Engenharia 360

Engenharia de produção no agronegócio: logística e supply chain

Engenharia 360
por Samira Gomes
| 23/07/2021 | Atualizado em 03/05/2024 3 min
Imagem de AdobeStock

Engenharia de produção no agronegócio: logística e supply chain

por Samira Gomes | 23/07/2021 | Atualizado em 03/05/2024
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Em todas as etapas do processo de produção agroindustrial, é preciso movimentar e conservar matérias-primas – a exemplo de sementes, fertilizantes, cereais, algodão e produtos prontos para serem consumidos, como óleo vegetal e carne congelada. Esse procedimento de armazenagem de mercadorias e deslocação dos diferentes operadores que atuam nas cadeias alimentares é nomeado como logística.

Engenharia de produção no agronegócio: logística e supply chain
Foto: iStock/Getty Images Plus

A logística no campo

No segmento rural, a logística consiste em toda a organização essencial para que a produtividade seja mantida do melhor modo possível, em um período adequado e sem desperdícios durante a entrega ao cliente, garantindo, assim, um lucro maior. Por isso, é particularmente relevante no contexto do agronegócio, uma vez que boa parte da produção do setor depende de conjunturas associadas ao cultivo, à colheita e ao transporte.

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O setor logístico é responsável, também, por levar ao agricultor, a agroindústria e ao varejista algumas questões, como: "Como realizar um transporte de qualidade para o produto comercializado?", "De que maneira a armazenagem desses itens seria efetiva?", "A logística é capaz de influenciar a competitividade da organização ou cadeia de produção?". Diante disso, nos dias atuais, não basta apenas obter uma logística com eficiência e eficácia, é relevante entender o melhor cenário para aplicá-la.

Primeiramente, para que isso aconteça, é imprescindível conhecer a fundo os fundamentos sobre cadeia de suprimentos, isto é, compreender a definição dessas cadeias, o intuito de realizar a sua gestão e qual é a ligação com a cadeia de produção. Consequentemente, torna-se provável assimilar a atribuição da logística inserida nas cadeias agroindustriais.

logística
Foto: Getty Images/iStockphoto

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A Engenharia de Produção na cadeia produtiva do agronegócio

A concepção de supply chain – ou cadeia de suprimentos, em português – deve ser entendida profundamente para dominar todas as práticas produtivas, sejam referidas ao agronegócio ou relacionadas à indústria. Por exemplo, todo produto ou serviço exige a presença de mais de uma empresa. E as organizações necessitam em menor e maior nível de fornecedores que distribuam insumos e mercadorias, assim como um ambiente destinado aos produtos que devem ser negociados.

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Além disso, a gestão da cadeia de suprimentos também pode ser vista como um procedimento que objetiva a administração estratégica de fluxos distintos – de serviços, finanças, bens, informações – e ligações empresariais, proporcionando a administração eficiente de todas as tarefas relacionadas ao processamento dos pedidos dos consumidores, da pré-produção até a entrega da mercadoria.

Os benefícios do supply chain para o agronegócio

A definição de cadeia produtiva tem sido bastante debatida no agronegócio. Esse entendimento proporciona a visualização holística da cadeia; a identificação das fragilidades e competências; a motivação do estabelecimento de colaboração técnica; o reconhecimento de gargalos e elementos ausentes; e atestar no que se refere aos fatores condicionantes em cada ramo.

Dessa maneira, dentre os processos que podem ser aperfeiçoados estão:

  • posição e escolha de fornecedores;
  • obtenção de matérias-primas e insumos;
  • elaboração e montagem de produtos;
  • transporte de suprimentos e produtos;
  • administração do deslocamento de materiais;
  • controle da atividade dos fornecedores; e
  • coordenação das tarefas dos distribuidores e gerência da relação com os clientes.

Então, você já conhecia a fundo a atuação do engenheiro de produção nessa área? Conta para nós nos comentários!

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Fontes: eSales, CEPECAF, Agais

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Samira Gomes

Engenheira de Produção formada pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF); certificada como Yellow Belt em Lean Seis Sigma.

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