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Lista BDE: 5 ferramentas e metodologias para melhorar a gestão da qualidade

por Luciana Bassoli | 23/03/2017
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O fato de as organizações estarem em constante desenvolvimento faz com que essas estejam sempre em busca de melhorias. No entanto, as empresas precisam manter toda a estrutura sob controle. Para isso, é necessário buscar por procedimentos que facilitem a gestão da qualidade dos processos produtivos.
O uso de ferramentas é uma forma de controlar o fluxo de informações e permite que gestores e engenheiros analisem a situação da empresa. Na gestão da qualidade é possível usar esses dados para auxiliar na identificação das causas raiz dos problemas e suas soluções. Pode-se também fazer levantamentos quanto a situação atual de determinado processo comparado ao que será proposto.

Fonte: Shutterstock.


Dentre uma série de ferramentas que podem ser utilizadas, serão listadas abaixo algumas simples, mas que dão resultados. Aqui, elas serão citadas brevemente para fins de conhecimento. Mas elas podem ser encontradas em diversos sites ou podem ser criadas conforme a preferência para serem usadas em trabalhos acadêmicos e no dia a dia das empresas.

1 – PDCA

O ciclo PDCA é bem conhecido, e se for usado de forma organizada, é eficaz na divisão das etapas de implantação de um projeto ou análise. É um plano de ação que divide as etapas entre Planejar, Fazer, Checar e Agir. Assim fica mais fácil visualizar as ações do projeto e seu andamento, seja individual ou em equipe.

2 – Brainstorming

Significa “tempestade de ideias”. Ela contribui para que sejam apontadas causas de problemas através de opiniões. Podem ser da equipe que está implantando um projeto ou dos funcionários que atuam em um setor que precisa de melhorias. Nele cada um aponta os fatores que podem estar prejudicando o processo, e/ou se tem uma forma melhor de se fazer.

3 – Matriz GUT

É uma matriz de priorização simples que pode ser montada através de dados obtidos na empresa, ou através das opiniões do brainstorming citado acima. As causas são organizadas em uma coluna de uma tabela que contém as colunas G (Gravidade – o quão grave é essa causa), U (Urgência – qual o nível de urgência para se resolver) e T (Tendência – o quanto isso acontece). No final, será gerado um resultado em números, e o maior deles indicará a maior causa para se trabalhar.

4 – Diagrama de Ishikawa

O diagrama “espinha de peixe” agrupa os problemas que têm como base os 6M: mão de obra, materiais, matéria prima, medidas, máquinas e meio ambiente. Assim, são verificados os problemas relacionados a esses seis pontos e atribuídas notas de 0 a 10. É possível fazer uma análise gráfica, e a maior nota apontará a causa maior.

Fonte: Shutterstock.

5- Diagrama de Pareto

O Diagrama de Pareto apura a tendência dos problemas (quantas vezes ocorreu o mesmo erro) e gera um percentual. O maior percentual indicará a maior causa e assim por diante. Com isso é possível levantar os principais motivos de falhas, atrasos e contratempos.

 
 
Essas ferramentas foram escolhidas com base na aplicação delas em alguns trabalhos e contribuem bastante para a obtenção e organização dos dados. Às vezes é complicado saber por onde começar, e elas servem como um roteirinho para a busca de informações. Para cada necessidade, existem as ferramentas certas. Algumas contam com controles estatísticos e dados mais complexos.
Ficou interessado em saber mais? Entre em contato, faça buscas na internet. Isso ajuda na obtenção de conhecimento e materiais. Aos acadêmicos, digam ao professor para ele trazer as ferramentas de gestão da qualidade e suas aplicações para a sala de aula. #DICA

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