por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 2minImagem reprodução de Hello Xiaomi
A empresa chinesa Xiaomi lançou, recentemente, o Xiaomi Gaming Mouse Lite, a mais nova sensação de mouse gamer do mercado, produto desenvolvido através de financiamento coletivo. Com valor super acessível – cerca de R$ 170,00 -, ele apresenta sensor óptico Pixart 3327 com até 6.200 DPI – com certificação IP54; sistema de proteção contra poeira e água; luzes RGB.
De acordo com a própria marca, todas essas especificações só vêm a contribuir para o bom funcionamento do mouse, impedindo incidentes como de cliques duplos, por exemplo, que podem ser causados pelo acúmulo de resíduos no interior do periférico. O usuário ainda poderia escolher alguns perfis de sensibilidade de acordo com a sua necessidade – como 400 DPI, 800 DPI, 1.600 DPI, 3.200 DPI e 6.200 DPI. Por fim, o mouse vem com dois botões na lateral esquerda, para outras operações.
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Especial Dia Internacional da Mulher: 360 Entrevista a Engenheira Gênova Arruda
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 8minImagem reprodução de Expansão
Quantas vezes nós ouvimos desculpas de pessoas dizendo que não se sentem motivadas a estudar, a seguir uma determinada carreira e a dar a volta por cima na vida? Realmente, não se pode condenar aqueles que, por vezes, se encontram em desespero. Por exemplo, neste momento, vivemos uma das piores fases da humanidade, com diversas crises globais acontecendo ao mesmo tempo. E, infelizmente, é cada vez mais comum vermos notícias nas mídias de engenheiros desempregados, atuando em outros setores e com salários muito aquém do que mereciam, de fato, por todo o seu histórico de carreira.
No meio disso tudo, não podemos nos esquecer dos próprios desafios impostos na nossa caminhada pessoal. Como diz aquela frase: “a vida é o que acontece enquanto fazemos planos”. Enfim, acabamos surpreendidos, de vez em quando, por um drástico rompimento nesse destino. E o que fazer? Como será que algumas pessoas conseguem superar tudo isso? De onde elas tiram forças? O que fazem de diferente para conseguir driblar tantos desafios e seguir em frente?
Bem, foi pensando nisso que trouxemos aqui, para o Engenharia 360, uma convidada muito especial, a engenheira Gênova Arruda (setor de Engenharia Mecânica, Administração, Locação de Equipamentos), que vai compartilhar conosco um pouco de sua história. Preste muita atenção no que ela tem a dizer, pois pode fazer a diferença no seu aprendizado de vida pessoal e profissional! Use seu exemplo e suas belas palavras como inspiração de ações que pode tomar, de um olhar diferente que pode dar às situações, de tudo que você pode buscar realizar para mudar a sua realidade presente e futura!
Engenheira Gênova Arruda
1. Engenheira Gênova, em uma conversa que você teve com o Engenharia 360, disse que seus pais não tiveram a oportunidade de cursar o ensino superior, mas que, apesar disso, nunca houve nada que lhes faltasse. Afinal, podemos dizer que seu sucesso profissional está relacionado a este bom exemplo familiar, de pessoas batalhadoras, que enfrentaram a vida de frente e proporcionaram a maior riqueza de todas, o amor?
“Sim. O AMOR é a base de tudo, pois somente através dele aprendemos que as dificuldades devem ser enfrentadas de cabeça erguida. Saber que somos amados torna o fardo mais leve, em qualquer circunstância, seja ela afetiva, profissional, financeira ou até mesmo ocasional.
Outro legado que meu pai deixou foi a frase: ‘Um ladrão pode tirar tudo de você, porém ninguém nunca será capaz de roubar seu conhecimento.’.
Hoje, acrescentando à frase de meu pai, eu gostaria de deixar para minhas filhas e netos outra frase: ‘Eu te amo, porque Deus me amou primeiro.’.”
2. Você também compartilhou conosco uma informação bem interessante, que antes de cursar Engenharia, chegou a cogitar estudar Arquitetura, mas que sentiu que era necessário o desenvolvimento de atividades que estavam, naquele momento, além das suas habilidades, como o desenho à mão livre. Hoje, porém, sabemos que o mercado mudou e que existem mais ferramentas disponíveis que poderiam facilitar tanto o trabalho de arquitetos quanto de engenheiros. Enfim, você mudaria essa decisão, se fosse hoje? Conte-nos o que te fez escolher a Engenharia para a sua vida profissional!
“Não mudaria minha decisão, pelo contrário reafirmaria a minha escolha. Ao longo do curso de Engenharia Mecânica, incluindo os períodos de estágio que fiz, descobri que essa foi a minha melhor escolha. Gosto de novos desafios diários, com descobertas e dificuldades dinâmicas. Meu dia a dia tem sido assim desde que entrei nessa área.
Certa vez, aceitei uma proposta de trabalho em um projeto que demandava uma rotina sem muita alteração. Não me senti à vontade e, apesar de a proposta financeira ter sido bastante favorável, pedi licença e saí. Retornei às atividades de obras, até mudei de Estado(região/localidade) bem como também retomei meu estado de paz espírito (risos).”
Imagem reprodução de UNISAGRADO
3. Lamentavelmente, no período da sua graduação e começo de vida profissional – que é uma das fases mais importantes da construção de uma carreira – você teve sérias perdas pessoais. Por certo, muitas pessoas no seu lugar desistiriam fácil. Mas parece que sua decisão foi continuar se movendo, mesmo com dificuldade, como se você mesma fosse uma pequena máquina ativa por um sistema de Engenharia Mecânica. E qual foi o combustível que te manteve ativa, mesmo diante de tudo que acontecia? Pode nos contar?
“Na verdade, as perdas aconteceram no auge da minha carreira profissional, estabilidade financeira e no melhor momento da minha vida pessoal. Mais uma vez fui fortalecida pelo Amor.
Perdi meu marido, Luiz (22 anos de um casamento perfeito), que sempre me apoiou e participou ativamente na minha carreira profissional, além de ser o fundador e maior colaborador para o sucesso da nossa Empresa (ArGL Locações & Serviços, de equipamentos de Ar comprimido). Em seguida perdi meu pai, que nunca deixou de ser meu porto seguro; e logo mais Deus levou, de forma abrupta, minha mãe, que, por toda a sua vida, foi o maior exemplo de dedicação integral como mãe, avó e bisavó. O que restou da minha BASE?
Restou-me meu maior presente de Deus: duas filhas, na época adolescentes (nunca foram ‘aborrecentes’), e através da força do AMOR por elas, venci estas tempestades. Sendo o verdadeiro combustível o amor e a misericórdia de Deus, pois Ele sabe de todas as coisas e, principalmente, porque ‘foi Ele que me amou primeiro’.”
Imagem reprodução de ArGL Locações & Serviços
4. Na nossa conversa você também disse que muitas pessoas perdem tempo demais lamentando a situação que se encontram em suas carreiras, mas não se esforçam ou se dedicam o suficiente. Por exemplo, sem se preocupar em aprender um novo idioma, entender o mercado, fazer pesquisas, respeitar o cliente, e mais. Qual o recado que você daria para estas pessoas?
“Tudo que você se compromete a fazer, faça-o perfeito. Desde um auxiliar de serviços gerais a um profissional graduado. Em tudo que fazemos com responsabilidade, buscando entregar bem-feito aquilo que lhe foi designado gera frutos.”
“Ficar se lamentando irá somente prejudicar o seu trabalho e mais ainda a você mesmo, porque não terá paz de espírito. Ao passo que, ao preencher os seus dias com qualquer trabalho honestamente, cumprindo seus deveres cotidianos, irá adquirir experiências para alcançar patamares acima do esperado. ‘Trabalho ordinário, Graça extraordinária‘ (Scott Hahn).
Sugiro, ainda, a busca de sempre aprender o novo: um método inovador, um idioma diferente, uma maneira cortês de atendimento, uma forma de sorrir mais facilmente, entre outros aprendizados. Hoje, com o fácil acesso à internet, as pesquisas estão cada vez mais disponíveis para quem as buscam com afinco e vontade de acertar.”
5. Voltando para a sua história, parece que quando você entendeu bem os seus interesses, acabou optando pela Engenharia Mecânica, correto? Mas não parou por aí, pois ainda buscou informações sobre a área de Administração também. E é muito interessante que seus passos foram de um trabalho no setor bancário, para a Engenharia Aplicada e, agora, contribuindo indiretamente para a Engenharia, com locação de equipamentos. Pode nos dizer como você enxerga esse progresso? Como cada etapa te ensinou e como isso tudo está integrado à sua vida de agora?
“A resposta dessa pergunta é a confirmação da anterior. Trabalhar e estudar sempre foi o meu ‘hobby’. Antes de ingressar na faculdade, comecei a dar aulas de inglês particular – em seguida, numa escola de idiomas renomada também. Assim que comecei meu curso superior, fui trabalhar na construtora do meu pai na área administrativa. Daí, surgiu o interesse em acrescentar curso superior de Administração de Empresas, além de Engenharia Mecânica. Colhi muitos frutos desses trabalhos fora da Engenharia.”
Imagem reprodução de Certificado Cursos Online
6. Uma das fases da sua carreira que você compartilhou conosco, é a da transição do setor bancário para o setor petrolífero. Conte um pouco como foi para você trabalhar em uma grande estatal e com estaleiros de barcos.
“Essa fase foi a comprovação das duas respostas anteriores. Fazendo dois cursos superiores numa Instituição particular, achei justo e necessário contribuir com o pagamento destes, aliviando o bolso do meu pai. Eu consegui uma vaga em um banco particular e busquei aprender meu novo ofício, com o desafio de atender com qualidade, superando as expectativas de cada cliente. Valeu a pena prestar atenção aos detalhes!
Mediante o cumprimento desse desafio, um cliente do banco, ao saber que eu cursava Engenharia, me ofereceu um estágio na Petrobras. Tirei férias e aceitei a proposta recebida e pedi demissão do banco para continuar na Petrobras até a conclusão da obra. Finalizada a obra da Petrobras, surgiu uma nova oportunidade na Indústria Naval. Desde então, desbravei no universo da Engenharia.”
Imagem reprodução de DIÁRIO DO PRÉ-SAL
7. Mas e quanto à Engenharia Mecânica? Você disse que ela tem um leque de possibilidades muito maior do que as pessoas costumam saber. Como seria trabalhar com Engenharia Mecânica no Brasil dos dias de hoje?
“O Mundo inteiro é carente de ENGENHEIROS. Acredite, o campo da Engenharia Mecânica é muito vasto. Há necessidade em todas as áreas: unidades fabris de todo gênero, indústria alimentícia, petroquímica, mineração, telecomunicações, eólicas, perfuração de poços, marketing, e por aí vai.”
“Porém, para muitos, existe o entravamento de sair da sua zona de conforto. Pois vida de engenheiro é como rapadura ‘é doce, mas não é mole’ (risos) – adoro ditados e pensamentos filosóficos, acho que são bons insights para nos acordar à vida real.”
“Além do trabalho árduo, requer renunciar à muita coisa. Às vezes, mudar de localidade, ficar longe de casa, trabalhar nos feriados, sorrindo sempre, receber ordens que podem contrariar sua opinião, e assim por diante. Quando saímos da sala de aula, a realidade é outra.
Isso acontece em qualquer área profissional. Fico demasiadamente triste quando me deparo com alguém que possui nível superior dirigindo Uber. Mas fico feliz quando abrem um negócio próprio empregando seu conhecimento adquiridos numa Universidade, não necessariamente no mesmo nicho do curso concluído.”
Imagem reprodução de Wikipedia
8. Vamos terminar esta entrevista focando na mulher no mercado de trabalho. Sendo, você, um importante exemplo de profissional empreendedora de nosso país, qual a recomendação que daria para as brasileiras que estão começando a trabalhar agora com Engenharia ou aquelas que estão querendo se reinventar no setor?
“Não sejam feministas!Nós, mulheres, temos capacidade profissional tal qual os homens! Entretanto, apesar de, na maioria das vezes, nos destacarmos em alguns aspectos exercendo um trabalho de excelência, com olhar crítico mais apurado, esbanjando talento, dedicação e comprometimento, temos nossas limitações, tanto no campo da força física como emocional, as quais devem ser absorvidas e respeitadas. Mas podemos – e devemos – usar o poder da nossa sensibilidade para ocupar papéis de destaque na vida profissional. Afinal somos ‘guardiãs dos mistérios da vida’. Temos obrigação de nunca parar de crescer e acreditar no nosso potencial!“
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Engenharia da Computação e a construção de computadores, seus acessórios e componentes
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 2min
Quem, atualmente, não precisa do auxílio dos computadores no seu dia a dia? Principalmente depois dos anos 90, ficou praticamente impossível desempenhar um grande número de funções no mercado, sobretudo por conta de uma maior velocidade de produção. O avanço da internet e todas as suas redes, da robótica e da automação de sistemas, também fez aumentar o interesse pela utilização dos computadores. Não é a toa que tão logo surgiu uma nova profissão dentro da Engenharia, que é a Engenharia da Computação!
O que abrange a Engenharia de Computação?
Você sabe quem projeta e constrói computadores, além de periféricos e sistemas computacionais? Sim, o engenheiro da computação! Este é o profissional que desenvolve novas linguagens de computação e seus componentes, planeja e instala redes de computador, instala placas e cabeamentos, monta programas de telefonia, de identificação de chamadas e mais. E ele faz isso tudo com base nas necessidades do mercado!
Imagem reproduzida de Blog Impacta – Dicas e Notícias sobre Carreira
Quais os ramos de atividades do engenheiro da computação?
Automação industrial envolvendo sistemas computacionais para máquinas, robôs e programas específicos;
Desenvolvimento de softwares e aplicativos diferentes para satisfazer o máximo de consumidores possível das empresas;
Marketing e vendas de equipamentos de informática;
Planejamento e gerenciamento de redes de computadores;
Criação de sistemas, desenvolvendo linguagens específicas e pesquisa de inovações tecnológicas.
E lembrando que, atualmente, têm aumentado cada vez mais as oportunidades para quem desenvolve programas e aplicativos para o uso de bancos de dados, da indústria e comércio! Por isso, é uma profissão ainda com muito potencial de expansão!
Imagem reproduzida de Faculdade Anhanguera
Informação Bônus | Sobre o curso de Engenharia da Computação
Dura 5 anos em média;
Oferece noções básicas em eletrônica, linguagem de programação, circuitos elétricos, circuitos lógicos, redes de computadores e banco de dados;
Exige de estágio supervisionado e um projeto de conclusão de curso;
Por fim, para completar a carga horária de aprendizado, o aluno pode precisar participar de seminários e realizar monografias.
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“O novo normal”: 5 dicas de como melhorar seu estudo de inglês no home office
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem de Luis Ricardo Rivera por Pixabay
A pandemia está mudando completamente a nossa vida, direta ou indiretamente. Deve ter acontecido com você também! Uma hora ou outra saímos de casa e descobrimos que o mundo lá fora está diferente, muito mais dinâmico. Por conta das oscilações de mercado, empresas abrem e fecham a toda hora, incluindo escolas e outros institutos de ensino. Outra coisa que mudou foi que, para manter o distanciamento social e preservar mais vidas, muitas empresas resolveram incentivar mais o regime de home office. Então se tornou mais comum a ideia de estudar em casa. Assim, até mesmo os currículos de ensino de idiomas precisaram ser adaptados. Agora, mais e mais professores e escolas oferecem ensino de inglês EAD!
Bem, de fato, não podemos negar que esta sempre foi uma das maiores facilidades que a internet nos trouxe. Com apenas um click, podemos ter acesso a um mundo de informações! Mas aprender outro idioma em casa tem os seus desafios também. Afinal, a melhor maneira de aprender é exercitando, o que, de fato, não conseguimos fazer tão bem quando estamos sozinhos. Por isso, elaboramos uma lista de dicas para você melhorar seu estudo de inglês no home office! Confira!
Imagem de David Schwarzenberg por Pixabay
Mantenha um cronograma e seja disciplinado a ele
Estar em casa, às vezes sozinhos, faz com que fiquemos um pouco desconectados do mundo. Tem o lado bom de podermos controlar nossos sentimentos e ações, mas também podemos ficar um tanto quanto alienados do que é real. Por exemplo, quanto é importante aprender a falar inglês; o quanto realmente somos fluentes nesta língua; e as novas formas de comunicação – como expressões e gírias – adotadas pelos nativos neste idioma.
Se queremos aprender algo novo, precisamos nos dedicar o máximo possível! A primeira coisa é tentar estipular uma meta. É claro que aprender a ser fluente em inglês não é tão simples assim. Mas se pudermos imaginar um objetivo, é mais fácil torná-lo realidade. Que tal fazer assim: “Vou tentar aprender uma palavra nova por dia!”, “Esta semana vou tentar traduzir uma música.”, “Este mês vou tentar montar um diálogo.”, “Tenho até 4 meses para completar esta lição da aula de inglês.”, “Até o final do ano, vou fazer três módulos do meu curso.” e “Em até um ano, vou juntar dinheiro para sair do home office e fazer um intercâmbio para aprender mais desta língua.”.
E lembre-se que o segredo não é cumprir tudo isso, mas não desistir e persistir tentando! Aliás, muitos dos currículos de ensino em inglês se baseiam nisso, em repetição!
Invista em sites e aplicativos de ensino
Como podemos aprender sozinhos o que não dominamos? Impossível! Precisamos de apoio, e isso podemos encontrar em empresas que se propõem a ensinar idiomas. Confie nelas! Não quer dizer que você aprenderá, com elas, 100% do idioma. Na verdade, é pouco provável! Contudo, o cronograma delas poderá servir de incentivo para que você mesmo mantenha o seu próprio cronograma de estudos, além de te manter sempre em ritmo de atualização na língua.
Aproveite as dicas compartilhadas no YouTube
O que você não consegue aprender só lendo as aulas no computador ou aparelhos smart é a sonoridade das palavras. De fato, alguns aplicativos possuem ferramentas de tradução sonoras de expressões. Mas isso não é suficiente. Sabe por quê? Por que, na vida, os falantes em inglês vão abordar você falando mais rapidamente e com sotaques diferentes, de várias partes do mundo. E para se acostumar realmente com a sonoridade das palavras, você precisará ouvi-las diretamente desse tipo de gente com mais frequência.
Em plataformas, como YouTube, você poderá ver vídeos de vários professores que compartilham as suas experiências. Eles geralmente ensinam aquilo que você não encontrará em materiais didáticos tradicionais. Por exemplo, ditados, expressões, chavões ou outros termos que só os nativos naquela língua que estão estudando dizem. E não é só a tradução que eles explicam, mas o modo de pensar baseado em uma cultura e, mais uma vez, a sonoridade das palavras.
Teste os fóruns e salas de bate-papo para ensino de inglês
Alguns modelos de ensino se baseiam totalmente na conversação. É o que propõe, por exemplo, os programas da Cambly ou Open English, por exemplo. A ideia é que você possa ter alguns minutos por dia ou semana, mesmo que em home office, falando com pessoas do outro lado do mundo. São professores ou apenas falantes do idioma que estão estudando. Ouvi-los e te forçando a montar frases para conversar com eles irá dar um mega empurrão no seu aprendizado!
Tenha um download no PC ou material impresso de apoio
Por fim, tenha um material de apoio para fazer exercícios para onde e quando você puder realizar seu estudo em inglês. Assim, mesmo que não haja energia elétrica em seu home office, por exemplo, basta puxar seu polígrafo para estudar. É um jeito de manter o seu cronograma e não perder o ritmo. Lembre-se que aprender inglês é um processo lento, que depende de muita repetição e de vários formatos de aprendizado. Este é só mais um!
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Descubra a importância e as oportunidades da Engenharia Cartográfica no mercado atual
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem de foto grátis em Freepik
Neste artigo do Engenharia 360, gostaríamos de falar sobre a Engenharia Cartográfica. Ela é uma área essencial, embora ainda pouco mencionada na mídia. Contudo, assim como todas as engenharias, desempenha um papel crucial em diversos setores.
Os profissionais desta área trabalham com levantamento aerofotogramétrico, interpretando fotos aéreas para reconhecimento topográfico e geográfico, GPS para a determinação de coordenadas de acidentes geográficos, representação cartográfica e Sistemas de Informações Geográficas (SIG), utilizados em bancos de dados sobre vegetação, ocupação urbana e rural, além de processamento e seleção de informações coletadas.
Treinamento e formação em Engenharia Cartográfica
O curso de Engenharia Cartográfica tem duração de cinco anos, sendo oferecido no nível de bacharelado. Durante os primeiros semestres, os alunos estudam disciplinas básicas de engenharia, que são seguidas por matérias específicas da área, como geodésia, topografia, fotogrametria e sensoriamento remoto. Parte significativa do aprendizado ocorre em laboratórios e em campo, preparando o profissional para a prática. Além disso, é obrigatório o cumprimento de estágio supervisionado e a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
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fio de aço em Freepik
O mercado de trabalho para engenheiros cartográficos
O mercado de trabalho para Engenharia Cartográfica é vasto e em constante expansão. O engenheiro cartográfico pode atuar em diversas áreas, como:
Planejamento e execução de levantamentos geográficos: Análise e interpretação de dados geográficos para serem representados em documentos eletrônicos, usando imagens de satélite, pesquisas de campo e cálculos precisos.
Consultoria para prefeituras: Auxiliando no planejamento urbano e rural, com dados cartográficos que orientam o crescimento sustentável das cidades.
Consultoria para empresas de engenharia: Prestando serviços para a instalação de redes de energia, gás ou telecomunicações, utilizando tecnologias de mapeamento.
Atuação em departamentos de rodagem: Assessoria em projetos de estradas e serviços de exploração de petróleo, com o uso de dados geográficos detalhados.
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Novas tecnologias na Engenharia Cartográfica
O avanço das novas tecnologias tem impulsionado ainda mais o mercado da Engenharia Cartográfica, principalmente com a integração da internet em serviços de engenharia. O uso de tecnologias modernas, como sensoriamento remoto e mapas digitais associados a bancos de dados, abriu novas frentes de atuação. Além disso, o crescimento das cidades e a demanda por um planejamento mais eficiente elevam a importância deste profissional no desenvolvimento de infraestruturas urbanas e rurais.
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Guerra na Ucrânia: como Elon Musk reestabeleceu a internet na zona de conflito?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reprodução de Revista Força Aérea
Infelizmente, como já sabemos, a Ucrânia e a Rússia têm se enfrentado em solo ucraniano – sobretudo nas regiões sul e leste. E no meio desta confusão, a continuidade da conectividade começou a ficar impactada. Afinal, uma das estratégias de guerra é tentar cortar as comunicações vitais do oponente. Foi por causa disso que o Ministro da Transformação Digital da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, twittou para Elon Musk pedindo que a sua empresa, SpaceX, ligue os seus satélites de banda larga da Starlink para complementar os serviços de Internet do país, interrompidos durante a invasão. Veja o que ele disse a seguir!
@elonmusk, while you try to colonize Mars — Russia try to occupy Ukraine! While your rockets successfully land from space — Russian rockets attack Ukrainian civil people! We ask you to provide Ukraine with Starlink stations and to address sane Russians to stand.
“Enquanto vocês estão tentando colonizar Marte, a Rússia está tentando ocupar a Ucrânia! Enquanto seus foguetes pousam com sucesso no espaço, mísseis russos atacarão civis ucranianos! Pedimos a vocês que forneçam à Ucrânia estações Starlink.” – Mykhailo Fedorov.
Imagem reprodução de Folha – UOL
Sobre o projeto Starlink e seus planos para o futuro
Starlink é um projeto da empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk. Seu objetivo élevar Internet de alta velocidade para pessoas de áreas mais remotas do mundo por meio de uma constelação de satélites que orbitam o planeta. Desde o início dos seus trabalhos, já foram lançados mais de 2 mil satélites ao espaço. Os primeiros terminais foram lançados em 2019, mas os planos são colocar 42 mil satélites na órbita da Terra. Só que a agência norte-americana, NASA, tem criticado isso à Comissão Federal de Comunicações dos EUA, alegando que mais objetos no espaço diminuiriam “a capacidade do nosso planeta de detectar e possivelmente redirecionar um impacto potencialmente catastrófico”.
Imagem reprodução de G1
Imagem reprodução de O Globo
Como funciona o sistema ativado para a Ucrânia
A SpaceX tem arremessado vários satélites Starlink para oferecer mais conectividade ao mundo todo. Então, parecia mesmo lógico que, desta vez, os serviços da empresa fossem destinados a ajudar as pessoas no território ucraniano. Por isso, Elon Musk decidiu ativar o serviço de internet via satélite do país. Como? Reorientando os próprios satélites para o país – e com a promessa de mais a caminho. E isso justamente aconteceu em resposta ao que disse o vice-primeiro-ministro da Ucrânia.
Starlink service is now active in Ukraine. More terminals en route.
“O serviço Starlink agora está ativo na Ucrânia. Mais terminais a caminho.” – Elonk Musk.
A saber, os satélites Starlink são capazes de fornecer conexões de Internet de banda larga a partir do espaço sem a necessidade de cabos de fibra óptica na Terra, não sofrendo impacto no funcionamento mesmo com furacões, desastres naturais e mais. Então, nesse caso, para se conectar à Internet bastariam os usuários terem um kit Starlink, incluindo roteador. Por isso, na promessa de Elon Musk, está o envio de diversos terminais gratuitos para o país, já que, por hora, cabos de fibra óptica e torres de celular na região não devem funcionar. Definitivamente, pelo contexto, consertar rotas de fios de internet afetados é uma possibilidade impossível, por isso, essas regiões precisam de conexões seguras com uma infraestrutura mais simples.
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7 dicas de como decorar fórmulas de Engenharia [mais e-book de fórmulas para você baixar]
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem de Alexa por Pixabay
Será que é possível aprender Matemática? Preciso confessar que sempre tive muita dificuldade de realizar as provas desta disciplina desde a escola até a faculdade. E por quê? Porque não consigo fazer a relação da teoria com as fórmulas – minhas avaliações eram respondidas com enormes redações, e pode imaginar como os meus professores desgostavam disso. Só que as fórmulas existem justamente para simplificar as coisas. Podemos chegar às respostas sem elas? Sim! Mas podemos chegar às respostas muito mais rápido com elas! E, além disso, explicar melhor o nosso raciocínio aos outros e fazer contraprovas – fundamental em Engenharia.
Então, é preciso decorar as fórmulas matemáticas ou fórmulas de Engenharia se quiser trabalhar na área! Ah, é claro que, no dia a dia, podemos manter uma colinha no nosso estojo ou salvar algumas fórmulas na memória da calculadora científica. Mas… Não é o tipo de coisa que podemos usar em avaliações como Enem, vestibular e concursos. Pensando nisso, resolvemos trazer uma lista de dicas sobre como decorar fórmulas matemáticas! Confira a seguir!
Imagem de Adrian por Pixabay
Passo a passo para decorar fórmulas matemáticas ou fórmulas de Engenharia
1. Compreender como a fórmula foi elaborada
2. Construir mapas mentais
Este é o primeiro passo para o processo de memorização! A explicação é a seguinte: só conseguimos memorizar – ou “guardar mais atenção” – as informações daquilo que realmente compreendemos ou conseguimos associar com um determinado porquê. O nosso cérebro é incrível; ele tem grande capacidade, mas gosta de entender os motivos das coisas apresentadas a ele – “Qual a utilidade? Os parâmetros? As grandezas? As unidades?”. Dominado conceitos e teorias, o raciocínio lógico é construído e, assim, fica fácil compreender como as fórmulas são estruturadas.
Didática, para quem está aprendendo Matemática, é a melhor coisa! É muito mais fácil entender certos raciocínios com o auxílio de material visual complementar, como desenhos, esquemas coloridos e mais. Isso é o que os professores chamam de “mapas mentais” – a união perfeita de teoria e prática, estimulando o cérebro a fazer conexões. Os mesmos podem ser feitos em folhas de cadernos, blocos de desenhos, quadros negros ou lousas. E até já existem sites próprios que oferecem esse recurso de criação de mapas e anotações, basta pesquisar!
3. Fazer cartões de memorização
Este é um exercício fácil que você pode fazer para memorizar fórmulas. Para isso, é preciso fazer fichas ou cartões com informações para um estudo rápido e em qualquer lugar. Na parte de trás, equações; na frente, a descrição e suas variáveis ou o seu significado e onde são usadas. Então, basta brincar de adivinhação consigo mesmo ou com a ajuda de um colega!
4. Solucionar exercícios
Este é mais um tipo de treino para o cérebro; outro jeito de memorizar fórmulas matemáticas. Quanto mais praticar – interpretando enunciados e organizando as informações e dados -, mais fácil será identificar as soluções dos problemas. E, nesse processo, mesmo errar deve ajudar no aprendizado. Mas é essencial a repetição para absorver os conteúdos, fica a dica! A ideia é fazer o cérebro trabalhar e trabalhar!
Imagem de Steve Buissinne por Pixabay
5. Criar músicas e frases engraçadas
Já ouviu falar que existe música chiclete? Sim, é aquele tipo de rima ou melodia que nunca sai da nossa cabeça. Por vezes, isso é acompanhado de uma letra tão engraçada que vai e volta na nossa memória. E você pode fazer exatamente a mesma coisa com as informações que precisa manter no cérebro até o momento de fazer as suas provas. Aliás, esse é o tipo de coisa que, inexplicavelmente, nunca sai da memória; que você poderá recorrer sempre que precisar lembrar de uma fórmula matemática, por exemplo. Use a sua criatividade! Monte uma paródia; brinque com as letras; e crie uma sequência de palavras e números como macetes – mneumônicos.
6. Assistir a vídeo-aulas
Às vezes, só a explicação do professor é que ajuda. Por isso, é interessante ir às aulas. E, em casa, você pode contar com materiais de vídeo-aulas oferecidos pela sua instituição de ensino ou por outras escolas na internet. Outra boa ideia é procurar os tutoriais disponíveis em plataformas como YouTube. Sem dúvida, uma ótima maneira de fazer associações e reforçar o conteúdo a ser aprendido; e o melhor, de graça e sem sair de casa!
7. Ensinar aos outros
Sim, tentando ensinar, também estaremos aprendendo! Além disso, dar aulas para colegas pode ser uma boa iniciativa que nos leva a decorar fórmulas! Confesso que esta sempre foi a minha tática para conseguir passar por quase todas as minhas disciplinas, tanto no colégio quanto na faculdade. Sabe o que eu fazia? Entregando minha idade, conto que eu pegava uma fita cassete, colocava no gravador e explicava para o rádio toda a matéria antes da prova. Depois, eu colocava para escutar no fone de ouvido a gravação antes de dormir e indo para a escola, no ônibus.
Bônus | E-book gratuito
Imagem de Engenharia 360
O Engenharia 360 sabe o quão difícil é conseguir organizar todas as fórmulas utilizadas nos cursos de Engenharia. Por isso, desenvolveu um e-Book especial que pode te acompanhar durante todo o ciclo básico da faculdade e jornada acadêmica. Confira a seguir!
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por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reprodução de CAU – BR
Entre as rodas de conversas profissionais, é comum as pessoas perguntarem “Para que serve um Conselho?”. Aqui, no Engenharia 360, frequentemente falamos sobre o CREA, que é o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – controlado pelo CONFEA, que é o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Mas ainda existe o CAU, que é tema deste texto, o Conselho que representa os arquitetos e urbanistas. Ambos os órgãos têm seus mecanismos legais para garantir a proteção da sociedade, monitorando as práticas daqueles registrados e apontando responsáveis por obras e serviços através de documentos como ART e RRT, respectivamente. Saiba mais no texto a seguir!
Sobre o CAU
O CAU é, portanto, uma autarquia federal. De acordo com o § 1º do art. 24 da Lei nº 12.378/2010, sua tarefa é “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo”; e também “zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”. E o mesmo está registrado no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) sob o nº 14.702.767/0001-77, com sede em Brasília, Distrito Federal. Só deixando claro que CAU/UF e CAU/BR são independentes administrativamente entre si.
Imagem reprodução de CAU
O nascimento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo
Conferindo os registros legais da História Brasileira, você irá descobrir que o CAU é um Conselho recente. Ele foi fundado em 15 de dezembro de 2011. Contudo, dizem que o desejo de sua criação despertou em 1930, ao mesmo tempo que era criado o Conselho de Engenharia e Arquitetura por meio do Decreto Federal nº 23.569. Naquela época, o número de profissionais representados de cada área era mais ou menos igual. Mas, com o passar do tempo, as próprias engenharias foram se especializando, crescendo e indo em outras direções mais – por exemplo, hoje, o CREA representa mais de 200 títulos, como Engenharia de Telecomunicações, Pesca, Alimentos e Minas.
Não demorou para que os arquitetos passassem a se sentir distantes das decisões, com dificuldade de ter as suas demandas viabilizadas. Então, pareceu lógico que todos esses profissionais começassem a conversar sobre a criação de um Conselho próprio. Desse modo, em 31 de dezembro de 2010, foi sancionada a Lei 12.378, que criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo das Unidades da Federação (CAU/UF).
Imagem reprodução de CAU – TO
Os princípios que regem o CAU
Hoje em dia, existem diretrizes, objetivos e responsabilidades essenciais que guiam os trabalhos realizados pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo. São eles:
Orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de Arquitetura e Urbanismo;
Zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional;
Lutar pelo aperfeiçoamento do exercício da Arquitetura e Urbanismo;
Impactar de maneira significativa o planejamento e a gestão do território;
Promover Arquitetura e Urbanismo para todos;
Ter reconhecimento pela defesa e fomento das boas práticas na categoria.
Imagem reprodução de revistaSIM
Enfim, foi só através do surgimento do CAU que os arquitetos passaram a ter maior representatividade e autonomia. Mas isso não quer dizer que esses profissionais devam trabalhar agora distantes dos engenheiros. Pelo contrário, eles devem se ver como parceiros, como colegas com conhecimentos específicos que podem se complementar e fazer os serviços serem resolvidos com mais agilidade e eficiência, respondendo prontamente demandas variadas do mercado.
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Guerra na Ucrânia: Engenharia do Antonov-225 Mriya é destruída pelo ataque russo
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reprodução de Seu Dinheiro
A Antonov-225 Mriya (chamada pela OTAN de Cossack) já não existe mais! Esse foi mais um capítulo triste desta inacreditável, horripilante, aterrorizante e ignorante guerra que está acontecendo agora em nosso mundo. Sim, este evento afetou também o mundo das engenharias – de tantas formas que talvez nunca seja possível dimensionar. Mas a história e o projeto desta aeronave de transporte cargueiro estratégico não devem ser esquecidos. Na verdade, pode ser um símbolo das maravilhas e, ao mesmo tempo, das atrocidades que o ser humano é capaz de fazer!
Imagem reprodução de O Globo
Imagem reprodução de O Globo
O primeiro voo teste da Antonov, da Antonov Design Bureau, na então RSS – hoje território independente, Ucrânia -, aconteceu em 1988. Um ano depois, ela foi exposta em um Show Aéreo em Paris. Desde então, foi utilizada para transportar outras aeronaves menores na parte externa e superior da fuselagem, inclusive de exploração espacial da própria Rússia; também comercialmente, levando cargas de grandes proporções. Por exemplo, em 2020, ela desembarcou em Paris, vinda da China, com 150 toneladas de suprimentos médicos para ajudar no combate da covid.
Por décadas, este foi o carro-chefe da aviação ucraniana, uma lenda, um sonho das engenharias! Mas, infelizmente, não resistiu aos ataques russos neste domingo ao Aeroporto Hostomel, localizado perto de Kiev – assim confirmou a empresa de armas estatal ucraniana Ukroboronprom. A saber, a fabricante diz que a restauração custaria mais de US$ 3 bilhões e levaria muito tempo; ou seja, se perdeu.
Imagem reprodução de MultiNews – SAPO
Imagem reprodução de Air Cargo Week
Imagem reprodução de ClicRDC
Imagem reprodução de Mundo Engenharia
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Quanto a Engenharia está envolvida nas folias de Carnaval?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem reproduzida de GRU Diário
Os brasileiros amam o Carnaval! Aliás, amam tanto que acabaram profissionalizando esta festa, construindo estruturas cada vez mais majestosas e sofisticadas para as comemorações. E é claro que a Engenharia faz parte disso, ou pelo menos deveria. Mas será que as empresas e todos os grupos envolvidos nessas organizações fazem mesmo um bom uso do conhecimento das engenharias?
Bem, infelizmente, pelo que notamos bastante nos últimos anos e décadas, a imprudência neste setor permanece. E o que podemos fazer contra esta irresponsabilidade? Compartilhar informação! Por isso, o 360 montou esta explicação em forma de lista de como a Engenharia deve estar envolvida nos preparativos do Carnaval!
Imagem reproduzida de Carnaval 2015 SP
1. Realização de cálculos
Engenheiros devem ajudar as escolas nos cálculos de cargas dos materiais utilizados, movimentação dos veículos, mais a simulação dos efeitos dos foliões pulando e sambando em cima disso.
Imagem reproduzida de 4i Engenharia
2. Desenvolvimento do projeto
Esses megashows realizados para o Carnaval precisam ser muito bem projetados por profissionais técnicos. TUDO deve ser bem planejado – rodas, movimentações, e mais. Nessa etapa, os softwares ajudam demais os engenheiros – como os especializados em trânsito, de estruturas, prevenção contra incêndio, soldagens e diversos outros sistemas, tipo incêndio, elétrica, eletrônica, mecânica e abastecimento de água. Lembrando que carros alegóricos, por exemplo, são estruturas metálicas, com muitos equipamentos – inclusive, algumas peças articuláveis -, iluminações para pirotecnia, e além. E, no meio disso tudo, não podemos nos esquecer ainda das medidas necessárias para segurança do trabalho.
Imagem reproduzida de GRU Diário
3. Aprovação e Anotação de Responsabilidade
Depois do desenvolvimento dos projetos é OBRIGATÓRIO fazer o recolhimento de ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) dos profissionais responsáveis por tudo que citamos antes. É isso que irá garantir, perante à justiça, o apontamento dos responsáveis por projetos, construções e operações caso algo dê errado e também como uma garantia de que haja cumprimento do que foi afirmado em contrato entre as partes. Então, nesse momento, o CREA faz toda a diferença, além dos Bombeiros e outros órgãos de controle.
Imagem reproduzida de 4i Engenharia
4. Verificação de componentes
Em último momento, é importante colocar que, mesmo depois dos planejamentos, aprovações e anotações, o trabalho não chega ao fim. É preciso continuar o monitoramento, as vistorias, a fiscalização de cada solda, parafuso, vedação e mais que foram dimensionados e utilizados. Ademais, se tudo está adequado para o antes, durante e após os eventos, levando em conta procedimentos técnicos, itens de segurança e além.
Imagem reproduzida de sspds
Ou seja, construção é construção! Por isso, construir para o Carnaval deve envolver os engenheiros e as engenharias, sim! Compartilhe conosco a sua opinião sobre o tema na aba de comentários!
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