Um dos cursos de Ensino Superior mais buscados atualmente pelos vestibulandos é o de Produção. A duração média da faculdade, nível bacharelado, é de cinco anos. Mas as dúvidas que muitos têm é se é possível cursar Engenharia de Produção à distância e como o profissional, formado ou não por esta modalidade, pode atuar dentro do mercado de trabalho depois da diplomação. Respondemos essas e outras perguntas no texto a seguir!

Engenharia de Produção
Imagem reprodução de Unicesumar

O que é Engenharia de Produção?

Claro que não podemos falar em universidades ou carreira no mercado de trabalho sem esclarecer, antes, o que é exatamente a Engenharia de Produção. Bem, trata-se de uma grande área do conhecimento que abraça uma série de disciplinas voltadas ao sistema produtivo – projeto de produto, viabilização, planejamento de fabricação e distribuição de insumos. Mas é claro que, além disso, essa Engenharia vai além, combinando conhecimentos científicos, tecnológicos e humanos para atingir melhores resultados em determinada produção. Ou seja, para atuar bem no mercado, esse engenheiro precisa ter visão global e domínio de vários processos e gestão de várias empresas. Saiba tudo que ele sabe fazer no tópico seguinte!

Engenharia de Produção
Imagem reprodução de Faculdade Multivix

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Como é o mercado de trabalho para os engenheiros de produção?

Hoje em dia, o mercado de trabalho apresenta boas oportunidades para os engenheiros de produção – de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, neste momento, ele tem potencial para dar lugar a 1,15 milhão de profissionais graduados. Os setores que mais podem empregar, conforme a Associação Brasileira de Engenharia de Produção, são: financeiro – como bancos e seguradoras -; de serviços – como construção civil, telefonia e hospitais -; industrial – em diversos portes e ramos -; e público – incluindo empresas e instituições de todas as áreas. Ademais, os engenheiros de produção podem focar a sua carreira nas seguintes especialidades:

  • engenharia de produto, com pesquisas de viabilidade;
  • desenvolvimento de projetos;
  • cálculo de custos de produção;
  • planejamento e controle de produção em fábricas e indústrias – como metalúrgicas, químicas, alimentícias e mais;
  • aplicação de métodos gerenciais;
  • controle de compra e estoque;
  • programação de máquinas e gerenciamento de equipes;
  • acompanhamento de recursos utilizados;
  • acompanhamento da cadeia produtiva – do começo ao fim;
  • controle de ergonomia e segurança no trabalho;
  • logística e distribuição de produtos.
curso de engenharia
Imagem reprodução de Orientu

“Por ter formação bastante abrangente, que alia conhecimentos de Engenharia, Administração e Economia,
o engenheiro de produção tem espaço em organizações de diversos setores em cargos com grande
responsabilidade e boa remuneração. Pesquisas recentes apontam que esta carreira está entre as mais
promissoras do Brasil.”
– trecho reportagem de Guia da Carreira.

E é possível fazer curso de Engenharia de Produção à distância?

Sim, é possível! O curso superior de Engenharia de Produção a distância tem grande concentração de disciplinas das
Ciências Exatas, como Matemática, Física e Química. No início da faculdade, meio que num caminho inverso do que muitas outras graduações fazem, o aluno terá mais contato com disciplinas básicas das engenharias e atividades práticas em laboratórios – como de Química, Física e Resistência de Materiais, Desenho Técnico, Eletricidade e Automação. Já ao final da caminhada estudantil, o foco são as disciplinas teóricas, como Administração e Economia. E até há instituições que oferecem especializações para pós-graduação com foco em habilitações específicas, como em Mecânica, Engenharia Automotiva, Elétrica, Agroindústria e mais.

Engenharia de Produção
Imagem reprodução de UniAcademia

É importante destacar que mesmo cursando EAD, o estudante receberá, ao concluir a faculdade, um diploma superior reconhecido do mesmo modo como seria se fosse um curso presencial. A diferença mais perceptível está na metodologia de ensino, onde boa parte das atividades são apenas online, apesar dos alunos e professores conseguirem interagir de algum modo via plataforma na web. A vantagem maior é realmente a flexibilidade de horários. Basta que sejam cumpridas todas as horas mínimas de login, avaliações de provas e atividades presenciais na unidade de campus da universidade mais próxima.

Opções de faculdades

O Ministério da Educação (MEC) confirma que existem instituições com cursos reconhecidos de Engenharia de Produção EAD no Brasil. São exemplos:

  • Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA);
  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL);
  • Universidade Cidade de São Paulo (UNICID);
  • Universidade de Franca (UNIFRAN);
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR);
  • Centro Universitário UNIBTA.

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Fontes: Guia da Carreira, Portal UnigranRio.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Nos últimos, temos sentido demais no bolso a conta de energia elétrica. Mas esta não é a pior parte da história. É que uma parcela do motivo de tudo isso estar acontecendo é que há muita gente no mundo usando de forma indevida os recursos da Terra. E, como sabemos, a vida é finita e os recursos são finitos, incluindo a água, que influencia demais na dinâmica de produção e uso de energia elétrica em nosso país e em diversas outras partes do mundo.

Está mais do que na hora, portanto, de repensarmos o modelo de consumo e atitudes que mantemos para a preservação do planeta além da economia de nossas finanças! Compartilhamos com você, no texto a seguir, algumas dicas!

economia de energia
Imagem de Markus Spiske por Pixabay

1. Usar lâmpadas mais econômicas

As lâmpadas incandescentes realmente são coisa do passado. As fluorescentes, que economizam 80%, as substituíram. Mas a melhor alternativa da atualidade são mesmo os modelos de LED, com até quase 90% de economia de eletricidade.

economia de energia
Imagem de Niek Verlaan por Pixabay

2. Aproveitar, ao máximo, a luz natural

Luz do sol é de graça! Podemos usá-la para gerar energia renovável para a nossa casa ou para o aquecimento de água por meio de placas solares. Sim, é um investimento alto, mas que se dilui na conta ao longo dos anos e dá retorno em pouco tempo. Um sistema básico de aquecimento, por exemplo, é formado por coletores solares e um reservatório térmico. A água fria sai da caixa para um boiler que aquece as placas com ela. Então, as placas absorvem o calor do sol e aquecem a água. Como pode ver, é uma solução limpa e muito boa para o planeta – e para o seu bolso!

Mas também estamos querendo lembrar, neste item, sobre como aproveitar melhor a luz natural que entra nos ambientes. Com ela, em horários do dia, não precisamos ligar qualquer lâmpada, bastando apenas abrir as janelas. E aqui vão algumas dicas adicionais! Pinte o máximo de paredes e teto da casa com cores claras, pois isso fará refletir melhor todos os fachos de luz, espalhando-os bem nos espaços. Claraboias, iluminação zenital e grandes aberturas podem ser adotadas para a arquitetura da sua casa durante a reforma. O que acha?

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Imagem de edvaldocostacordeiro por Pixabay

3. Instalar temporizadores ou sensores de presença

Isso pode ser feito em todos os cômodos da casa ou pelo menos onde não há uso frequente – como escadas e corredores. E não se preocupe com o visual dos ambientes, pois tais sistemas podem ser embutidos até mesmo em lâmpadas. Um exemplo são as fotocélulas, que só deixam as luzes acenderem quando anoitece. E ainda existem os dimmers, para interruptores, que ajudam a controlar a intensidade da luz utilizada também.

elétrica
Imagem reprodução de Oferta Viva

4. Usar bons aparelhos e do jeito certo

A nossa última dica tem a ver com os eletrodomésticos e eletroeletrônicos que você vai coloca dentro de casa. Tente adquirir equipamentos novos com selo Procel de economia de energia – sempre que possível com categoria A. Evite usá-los em horário de pico – entre as 18 e 21 horas – incluindo o chuveiro elétrico.

economia de energia
Imagem reprodução de Seu Crédito Digital

Lembre-se de que economizar energia pode ser bom para a sua saúde também, estimulando a realizar mais exercícios dentro de casa. E minimizar o desperdício não é racionar energia. Atos como o que descrevemos antes não comprometem a qualidade de vida, a produtividade ou o desenvolvimento do país. Pelo contrário, nos dá chance de ter um futuro! Pense nisso!

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Como você avaliaria, nos dias de hoje, a qualidade da educação das nossas crianças brasileiras? Bem, desde os anos noventa, o Ministério da Educação tem implantado, juntamente das escolas, uma série de medidas para um melhor desenvolvimento dos pequenos. Mas algo que ainda está muito deficiente dentro de sala de aula é o ensino voltado às Ciências Exatas, focando nos assuntos ligados às engenharias. E precisávamos que essa realidade mudasse logo, visando formar uma nova, dedicada e visionária geração de engenheiros do futuro!

engenharia nas escolas
Imagem de Freepik

A conexão das escolas com a Engenharia

É verdade, o modelo tradicional de educação possui as suas restrições! O tempo de estudo dentro das escolas também é bastante limitado. Acaba que fica bastante difícil colocar para os alunos todos os assuntos mais relevantes que valeriam para a sua vida. Por isso mesmo é que é revisado periodicamente o Plano de Ensino e Aprendizado, encaminhado pelo MEC, e também o currículo das escolas. Mas as barreiras provocadas por questões como políticas públicas nos mais diferentes níveis do governo tem forçado algumas mudanças significativas e urgentes que já deveriam ter sido implementadas.

Infelizmente, a realidade é bem ruim: programas insuficientes, baixos investimentos nas escolas, falta de preparo dos professores – com poucas fontes de pesquisa, material didático, orçamento para adquirir novas bibliografias e mais. Agora imagina, nesse cenário, ter que falar e expressar de forma clara assuntos voltados às engenharias. Como os alunos entenderiam matérias tão complexas? Exato, não entenderiam, assim como eles já possuem dificuldade de absorver disciplinas como Matemática, que é base para todos os cursos de Engenharia.

engenharia nas escolas
Imagem de Freepik

As verdadeiras causas para o distanciamento dos alunos

A evasão das aulas, sobretudo nos últimos anos escolares – bem às portas do Ensino Superior -, é um problema grave e que a Educação Brasileira precisa encontrar formas de solucionar o quanto antes. Mas é difícil! Em parte, o discurso de que alguns jovens não são capazes, de que algumas disciplinas são impossíveis de serem compreendidas, meio que afasta muito alunos, desestimulados pelo próprio cenário precário das instalações. E aqueles que não desistem muitas vezes apresentam problemas de desenvolvimento cognitivo, de inteligência emocional, além de incapacidade de reflexão objetiva.

Sabe o que poderia ajudar? Realizar uma forma diferente de apresentação do conhecimento – incluindo matemático – e na visão transmitida sobre esse saber ao aluno. Não se pode mais fazer tanta abstração e generalização da matéria! Deve-se fazer mais associações com exemplos simples, do cotidiano. Por exemplo, como a Engenharia transforma o mundo ao nosso redor em todos os níveis. De fato, se as crianças entenderem o significado, a grandeza disso topo podem usar o que aprendem ao seu favor e ao favor da sua família, consequentemente se sentindo mais motivadas a irem para escola. Então, resumindo, o segredo é:

Conduta de professores + conduta dos alunos + técnicas de ensino

engenharia nas escolas
Imagem de Freepik

Veja Também: 3 razões do por que algumas pessoas encontram dificuldades no aprendizado de Ciências Exatas

O ciclo de educação ideal

Aprendendo a ligar as informações que recebe na sala de aula, o aluno pode começar a observar situações rotineiras com um novo olhar, aprendendo também a identificar as engenharias atuando ao seu redor e vendo nisso uma possibilidade de carreira para si!

Sim, educação é primordial para o desenvolvimento das sociedades e para a formação de indivíduos, tendo grandes influências econômicas e sociais! E a educação não começa na faculdade e na prática profissional, ela começa no Ensino Básico, nos anos primários frequentados pelas crianças, quando há o maior potencial para o desenvolvimento de habilidades, como concentração, interpretação, oratória, autoconfiança, criatividade e iniciativa. Deve-se só ver estas etapas como se fossem uma escada para o conhecimento! E é claro que o reforço das Ciências Exatas no Ensino Fundamental e Médio pode estimular a formação de mais engenheiros em nosso país, trazendo uma nova perspectiva para a economia!

engenharia nas escolas
Imagem de Freepik

Medidas eficazes para mudar o cenário brasileiro

  • Aumentar o diálogo entre direções de escolas, professores e alunos para entender bem todas as dificuldades no ciclo ensino-aprendizado;
  • Fazer melhor uso de apresentações lúdicas;
  • Difundir e adotar conceitos e métodos novos, que ajudem a esclarecer questões mais difíceis para as crianças;
  • Treinar melhor os professores para eles entendam que seu papel dentro da sala de aula não é ditatorial, mas de mediador, orientando os alunos em seu pensamento, desafiando-os a explorarem e descobrirem, sem deixar que seja perdida a responsabilidade e o compromisso com o conteúdo a ser aprendido;
  • Uso de mais experimentos, jogos, atividades em grupo, principalmente em cenários correlacionados com as engenharias de um modo geral.

Veja Também:


Fontes: Doity.

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Neste mês, imagens do Ferrari Purosangue caíram na internet, sobretudo nas redes sociais, e surpreenderam os internautas. Esta é a última evolução de produção da marca fundada por Enzo Ferrari, no ano de 1929, em Maranello, na Itália. Parece que seu design é bastante moderno. E a promessa é de que o veículo chegue ao mercado ainda neste ano de 2022 – com as primeiras entregas programadas para 2023. Mas será mesmo?

Bem, as expectativas pelo SUV italiano são enormes, conforme apontou a renomada revista britânica Auto Express. Inclusive, algo revelado na publicação é de que essa Ferrari deve ser disponível aos consumidores em três opções diferentes de motor, incluindo uma variante híbrida.

Confira, logo a seguir, as melhores imagens já publicadas da Ferrari Purosangue!

Ferrari Purosangue
Imagem reprodução de Auto Full
Ferrari Purosangue
Imagem reprodução de Notícias ao Minuto
Ferrari Purosangue
Imagem reprodução de TecMundo
Ferrari Purosangue
Imagem reprodução de Autoesporte – Globo
Ferrari Purosangue
Imagem reprodução de Tabela Fipe
https://www.youtube.com/watch?v=x8_y-ZZGDVU

Veja Também: Mahle mostra motor que queima hidrogênio de forma mais eficiente


Fontes: Notícias Minuto.

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Você conhece a “Veneza Brasileira” ou a “Florença dos Trópicos“, como disse certa vez o romancista francês Albert Camus? Estamos falando simplesmente de um dos maiores destinos turísticos do Brasil! Assim é chamada Recife, a capital de Pernambuco. E hoje é dia do Engenharia 360 homenagear esta cidade. Sabe por quê? Porque é o seu aniversário de 485 anos! Quer dizer… não se tem exatamente a confirmação da data de sua fundação, mas, tudo bem! Mesmo assim, vale a pena a comemoração do mesmo modo!

Recife surgiu como “Ribeira de Mar dos Arrecifes dos Navios”, no ano de 1537. Na época, era uma importante área portuária e a capitania mais rica do Brasil Colônia, destaque no plantio de cana-de-açúcar e exportação de Pau-Brasil – hoje uma prática ilegal no país. Também, durante um período no século XVII, foi sede da colônia de Nova Holanda. Mas, realmente, a cidade se despontou como a mais importante de Pernambuco e centro comercial influente para os portugueses (mascates) depois da expulsão dos holandeses, na chamada Insurreição Pernambucana.

Bem, é claro que a história de Recife é muito mais extensa do que isso! Só que, por hora, vamos focar no presente! Hoje, a cidade tem muitas praias, arquitetura histórica, entre outros atrativos e uma rica cultura. Devemos destacar o seu centro, que é um charme a parte – sobretudo os sítios históricos em estilo barroco; e que esta é a região nordestina com o melhor Índice de Desenvolvimento Humano. Enfim, acho que não precisamos dar mais motivos para você se apaixonar por Recife! Parabéns recifenses!

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Imagem reprodução de Porto Digital
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Imagem reprodução de UFPE
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Imagem reprodução de JC Online – UOL
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Imagem reprodução de JC Online – UOL
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Imagem reprodução de Diario de Pernambuco
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Imagem reprodução de Diario de Pernambuco on Twitter

Fontes: Wikipedia.

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É um fator importante saber como calcular inclinação no projeto de estruturas com o rampas, telhados e escadas. A saber, a inclinação ideal varia de acordo com o tipo de estrutura e as condições de uso.

Dito isso, podemos considerar a dificuldade que é projetar um edifício; não é à toa que existem cursos de faculdade que ensinam isso. Algumas informações todos nós já temos na cabeça e poderíamos responder sem ajuda profissional. Mas e sobre esse cálculo de inclinação de rampas, telhados e escadas? Neste guia do Engenharia 360, você aprenderá como calcular a inclinação de cada tipo de estrutura, além de dicas para escolher a inclinação ideal. Confira!

Como calcular inclinação de rampa

Nem sempre as escadas são suficientes em uma casa. Pessoas com limitações motoras, por exemplo, vão precisar de soluções como elevadores e rampas para acessar diferentes níveis de uma edificação. Mas quais as dimensões apropriadas para rampas gerais, confortáveis e eficientes para todos, a partir de considerações de acessibilidade universal? Bem, vamos lá! A forma básica para encontrar a inclinação de uma rampa, em porcentagem, é (altura/diagonal) x 100.

Rampas externas

Assim, qual seria a inclinação de uma rampa para vencer 1 m de altura de desnível de pisos? Isso mesmo! Seria 10%! Inclusive, na maioria dos manuais técnicos você encontrará como indicação de inclinações entre 8,33% a 12% para um desnível de 1 m de altura.

O certo é que, se a rampa for curtinha, com até 1,5 m de comprimento, pode-se aceitar uma inclinação de até 12% – ou 10%, que seria equivalente a um degrau de 30 cm. Depois disso, até 3 m, a inclinação já deve ser de 10%. Ou para uma sessão de 9 m, uns 8%. Lembrando que depois disso, a rampa precisa ter descansos em seu trajeto.

elementos estruturais - calcular
Imagem reprodução de Alana Vitti Arquitetura & Interiores – WordPress

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Rampas internas

Dentro de casa, podemos pensar em porcentagens ainda menores, pensando em poupar esforço das pessoas. Por exemplo, para idosos que subirem uma altura de até 75 cm, seria bom uns 5%. Já para subir um andar de 3 m, uma rampa com inclinação de 8%; já dois ou três andares, uma inclinação de 6%. Por exemplo, a pessoa é idosa e quer subir 2 m. Qual o comprimento deve ter a rampa? Bem, vamos adotar 6% de inclinação, certo? Então, 6 = (2m / d) x 100; d = 2 m/ 0,06, d = 33 metros.

como calcular inclinação de rampa
Imagem reproduzida de Andrés Villota via ArchDaily
elementos estruturais
Imagem reprodução de Layout1

Como calcular inclinação de telhado

Existem telhados planos, mas também telhados com várias abas caídas, que os projetistas chamam de “águas”. Pois as “águas” de um telhado têm, obviamente, uma inclinação.

Já percebeu que em zonas mais frias essa inclinação é maior? Isso é feito para que a neve que cai no inverno não se acumule sobre a casa, sobrecarregando a estrutura de toda a edificação, que poderia vir a baixo com esse peso excessivo. Viu, então, por que é importante calcular um telhado? Aliás, até telhados planos não são verdadeiramente planos. Eles apresentam um leve caimento para o escoamento da água da chuva. Afinal, é para isso que servem os telhados sobre as construções!

Sabendo a inclinação do telhado, pode-se conhecer a área de cobertura, o comprimento do beiral e o tipo de cumeeira lá no topo, na parte mais alta – intersecção das “águas”, facilitando a escolha das telhas, por exemplo. Cada fabricante expõe na sua caixa a porcentagem de inclinação que indica para o uso do seu produto. Mas, por hora, basta dizer que a maioria das telhas são colocadas numa inclinação entre 10% e 30%.

A primeira coisa que se precisa saber é o tamanho que esse telhado deve ter. Digamos que seja uma meia-água que irá cobrir 2 m de varanda e que a telha comprada deve ser colocada em 20% de inclinação.

Então, 20% / 200 = 40. Isso quer dizer que a cada 2 m da horizontal, o telhado deve subir 40 cm na vertical. E se quiser aumentar a cobertura para 2,50 m? 20% / 250 = 50 cm. Ou se a telha for para 30% de inclinação e a “água” do telhado precisar cobrir 4 m? Resposta: 1,20 m deverá ser a medida do oitão da casa. Pronto! Está calculado o telhado!

elementos estruturais - calcular
Imagem reprodução de A Arquiteta

Como calcular tamanho de escada

Estamos falando aqui em como determinar quantos degraus a escada da sua casa deve ter. Bem, esse cálculo começa dividindo a altura total de um piso ao outro – de um e outro andar – por 0,18 m, pois esta é a altura máxima de um degrau. Então, para se chegar ao comprimento da escada, multiplica-se o número de degraus encontrado por 0,25 m – pois esta é a profundidade mínima para um degrau.

Esse comprimento pode ser medido em planta em linha reta ou formando desenhos do tipo “U”, “L”, em curvas ou “caracol”. Só não esqueça, se a escada for muito longa, de prever patamares de descanso – degraus diferenciados, cuja profundidade é de 80 cm, para garantir uma boa circulação. E se existir pouco espaço, podem ser feitos no máximo 4 degraus em cada patamar quadrado, fazendo a curva.

elementos estruturais
Imagem reprodução de Cálculos da Arquitetura

Veja Também:


Fontes: Dicas de Arquitetura, ArchDaily, Nacional Telha.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Reuniões virtuais ou videoconferências já não são mais nenhuma novidade, principalmente para profissionais que mantêm relações de trabalho a grandes distâncias. Contudo, a pandemia fez aumentar a necessidade desse formato de encontro para que equipes de empresas, escolas e universidades continuem mantendo suas tarefas apesar do distanciamento social.

videoconferências
Imagem de Tumisu por Pixabay

A ferramenta Google Meet no Brasil

Em 2020, a Google anunciou que manterá gratuita a ferramenta Google Meet aqui no Brasil. Inclusive, posteriormente, a empresa lançou uma função de ‘Modo de Economia’, para reduzir o consumo de dados de internet. Assim, esse serviço se tornou, então, umas das melhores alternativas para quem desejava continuar falando com seus colegas de trabalho – além de amigos e familiares – pelo computador, celular ou tablet.

E olha que interessante, uma pesquisa recente feita pela própria Google revelou que o uso da ferramenta Google Meet cresceu 275% só no último ano em nosso país. A maior parte dos entrevistados (55,4%) usa o Google Meet várias vezes por semana, e um terço deles usa pelo menos uma vez por dia. E as principais razões para o acesso à ferramenta de 59% são reuniões de trabalho – mantendo conversas com empresas ou empregadores – ou estudo – assistindo aulas de escolas, universidade ou cursos de idiomas.

A pesquisa realizada pela Microsoft

Recentemente, o Laboratório de Fatores Humanos da Microsoft – empresa proprietária do aplicativo Teams, de videoconferências – elaborou um estudo sobre o futuro do trabalho diante da pandemia. E as suas pesquisas revelaram que reuniões virtuais quando realizadas de modo consecutivo aumentam demais o estresse nas pessoas e reduz consideravelmente a sua capacidade de engajamento nos próximos encontros. A saber, os entrevistados apresentaram picos de tensão justamente nestas ocasiões.

Ou seja, se não damos pausa para o nosso cérebro, realmente toda a nossa máquina física pode entrar em colapso, fazendo desandar várias das áreas de nossa vida!

Veja Também: Facebook não perde tempo e investe pesado no ramo das videoconferências

Problemas revelados

Parece que, hoje, uma das coisas que mais deixa os profissionais que seguem regime home office estressados é o volume de reuniões. O desgaste mental trazido por isso tem impactado suas outras tarefas, inclusive domésticas. Outra coisa é a sua capacidade de focar nos assuntos, reduzida pelo desgaste mental; e isso, consequentemente, pode levar os funcionários de uma empresa a se envolverem em discussões, acarretando atraso nas produções e até demissões. Portanto, todos perdem!

Soluções levantadas

A recomendação dos especialistas para os trabalhadores em home office é fazer, sempre que possível, intervalos entre as videoconferências. Só que usar este momento não para trabalhar ainda mais, mas para meditar, cochilar um pouco, ouvir música tranquila, fazer uma caminhada, ou brincar com seus filhos e pets. A ideia é trabalhar os padrões de ondas cerebrais para aumentar os níveis positivos de energia e assimetria alfa frontal, que se correlaciona com um maior envolvimento durante uma reunião.

Sim, essas pausas podem fazer uma grande diferença no seu rendimento profissional, aumentando a sua capacidade de se concentrar e se envolver nos encontros virtuais e na vida, de modo geral! Seja um bom funcionário, mas não esqueça de colocar a sua saúde em primeiro lugar!


Fontes: Exame, Contábeis.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

A vida está confusa demais, isso não dá para negar. Mas sabe o que pode ajudar neste momento? Continuar sonhando, acreditar nas suas ideias, focar em ir atrás dos seus objetivos e se preparar agora para quando a economia voltar a “bombar” e o mercado estiver aquecido outra vez; então, você estará um passo à frente da concorrência. Como? Você pode, per exemplo cursar uma faculdade! E para ajudar nessa sua decisão, trouxemos uma pequena lista de nomes de instituições que estão no ranking das melhores universidades do Brasil, os principais destaques para este ano de 2022. Confira a seguir!

Ranking Latinoamericano do Times Higher Education

Já trouxemos em outros momentos aqui, para o 360, o Ranking Latinoamericano do Times Higher Education (THE). Essa é uma das principais referências de consulta, fruto do trabalho de uma revista inglesa fundada na década de 1970, publicada pela TES Global, afiliada do jornal The Times e que divulga regularmente notícias e artigos referentes à educação superior no mundo. Na sua última lista divulgada estão algumas universidades da América Latina, como PUC-Chile e Tecnologia de Monterrey, do México, além de algumas brasileiras também, claro. Trouxemos alguns nomes para você!

7. UFRJ

Começamos de trás para frente! Em 10ª na posição do ranking Times Higher Education, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que está em funcionamento desde 1920. Ela conta agora com 176 cursos de graduação em 29 unidades acadêmicas localizadas em diversas regiões do estado.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de ufrj

6. Unifesp

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apresenta cinco campus – Diadema, São José dos Campos, Guarulhos, Osasco e Santos. Ela foi fundada em 1933. E, hoje, apresenta 50 cursos de graduação, além de outros programas de ensino.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de Unifesp – Jornal São Paulo Zona Sul

5. UFRGS

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul está localizada em Porto Alegre, distribuída em 4 campus mais Tramandaí. Ela foi fundada em 1985. Oferece 86 cursos de graduação e opções de pós-graduação, incluindo mestrados e doutorados. E foi classificada em 8ª posição na lista THE.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de UFRGS

4. PUC-Rio

A Pontifício Universidade Católica do Rio de Janeiro, em sétimo lugar da lista das melhores universidades do mundo pela revista britânica, foi fundada nos anos 40 e, por consciência, tem quarenta cursos de graduação. Só destacando que se trata de uma instituição particular.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de PUC-Rio – Diário do Rio

3. UFMG

A Universidade Federal de Minas Gerais, fundada em 1927, está em quinto lugar na lista THE. Nos dias de hoje, ela tem quatro campus e oferece 91 cursos de graduação, além das especializações, aperfeiçoamentos e atualizações.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais

2. Unicamp

A Universidade de Campinas está em terceiro na lista do Times Higher Education. Ela foi criada em 1962. Hoje possui três campus, incluindo Piracicaba e Limeira. E oferece 60 cursos de graduação, mais especializações em diversas áreas do conhecimento.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de Unicamp – JC Concursos

1. USP

A Universidade de São Paulo está simplesmente em segundo lugar no Ranking THE ao nível global. Essa instituição pública foi fundada em 1934. Atualmente, oferece 183 cursos em todas as áreas do conhecimento, espalhados em 41 unidades de ensino e pesquisa.

melhores universidades Brasil
Imagem reprodução de USP – Agência Brasil – EBC

Veja Também: 3 melhores faculdades de engenharia elétrica do Brasil


Fontes: FDR.

Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.

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Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Definitivamente, as tecnologias fazem parte das nossas vidas de forma indispensável. Não conseguimos imaginar o cotidiano sem o uso de smartphones, eletrodomésticos inteligentes e outras inovações que facilitam nosso dia a dia. Em muitos desses dispositivos, há o trabalho essencial dos programadores. Mas quais oportunidades existem para quem está começando no mercado de programação? Vamos explorar isso neste artigo do Engenharia 360. Confira!

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Imagem de Christina Morillo em Pexels

Áreas de estudo essenciais para programadores

Para trabalhar com programação, é preciso se dedicar a obter conhecimento em várias áreas de estudo. Consequentemente, é possível atuar em vários setores diferentes. O aprendizado em matemática é essencial! Depois, sistemas da web, sistemas desktop, aplicações mobile, Machine Learning, Inteligência Artificial, estatísticas, análise de dados, e mais. Só que é claro que existem outros requisitos para quem deseja programar – aliás, para qualquer um que quer ingressar na área de tecnologia em geral.

O mercado de trabalho também vai exigir dos candidatos um raciocínio lógico aguçado. Também eles podem ler documentações; ter boa noção de padrões de projetos; e, por fim, saber inglês com alto grau de fluência. Aliás, essa questão do idioma é mesmo inegável, porque só assim é possível entender os conceitos técnicos nos textos quando começar a lê-los.

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Imagem de Lukas em Pexels

Disciplinas relevantes para o exercício do programador

O programador no seu dia a dia também será impactado por outros dados que o levará a buscar conhecimento em mais áreas, de modo a se aprimorar e conseguir, de fato, cumprir com as suas obrigações de serviços cotidianos com mais facilidade. Eis as disciplinas que influenciam o exercício do programador:

  • Lógica de programação: sim, pensar programação, manter a mente sempre desperta para esse assunto é importante para o crescimento profissional do programador.
  • Design Patterns: busca por soluções de problemas recorrentes e de metodologias para o desenvolvimento de softwares – linguagens, frameworks, bibliotecas, dentre outras coisas -, sobretudo a forma em que ele é programado.
  • Linguagens de programação: as mais utilizadas hoje em dia são JavaScript, Python, PHP e Java.
  • POO: orientação a objetos na construção de softwares, na função de abstrair algo do mundo real com atributos que representam suas propriedades ou métodos.
  • Banco de dados: por exemplo, NoSQL, que livra que tudo tenha que ser gravado em arquivo local.
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Imagem de Christina Morillo em Pexels

Nichos de mercado para programadores

Os programadores podem atuar em diversos setores, conforme suas especializações. Algumas das principais oportunidades de trabalho incluem:

  • Desenvolvimento de sistemas para Internet: Focado em aplicações web e plataformas online.
  • Desenvolvimento de sistemas desktop: Programas que rodam localmente no computador do usuário, desde módulos simples até sistemas complexos de controle de frotas, por exemplo.
  • Desenvolvimento mobile: Criação de aplicativos móveis do zero, com foco em UX/UI design.
  • Análise de dados (B.I.): Para programadores que têm afinidade com estatística e visualização de dados, criando dashboards e relatórios detalhados.
  • Web Design e Arte Gráfica: Programadores com habilidades em design responsivo e ferramentas como Photoshop podem atuar na criação de interfaces visuais e layouts para web.

Concluindo, o mercado para programadores é vasto e diversificado, oferecendo oportunidades em diferentes setores da tecnologia. Seja no desenvolvimento de software, na análise de dados ou no design de interfaces, o caminho da programação é promissor para quem busca uma carreira dinâmica e desafiadora.

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Fontes: Blog Geek Hunter.

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Vamos falar de Engenharia de Software? Não tem jeito, o mundo hoje é dominado pelas tecnologias – ninguém mais vive sem celular, laptop e aplicativos de internet! Precisamos disso para tudo no atual sistema de vida que levamos; e não queremos abrir mão, pois, realmente, faz a nossa rotina muito mais simples. E por trás de toda essa engrenagem tecnológica está o trabalho de pesquisadores, desenvolvedores, designers e engenheiros de inteligência. Um desses profissionais é aquele que se dedica à Engenharia de Software – cada vez mais valorizada no mercado brasileiro. Saiba mais sobre no texto a seguir!

Engenharia de software EAD
Imagem de StockSnap por Pixabay

O que é Engenharia de Softwares?

Engenharia de Software é um ramo da Tecnologia de Informações que trabalha com o desenvolvimento de softwares computacionais – desde a criação, planejamento, teste e manutenção das ferramentas, além da administração dos sistemas e banco de dados, incluindo instruções e gestão de projetos. Aliás, é basicamente isso que torna a utilização do sistema operacional dos computadores possível, de alto desempenho e muito mais produtivo, o que vai refletir positivamente em outras áreas do mercado, como de bancos à hospitais.

Entendendo melhor o que essa Engenharia faz

Reforçando a mensagem, os engenheiros de softwares vão:

  • estruturar e testar novos programas;
  • administrar e gerir projetos ligados aos softwares;
  • projetar, analisar e administrar sistemas;
  • configurar redes;
  • criar aplicativos e softwares;
  • efetuar testes nos sistemas;
  • estudar o design, desenvolvimento e a manutenção desses programas;
  • etc.

E esses profissionais conseguem colocar em prática essas atividades justamente com base em muito conhecimento teórico dentro da informática. Mas não se pode confundir essa Engenharia com a sua Engenharia com Ciência da Computação, que lida com algoritmos, desenvolvimento de peças eletrônicas, mecânicas e mais coisas nesta linha. Embora esse setor da informática também seja bastante atrativo para quem está em busca de uma carreira nas Ciências Exatas. A recomendação é, antes da escolha da profissão, descobrir as especificidades e entender as oportunidades que cada ocupação oferece!

Engenharia de software EAD
Imagem de StockSnap por Pixabay

Qual o mercado para quem trabalha com Engenharia de Softwares?

Empresas de todos os segmentos do mercado estão buscando impulsionar os seus sistemas de modo a atender toda a sua demanda de vendas de produtos e prestação de serviços – um exemplo é a apresentação de menus de restaurantes em tablets. Também existem as instituições de ensino que buscam formas de apresentar conteúdos interativos por meio de jogos e mais aos seus alunos. E é nesse ponto que entra a Engenharia de Software! Ela ajuda os negócios a ganharem tempo, encurtar distâncias e aumentar capital!

Onde estudar Engenharia de Software (EAD)?

O curso de Engenharia de Software, mesmo EAD, dura cinco anos. Mas vale lembrar que não é possível fazer a faculdade toda online; uma parte dela é presencial para que sejam cumpridas as atividades práticas também. Contudo, neste momento (2022), somente cinco instituições receberam autorização do Ministério da Educação (MEC) para oferecer esta graduação – e ainda nem todas estão com turmas abertas. São elas:

  • Instituto Infnet Rio de Janeiro (INFNET);
  • Universidade Paranaense (UNIPAR);
  • Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN);
  • Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR); e
  • Centro Universitário UNIBTA (UNIBTA).
Engenharia de software EAD
Imagem de Pexels por Pixabay

São disciplinas do curso de Engenharia de Software:

  • Fundamentos e Arquitetura de Computadores
  • Algoritmos e Lógica de Programação
  • Engenharia de Software
  • Estatística
  • Engenharia de Requisitos
  • Análise e Projeto Orientado a Objetos
  • Modelagem de Software
  • Lógica para Computação
  • Estrutura de Dados
  • Projeto, Implementação e Teste de Software
  • Paradigmas de Linguagem de Programação
  • Cálculo Diferencial e Integral
  • Sistemas Operacionais
  • Qualidade de Software
  • Pesquisa Operacional
  • Banco de Dados
  • Gerenciamento de Software
  • Programação de Sistemas
  • Design e Interação
  • Gestão de Projetos
  • Segurança e Auditoria de Sistemas

Lembrando que quem estuda Engenharia de Software pode também, mais tarde, fazer uma especialização voltada à hardwares, ou seja, na área de Engenharia de Computação e Informática, aumentando suas oportunidades de atuação. Vale ficar de olho sempre nas principais tendências para os próximos anos e no que o mercado demanda para tomar decisões como esta!

Talvez o segredo do sucesso para essa profissão de engenheiro de software seja ter familiaridade com os assuntos ligados a esse segmento de mercado. Bem, pelo menos deve contar muito a favor! Só que o diferencial será mesmo a paixão que a pessoa demonstrará por esta Engenharia! Leve isso em consideração antes de definir o seu futuro!


Fontes: Blog EAD, UNIPAR, Blog Orientu.

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