Engenharia 360

ESCOLHA A ENGENHARIA
DO SEU INTERESSE

Digite sua Busca

Introdução às técnicas de previsão: definição e aplicações

por Jéssica Dias | 18/11/2014
Copiado!

As previsões são ferramentas utilizadas, como sabemos, para predizer o futuro. Para isso são utilizados dados de períodos passados, que são inputs para os diversos métodos utilizados a fim de saber o que vem pela frente. Mesmo não prevendo com exatidão – pois sempre há um erro nos resultados –, quando bem feitas essas antecipações podem se constituir uma vantagem competitiva e ajudar as instituições a lidar com um obstáculo inevitável: a incerteza sobre o futuro.

forecast-chart-blog-da-engenharia

Fonte: allsquare.org



No contexto do mercado as técnicas de previsão são utilizadas para diversos fins, por exemplo: analistas de ações as usam para predizer o comportamento dos preços de ações; economistas usam para saber como o PIB, desemprego, renda per capita e outros índices mudarão ao longo dos anos; empresas utilizam, entre outras coisas, para previsões de demanda.
Na Engenharia, mais especificamente no que tange as operações de uma empresa, os métodos de previsão podem direcionar tanto o planejamento de longo prazo – definindo quantos trabalhadores são necessários ou direcionando decisões sobre a capacidade de uma planta – ou de curto prazo, dando suporte às atividades de estoque e ao MPS, por exemplo. A utilização das previsões quantitativas pode ser o ponto inicial do planejamento da produção e também influenciar outras decisões da gerência.
Forecasting-blog-da-engenharia

Fonte: thegeminigeek.com


Nas operações diárias, estes métodos são utilizados para previsão de demanda de produtos e serviços, previsão de disponibilidade de mão-de-obra, previsão da necessidade de materiais por dia, entre outros.
Uma boa previsão não é apenas um número, ela está inserida em um contexto e possui componentes como média, desvio padrão e variações (altos e baixos). As previsões agregadas são mais acuradas que as individuais – “roupas masculinas” em vez de “calças”, “blusas”, etc separadamente -, mas independentemente do método ou do nível de agregação elas ficarão menos acuradas ao longo do tempo.

Copiado!
Engenharia 360

Jéssica Dias

Engenheira de Produção formada pela UENF com mais de dois anos de experiência em cadeia de suprimentos (supply chain), passando por funções nas áreas de logística, processos e planejamento de materiais. Apaixonada por tecnologia, leitura, ensinar o que sei e ajudar a outras pessoas a serem melhores em suas carreiras.

Comentários