias AEC em LinkedIn.

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A construção das pirâmides egípcias tem intrigado os historiadores há séculos, especialmente a mais antiga delas, a Pirâmide de Djoser. Muitas teorias já foram lançadas sobre como essas arquiteturas teriam sido feitas, quais técnicas de construção teriam sido usadas para erguer estruturas tão monumentais. E uma delas sugere a utilização de um sofisticado sistema hidráulico. Saiba mais sobre essa história no texto a seguir, do Engenharia 360!

pirâmide de djoser
Imagem de Wknight94 em Wikipédia – httpscommons.wikimedia.orgwikiFilePyramid_of_Djoser_2010.jpg

Conhecendo a Pirâmide de Djoser

Muitos profissionais são fascinados pelo estudo da engenharia antiga. Graças a isso é que hoje sabemos mais sobre a Pirâmide de Djoser, localizada no planalto de Saqqara, a primeira pirâmide egípcia. Ela tem 62 metros de altura e foi erguida no século XXVII a.C., servindo como túmulo para o faraó Djoser – por isso o nome. Chegou a ser, naquela época, a construção mais alta do planeta. E sua estrutura, projetada pelo arquiteto Imhotep, serviu depois de inspiração para a construção de outras pirâmides, como a de Gizé.

pirâmide de djoser
Ilustração de Madaki em Wikipédia – httpscommons.wikimedia.orgwikiFilePiramide_di_Djoser

Vale destacar que, inicialmente, a Pirâmide de Djoser foi concebida como uma mastaba, estrutura funerária plana. Contudo, ela foi depois sendo evoluída para degraus de pedra (o primeiro modelo do tipo do mundo). Esse feito marcou a história da engenharia, numa transição crucial na arquitetura egípcia. Mas ninguém consegue afirmar ao certo como esses enormes blocos de calcário foram levantados e posicionados.

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A nova teoria hidráulica inovadora

Especialistas em engenharia acreditam que rampas, guindastes e até outros dispositivos foram usados para tração dos blocos pesados de pedras da Pirâmide de Djoser. No entanto, a nova teoria elaborada e publicada recentemente na revista PLOS One desafia essas visões tradicionais e sugere que os egípcios tinham um conhecimento ainda mais avançado. Ela propõe o uso de um sistema hidráulico, mais precisamente de um dispositivo que ajudava a “flutuar” as pedras pelo interior da pirâmide.

pirâmide de djoser
Ilustração mostra como seria o sistema para elevação dos blocos. – Landreau, et al., divulgação via Mega Curioso

Depois de uma análise interdisciplinar, que combinou dados destruídos, hidrológicos e geológicos, os cientistas sugeriram que um elevador teria facilitado a construção da Pirâmide de Djoser. Em tese, haveria um sistema de tratamento e armazenamento de água que contribuiria para movimentar as pedras. Complexos canais e reservatórios cercariam a construção. Então o líquido era direcionado para um eixo vertical dentro da arquitetura, onde o dispositivo de flutuação elevaria os blocos. Engenharia hidráulica pura!

Entre as evidências apresentadas pelos pesquisadores está a estrutura conhecida como Gisr el-Mudir. Trata-se de um grande recinto retangular de calcário, com cerca de 650 por 350 metros. Parece que o mesmo poderia ter sido no passado uma barragem de retenção, ajudando a controlar e armazenar água das enchentes do Nilo, fornecendo o necessário para o funcionamento do elevador hidráulico.

pirâmide de djoser
Possível forma da estrutura Gisr el-Mudir uma barragem – Landreau, et al., divulgação via Mega Curioso

A importância da água e controvérsias

Podemos concluir que, neste caso, a chave para a construção da Pirâmide de Djoser poderia ser a água como força motriz para facilitar as operações de engenharia civil.

Para isso, a água do Nilo precisaria ser canalizada para um reservatório, onde seria tratada antes de ser utilizada no elevador. Mas alguns críticos não concordam com isso, indicando que não há evidências diretas suficientes para confirmar essa teoria. Inclusive, o egiptólogo David Jeffreys e mais estudiosos apontam que a quantidade de água disponível na região naquela época pode não ter sido suficiente para sustentar um sistema hidráulico de grande escala.

Hoje, o deserto egípcio é árido; mas, no passado, essa região do mundo era uma savana úmida. Estudos paleoclimáticos sugerem que o Egito experimentou um aumento nas chuvas durante o início do Reino Antigo, Então, sim, havia possibilidade de se conseguir água em abundância para sustentar um cultivo mais denso e, possivelmente, fazer funcionar um sistema hidráulico robusto como proposto. Ademais, a topografia da região também seria favorável para condução da água por canalizações.

pirâmide de djoser
Imagem de Alberto-g-rovi em Wikipédia – httpscommons.wikimedia.orgwikiFilePiramide_de_djoser-saqqara-2007

Implicações para a engenharia moderna

Se a teoria do sistema hidráulico for realmente confirmada, ela não apenas esclareceria um dos maiores mistérios da história, mas também destacaria o quão avançadas eram as tecnologias dos antigos egípcios.

A descoberta pode levar a mais pesquisas e inspirar novas inovações e abordagens na engenharia, tendo como base a utilização de sistemas hidráulicos para movimentação de grandes cargas. Enfim, a história da Pirâmide de Djoser e de outras pirâmides do Egito nos oferece insights valiosos para a construção contemporânea, nos fazendo lembrar da engenhosidade humana e do desejo de superar limites.

Veja Também:


Fontes: Revista Galileu, Mega Curioso.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

As tecnologias para display de LED avançaram muito nos últimos anos. Neste contexto, existem hoje soluções visuais muito mais dinâmicas e inovadoras. Agora, no mundo da publicidade e eventos, a exibição de imagens não acontece apenas em uma tela comum. Graças à engenharia, há muito mais opções – flexíveis e versáteis -para criação de ambientes imersivos e impactantes.

Neste artigo do Engenharia 360, gostaríamos de destacar como exemplo o Display LED Rolante (LED Rolling Display) comercializado pela marca Scenico e que foi destaque na feira NAB 2024. Trata-se de uma tecnologia impressionante. Confira imagens e detalhes técnicos a seguir!

A inovação por trás do Display LED Rolante

O Display LED Rolante da Scenico foi projetado para ser adaptado a diferentes ambientes e situações de publicidade. Seu design é modular e extensível, podendo ser utilizado de várias maneiras, como em paredes, no chão e até em volta de pilares. A ideia dos desenvolvedores é que as peças de propaganda possam provocar uma ilusão de ótica aos olhos do público.

Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico

Durante o NAB Show 2024, que é um dos eventos mais prestigiados no mundo das tecnologias de transmissão e entretenimento, a Scenico apresentados alguns de seus modelos de display, incluindo o LED rolante. O mesmo tem capacidade de enrolar e desenrolar, adaptando-se a qualquer ambiente de forma fluida e eficiente, cobrindo superfícies até cerca de 20 metros – o design de dobradiça dupla é seu ponto mais forte, permitindo que a exibição da curva sem alterar o cor.

Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico

Tecnologia de Micro LEDS

Essas opções de displays comercializadas pela Scenico possuem LEDs RGB personalizáveis, que oferecem uma gama de cores vibrantes e realistas, com pixel pitch (distância entre os eixos de dois pixels adjacentes) variando de 0,7 a 3,9, (em micro LEDs) permitindo uma definição de imagem que se adapta a diferentes distâncias de visualização. Lembrando que, na engenharia, quanto menor o pitch, maior é a densidade de pixels e, consequentemente, a clareza de imagem.

Ainda vale dizer que a tela é feita de material resistente para suportar pesos de até 2,5 toneladas por metro quadrado, tornando-o segura para uso em ambientes com alto tráfego. Enfim, essas são soluções perfeitas tanto para pequenos eventos em estúdio quanto para grandes eventos ao ar livre.

Lista de vantagens da tecnologia Display LED Rolante

  • Fácil transporte, podendo ser guardado em uma bolsa, e instalação, com o mínimo de esforço e gasto de tempo para montagem e desmontagem.
  • Resistência superior, com capacidade de suportar tráfego pesado, e robustez suficiente para garantir que a instalação permaneça sempre intacta e funcional, mesmo em ambientes onde há grande movimentação de pessoas e equipamentos.
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
  • Excelente durabilidade via micro LEDs, que são menos suscetíveis a danos em comparação com outras tecnologias de exibição.
  • Flexibilidade incomparável graças às suas dobradiças duplas, que permitem a instalação do display em superfícies curvas ou irregulares, mantendo a integridade de cores e imagem.
Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico
  • Ampla gama de opções de conectividade, incluindo entradas Wi-Fi, HDMI e USB.
  • Opção para uso de múltiplos monitores conectados, criando experiência visual mais coesa e impressionante.
  • Volumes surround perfeitos para performances ao vivo – uma tecnologia essencial hoje para eventos modernos, incluindo temporários e itinerantes.
  • E para as opções modulares, cada painel display pode ser substituído individualmente em caso de falhas, reduzindo custos de manutenção e minimizando tempo de inatividade.

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O futuro da tecnologia LED em eventos

A engenharia de displays LED está avançando rapidamente, como pudemos ver nos tópicos anteriores. Mas é claro que ela ainda enfrenta desafios de tecnologia, sobretudo quando se trata de produção.

Por exemplo, a integração dos displays com peças cênicas exige ajustes significativos em termos de design e fabricação, o que sempre tende a aumentar custos e prazos de entrega. E outros casos, o desafio é escolher um modelo de display que atenda as expectativas de taxa de atualização, com boa relação de varredura e o pixel pitch e processador adequado.

Conforme o que foi exibido na NAB 2024, a maior tendência do momento no setor são mesmo dos displays LEDs flexíveis e modulares, como os modelos da Scenico, que possam criar ambientes visuais sonoros e adaptáveis, permitindo que os organizadores de eventos ofereçam experiências mais imersivas e envolventes – um exemplo na prática é a exibição da empresa na Expo 2019 em Pequim. Além disso, exibições de menor pitch, proporcionando melhor desempenho em câmeras – perfeito para estúdios menores. E ambientes de produção mais híbridos, combinando elementos físicos e visuais.

Tecnologia de Display LED rolável
Imagem reproduzida de Scenico

A medida que a popularidade da tecnologia de Display LED Rolante aumenta, podemos esperar publicidades explorando novas formas de interação com o público, muito mais atraentes e apresentando novas narrativas de marketing e propaganda. Com esse tipo de produto, as possibilidades de uso são praticamente ilimitadas, agregando o máximo de valor às comunicações internas e externas!


Fontes: Scenico.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Se você já se deparou com problemas complexos ou com prazos apertados, sabe como a pressão pode afetar a qualidade do seu trabalho. No entanto, aprender a encarar esses desafios de frente e encontrar soluções inovadoras é essencial para se destacar como engenheiro. Este artigo do Engenharia 360 vai te mostrar como transformar esses obstáculos em desafios que vão impulsionar sua performance na engenharia.

Vamos explorar estratégias para enfrentar os obstáculos de frente, desde a mudança de mindset até a adoção de ferramentas e técnicas eficientes. Confira!

performance em engenharia
Imagem gerada em IA de Freepik

A importância de transformar obstáculos em desafios na engenharia

Quando se trata de engenharia, é essencial entender a importância de transformar obstáculos em desafios. Muitas vezes, os engenheiros enfrentam uma série de dificuldades, desde prazos apertados até problemas complexos para resolver. No entanto, em vez de ver esses obstáculos como barreiras, é fundamental adotar uma mentalidade que os transforme em desafios a serem superados.

Ao encarar os obstáculos como desafios, os engenheiros são capazes de elevar seu desempenho e encontrar soluções inovadoras para os problemas que enfrentam. Essa mudança de perspectiva permite que eles se tornem mais resilientes, desenvolvam suas habilidades de resolução de problemas e encontrem oportunidades de crescimento e aprendizado ao longo do caminho.

Ao invés de se sentir desencorajado pelos obstáculos que surgem em seu caminho na engenharia, é hora de abraçá-los como desafios emocionantes e transformadores.

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Os benefícios de ver os obstáculos como desafios

Uma das chaves para elevar seu desempenho na engenharia é mudar sua perspectiva em relação aos obstáculos. Em vez de vê-los como problemas insolúveis ou barreiras intransponíveis, é importante encará-los como desafios estimulantes que podem impulsionar seu crescimento profissional.

Ao adotar essa mentalidade, você se torna mais resiliente e capaz de lidar com os obstáculos de forma mais eficaz. Em vez de se sentir desencorajado ou sobrecarregado, você vê cada obstáculo como uma oportunidade de aprendizado e crescimento. Essa mudança de perspectiva pode levar a um aumento significativo na sua motivação, criatividade e desempenho geral na engenharia.

performance em engenharia
Imagem gerada em IA de Freepik

Estratégias para impulsionar seu desempenho na engenharia

Agora que você entende a importância de transformar obstáculos em desafios e os benefícios dessa abordagem, vamos explorar algumas estratégias práticas que podem ajudá-lo a impulsionar seu desempenho na engenharia.

1. Identificação de oportunidades de aprendizado e crescimento

Uma das maneiras mais eficazes de transformar obstáculos em desafios é identificar as oportunidades de aprendizado e crescimento que eles apresentam. Cada obstáculo é uma chance de desenvolver novas habilidades, adquirir conhecimento adicional e expandir sua experiência na engenharia.

Ao enfrentar um obstáculo, reserve um tempo para refletir sobre as lições que você pode aprender com a situação. Pergunte-se: “O que posso aprender com isso? Como posso crescer como profissional?” Ao adotar uma mentalidade de aprendizado contínuo, você se torna mais ágil e adaptável, capaz de enfrentar qualquer desafio que surja em seu caminho.

2. Desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas na engenharia

A habilidade de resolver problemas é uma das mais importantes para um engenheiro. Ao enfrentar obstáculos, é essencial desenvolver suas habilidades de resolução de problemas para encontrar soluções eficazes.

Existem várias estratégias que você pode adotar para aprimorar suas habilidades de resolução de problemas. Primeiro, comece dividindo o problema em partes menores e mais gerenciáveis. Em seguida, use técnicas de brainstorming para gerar ideias e soluções criativas. Além disso, não tenha medo de pedir ajuda ou colaborar com colegas de trabalho para obter diferentes perspectivas e insights.

Ao desenvolver suas habilidades de resolução de problemas, você se torna mais confiante e capaz de enfrentar qualquer obstáculo que surgir em seu caminho na engenharia.

performance em engenharia
Imagem gerada em IA de Freepik

3. Construção de uma mentalidade resiliente na engenharia

A engenharia é um campo desafiador, e é inevitável que você enfrente obstáculos durante sua carreira. No entanto, o que define seu sucesso é como você lida com esses obstáculos. É aqui que a mentalidade resiliente desempenha um papel crucial.

Uma mentalidade resiliente envolve a capacidade de se adaptar às mudanças, lidar com a pressão e se recuperar rapidamente dos fracassos. Em vez de se deixar abater pelos obstáculos, você os vê como oportunidades de crescimento e aprendizado.

Para construir uma mentalidade resiliente na engenharia, é importante cuidar de si mesmo, tanto fisicamente quanto mentalmente. Faça pausas regulares, pratique atividades que você gosta e adote técnicas de gerenciamento do estresse, como meditação ou exercícios de respiração. Além disso, mantenha uma mentalidade positiva e otimista, lembrando-se de que cada obstáculo pode ser superado com determinação e perseverança.

performance em engenharia
Imagem gerada em IA de Freepik

Ferramentas e recursos para superar obstáculos na engenharia

Além de adotar uma mentalidade resiliente e desenvolver habilidades de resolução de problemas, existem várias ferramentas e recursos disponíveis para ajudá-lo a superar obstáculos na engenharia.

Uma dessas ferramentas é a tecnologia. Hoje em dia, existem inúmeras soluções tecnológicas que podem facilitar o trabalho dos engenheiros, desde software de design até ferramentas de simulação avançadas. Ao aproveitar essas ferramentas, você pode aumentar sua eficiência e produtividade, superando obstáculos de forma mais eficaz.

Além disso, é importante buscar recursos adicionais, como livros, cursos online e grupos de networking. Esses recursos podem fornecer conhecimentos e insights valiosos, além de conectar você a profissionais que enfrentaram desafios semelhantes em suas carreiras.

performance em engenharia
Imagem gerada em IA de Freepik

Transformando obstáculos em desafios para alcançar o sucesso na engenharia

Agora vamos ao testemunho do Engenharia 360! Bem, concluímos que é praticamente impossível achar alguém que não tenha dificuldades. Ainda mais na engenharia, que é cheia de perrengues. Mas, o segredo para conseguir passar por todas essas dificuldades é: transformá-las em desafios. Afinal, qual o sentido da vida se não há desafios?

Em um vídeo especial, te contamos como fazer isso na prática. Eduardo Mikail conta sobre sua experiência (incluindo a tomada de decisão de se matricular no curso de engenharia) e retorno ao transformar dificuldades em desafios. Veja a seguir:

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Engenharia 360

Eduardo Mikail

Engenheiro Civil e empresário. Fundador da Mikail Engenharia, e do portal Engenharia360.com, um dos pioneiros e o maior site de engenharia independente no Brasil. É formado também em Administração com especialização em Marketing pela ESPM. Acredita que o conhecimento é a maior riqueza do ser humano.

A tabela periódica é um dos principais pilares do estudo da química; ela representa de forma gráfica e organizada o interesse dos cientistas pela descoberta de elementos. Aliás, recentemente, pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory na Califórnia anunciaram que podem ter encontrado o elemento 120, um feito que poderia revolucionar a compressão da física nuclear e suas aplicações. No artigo a seguir, do Engenharia 360, te contamos quais métodos de pesquisa foram utilizados pela equipe americana, levando ao elemento 120 e as implicações futuras para a ciência. Confira!

elemento 120 da tabela periódica
Imagem gerada em IA de Freepik

A tabela periódica e a busca por novos elementos

Atualmente, a tabela periódica possui 118 elementos oficialmente reconhecidos, sendo que os primeiros 94 são encontrados na natureza. Vale destacar ainda que os elementos mais pesados são sintéticos e foram criados em laboratório via processos complexos.

Para a sintetização de elementos superpesados (que são bastante instáveis), os cientistas até agora bombardearam os núcleos atômicos com feixes de cálcio. Infelizmente, apesar de eficaz, esse método é limitado. Pensando nisso, os pesquisadores de Berkeley decidiram fazer diferente, substituindo o cálcio por titânio-50, um isótopo raro do titânio. E foi justamente aí que eles conseguiram, aparentemente, criar o elemento 120.

Essa é a mesma abordagem que já foi utilizada quando o elemento 116 foi encontrado – o Livermório. Nesse processo, o titânio-50 foi aquecido a temperaturas extremas, transformando-o em plasma. Esse plasma carregado foi então manipulado em um feixe e disparado contra um alvo de plutônio, resultando na produção dos átomos desejados.

O que esperar do elemento 120

Antes de tudo, vale destacar o que é exatamente o elemento 120. Bem, provisoriamente chamado de ‘unbinílio’, trata-se de um metal alcalino terroso que deve ocupar a oitava linha da tabela periódica, ao lado do ainda desconhecido elemento 119. Ele é intrigante para os pesquisadores porque seria o primeiro exemplar a “pisar” na “ilha de estabilidade” em que se encontram os isótopos de elementos superpesados – que podem ter vidas significativamente mais longas. Isso indica que o mesmo pode ter muitas utilidades, inclusive para aplicações práticas em engenharia.

elemento 120 da tabela periódica
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Em tese, essa descoberta pode abrir caminho para a criação de outros materiais com propriedades completamente novas e revolucionárias.

Perspectivas futuras para a produção do elemento 120

Os resultados iniciais da pesquisa dos cientistas de Berkeley são mesmo muito promissores. Porém, eles garantem que, por hora, a produção do elemento 120 apresenta desafios significativos, podendo levar tempo além do esperado. Isso se deve à raridade das especificações e à complexidade de bombardeio. Em princípio, seria preciso direcionar cerca de 6 trilhões de íons de titânio por segundo em um alvo, uma tarefa que exige soluções extremas, grande quantidade de energia – sendo insuficiente, os isótopos nem fundem ou, em excesso, podem explodir.

elemento 120 da tabela periódica
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Os primeiros experimentos visando a produção do elemento 120 devem começar em 2025. Contudo, um processo em larga escala só deve acontecer daqui a muitos anos. Quando isso for possível, iremos testemunhar um forte impacto em áreas como medicina e tecnologia. Materiais com propriedades únicas, como supercondutividade a altas temperaturas ou resistência a radiação, poderão ser logo desenvolvidos e aprimorados.

No momento, as pesquisas devem ser direcionadas mesmo para um melhor entendimento da estrutura do núcleo atômico e as forças que governam o universo. Inclusive, a busca por mais elementos superpesados ​​pode levar a uma melhor compreensão das forças fundamentais que governam a matéria. Lembrando que o conhecimento da tabela periódica, bem como de assuntos ligados à química nuclear, contribui para inovações na engenharia.

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Fontes: Olhar Digital.

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