Começamos este texto do Engenharia 360 explicando que tensão de passo e tensão de toque estudadas, sobretudo, pela Engenharia Elétrica. A primeira diz respeito à diferença de tensão experimentada entre os pés de uma pessoa quando ela está próxima de uma falta à terra em sistemas elétricos, resultando do gradiente de tensão no solo. Já a tensão de toque refere-se à diferença potencial que pode ser experimentada quando uma pessoa toca um objeto aterrado durante uma falta à terra. Continue lendo para saber mais!

Tensão de Passo e Tensão de Toque

Causas da Tensão de Passo e Tensão de Toque

Resumidamente, pode-se dizer que as falhas à terra em sistemas elétricos são as causas da tensão de passo e tensão de toque.

Mas claro que existe diferença entre tensão de passo e tensão de toque, como explicado no começo deste texto. Explicações mais detalhadas sobre o tema podem ser encontradas na NBR 5419, que trara de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA). Fazendo uma relação entre essas tensões, a norma estabelece diretrizes para a proteção de edificações contra raios, e isso inclui a consideração das tensões de passo e toque em áreas próximas a sistemas de aterramento e equipamentos elétricos.

Qual a Diferença entre Tensão de Passo e Tensão de Toque?
Imagem reproduzida de Engenheiro Pablo Guimarães

Observação: vale destacar que a NBR 5419 não chega a fornecer uma equação específica para calcular essas tensões, mas orienta sobre a importância de considerar fatores como a corrente da descarga atmosférica, a resistividade do solo e a distância do ser humano ou objeto para reduzir essas tensões a níveis toleráveis.

Perigos da Tensão de Passo e Tensão de Toque

Antes de tudo, vale destacar que ambas as tensões, de passo e toque, são perigosas para pessoas e animais. Mas vamos começar falando da tensão de passo. Nesse caso, há uma queda de tensão no solo causada pela corrente elétrica que flui através dele durante uma falha à terra. Sendo assim, existe risco de eletrocussão, queimaduras, lesões musculares, parada cardíaca e danos neurológicos é considerável.

Agora, na tensão de toque, a pessoa pode experimentar ao tocar um objeto aterrado durante uma falha à terra em um sistema elétrico. Isso pode resultar em riscos semelhantes aos da tensão de passo, incluindo fibrilação ventricular, choque elétrico e danos em equipamentos.

Veja Também: Compreendendo as diferenças entre Engenharia Elétrica e Engenharia de Energia

Cálculo da Tensão de Passo e da Tensão de Toque

Tensão de Passo e Tensão de Toque
Imagem reproduzida de Token Engenharia

De forma simplificada, a tensão de passo é calculada usando a seguinte fórmula básica:

Vs = ρ × (1/2πrI)

Onde:

  • Vs é a tensão de passo.
  • ρ é a resistividade do solo (em ohm-metro).
  • I é a corrente à terra (em amperes).
  • r é a distância do ponto onde a corrente entra no solo ao ponto de interesse (geralmente considerada a distância de um passo humano, por exemplo, 1 metro).
Tensão de Passo e Tensão de Toque
Imagem reproduzida de Token Engenharia

Veja Também: Medidores aéreos: uma solução eficaz contra os furtos de energia elétrica?

A tensão de toque é calculada de forma semelhante à tensão de passo. A fórmula é a seguinte:

Vt = ρ × (1/2πdI)

Onde:

  • Vt é a tensão de toque.
  • ρ é a resistividade do solo (em ohm-metro).
  • I é a corrente à terra (em amperes).
  • d é a distância entre o ponto de contato do objeto aterrado e o ponto em que uma pessoa toca o solo (geralmente considerada a distância entre a mão e o pé da pessoa).
Tensão de Passo e Tensão de Toque
Imagem reproduzida de Token Engenharia

Claro que, numa situação real, muitos fatores podem influenciar esse cálculo, como geometria do sistema de aterramento e a presença de múltiplas correntes de falta. Para cálculos mais precisos, pode ser preciso realizar simulações computacionais, por exemplo, para entender todos os fatores envolvidos.

Uma coisa é certa: quanto mais malhas de aterramento próximas, menor tende a ser o valor dessas tensões!

Medidas contra Tensão de Passo e da Tensão de Toque

Para começar, a melhor forma de mitigar tensões de passo e tensões de toque é conscientizar as pessoas que operam em zonas de risco. Claro que deve-se evitar ingressar em locais suspeitos, realizar passos curtos ou rastejar quando necessário se mover, pular com ambos os pés juntos para reduzir a diferença de tensão. Também evitar tocar em objetos metálicos, prevenir quedas para minimizar o contato com o solo, manter a calma e relatar às autoridades qualquer suspeita de tensão.

O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), considerando parâmetros como corrente da descarga atmosférica, resistividade do solo e distância do ser vivo ou objeto, indica:

  • realizar um aterramento eficaz,
  • aplicar camadas de material de baixa resistividade ao solo,
  • instalar grades ou malhas condutoras,
  • usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados,
  • manter uma distância segura entre áreas públicas e potenciais fontes de tensão de passo,
  • providenciar sinalização adequada em áreas de perigo,
  • empregar dispositivos de detecção de falhas à terra,
  • realizar monitoramento e manutenção de sistemas de aterramento, e
  • em algumas situações, implementar barreiras físicas de proteção.

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Fontes: Blog Professor Pablo Guimarães, Tok Engenharia.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Talvez devêssemos começar este texto do Engenharia 360 citando o que é um meteorito. Pois bem, trata-se de um fragmento de rocha espacial que atinge a superfície da Terra. E há diferentes tipos, desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro.

Vale enfatizar neste artigo do Engenharia 360 que tudo começa com a formação de uma pedra espacial, quando há o descolamento de um fragmento de um asteroide, cometa ou restos de planetas desintegrados, assim chamado de meteoroide. Esse meteoroide viaja pelo espaço até entrar na órbita da Terra, sobreviver à passagem pela atmosfera e finalmente cair no solo, onde se torna um meteorito.

Meteorito
Imagem de Родион Журавлёв por Pixabay

Diferentes tipos de meteoritos

Os tipos de meteoritos podem ser resumidos da seguinte forma:

  • Rochosos (Aerólitos): São compostos principalmente de minerais silicatos, como olivina e piroxênio. Eles representam a maioria das pedras espaciais que caem na Terra.
  • Metálicos (Sideritos): São ricos em metais, principalmente ferro e níquel. Eles geralmente têm uma superfície metálica brilhante.
  • Metálico-Rochosos (Siderólitos): São uma combinação de minerais silicatos e metais. Possuem uma aparência distintiva de metal inserido em uma matriz rochosa.
  • Condritos: São os rochosos que não sofreram uma diferenciação significativa e são os mais primitivos, mantendo características de quando se formaram.
  • Condritos Carbonáceos: São um tipo especial de condritos que contêm material orgânico e são considerados importantes para o estudo da origem da vida.
  • Lunar e Marciano: São fragmentos da Lua e Marte, respectivamente, que caíram na Terra. Eles são raros e altamente valorizados devido à sua origem.
  • Hammer: São as que atingiram algo ou alguém durante a queda, tornando-os exóticos e raros.

Classificação de raridade

Alguns meteoritos são considerados raros pela comunidade científica. Claro que só o fato desse fragmento chegar à Terra já é um evento excepcional, e ainda se sabe que existe uma probabilidade limitada de ocorrer em locais específicos. Mas é que essas rochas espaciais contêm amostras únicas de eventos cósmicos e corpos celestes, como colisões de asteroides ou fragmentos de planetas, que são acontecimentos extraordinariamente raros.

Imagine obter um meteorito da Lua ou de Marte. Tais amostras são hoje muito estudadas com base no foco das atuais expedições espaciais. Na verdade, pode-se dizer que cada pedra espacial é capaz de narrar um evento distinto, como de colisão com objetos ou outros impactos notáveis, o que contribui para seu valor tanto no âmbito científico quanto no mercado de colecionadores.

Meteorito
Imagem de Hans por Pixabay

Em resumo, a raridade dos meteoritos está intrinsecamente ligada à sua origem, narrativa histórica e características singulares.

Observação: Meteoritos orientados são aqueles que adquiriram uma forma aerodinâmica durante a reentrada na atmosfera da Terra, o que os torna mais valiosos devido à sua aparência única. Já pedras planetários e lunares são fragmentos da crosta de planetas e da Lua que se desprenderam há bilhões de anos.

Procedência e comércio de meteoritos

Muita gente não sabe, mas é possível comprar uma pedra espacial – assim como vender, se você tiver a sorte ou azar de que uma rocha dessas caia em seu quintal de casa. Só que é preciso estudar esse mercado, para não ser enganado por golpistas. Por isso, tente conhecer a procedência da rocha e verifique a confiabilidade do vendedor antes de realizar qualquer transação de valores!

No mundo, existem dezenas de empresas que exploram o comércio de pedras espaciais. Dentre as mais famosas está a empresa dirigida por Robert A. Haag, que é conhecido como o “homem meteorito”, que possui uma das maiores coleções particulares de meteoritos do mundo. Haag vendeu mais de um milhão de dólares em meteoritos e possui uma base global de clientes.

Quem não quer comprar meteorito dessas empresas ou colecionadores pode ir a campo. Contudo, essa procura é uma tarefa complicada no Brasil devido ao clima úmido e à vegetação que dificultam a visibilidade. Infelizmente, em comparação com outros países, como os Estados Unidos, a quantidade de pedras espaciais descobertos no Brasil é relativamente baixa.

Meteorito
Imagem de kie-ker por Pixabay

Fatores que influenciam no preço de um meteorito

A tabela de preço usada por estas empresas – que não é fixa – leva em consideração a procedência da pedra espacial, que indica sua raridade e ocorrência. Assim, meteoritos que caíram recentemente e são encontrados em abundância tendem a custar menos do que aqueles que caíram há muito tempo e são raros. Mas, como exemplo, alguns meteoritos lunares chegando a custar milhares de dólares o grama.

Recapitulando, meteoritos são vendidos com base em vários fatores, incluindo:

  • raridade, tipo (rochoso, metálico, etc.), tamanho, estado de conservação e origem.

Colecionadores de pedras espaciais desempenham um papel fundamental no estudo dessas rochas espaciais. Eles fornecem com frequência informações valiosas sobre a composição química e a história dos objetos encontrados. Por isso, juntamente com a comunidade científica, devem contribuir para as análises econômicas, de preservação e disseminação desses objetos extraterrestres, tornando-os acessíveis para estudo e apreciação pública.

Realizando uma busca rápida na Internet, encontramos diferentes exemplos de meteoritos à venda. Por exemplo, tipo ‘Taoudenni’, de 24.37 kg, por R$105,00; africano NWA L6, de 11,3 cm, por R$ 1.668,00; queniano ‘Azeitona’, de 26 cm, por R$27.565,23; e modelo Moldavita, aproximadamente 2 g, entre R$700,00 e R$1.300,00.

O futuro do estudo e exploração de meteoritos

Queremos comentar que, em outubro de 2023, cientistas descobriram material inesperado em amostra do asteroide Bennu, que pode fornecer informações cruciais sobre sua composição e origens.

A missão OSIRIS-REx da NASA coletou a amostra após uma jornada de 7 anos e agora está analisando o material. A abundância de detritos encontrados no recipiente revela um “bom problema” de excesso de material para coletar, o que pode atrasar a análise da amostra principal. Os cientistas usaram várias técnicas, como microscopia eletrônica e raios X, para examinar a amostra e obter informações sobre a composição química, minerais e possíveis contribuições dos asteroides para a Terra no passado.

Veja Também:


Fontes: Terra, R7.

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Engenharia 360

Redação 360

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É AGORA! A Apple prepara para o dia 12 de setembro de 2023 um evento de lançamento altamente antecipado do iPhone 15 que acontecerá no Apple Park, sua sede em Cupertino, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Até onde se sabe, a empresa optou por transmitir o evento online, seguindo sua recente tradição de apresentações virtuais. A expectativa é que a Apple continue com a abordagem de exibir vídeos previamente gravados em vez de um formato tradicional de keynote. Também de que, no evento, ela revele informações cruciais sobre os novos iPhones. Veja neste texto do Engenharia 360 quais as possibilidades para preços, cores e especificações para os modelos iPhone 15!

iPhone 15
Imagem reproduzida de Apple World Today

As principais mudanças esperadas nos modelos iPhone 15

Cores

Há especulações de que a linha dos próximos iPhones seguirá uma estrutura semelhante à vista no ano anterior. Ela compreenderá quatro modelos distintos: o iPhone 15, o iPhone 15 Plus, o iPhone 15 Pro e o iPhone 15 Pro Max (ou possivelmente o iPhone 15 Ultra). E uma característica notável do design será provavelmente a presença de um notch em forma de pílula, conhecido como Dynamic Island, que atualmente é exclusivo dos modelos Pro/Pro Max.

Especialistas de mercado acreditam que o iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max poderão adotar titânio em suas estruturas em vez do aço escovado. Isso conferiria aos produtos um toque de sofisticação adicional, ao mesmo tempo em que os tornaria mais leves e resistentes.

Já quando se trata das opções de cores, parece que os modelos padrão do iPhone 15 – e talvez iPhone 15 e 15 Plus – poderão estar disponíveis em uma variedade de cores atraentes, incluindo preto, verde, azul, amarelo e rosa. No entanto, os modelos iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max apenas comercializados em cores mais sóbrias, como azul-escuro, preto fosco, prata e cinza.

iPhone 15
Imagem reproduzida de Apple via Marksmen Daily

Veja Também: O que é e para o que serve a AirTag da Apple?

Câmera

Os rumores divergem sobre a configuração da câmera dos novos iPhones, com sugestões de manter um conjunto duplo de 12 MP ou a inserção de câmeras de 48 MP em alguns modelos. A saber, os modelos topo de linha devem ter uma nova câmera com zoom óptico mais profundo para maior qualidade de imagem.

Carregador

A Apple planeja finalmente atender às regulamentações da União Europeia em relação ao conector de carregamento dos novos iPhones substituindo a porta Lightning pela porta USB-C em suas quatro novas versões do iPhone.

Inclusive, vale dizer que essa mudança é uma resposta às exigências para padronização dos carregadores e conectores, visando a adoção de um padrão universal. Portanto, a Apple está se esforçando para atender melhor as necessidades dos clientes, marcando a primeira vez que a empresa troca o conector do iPhone desde 2012.

Veja Também: Confira como foi a evolução do celular com o passar dos anos

Processador

A Apple deve anunciar o novo processador A17 Bionic, que provavelmente figurará nos modelos mais caros, enquanto o atual A16 Bionic permanecerá nas versões mais básicas.

iPhone 15
Imagem reproduzida de Apple via TechTudo

Outros detalhes

Para completar, espera-se especialmente para os novos modelos de iPhones melhorias no desempenho e bateria, com a possível inclusão do chip A17 e um aumento na capacidade da bateria. Ademais, mudanças na linha de Apple Watch, incluindo a revelação da linha Series 9 e uma versão de segunda geração do modelo Ultra, com chips mais rápidos e possíveis novas cores de caixa.

As expectativas em relação aos preços dos novos modelos de iPhone 15

Antes de tudo, é preciso destacar que a Apple está enfrentando neste momento uma demanda instável por smartphones e outros dispositivos. Por isso, a Apple planeja lidar com a pressão decorrente das quedas nas vendas de iPhones nos últimos trimestres através do lançamento da linha do iPhone 15. Enfim, esses novos produtos são esperados para ajudar a restaurar o crescimento das vendas, especialmente durante a temporada de festas, que é crucial para a empresa.

Quanto aos preços dos novos modelos de iPhone 15, espera-se que a linha de alto padrão tenha um aumento de preço em relação aos modelos anteriores. O iPhone 15 Pro, por exemplo, pode custar cerca de R$ 5.468,73, um aumento de R$ 497,61, enquanto o iPhone 15 Pro Max pode custar R$ 6.463,95, um aumento de R$ 995,22. A justificativa dos aumentos? A introdução de novas tecnologias e materiais, que tendem a elevar os custos de produção.

É importante lembrar que essas informações se baseiam em rumores e conjecturas e que os detalhes precisos serão divulgados durante o evento de lançamento oficial da Apple.

Veja Também:


Fontes: TecnoBlog, UOL, TechTudo, O Globo.

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Engenharia 360

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Antes de explicarmos aqui, no Engenharia 360, o que é uma rede Wi-Fi 7, gostaríamos de compartilhar uma notícia incrível. A jovem Andressa Ojeda, natural do Paraná, que já estuda Engenharia Aeroespacial na Flórida, e estagiou no CERN, será a primeira brasileira a fazer o curso avançado de astronauta nos EUA. Ela desenvolve hoje um projeto para enviar uma câmera e wi-fi para a Lua. Então, isso só prova como o desenvolvimento dessa tecnologia deve ultrapassar ainda muitas barreiras inimagináveis!

O que é Wi-Fi 7?

Antes de tudo, é preciso dizer que ‘Wi-Fi 7’ é a próxima geração de redes sem fio, também conhecida como 802.11be.

Esta tecnologia está em fase de desenvolvimento, sendo capaz de atingir velocidades de até 46 Gb/s, com largura de canal de até 320 MHz por canal. Além disso, opera em três frequências simultâneas: 2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz. Utiliza modulação 4096QAM. MIMO 16×16 MU-MIMO para download e upload. Tecnologias adicionais como OFDMA, BSS Coloring, TWT e compatibilidade com padrões anteriores. Por fim, introduz a tecnologia Multi-Link Operation (MLO), que permite dispositivos se conectarem a mais de uma frequência simultaneamente, melhorando a estabilidade e reduzindo a latência.

Wi-Fi 7
Imagem reproduzida de Adrenaline

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Diferença entre Wi-Fi 6 e Wi-Fi 7

A diferença entre Wi-Fi 6 e Wi-Fi 7 é significativa em termos de velocidade, capacidade e tecnologia subjacente. Compare:

Wi-Fi 6 (802.11ax):

  • Velocidade máxima de acesso de até 9,6 Gb/s.
  • Utiliza as frequências de 2,4 GHz e 5 GHz.
  • Modulação 1024QAM.
  • Largura de canal de até 160 MHz.
  • Os dispositivos se comunicam com o roteador utilizando uma frequência por vez.

Resumindo, ambas as tecnologias compartilham as mesmas frequências. Mas especialmente o Wi-Fi 7 oferece um desempenho consideravelmente superior devido às suas especificações avançadas, incluindo a tecnologia MLO, que possibilita uma conexão mais rápida e estável.

Veja Também: Entenda como funciona o carregador sem fio

Quais são os benefícios e aplicações do Wi-Fi 7?

Como se pode imaginar, o Wi-Fi 7 traz uma série de benefícios em comparação com as gerações anteriores. Relembrando que ele oferece velocidade nominal máxima impressionante, latência reduzida e maior capacidade de transmissão de dados. Sem contar que o Wi-Fi 7 oferece maior segurança com a criptografia WPA3, um avanço em relação ao WPA2 utilizado nas gerações anteriores.

As aplicações esperadas para o Wi-Fi 7 incluem impulsionar uma série de aplicações, incluindo tri-banda, transmissão de vídeos em 8K, jogos com realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR), transmissão de arquivos e uso industrial, bem como dispositivos da Internet das Coisas (IoT).

Vale destacar que o lançamento do Wi-Fi 7 está dependendo da fase final de definição dos critérios para certificação pela Wi-Fi Alliance; é esperado que o padrão seja oficializado até o ano de 2024. Também que já existem diversos dispositivos no mercado compatíveis com a tecnologia 802.11be, como o smartphone OnePlus 11 5G, que utiliza um chip da Qualcomm. Grandes fabricantes de redes, como Intel e Broadcom, também estão conduzindo testes com essa tecnologia.

Wi-Fi 7
Imagem de Freepik

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Fontes: Tecnoblog, G1.

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A Engenharia de Produção exerce um papel crucial no planejamento e gerenciamento produtivo das empresas, demandando atualização sobre tendências de mercado e habilidades analíticas. Já a Business Intelligence emerge como ferramenta essencial, simplificando dados complexos para decisões embasadas. Descubra qual o potencial da BI nessa área de Engenharia com o texto a seguir, do Engenharia 360!

Entendendo o conceito de Business Intelligence (BI)

O Business Intelligence (BI) teve origem nos anos 80 e evoluiu para atender demandas competitivas e estratégicas, auxiliando na agilidade comercial e análise de tendências.

Veja Também: Engenharia de Produção e Marketing: quais são as vantagens dessa combinação?

Mas vamos volta à explicação do que é Business Intelligence. Pois bem, trata-se do conjunto de processos e tecnologias que agrupam e analisam dados para fornecer informações estratégicas às organizações. Seus objetivos são, por exemplo, fornecer feedbacks, melhorar o desempenho, apoiar decisões estratégicas, monitorar o progresso, identificar tendências, antecipar problemas, etc.

O conhecimento em Business Intelligence deve ajudar demais os engenheiros a traduzir dados complexos, auxiliando na identificação de padrões, tendências e áreas de melhoria nos processos de produção e gestão.

Business Intelligence na Engenharia de Produção
Imagem de Freepik

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Os Trabalhos em Engenharia com Maior Potencial de Crescimento

Conhecimentos prévios que os engenheiros de produção precisam para trabalhar com Business Intelligence (BI)

Empresas que buscam processos mais seguros e certificados necessitam justamente de maior clareza de dados devido à necessidade de tomar decisões informadas e embasadas em informações precisas. Isso é crucial, é claro, para que se possa garantir a conformidade com padrões de qualidade e certificações, aumentando a eficiência operacional e a confiança de colaboradores e investidores.

Nesse cenário, aqueles engenheiros mais atentos à inovação, com conhecimentos prévios em BI, como controles estatísticos de qualidade, KPIs (Indicadores-chave de desempenho) e familiaridade com análise de dados, devem se adequar tranquilamente à esse nicho de mercado. Aliás, essa análise de dados é essencial tanto na Engenharia de Produção quanto no BI. Até porque ambos os campos lidam com coleta, interpretação e uso estratégico de informações para otimizar processos e tomar decisões.

Anota aí: os engenheiros JÁ POSSUEM uma base sólida para compreender os aspectos técnicos do BI, tornando mais fácil a adoção e aplicação das ferramentas de BI em suas atividades profissionais.

Business Intelligence na Engenharia de Produção
Imagem de pch.vector em Freepik

Veja Também: Engenheiro tem de entender de finanças sim!

Vantagens do Business Intelligence para a Engenharia de Produção

Empresas que adotam sistemas de BI colhem benefícios como alinhamento estratégico, eficiência operacional e confiança de colaboradores e investidores. E profissionais de Engenharia de Produção podem se destacar ao aprofundar seus conhecimentos em BI. Por exemplo, aplicando suas habilidades em análises e controles estatísticos para impulsionar a inovação em um mercado em constante evolução.

São benefícios significativos que o Business Intelligence (BI) oferece para as empresas na tomada de decisões e agilidade comercial, especialmente na área de Engenharia de Produção:

Tomada de Decisões

Primeiramente, a Business Intelligence fornece feedbacks valiosos através da análise de dados, permitindo que as empresas tomem decisões informadas e baseadas em evidências. Logo reduzindo o risco de decisões inadequadas e ajuda a direcionar os recursos de forma mais eficaz.

Agilidade Comercial

Em seguida, através da análise contínua de dados em tempo real, a BI permite que as empresas respondam rapidamente às mudanças do mercado. Também se ajustem suas estratégias conforme necessário. Isso é crucial para manter a competitividade e aproveitar as oportunidades emergentes.

Eficiência Operacional

Ademais, a BI identifica áreas de melhoria nos processos produtivos e logísticos, otimizando a alocação de recursos, reduzindo desperdícios e aumentando a eficiência geral.

Expansão

Por último, podemos citar que a BI auxilia no planejamento estratégico para a expansão, fornecendo informações sobre mercados que são o alvo do trabalho, demanda do consumidor e tendências relevantes, permitindo que as empresas se posicionem de forma mais precisa e bem-sucedida.

Business Intelligence na Engenharia de Produção
Imagem de Drazen Zigic em Freepik

Mensagem final: saiba que há uma demanda crescente por profissionais especializados em BI em todo o mundo, dada a importância cada vez maior dos dados nas operações empresariais. A quantidade de vagas disponíveis continua a aumentar. Isso torna os engenheiros mais versáteis e procurados em um mercado competitivo.

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Fontes: EGP Produção.

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A SeaOrbiter é um projeto de estação oceânica internacional idealizado pelo designer francês Jacques Rougerie. Seu desejo é poder revolucionar a exploração oceânica e compreender melhor os ecossistemas marinhos. Contudo, no momento, enfrenta desafios financeiros e tecnológicos que têm dificultado sua realização. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

Desafios enfrentados no desenvolvimento do projeto SeaOrbiter

Antes de tudo, vale destacar as principais características dessa nova estação oceânica. Ela tem uma altura impressionante de 51 metros, sendo 38 metros submersos no oceano. E, ademais, ela incorpora elementos de autossustentabilidade energética. Isso inclui, por exemplo, painéis solares e turbinas eólicas.

Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via Olhar Digital
Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via Megacurioso
Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via Megacurioso
Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via R7

Em resumo, Jacques Rougerie desenvolveu a estação pensando em poder estudar melhor os padrões de comportamento, migração de espécies e impactos das mudanças climáticas nos oceanos. Para isso, ele se valeu de elementos de autossustentabilidade energética, como painéis solares e turbinas eólicas.

Com sua equipe, Rougerie precisou lidar com condições extremas nas profundezas do oceano durante a construção da SeaOrbiter, mesmo utilizando tecnologias avançadas e soluções inovadoras. Eles tiveram de considerar da resistência às forças das águas oceânicas, corrosão, manutenção de condições habitáveis e sistemas de energia autossustentável. Aliás, foi necessário compreender profundamente essas forças oceânicas; além disso, o design estrutural e lidar com condições extremas como pressão, temperatura e corrosão nas profundezas do oceano. Venceu a determinação e persistência!

Mesmo diante de muitos desafios, o projeto continua inspirando cientistas, engenheiros e entusiastas da exploração oceânica, destacando a importância da busca contínua por avanços na fronteira do conhecimento humano e a capacidade de catalisar inovações tecnológicas e científicas.

Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via R7
Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via R7

Veja Também: O monstro dos oceanos: Revelando o submarino mais poderoso do mundo

Sistema de geração de energia da SeaOrbiter

Agora você pode ter se perguntado como a SeaOrbiter se mantém. Pois bem, é que ela gera sua própria energia por meio de uma combinação de fontes sustentáveis. Relembrando que ela incorpora painéis solares, turbinas eólicas e sistemas de conversão de energia das ondas para gerar energia de maneira autossustentável. No fim, essa capacidade é fundamental para permitir missões prolongadas de exploração e pesquisa nas profundezas do oceano.

Inclusive, Jacques Rougerie sempre deixou claro em suas entrevistas que, além da exploração, o objetivo do projeto SeaOrbiter é muito mais. Sendo uma estação oceanográfica vertical, possibilitará a observação contínua e aprofundada da vida marinha, permitindo a análise muito rica dos ecossistemas oceânicos.

Mas por que o projeto SeaOrbiter ainda não foi realizado? É porque ainda existem algumas barreiras inanceiras e tecnológicas significativas. Primeiramente, a construção e operação do SeaOrbiter exigem investimentos substanciais, muitas vezes superando as capacidades de financiamento disponíveis, o que dificulta a obtenção de recursos a longo prazo.

Já quanto aos desafios tecnológicos, eles são igualmente complexos, já que construir uma estação oceanográfica vertical capaz de resistir às forças das águas oceânicas, corrosão e mais é uma tarefa notavelmente complexa; além de que integrar sistemas de energia e comunicação eficazes amplifica a complexidade técnica. Torcemos os dedos para que tudo dê certo para Jacques e sua equipe!

Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via Megacurioso
Projeto SeaOrbiter
Imagem reproduzida de SeaOrbiter via Megacurioso

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Fontes: Olhar Digital.

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Atualmente, nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETE), uma das etapas de trabalho é a remoção de remoção de fósforo dos esgotos. O mesmo se baseia na absorção biológica por bactérias, que são posteriormente removidas junto ao lodo. Contudo, esse método enfrenta desafios devido justamente aos índices cada vez mais altos de fósforo na água.

A boa notícia é que, recentemente, uma pesquisa revelou uma abordagem promissora para aprimorar esse processo. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

Qual é o principal dano ambiental causado pelo fósforo nos rios?

Antes de tudo, precisamos fazer um alerta sobre o fósforo presente nos esgotos. Ele tem sua origem na decomposição de matéria orgânica, principalmente de alimentos gordurosos e detergentes presentes no esgoto sanitário. Só que ele pode causar danos ao meio ambiente.

tratamento de esgoto
Imagem de @aleksandarlittlewolf em reepik

O principal dano ambiental causado pelo fósforo é a eutrofização. O elemento é essencial para o crescimento de plantas e algas aquáticas. Contudo, quando há um excesso dele na água, isso estimula o crescimento descontrolado de plantas, o que pode levar à formação de grandes “massas de algas”. Por isso algumas vezes vemos a água dos rios turva, indicando menor oxigênio. É claro que o resultado prejudica demais a vida aquática, matando peixes e outros organismos, perturbando o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

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Fósforo Encontrado em Lua de Saturno: Implicações para a Existência de Vida Além da Terra

Qual a proposta da USO para o processo de remoção de fósforo no tratamento de esgoto?

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) lançaram uma proposta para o processo de remoção biológica do fósforo dos esgotos, que hoje é feito por bactérias que absorvem o fósforo na água e são removidas junto com o lodo nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) localizadas em Embu das Artes e Mogi das Cruzes. A ideia é aprimorar esse processo ao estudar a interação das bactérias com os próprios nutrientes presentes nos resíduos do esgoto, buscando estratégias mais eficazes de remoção.

A intenção dos pesquisadores, sob coordenação de Welington Luiz de Araújo, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), é reduzir os danos causados por esse elemento no meio ambiente. Além disso, conseguir estimar com mais precisão as condições ideais para a remoção do fósforo, tornando o processo mais eficiente.

tratamento de esgoto
Imagem reproduzida de InfoEscola

Quais são os benefícios esperados da combinação das estratégias propostas pela pesquisa da USP?

Vamos recapitular! Essa pesquisa demonstra que o tratamento atual é realizado por um sistema físico-químico, enquanto a abordagem proposta leva em consideração a interação do fósforo com as bactérias no lodo e outros nutrientes presentes no esgoto. Nesse caso, o pH da água é ajustado para promover a ligação do fósforo em flocos, que são posteriormente removidos.

A saber, todos os testes realizados pela equipe da USP foram em condições reais de ETEs e sugere que a combinação dessas estratégias pode reduzir ainda mais os impactos do fósforo no meio ambiente. Foram utilizadas técnicas de sequenciamento de DNA para analisar a interação das bactérias

Dito isso, os resultados da pesquisa da USP têm o potencial de serem aplicados em outras estações de tratamento. Isso significa que a pesquisa pode contribuir para melhorar o tratamento de esgoto em várias regiões, reduzindo os impactos negativos do fósforo no meio ambiente através de um método mais eficaz e sustentável para proteger nossos recursos hídricos.

tratamento de esgoto
Imagem de Amine KM em Pexels

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Fontes: Olhar Digital.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

A expansão da Internet no Brasil e em todo o nosso continente pode estar ameaçada. Recentemente, a empresa Viasat, de comunicação via satélite, enfrentou uma falha no ViaSat-3 Americas. Mas qual o problema disso?

Bem, a comunicação via satélite é importante devido à sua capacidade de viabilizar a comunicação em lugares isolados e superar deficiências da infraestrutura terrestre, além de oferecer serviços essenciais em áreas remotas e atuar como meio alternativo em caso de falhas na comunicação terrestre.

A falha da Viasat ocorreu durante a instalação de um grande refletor no satélite após seu lançamento em 30 de abril de 2023, a bordo de um foguete SpaceX Falcon Heavy. O problema não afetou os serviços atuais fornecidos, mas impactou os planos para novos serviços. A Viasat optou, na sequência, em trabalhar em maneiras de minimizar o efeito econômico do problema, a ideia era realocar satélites existentes ou realocar um dos outros dois satélites. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para saber mais!

comunicação via satélite
Imagem de SpaceX via Pexels

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Como funciona a comunicação via satélite?

A comunicação via satélite funciona como uma grande rede de envio e recebimento de informações pelo espaço usando ondas de rádio. Imagine que o satélite é como um espelho gigante no céu, refletindo sinais de uma estação terrena para outra em qualquer lugar do mundo.

Quando você envia uma mensagem de texto ou faz uma ligação, ela é transmitida para uma estação terrena próxima. Essa estação então envia os dados para o satélite, que os recebe e os retransmite para outra estação terrena mais próxima do destinatário. E, nesse cenário, a comunicação pode ser como uma estrada de mão única, onde apenas enviamos informações, ou como uma rodovia de duas mãos, onde podemos enviar e receber dados ao mesmo tempo.

Resumindo, a comunicação via satélite é essencial para conectividade global, permitindo que pessoas em diferentes partes do mundo se comuniquem instantaneamente, não importa a distância entre elas.

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Quais os componentes de um sistema de satélite de comunicação?

Componentes de um sistema de satélite de comunicação:

  • Dispositivos transmissores e receptores nas estações terrenas:
    • Responsáveis por enviar e receber sinais de comunicação para e do satélite.
    • Funcionam como ponto de entrada e saída das informações no sistema.
  • Transponders no satélite (payload):
    • Dispositivos que recebem os sinais da estação terrena, os amplificam e os retransmitem de volta à Terra.
    • Atuam como repetidores para estender o alcance da comunicação.
  • Antenas de comunicação:
    • Permitem a transmissão e recepção de sinais entre as estações terrenas e o satélite.
    • Direcionam os sinais para a área desejada do espaço.
  • Centros de operação de rede (teleportos):
    • Instalações que monitoram e controlam o funcionamento dos satélites de comunicação.
    • Realizam a gestão da rede, incluindo o roteamento de sinais e a resolução de problemas.
  • Satélites em órbita:
    • Os próprios satélites que estão posicionados em órbita ao redor da Terra.
    • Servem como plataformas de comunicação para enviar e receber sinais de e para as estações terrenas.

Esses componentes se integram para criar um sistema de comunicação global via satélite. Esta infraestrutura é essencial para fornecer conectividade em áreas remotas ou em situações onde a comunicação terrestre é limitada.

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Imagem de wirestock em Freepik

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Como ocorreu a evolução da comunicação via satélite?

Vamos fazer uma retrospectiva dos fatos! Os anos de 1950 e de 1960 foram marcados pelo “boom” espacial e o lançamento do primeiro satélite artificial pela União Soviética, o Sputnik 1, em 1957. Esse evento foi definitivamente um marco significativo porque foi o primeiro objeto feito pelo homem a ser colocado em órbita da Terra.

Claro que o lançamento do Sputnik 1 foi importante por várias razões. Primeiramente, ele demonstrou a capacidade da USS, o que tinha implicações militares e tecnológicas significativas durante a Guerra Fria. Além disso, o Sputnik 1 impulsionou investimentos em ciência e tecnologia relacionadas ao espaço em todo o mundo. Ele também inaugurou a utilização de satélites para comunicações, meteorologia e pesquisa científica.

Atualmente, cerca de 3 mil satélites artificiais ativos orbitam a Terra. No entanto, sabe-se que esse número vem crescendo e ainda está previsto para aumentar exponencialmente nos próximos anos. Em 2019, por exemplo, a SpaceX obteve autorização para lançar cerca de 30 mil satélites como parte de seu plano para fornecer conexão de alta velocidade em todo o mundo. E esse número pode ser aumentado para 42 mil unidades.

Inclusive, é importante dizer que a SpaceX já lançou uma constelação de satélites chamada Starlink para fornecer serviços de internet de alta velocidade globalmente.

Qual é a diferença entre Satélites Geoestacionários e Satélites Não-Geoestacionários?

Existem dois tipos principais de órbitas de satélites:

  • Geoestacionários e Não-Geoestacionários.

Os Satélites Geoestacionários permanecem em uma posição fixa em relação à Terra sobre o equador, a cerca de 36 mil quilômetros de altitude, sendo utilizados para serviços de televisão e internet via satélite. Eles ficam fixos sobre a superfície terrestre. E são vantajosos para transmissões contínuas, como TV e comunicação fixa.

Já os Satélites Não-Geoestacionários estão sempre em movimento; isso afeta sua cobertura e aplicabilidades. Eles estão em constante movimento ao longo da órbita da Terra, operando a altitudes variando entre 500 km e 36 mil km, recomendados para aplicações como a Internet das Coisas (IoT). E cobrem áreas maiores, mas têm posições variáveis, afetando a conexão.

Para finalizar, precisamos citar que os meios de transmissão podem ser confinados/guiados ou não-confinados/não-guiados. Meios confinados incluem pares metálicos, cabos coaxiais e outros, enquanto meios não-confinados incluem rádio terrestre e satélites.

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Imagem de SpaceX via Pexels

Quais são as vantagens e desafios associados à utilização de satélites de comunicação?

Vantagens

Os satélites de comunicação são essenciais para enfrentar desafios de comunicação em áreas remotas, como a Floresta Amazônica ou regiões rurais.

Os satélites são hoje usados para superar deficiências da infraestrutura terrestre e como backup em caso de falhas. Seu custo vem diminuindo enquanto a capacidade de transmissão aumenta. Ao mesmo tempo, vem beneficiando diversos setores do mercado, como logística, telemetria, indústria 4.0, agricultura 4.0 e gestão de frotas. Justamente em áreas remotas, como após desastres naturais, em aviões, eventos isolados, zonas rurais, esportes radicais e empreendimentos remotos, eles possibilitam serviços de comunicação essenciais.

São exemplos de aplicações da tecnologia de comunicação via satélite:

  • Um satélite de comunicação retransmite sinais utilizando equipamentos chamados transponders. Ele recebe sinais de uma estação terrena (uplink), amplifica esses sinais e os retransmite de volta para outra estação terrena (downlink). O satélite age como um repetidor no espaço, permitindo que os sinais alcancem áreas que não seriam acessíveis por meio de comunicação terrestre direta.

Instalações tipo de teleportação vão desempenhar um papel crucial na comunicação via satélite. Por exemplo, concentrando dados das estações terrenas e possibilitando o controle e a interconexão desses sinais com outras redes, como a Internet. Inclusive, eles são essenciais para garantir que a comunicação seja confiável e eficiente.

Nesse caso, o processo de comunicação para satélites de comunicação é monitorado e operado pela empresa proprietária do satélite por meio de um Centro de Operação de Rede (COR). O mesmo pode estar localizado em um teleporto, que são centros de telecomunicações com antenas e equipamentos para controlar, gerenciar e interligar os sinais das estações terrenas.

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Imagem de stockgiu em Freepik

Desafios

Para finalizar, precisamos comentar que do quanto a distância de um satélite da superfície da Terra afeta a transmissão de sinal devido à capacidade limitada das ondas eletromagnéticas de viajar longas distâncias sem perdas significativas. Explicando melhor, quanto maior a distância, maior será a atenuação do sinal, o que pode resultar em uma qualidade de transmissão mais fraca.

Essa proliferação gigantesca de satélites em órbita impacta o mercado de telecomunicações ao oferecer maior cobertura de comunicação. Isso pode gerar concorrência com as infraestruturas terrestres tradicionais, aumentando a disponibilidade de serviços e reduzindo os custos para os usuários.

Considerações Finais

Em resumo, os desafios da comunicação via satélite são evidentes, como mostrado pelos incidentes de outubro de 2023, afetando a navegação aérea mundial. Tem também o caso da instabilidade no sinal GPS, resultando em cancelamentos de voos e impactando passageiros da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que destaca a importância da confiabilidade e segurança das operações aéreas.

Medidas alternativas de navegação tornam-se essenciais em emergências, reforçando a necessidade de avanços contínuos na tecnologia de comunicação via satélite. Empresas e autoridades devem estar preparadas para lidar com falhas, garantindo a integridade dos serviços de comunicação e transporte aéreo.

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Fontes: UOL, PIX Force.

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Engenharia 360

Redação 360

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Antes de tudo, você precisa saber que a neuroeducação é uma disciplina interdisciplinar que combina pedagogia, neurociência e psicologia. Ela desempenha um papel vital na otimização do ensino e aprendizado em um mundo em constante evolução tecnológica. E, por isso, vai desempenhar um papel crucial na melhoria da educação no mundo contemporâneo, inclusive em setores do mercado como a Engenharia, caracterizado por mudanças tecnológicas constantes. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

Neuroeducação
Imagem de Andy Barbour em Pexels

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Por que a neuroeducação é importante no processo de ensino-aprendizagem?

Devemos começar este texto destacando que a neuroeducação se baseia na compreensão do funcionamento do cérebro. Desse jeito, ela oferece insights profundos sobre os processos cognitivos envolvidos na aprendizagem, como atenção, memória e raciocínio crítico, permitindo o desenvolvimento de abordagens educacionais mais eficazes. Por exemplo: como reter a atenção de um aluno? Como despertar sua curiosidade? Como impactar suas emoções? E, enfim, promover nele um aprendizado mais eficiente e duradouro?

Na neuroeducação, leva-se em consideração formas diferentes de capacitar os educadores, não apenas os alunos. Adaptando seus métodos, currículos e políticas educacionais para atender às necessidades individuais dos alunos e incorporar tecnologia digital para melhorar a assimilação de conteúdo e estimular o interesse e a curiosidade dos alunos.

Tudo isso está bastante relacionado com os desafios atuais! Pensando que vivemos na era da tecnologia, como manter a atenção dos alunos diante do vício das redes sociais, por exemplo? Como se valer dessas tecnologias justamente para criar estímulos que retenham a atenção dos alunos? Pois a neuroeducação vai abrir um leque de novas práticas pedagógicas mais eficazes!

A neuroeducação ajuda os professores a entenderem como o cérebro funciona e quais estímulos são mais eficazes para envolver os alunos, tornando as aulas mais interessantes e engajadoras.

Neuroeducação
Imagem de Andy Barbour em Pexels

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Relação neuroeducação e cérebro humano

Como dito antes, um dos conceitos mais importantes da neuroeducação são dos neurônios-espelho, que estão relacionados à imitação e ao aprendizado através da observação. Seria assim: os alunos aprenderem ao observar o comportamento de outras pessoas, o que é fundamental para o desenvolvimento de habilidades sociais e práticas.

Os especialistas em neuroeducação acreditam que o cérebro pode se adaptar e desenvolver novas conexões neurais ao longo da vida. Isso significa que, através de estímulos específicos e abordagens adequadas, é possível melhorar o aprendizado e promover o desenvolvimento cognitivo. Valeria criar um modelo de ensino conforme as características individuais e emocionais de cada aluno!

Neuroeducação = motivação, engajamento e sucesso no aprendizado, com ambientes de aprendizado mais estimulantes e inclusivos, preparando os alunos para o mundo em constante mudança.

A neuroeducação, portanto, oferece uma abordagem mais personalizada e eficaz para o ensino. Nesse cenário, as aulas, desde o Ensino Primário ao Ensino Superior, seriam mais interessantes. E é claro que isso beneficiaria tanto os alunos quanto os professores, promovendo uma educação mais eficaz e duradoura, com cessões bem mais participativas.

Neuroeducação
Imagem de Andy Barbour em Pexels

Quais são os benefícios da neuroeducação para o ensino de engenharia?

Agora vamos entrar no “Mundo da Engenharia”! É claro que a neuroeducação vai apresentar uma série de benefícios notáveis para o ensino de Engenharia.

Primeiramente, ela promove o respeito à individualidade, reconhecendo que cada estudante possui seu próprio ritmo. Isso permite que os professores ajustem suas abordagens de ensino, criando um ambiente mais personalizado e acolhedor. Vamos resumir assim: se os educadores conseguem compreender melhor o funcionamento do cérebro dos estudantes, eles podem trazer estratégias para maximizar sua aprendizagem, concentração e resolução de problemas.

Nesse cenário, pode-se personalizar melhor aprendizagem, focando a atenção dos debates em temas mais urgentes na atualidade, como saneamento, preservação do meio ambiente, obras de habitações populares, e mais. Sem contar que a neuroeducação estimula a criatividade, algo essencial para quem quer trabalhar com o desenvolvimento de projetos e construções, entre outras habilidades cruciais requeridas para engenheiros. Por fim, ela auxilia na melhoria da comunicação de conceitos complexos da engenharia, tornando-os mais acessíveis aos alunos.

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Fontes: Descomplica, SEBRAE, SPONTE.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Já pensou acordar cada dia, olhar pela janela do quarto e ver uma vista diferente? Pois isso seria possível se você habitasse uma das construções de prédios giratórios que nós, do Engenharia 360, apresentamos no texto a seguir. São exemplos de Arquitetura Moderna, onde a inovação encontra a beleza.

Confira o artigo a seguir para conferir obras espetaculares – já construídas ou ainda em desenvolvimento – revelando suas características únicas e surpreendentes que os tornam verdadeiras referências para a Engenharia Civil!

Suite Vollard, Paraná, Brasil

Dos arquitetos Bruno de Franco e David Fischer, o Suite Vollard é o primeiro edifício giratório do mundo, primeiro exemplar de arquitetura de prédios giratórios. Sua característica mais notável é a capacidade de girar 360 graus, proporcionando aos residentes vistas panorâmicas deslumbrantes da paisagem circundante. Esse inovador conceito arquitetônico combina estética moderna com funcionalidade, oferecendo uma experiência única de habitação e um marco na história da arquitetura.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Franklin de Freitas via Bem Paraná

The Dynamic Tower, Dubai, Emirados Árabes

Idealizado pelo arquiteto David Fischer, a Dynamic Tower é um exemplo espetacular dentro os projetos de prédios giratórios devido à sua abordagem revolucionária na arquitetura. É um arranha-céu composto por módulos independentes que podem girar individualmente em torno de seu eixo central. Essa inovação permite que os moradores controlem a orientação de seus apartamentos, personalizando suas vistas e a exposição à luz solar. Além disso, a aparência dinâmica da torre é impressionante, fazendo dela um marco icônico em Dubai.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Cimento Itambé

Sharifi-Ha House, Teerão, Irã

A Sharifi-Ha House é uma residência giratória projetada pelo estúdio de arquitetura Nextoffice que se destaca por sua adaptabilidade. Seus três andares podem girar, proporcionando aos moradores a capacidade de ajustar a configuração interna de acordo com as estações ou necessidades específicas. Isso demonstra uma resposta inteligente ao clima e ao ambiente, permitindo uma interação dinâmica entre o edifício e seus habitantes.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Nextoffice via Hypeness

Veja Também: 7 Casas na Árvore incríveis que vão além da imaginação na Arquitetura e Engenharia

The Dynamic House

A Dynamic House – ou The DHaus – é um projeto, dentre os exemplos de prédios giratórios, que desafia a noção tradicional de espaços residenciais fixos. Sua estrutura única permite que os módulos se movam para criar diferentes ambientes internos e externos, adaptando-se às condições climáticas e às preferências dos moradores. Essa flexibilidade arquitetônica faz dela um exemplo espetacular de design contemporâneo.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Dezeen

Cobra Tower

A Cobra Tower, um protótipo de arquitetura da empresa CGI, é notável por sua forma de serpente retorcida, que é uma representação vívida do nome. Embora não gire completamente como alguns dos outros edifícios mencionados, sua forma única e arrojada se destaca como um exemplo espetacular de arquitetura moderna, atraindo a atenção devido à sua singularidade e inovação.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de YoKo.CoM via Facebook

Casa Octogonal

A Casa Octogonal é impressionante devido à sua abordagem arquitetônica única. Embora não seja um prédio alto que gire, sua forma octogonal proporciona espaços internos e vistas panorâmicas incomuns, criando uma experiência de habitação distinta. A geometria e a estética da casa, idealizados pelo famoso arquiteto Roberto Rossi, são as principais razões pelas quais é considerada espetacular.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Casa Vogue

Veja Também: Os mirantes mais impressionantes do mundo

Observatório Gemma, New Hampshire

Por fim, o Observatório Gemma, projeto de AW-ARCH, é espetacular devido à sua localização e ao uso inovador da arquitetura para criar uma conexão direta com a natureza. Sua estrutura de observação oferece vistas panorâmicas deslumbrantes das paisagens de New Hampshire, e sua abordagem minimalista permite que os visitantes se concentrem na beleza natural circundante. É um exemplo de como a arquitetura pode enriquecer a experiência de observação da natureza.

Prédios Giratórios
Imagem reproduzida de Inhabitat

Nos vídeos a seguir, você poderá explorar mais exemplos de edifícios giratórios, incluindo duas notáveis obras de arquitetura desenvolvidas aqui mesmo no Brasil:

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Fontes: Gazeta do Povo, Cimento Itambé, Fala Sério – YouTube.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.