Você provavelmente já ouviu falar em filmes, séries ou até em aulas de física sobre os famosos aceleradores de partículas. Para muita gente, eles parecem algo distante, reservado a cientistas em laboratórios secretos. Mas, na prática, esses equipamentos são uma das maiores ferramentas que a humanidade tem para entender a matéria em sua essência — e ainda podem impactar diretamente a nossa vida com novas tecnologias, remédios e materiais.

No Brasil, existe um grande acelerador de partículas, localizado em Campinas (SP). Ele é chamado de Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), sendo um dos laboratórios do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e fonte de luz síncrotron na América Latina. Continue lendo este artigo do Engenharia 360 para saber mais!

Como funciona um acelerador de partículas?

Vamos simplificar: pense em um anel gigante, dentro do qual elétrons ficam circulando a velocidades próximas à da luz. Para manter esse movimento, o equipamento utiliza ímãs e bobinas de altíssima potência, que guiam os elétrons e fazem com que eles façam curvas.

E é justamente nessas curvas que acontece a mágica: ao serem forçados a mudar de direção, os elétrons liberam uma radiação eletromagnética especial, chamada de luz síncrotron. Essa luz funciona como uma espécie de “super raio-x”, com um brilho extremamente intenso, que pode atravessar materiais e revelar detalhes microscópicos de sua estrutura atômica.

O que dá para estudar com a luz síncrotron?

Imagine poder olhar não só para um objeto, mas para a maneira como seus átomos estão organizados. É isso que a luz síncrotron permite. E esse detalhe faz toda a diferença.

Um exemplo clássico é o do diamante e do grafite. Ambos são formados por átomos de carbono. Porém, no diamante, esses átomos estão organizados de uma forma extremamente rígida, o que o torna duro e valioso. Já no grafite, os átomos de carbono estão arranjados em camadas que se soltam facilmente, tornando-o macio e barato.

Graças ao acelerador de partículas, é possível analisar qualquer tipo de material em nível atômico: metais, plásticos, tecidos biológicos, minerais e até moléculas de vírus e bactérias.

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Imagem de Filipe Delduque em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Sirius_%28acelerador_de_part%C3%ADculas%29#/media/
Ficheiro:Beam_Lines_Sirius_-_2024.jpg
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Imagem de Governo do Estado de São Paulo em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Sirius_%28acelerador_de_part%C3%ADculas%29#/media/
Ficheiro:Governador_participa_de_visita_ao_Projeto_Sirius._(39572643354).jpg

Do laboratório para a vida real: aplicações práticas

Pode parecer que tudo isso é apenas pesquisa teórica, mas os resultados dos estudos feitos no LNLS já têm impacto direto na indústria e na medicina. Veja alguns exemplos:

1. Desenvolvimento de novos materiais

Com a luz síncrotron, cientistas conseguem criar e testar materiais inéditos, ajustando suas propriedades atômicas para aplicações específicas. Isso pode resultar em cabos ultrarresistentes para a exploração de petróleo no pré-sal, baterias mais eficientes, vidros inteligentes e até tecnologias para aviões e satélites.

2. Descoberta de medicamentos

O acelerador de partículas também é essencial no estudo de proteínas e moléculas biológicas. Por exemplo: ao analisar a estrutura de uma proteína de uma bactéria ou vírus, pesquisadores podem projetar um medicamento que se encaixe nela como uma chave na fechadura, bloqueando sua ação. Esse processo é fundamental no desenvolvimento de remédios contra doenças graves.

3. Energia e sustentabilidade

Outra frente de pesquisa é a criação de materiais mais eficientes para captar e armazenar energia. Isso abre portas para avanços em energia solar, eólica e até em novos tipos de reatores mais seguros e sustentáveis.

Um “raio-x” do invisível

Para entender melhor, basta lembrar das aulas de química: tudo ao nosso redor é feito de átomos e elétrons. O comportamento desses elétrons — como eles estão distribuídos ao redor do núcleo — determina as propriedades do material.

A luz síncrotron funciona como um microscópio superpoderoso, revelando esse “arranjo secreto” dos átomos. É como se fosse um detector de diferenças invisíveis, mostrando por que certos materiais são condutores de eletricidade e outros não, ou por que alguns são transparentes e outros opacos.

O Brasil no mapa da ciência mundial

Uma das coisas mais impressionantes é que o LNLS é majoritariamente brasileiro: a maioria da mão de obra e da tecnologia utilizada foram desenvolvidas aqui. Isso mostra que o Brasil não está apenas consumindo ciência feita em outros lugares, mas também produzindo inovação de ponta.

Vale destacar que o LNLS é responsável pelas operações do moderno e potente Sirius, fonte de luz síncrotron de quarta geração.

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Imagem de Bruno Peres/MCTIC em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Sirius_%28acelerador_de_part%C3%ADculas%29#/media/
Ficheiro:Ministro_participa_da_inaugura%C3%A7%C3%A3o_do_acelerador_de_part%C3%A
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Imagem de Prefeitura Campinas em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Laborat%C3%B3rio_Nacional_de_Luz_S%C3%A
Dncrotron#/media/Ficheiro:30_Anos_Laborat%C3%B3rio_Sincrotron.jpg
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Imagem de EPSIM 3D/JF Santarelli, Synchrotron Soleil – Synchrotron Soleil em Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADncrotron#/media/
Ficheiro:Sch%C3%A9ma_de_principe_du_synchrotron.jpg

O impacto para o futuro

Se você ainda acha que o acelerador de partículas é apenas uma “máquina para cientistas brincarem de física”, é hora de mudar de ideia. Esse tipo de tecnologia pode:

  • Acelerar descobertas médicas, ajudando a criar remédios inovadores.
  • Fortalecer a indústria nacional, permitindo a criação de materiais de alto desempenho.
  • Colocar o Brasil em destaque, abrindo espaço para colaborações internacionais.
  • Formar novos engenheiros e cientistas, que terão contato com tecnologias de última geração.

Resumindo, o acelerador de partículas não é só ciência de laboratório, mas uma ferramenta que pode transformar indústrias inteiras e salvar vidas.

A ciência além da ficção

Muitos associam aceleradores de partículas a histórias de ficção científica — como portais, buracos negros ou viagens no tempo. Mas a realidade é ainda mais fascinante: trata-se de uma tecnologia que permite enxergar o invisível, revelando os segredos da matéria e dando ao ser humano o poder de manipular o mundo em uma escala atômica.

E isso é só o começo. Com o avanço consntante de equipamentos como o Sirius, o Brasil pode se tornar referência mundial em pesquisas de materiais, biologia molecular e até em soluções para crises globais, como mudanças climáticas e escassez de energia.

Por que você deveria se importar?

Pode parecer que tudo isso está longe do seu dia a dia, mas a verdade é que os resultados do acelerador de partículas chegam até você de várias formas. O celular que você usa, o medicamento que você toma, o combustível que move os carros e até os alimentos que consome podem, direta ou indiretamente, ser resultado de descobertas feitas com ajuda dessa tecnologia.


Fontes: Engenharia É

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

A ideia de hackers na cultura popular sempre foi de pessoas altamente técnicas, que invadem sistemas usando seus conhecimentos avançados de informática para roubar dados ou causar prejuízos. Mas a verdade é muito mais complexa — e intrigante. Por trás das invasões digitais mais comuns está uma arma poderosa, que não depende só de tecnologia: a engenharia social. Você sabe o que ela realmente é? E qual a conexão entre essa técnica e os hackers? Venha desvendar com o Engenharia 360!

O que são hackers?

Hackers são indivíduos que, de modo geral, entendem profundamente de sistemas e informática. Eles podem usar esse conhecimento para fins diversos: desde proteger sistemas (hackers éticos) até invadir por interesses ilícitos (hackers criminosos). Porém, diferente do que muitos pensam, nem sempre os ataques acontecem por meio de falhas técnicas ou invasões sofisticadas.

Um exemplo clássico é o do hacker americano Kevin Mitnick, cujo método principal não era invadir sistemas por brechas tecnológicas, mas sim manipular pessoas para que fornecessem as senhas. Ou seja, ele “entrava pela porta da frente” ao conseguir que a própria vítima entregasse o acesso. Essa forma de ataque coloca as pessoas no centro da segurança — e também da vulnerabilidade.

O que é engenharia social?

No contexto da segurança da informação, a engenharia social é o conjunto de técnicas usadas para manipular as pessoas a revelar informações confidenciais ou realizar ações que comprometem a segurança. Ao invés de explorar falhas técnicas, o foco está em falhas humanas, como a confiança e a desatenção.

Imagine receber um e-mail dizendo que você precisa atualizar seus dados bancários ou que ganhou um prêmio especial. Se você clicar no link e baixar um programa infectado, já sabe, não é? Exato! Estará, sem perceber, entregando o controle do seu computador aos golpistas.

Esse tipo de golpe não exige conhecimentos complicados de informática, apenas a persuasão e a exploração da curiosidade ou do medo da vítima.

Exemplos práticos da engenharia social e golpes comuns

Fraudes bancárias via e-mail

Mensagens falsas enviadas em massa, para enganar o máximo de pessoas possível. Quando a vítima clica no link e baixa o malware, os hackers têm acesso às senhas bancárias.

Hackers e Engenharia Social
Imagem gerada em IA de Google Gemini

Golpe do bilhete premiado

Uma técnica antiga onde o golpista convence a vítima de que tem um bilhete premiado e não pode resgatar, oferecendo-o para a pessoa mediante pagamento adiantado. Adaptado para promoções falsas via SMS, WhatsApp e e-mail, esse golpe ainda é muito usado.

Hackers e Engenharia Social
Imagem gerada em IA de Google Gemini

Golpe do falso sequestro

O criminoso finge ter sequestrado um familiar e pede resgate, usando informações reais retiradas das redes sociais para tornar o golpe mais crível.

Fraude com caixas eletrônicos

No golpe em que o cartão fica preso na máquina, as vítimas ligam para um número falso do banco, onde entregam informações pessoais para os golpistas, que depois usam para roubar dinheiro da conta.

A relação entre hackers e engenharia social

Hackers que usam a engenharia social contam com a maior vulnerabilidade do sistema digital: as pessoas. Uma técnica que envolve persuadir a vítima para ceder senhas ou dados é muitas vezes mais eficiente do que qualquer ataque técnico complexo.

No Brasil, os hackers melhoraram muito tecnicamente ao longo dos anos, mas continuam usando a engenharia social como uma ferramenta essencial. Para eles, basta que algumas vítimas caiam no golpe — a partir daí, é só “entrar pela porta da frente” e acessarem tudo que precisam.

Hackers e Engenharia Social
Imagem gerada em IA de Google Gemini

Como se proteger da engenharia social?

O grande desafio da engenharia social é que não existe uma solução tecnológica simples para evitá-la. Muito do que podemos fazer depende de senso crítico e cuidado na hora de agir.

Reflita sempre antes de clicar em links, baixar arquivos ou fornecer informações pessoais, mesmo que a mensagem pareça oficial. Pergunte-se: “Eu realmente tenho certeza de que essa informação é verdadeira? Como posso confirmar isso?”. No caso de contatos via telefone, por exemplo, ligue diretamente para o número oficial da empresa ou banco, e não para o telefone fornecido pela mensagem suspeita.

Além disso:

  • Evite compartilhar dados pessoais em redes sociais abertamente.
  • Desconfie de ligações e mensagens que criem senso de urgência ou promessas fora do comum.
  • Procure sempre confirmar informações por fontes confiáveis.
  • Invista em educação digital para reconhecer os tipos de golpes.

Por que você precisa entender isso?

Quando falamos de hackers, não podemos nos limitar à ideia de meros especialistas em invasão. A segurança digital envolve a compreensão do comportamento humano e da manipulação psicológica.

A engenharia social mostra que, muitas vezes, o maior risco não está nos sistemas ou nas tecnologias, mas nas próprias pessoas que os usam. Por isso, conhecer esses golpes e a forma como eles são aplicados é fundamental para evitar ser vítima.


Fonte: G1.

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Quem nunca sonhou em começar a vida profissional com o pé direito? Para jovens de 16 a 19 anos da região de Campinas, esse sonho pode se tornar realidade. Se liga, a Bosch, em parceria com o SENAI, está oferecendo 80 vagas em cursos técnicos gratuitos, e o melhor: os alunos já entram recebendo uma bolsa de R$1.804 (equivalente a um salário mínimo).

Isso mesmo: você estuda, recebe uma ajuda financeira todo mês, ganha benefícios e ainda tem grande chance de ser contratado pela própria empresa depois da formação. O Engenharia 360 compartilha mais detalhes sobre esta oportunidade no texto a seguir!

Bosch vagas Campinas
Imagem reproduzida de CREAMOBILE

Por que essa oportunidade é tão especial?

Muitos jovens enfrentam a mesma dificuldade: como conseguir experiência se ninguém dá o primeiro emprego? É aí que entra a Bosch. A empresa criou um programa que junta cursos técnicos mais prática dentro da empresa mais remuneração.

Os alunos podem aprender sobre mecatrônica, administração, manufatura digital e soluções digitais — áreas que estão bombando na chamada Indústria 4.0, que envolve automação, Inteligência Artificial e digitalização dos processos industriais.

Quem pode se inscrever?

Essa oportunidade mora em Campinas ou nas cidades vizinhas (Hortolândia, Sumaré, Monte Mor, Nova Odessa, Americana, Valinhos, Santa Bárbara d’Oeste ou Indaiatuba).

Veja os pré-requisitos:

  • Ter entre 16 e 19 anos;
  • Estar no 2º ano do ensino médio em 2025 ou já ter concluído;
  • Ter disponibilidade para estudar em tempo integral;
  • Morar na região metropolitana de Campinas;
  • Ter interesse em tecnologia e inovação;
  • Saber o básico de pacote Office.

Ah, e um detalhe importante: não precisa falar Inglês para se inscrever.

Benefícios que fazem a diferença

Além da bolsa de R$1.804, os jovens selecionados recebem uma série de benefícios:

  • Assistência médica e odontológica;
  • Alimentação dentro da empresa;
  • Transporte fretado ou vale-transporte;
  • Aulas de Inglês gratuitas.

Como funcionam os cursos?

Os cursos começam em janeiro de 2026 e duram de 1 a 2 anos. Metade do tempo os estudantes ficam no SENAI, aprendendo a teoria, e a outra metade dentro da Bosch, colocando a mão na massa.

E tem um detalhe que deixa o programa ainda mais incrível: existe a chance de intercâmbio de um mês na Alemanha, país onde nasceu a Bosch. Imagine só poder aprender em uma multinacional na Europa ainda jovem!

Bosch vagas Campinas
Imagem reproduzida Bosh

Como é o processo seletivo?

Para garantir uma das vagas, os candidatos passam por três etapas:

  1. Prova de conhecimentos gerais – inclui matemática, raciocínio lógico, informática básica e interpretação de texto;
  2. Dinâmica de grupo – para avaliar como cada jovem trabalha em equipe;
  3. Entrevista individual – para entender melhor o perfil e as expectativas de cada candidato.

E depois de realizar o curso?

Aqui vem a cereja do bolo: cerca de 80% a 90% dos alunos acabam sendo contratados pela Bosch ao término da capacitação. Ou seja, além de estudar sem gastar nada e receber bolsa, existe uma chance real de já sair empregado em uma multinacional gigante, que atua em várias áreas da engenharia e tecnologia.

Passo a passo para se inscrever

As inscrições no programa Bosh-SENAI vão só até o dia 21 de setembro de 2025. O processo é simples e totalmente online:

  1. Acesse o site da Bosch;
  2. Escolha o curso desejado (Mecatrônica, Administração, Manufatura Digital ou Soluções Digitais);
  3. Preencha seus dados pessoais;
  4. Anexe seu currículo;
  5. Envie uma mensagem para a equipe de seleção.

Depois, é só aguardar a convocação para as próximas etapas.

Dica extra para mandar bem na seleção

  • Revise bem seu currículo: mesmo que você não tenha experiência, destaque cursos, projetos escolares ou trabalhos voluntários;
  • Estude matemática e raciocínio lógico: são sempre os pontos que eliminam mais candidatos;
  • Mostre interesse por tecnologia: quem demonstra curiosidade e vontade de aprender ganha pontos extras;
  • Na dinâmica de grupo, participe sem monopolizar: o segredo é mostrar que sabe colaborar;
  • Na entrevista, seja autêntico: fale sobre seus sonhos e mostre disposição para crescer.

Veja Também: UFAM oferece especialização em Cibersegurança com bolsas de R$ 2 mil


Fontes: G1, CBN, Auto Indústria.

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Redação 360

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A Universidade Federal do Amazonas (UFAM) acaba de abrir as inscrições para uma oportunidade imperdível: uma especialização em Cibersegurança, com início das aulas previsto para 13 de outubro de 2025.

O curso, que é direcionado a profissionais das áreas de Ciência da Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, Informática e Engenharia da Computação, oferece 30 vagas para alunos selecionados, além de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000 para aqueles que não possuem vínculo empregatício. Mais detalhes no artigo a seguir, do Engenharia 360!

UFAM oferece especialização em Cibersegurança com bolsas
Imagem reproduzida de Wikipédia

Por que realizar Especialização em Cibersegurança?

Com o aumento da digitalização de processos, o mercado de tecnologia exige cada vez mais especialistas em segurança da informação para proteger dados, sistemas e redes contra ameaças cibernéticas. Neste contexto, a especialização da UFAM surge como uma oportunidade estratégica para quem deseja se destacar nessa área em plena expansão.

O curso terá duração até março de 2027, totalizando 630 horas de formação. Além do conteúdo técnico avançado, o incentivo financeiro por meio da bolsa mensal facilita que os alunos possam se dedicar integralmente aos estudos, sem a preocupação de conciliar o aprendizado com um emprego.

Quem pode participar do curso e quais são os requisitos?

Podem se inscrever profissionais que tenham concluído graduação em cursos reconhecidos pelo MEC nas seguintes áreas:

  • Ciência da Computação
  • Engenharia de Software
  • Sistemas de Informação
  • Informática
  • Engenharia da Computação

Serão oferecidas 30 vagas para os candidatos aprovados no processo seletivo. A inscrição deve ser feita entre os dias 19 e 22 de setembro de 2025, respeitando o prazo estipulado pela UFAM.

UFAM oferece especialização em Cibersegurança com bolsas
Imagem reproduzia de UFAM – Universidade Federal do Amazonas

Processo seletivo: duas etapas para garantir qualidade

A seleção será dividida em duas fases essenciais para identificar os candidatos mais adequados:

  1. Análise documental: exame do histórico escolar e do currículo vitae. Essa etapa avalia a formação e a trajetória profissional do candidato, assegurando que ele possui a base necessária para acompanhar o curso de alto nível.
  2. Avaliação de conhecimentos: um teste para medir o domínio do participante sobre conteúdos correlatos à especialização, garantindo que os selecionados tenham preparo técnico para aproveitar integralmente o programa.

Como se inscrever: documentos e envio

O candidato interessado deve preencher o formulário oficial disponível no link da UFAM e enviar por email a documentação detalhada no edital da seleção. Documentos básicos incluem:

  • Cópia da carteira de identidade e CPF
  • Passaporte ou RNE para estrangeiros residentes no Brasil
  • Título de eleitor
  • Certificado de reservista para candidatos do sexo masculino
  • Foto atualizada (digital ou selfie)

O envio deve ser feito para o email selecaoconnor@icomp.ufam.edu.br, conforme orientações no edital.

UFAM reforça seu papel na capacitação tecnológica da Amazônia

Esta iniciativa da UFAM ressalta seu compromisso com a formação de especialistas que possam contribuir para o desenvolvimento tecnológico e econômico da região amazônica, preparando profissionais com alta qualificação para os desafios da cibersegurança.

Além de preparar uma nova geração de especialistas, o programa contribui para o fortalecimento do setor tecnológico regional, inserindo a Amazônia no cenário nacional e global de inovação e segurança digital.

Por que vale a pena investir nesta especialização?

  • Bolsa mensal de R$ 2 mil para quem não tem vínculo empregatício, permitindo foco total no curso.
  • Carga horária completa de 630 horas, com conteúdo atualizado e abrangente.
  • Certificação pela UFAM, instituição renomada e reconhecida nacionalmente.
  • Mercado promissor e carente de profissionais qualificados.
  • Curso presencial com início em outubro de 2025, com fim previsto para março de 2027.

Prazos importantes e últimos preparativos

Não deixe para a última hora. As inscrições vão até o dia 22 de setembro de 2025. É fundamental ler todo o edital para garantir o envio correto de documentos e atender aos critérios do processo seletivo. Essa é sua chance de entrar no mercado de tecnologia com uma formação robusta e uma vantagem financeira para garantir o foco total no aprendizado.

Veja Também: Dicas para um Carreira em Cibersegurança


Fontes: Hora Brasil.

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Redação 360

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A cena é comum: você acabou de se formar em engenharia, encontra aquela vaga dos sonhos e, de repente, descobre que as principais entrevistas serão 100% online. Bate a dúvida: será que, mesmo com a experiência de lidas com as redes sociais, vou mesmo conseguir transmitir segurança e profissionalismo através de uma tela?

Calma, respire fundo. Entrevistas a distância são mesmo muito comuns, especialmente para processos seletivos de grandes empresas que buscam otimizar tempo e reduzir custos. Para os jovens engenheiros, isso pode ser uma oportunidade incrível — desde que se saiba jogar bem nesse “campo digital”.

Aqui estão melhores dicas práticas para recém-formados em engenharia se saírem bem em entrevistas virtuais e aumentarem as chances de conquistar a vaga certa:

1. Monte um ambiente profissional em casa

Seu quarto pode ser confortável, mas se o fundo da câmera mostrar bagunça, o recrutador vai notar. Escolha um espaço organizado, bem iluminado e silencioso. Um ambiente limpo e neutro transmite profissionalismo, mesmo que seja apenas uma parte do seu lar.

2. Teste a tecnologia antes da hora

Internet instável, microfone mudo ou câmera travada são vilões clássicos. Evite o constrangimento de perder tempo ajustando equipamentos durante a entrevista. Faça testes no dia anterior e minutos antes da conversa para garantir que tudo funcione bem.

dicas sobre entrevistas virtuais
Imagem gerada em IA de Google Gemini

3. Vista-se como se fosse presencial

Mesmo estando em casa, vista-se adequadamente da cabeça aos pés. A roupa precisa estar alinhada ao nível da vaga. Essa atitude não só demonstra respeito, como também ajuda você a entrar no clima profissional da entrevista.

4. Olhe para a câmera, não para a tela

O truque é simples, mas faz toda a diferença: olhar para a câmera cria a sensação de contato visual direto com o recrutador. Isso transmite segurança e credibilidade, algo muito valorizado em entrevistas virtuais.

dicas sobre entrevistas virtuais
Imagem gerada em IA de Google Gemini

5. Treine idiomas e comunicação

Muitos processos seletivos incluem entrevistas em inglês ou outro idioma. A insegurança é natural, mas pode ser superada com prática. Ensaiar respostas ajuda a ganhar confiança e evita travamentos durante a conversa.

6. Estude sobre a empresa e a vaga

Não basta aparecer sorridente na tela: mostre preparo. Pesquise sobre os principais projetos, valores e cultura da empresa. Recrutadores percebem rapidamente quando o candidato demonstra interesse genuíno no negócio.

7. Seja claro e objetivo

Em entrevistas virtuais, atrasos de áudio e pequenos ruídos podem atrapalhar. Evite respostas muito longas e vá direto ao ponto. Clareza e objetividade são vistas como qualidades em qualquer engenheiro.

8. Tenha um plano B para imprevistos

Se a Internet cair, qual será a sua saída? Tenha dados móveis como backup ou combine previamente outra forma de contato. Mostrar preparo para lidar com imprevistos já é, por si só, um sinal de maturidade profissional.

dicas sobre entrevistas virtuais
Imagem gerada em IA de Google Gemini

9. Transmita entusiasmo mesmo pela tela

Falar com energia, sorrir e manter um tom de voz firme fazem diferença. A tela pode reduzir a intensidade das emoções, por isso, é preciso compensar. Demonstre motivação pelo cargo e pela oportunidade.

10. Encare a entrevista online como uma presencial

Esse é o segredo final: trate a entrevista virtual com a mesma seriedade que teria em um encontro cara a cara. Recrutadores observam tudo — desde postura até a forma como você reage às perguntas. O fato de ser online não diminui a importância.

dicas sobre entrevistas virtuais
Imagem gerada em IA de Google Gemini

Por que essas dicas são essenciais para recém-formados?

Para jovens engenheiros, muitas vezes essa é a primeira experiência em entrevistas. E como o processo virtual pode parecer menos “pessoal”, a preparação faz toda a diferença. O candidato que mostra profissionalismo, organização e segurança mesmo à distância se destaca em meio à concorrência.

Dominar esse formato de entrevista virtual é um diferencial competitivo poderoso nos dias de hoje. Seguindo essas dicas, você estará pronto para encarar o processo seletivo com confiança e conquistar a tão sonhada vaga.

Veja Também: 6 Dicas para se preparar para as entrevistas de emprego


Fontes: Olhar Digital, GestaoAdvBr.

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Redação 360

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Já pensou em se especializar em Engenharia de Energia na Europa? Em 2025, essa é uma excelente estratégia para impulsionar seu currículo e ingressar em um setor em rápida transformação mundial. A seguir, o Engenharia 360 apresenta quatro opções de mestrado em Engenharia de Energia que ainda não têm oferta equivalente no Brasil, com foco nas tendências e demandas atuais do setor energético. Confira!

1. Mestrado em Energia Renovável

A transição global para fontes renováveis continua acelerada. Países desenvolvidos como Alemanha já definiram o desligamento completo das usinas nucleares, investindo em energia solar, eólica e outras fontes naturais. No Brasil, o crescimento das fontes renováveis é notável: a energia eólica, por exemplo, é hoje a segunda maior fonte de geração, atrás apenas das hidrelétricas, com uma capacidade instalada de 33,3 GW em 2025, concentrada principalmente no Nordeste.

Esse mestrado oferece conhecimento profundo nas principais tecnologias renováveis, realçando também economia de energia e sustentabilidade. Muitas universidades europeias oferecem o curso em inglês, com forte componente prático e pesquisa de ponta.

Especializações em Engenharia de Energia para fazer na Europa
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Onde cursar:

  • Instituto Superior Técnico (IST) – Lisboa, Portugal
  • Royal Institute of Technology (KTH) – Estocolmo, Suécia
  • Ecole Polytechnique – Paris, França
  • Universitat Politécnica de Catalunya (UPC) – Barcelona, Espanha
  • Universidade de Oldenburg – Alemanha (curso focado em tecnologias sustentáveis de energia renovável em 24 meses)

2. Mestrado em Energia para Cidades Inteligentes

Esse campo une gerenciamento de energia à urbanização inteligente, integrando sistemas elétricos e planejamento urbano para melhorar eficiência, sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades. Com o crescimento populacional, engenheiros especializados em smart grids, mobilidade elétrica e infraestrutura sustentável são cada vez mais demandados.

Especializações em Engenharia de Energia para fazer na Europa
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Locais para estudar:

  • Royal Institute of Technology (KTH) – Suécia
  • Universitat Politécnica de Catalunya (UPC) – Espanha
  • KU Leuven – Bélgica
  • Grenoble Institute Of Engineering – França

3. Mestrado em Armazenamento de Energia

O armazenamento eficiente de energia continua sendo um dos maiores desafios para integrar fontes renováveis intermitentes. Este mestrado foca em pesquisa de baterias avançadas, sistemas de armazenamento térmico e outras tecnologias emergentes, além de fomentar o empreendedorismo tecnológico.

Especializações em Engenharia de Energia para fazer na Europa
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Universidades com este curso:

  • Instituto Superior Técnico (IST) – Lisboa, Portugal
  • Aalto University – Finlândia
  • Eindhoven University of Technology (TU/e) – Países Baixos

4. Mestrado em Smart Grid

Embora relacionado ao tema de cidades inteligentes, este mestrado é mais voltado para o planejamento, implementação e operação de redes elétricas inteligentes, englobando tecnologias para integrar renováveis, otimizar consumo e inovar em serviços energéticos.

Especializações em Engenharia de Energia para fazer na Europa
Imagem gerada em IA de Google Gemini

Onde estudar:

  • Royal Institute of Technology (KTH) – Suécia
  • Universitat Politécnica de Catalunya (UPC) – Espanha
  • KU Leuven – Bélgica
  • Eindhoven University of Technology (TU/e) – Países Baixos

Considerações finais

Além das especializações, vale destacar que no Brasil o setor elétrico segue em crescimento sustentável, com regulamentações das agências ANEEL e investimentos em redes e geração renovável, demandando profissionais capacitados para inovação e gestão.

Explorar esses cursos na Europa em 2025 significa estar na vanguarda do conhecimento, com oportunidades de bolsas como Erasmus Mundus e contato direto com centros de pesquisa e empresas inovadoras do setor energético global.

Veja Também:


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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

A Engenharia Química é um dos cursos mais estratégicos e promissores da atualidade, unindo ciência, inovação e sustentabilidade para transformar matérias-primas em soluções que movimentam a indústria e impactam diretamente o dia a dia da sociedade. Mas, com tantas opções de instituições no Brasil, surge a grande pergunta: quais são as melhores faculdades para se formar engenheiro químico em 2025?

O Engenharia 360 reuniu as informações mais relevantes sobre a área e apresentamos as 5 melhores universidades do Brasil para cursar Engenharia Química, segundo o último Guia da Faculdade, referência nacional de avaliação.

Prepare-se para conhecer os diferenciais de cada instituição e entender por que elas se destacam como polos de excelência acadêmica e tecnológica!

melhores faculdades engenharia quimica 2025
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O que é Engenharia Química e por que ela importa?

A Engenharia Química combina química, física, matemática e biologia para projetar e otimizar processos industriais. O engenheiro químico não é apenas um especialista em fórmulas, mas o profissional que garante que a transformação de matérias-primas em produtos aconteça de forma eficiente, econômica e sustentável.

Seja em refinarias de petróleo, fábricas de alimentos, indústrias farmacêuticas, cosméticos ou energias renováveis, o engenheiro químico está presente. Ele atua tanto na pesquisa e desenvolvimento (P&D) quanto na aplicação prática de processos industriais.

Num mundo cada vez mais voltado para soluções sustentáveis, esses profissionais são essenciais para criar processos que minimizem impactos ambientais e aumentem a eficiência produtiva.

Como é o curso de Engenharia Química?

O curso de Engenharia Química no Brasil é oferecido em nível de bacharelado e dura, em média, 5 anos. Nos primeiros semestres, o foco está em fundamentos das ciências exatas: química, física, matemática e biologia.

Com o tempo, o aluno mergulha em disciplinas específicas como:

  • Termodinâmica
  • Cinética Química
  • Fenômenos de Transporte
  • Operações Unitárias
  • Controle de Processos
  • Engenharia Ambiental

Além disso, a formação inclui laboratórios, projetos aplicados e estágios, permitindo vivência prática daquilo que se aprende em sala de aula.

Outra característica marcante é a diversidade de áreas de especialização. O estudante pode seguir caminhos como Engenharia de Bioprocessos, Engenharia de Petróleo, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Polímeros, entre outros.

melhores faculdades engenharia quimica 2025
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As melhores faculdades de Engenharia Química no Brasil

De acordo com a avaliação realizada pelo jornal O Estado de S. Paulo em parceria com a Quero Bolsa, estas são as instituições que se destacam:

1. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS)

Com nota máxima, a UFRGS se consagra como uma das melhores universidades públicas do país. O curso de Engenharia Química oferece forte base científica, infraestrutura laboratorial moderna e foco em inovação tecnológica.

2. Universidade de São Paulo (USP) – Lorena (SP)

A USP Lorena é reconhecida pela excelência em pesquisa e pela proximidade com polos industriais estratégicos. Essa interação fortalece a formação prática dos alunos e abre portas para estágios e parcerias acadêmicas.

3. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) – Campinas (SP)

A UNICAMP é referência em ciência e tecnologia na América Latina. Seu curso de Engenharia Química é fortemente voltado para pesquisa e desenvolvimento, com destaque para áreas emergentes como nanotecnologia e biotecnologia.

4. Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Uberlândia (MG)

A UFU tem tradição em Engenharia e se destaca pela qualidade da graduação em Engenharia Química, nota máxima no ranking. A instituição combina ensino sólido com projetos de extensão e forte inserção na comunidade acadêmica.

5. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – São Carlos (SP)

A UFSCar é conhecida por sua excelência em ciências exatas e engenharias. O curso de Engenharia Química alia tradição acadêmica a pesquisas de ponta em sustentabilidade e desenvolvimento de novos materiais.

Outras universidades de destaque

Além das cinco mencionadas, vale ressaltar instituições que também figuram entre as melhores do país:

  • Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo (SP)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – com o curso de Engenharia de Bioprocessos

Qual a diferença entre Engenharia Química e Química?

Uma dúvida comum entre vestibulandos é: qual a diferença entre Engenharia Química e o curso de Química?

  • O químico tem foco na ciência em si: investiga substâncias, suas propriedades e reações em nível molecular, atuando principalmente em laboratórios e pesquisa.
  • O engenheiro químico aplica esse conhecimento em escala industrial, projetando processos que tornam viável a produção de substâncias em larga escala, sempre considerando custo, segurança e sustentabilidade.

Por que escolher Engenharia Química?

Optar por Engenharia Química é apostar em uma carreira com ampla empregabilidade e relevância global. Entre os principais diferenciais estão:

  • Diversidade de áreas de atuação: de indústrias químicas e petroquímicas a farmacêuticas e de alimentos.
  • Alta demanda por inovação: em biotecnologia, energias renováveis e sustentabilidade.
  • Carreira valorizada: engenheiros químicos estão entre os profissionais mais bem remunerados da engenharia.

Veja Também: Engenharia Química: qual o papel e a transformação dessa profissão na Indústria 4.0


Fontes: Quero Bolsa.

Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

A MRV, uma das maiores construtoras da América Latina, está abrindo as portas para novos talentos que desejam construir um futuro sólido na engenharia e na arquitetura. Recentemente, a empresa lançou seu Programa de Estágio 2025, oferecendo 219 vagas em 22 estados e mais de 90 cidades do Brasil.

O programa é direcionado a estudantes de Engenharia Civil, Arquitetura, Engenharia de Produção Civil e Engenharia de Produção, reforçando a importância da formação prática e da vivência em projetos reais dentro do setor de construção civil. Confira mais informações no artigo a seguir, do Engenharia 360!

Para onde são as vagas do Programa de Estágio MRV?

A distribuição das oportunidades MRV contempla todas as regiões do país, permitindo que estudantes de diferentes localidades possam ter acesso ao programa.

No Paraná, por exemplo, as cidades de Curitiba (7 vagas), Londrina (7 vagas) e Maringá (6 vagas) recebem destaque, reforçando a presença da empresa em polos estratégicos da economia no estado. O objetivo seria democratizar o acesso a experiências profissionais, aproximando estudantes da prática de campo e do dia a dia das obras.

programa de estágio MRV - engenharia e arquitetura
Imagem divulgação MRV&CO

Por que escolher a MRV para estagiar?

Um dos pontos mais atrativos do programa é a credibilidade da empresa. Recentemente, a MRV foi eleita a 4ª empresa mais atrativa do Brasil no setor de engenharia, segundo ranking da Universum, consultoria global de pesquisa de carreira. Esse dado reforça a mensagem de que estagiar na empresa pode ser, para estudantes de engenharia, um trampolim para uma carreira consistente e cheia de possibilidades. O que acha?

Cultura de aprendizado e inovação

A MRV busca jovens talentos com perfil inovador. A ideia é compor equipes com pessoas que não se acomodam, que questionam o “sempre foi assim” e que veem o aprendizado como uma maratona constante. Afinal, como bem sabemos, nesse caso, a tarefa da engenharia e arquitetura não deveria ser “apenas” construir imóveis, mas soluções para o futuro da habitação!

Crescimento profissional comprovado

Fato curioso: mais de 90% dos engenheiros da MRV&CO começaram como estagiários. Isso significa que, ao ingressar na empresa, o estudante já dá um passo sólido em direção a uma carreira de longo prazo.

O estágio permite acompanhar todas as etapas de uma obra:

  • Planejamento;
  • Execução;
  • Gestão de equipes;
  • Acompanhamento de prazos;
  • Entrega final das chaves.

Benefícios oferecidos pelo Programa de Estágio MRV

Além da experiência profissional, a MRV garante benefícios que valorizam o estagiário tanto no aspecto financeiro quanto no pessoal e profissional:

  • Bolsa-auxílio:
    • R$ 1.150,00 para carga horária de 4 horas;
    • R$ 1.700,00 para carga horária de 6 horas.
  • Vale-lanche;
  • Folga no mês do aniversário;
  • Programas de incentivo à prática de atividades físicas;
  • Apoio à saúde mental;
  • Capacitações personalizadas e aceleração de carreira;
  • Plataforma de descontos exclusiva.

Live de apresentação do programa

Para aproximar ainda mais os candidatos, a MRV promove no dia 15 de setembro, às 17h, uma live no YouTube. O encontro será conduzido por Ronaldo Motta, Vice-Presidente de Produção da MRV, e trará informações detalhadas sobre o programa, além de dicas sobre carreira e desenvolvimento na companhia.

A transmissão pode ser acompanhada pelo link oficial: Live Programa de Estágio MRV.

programa de estágio MRV - engenharia e arquitetura
Imagem divulgação MRV&CO

Como se inscrever no Programa de Estágio MRV?

As inscrições estão abertas até o dia 3 de outubro de 2025. Os interessados devem acessar o link oficial: programadeestagiomrveco.gupy.io.

É importante destacar que o processo seletivo é totalmente online.

programa de estágio MRV - engenharia e arquitetura
Imagem divulgação redes sociais via Você SA – Assine Abril

Veja Também: Estágio de Engenharia: Dicas para Jovens Profissionais


Fontes: Você RH, Você S/A, Economia em Pauta, Diário da Indústria e Comércio.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

O trading proprietário segue ganhando impulso nos mercados financeiros em 2025, principalmente entre o público de engenharia, oferecendo aos traders acesso a capital relevante sem a necessidade de arriscar recursos próprios. As principais empresas de fondeamento do mercado oferecem planos de escalonamento que permitem aos traders expandir sua mesa proprietária até mais de $1 milhão, com regras mais claras, suporte educacional e plataformas robustas para diferentes perfis operacionais.

Escolher a empresa certa pode fazer toda a diferença, especialmente com o surgimento de novas prop firms, regras mais claras e plataformas avançadas projetadas para apoiar traders de todos os níveis de experiência.

O ranking a seguir, apresentado pelo Engenharia 360, é baseado em análises recentes e leva em consideração fatores como reputação, suporte educacional, recursos tecnológicos e a variedade de condições comerciais. Tanto iniciantes quanto traders experientes podem encontrar opções adaptadas às suas necessidades, com splits de lucros justos, regras transparentes e oportunidades reais de crescimento profissional. Confira!

Visão geral do trading proprietário em 2025 com gráficos e ícones de ativos.
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Pontos principais:

  • Sete empresas se destacam por oferecer caminhos de escalonamento até contas acima de US$ 1 milhão.
  • As condições de negociação variam por firma: processos de avaliação, limites de drawdown e divisão de lucros (profit split).
  • Transparência de regras, velocidade de pagamento e reputação são diferenciais decisivos.
  • Plataformas como MT4, MT5, cTrader, NinjaTrader e integrações com TradingView ampliam a flexibilidade operacional.
  • A diversidade de ativos (Forex, índices, commodities, metais, ações e futuros) favorece a diversificação estratégica.

Ranking 2025: Panorama das líderes com escalonamento até US$ 1 milhão+

Ao comparar empresas com planos de escalonamento acima de US$ 1 milhão, é essencial observar critérios como avaliação, profit split, limites de risco, amplitude de ativos, infraestrutura tecnológica e reputação. Nomes como FTMO, E8, Apex, The 5%ers, FundedNext e SurgeTrader figuram com frequência entre as opções competitivas do mercado, combinando regras claras, pagamentos ágeis e suporte a plataformas amplamente utilizadas.

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1. Processo de Avaliação

  • Fases: muitas empresas utilizam 1 a 2 etapas com metas de lucro específicas e limites de perda bem definidos.
  • Objetivos de lucro: metas percentuais claras por fase, com prazos realistas e regras de consistência.
  • Regras operacionais: políticas sobre news trading, uso de EAs, alavancagem, hedging e horários de negociação.

2. Divisão de Lucros (Profit Split)

  • Faixa de mercado: geralmente entre 75% e 90% para o trader.
  • Evolução do split: algumas empresas elevam o percentual conforme desempenho e tempo de conta.
  • Exemplo de referência: casos em que a divisão chega a 90% em planos avançados são recorrentes nas líderes do segmento.

3. Drawdown Máximo (Diário e Total)

  • Faixas típicas: limites entre 4% e 10%, a depender do plano e da alavancagem.
  • Diário vs. total: monitorar ambos é crucial para a sustentabilidade; estratégias precisam respeitar margens de segurança.
  • Metodologia: entender se o drawdown é calculado por saldo, por patrimônio (equity) ou por pico (peak) evita violação inadvertida.
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Plataformas, ativos e condições de negociação

  • Plataformas: MT4, MT5 e cTrader são padrão para Forex e CFDs; NinjaTrader, Rithmic, Tradovate e DXtrade ganham espaço em futuros e ações. Integração com TradingView facilita análise técnica e execução.
  • Ativos: além de pares de moedas, muitas firmas incluem índices globais, commodities (como petróleo), metais (ouro e prata), ações e contratos de futuros.
  • Execução e custos: spreads competitivos e comissões reduzidas têm impacto direto no custo por trade; verificar política de slippage e liquidez nos horários de maior volatilidade.
  • Saques e reembolsos: agilidade nos pagamentos e reembolso de taxas de avaliação em determinados planos são diferenciais valorizados.
  • Suporte e materiais educacionais: atendimento em português e bibliotecas de conteúdo ajudam a acelerar a curva de aprendizado e a manter disciplina operacional.
  • Reputação: avaliações consistentes no Trustpilot (típico acima de 4 estrelas) sinalizam experiência positiva dos usuários.

Forex, ações, índices, futuros e metais

A seleção de ativos afeta diretamente a estratégia e o perfil de risco:

  • Forex: alta liquidez, spreads geralmente mais baixos e disponibilidade 24/5.
  • Índices: oportunidades em movimentos macro e sazonalidade; atenção ao horário de maior volatilidade.
  • Commodities e Metais: ouro e petróleo como vetores de proteção e especulação; cuidado com gaps em eventos.
  • Ações e Futuros: adequados para estratégias intraday e swing com microcontratos; observar requisitos de margem e horários de pregão.
  • Contas fondeadas: acesso via contas demo ou reais com cotações em tempo real e execução rápida, favorecendo teste e validação de sistemas.
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Principais plataformas de trading suportadas

A compatibilidade de plataformas é determinante para velocidade, estabilidade e ferramentas de análise:

  • MT4 e MT5: ecossistema consolidado, ampla oferta de indicadores e EAs.
  • cTrader: profundidade de mercado e execução ágil, com interface moderna.
  • NinjaTrader, Rithmic e Tradovate: foco em futuros e ferramentas avançadas de tape reading e gestão de ordens.
  • DXtrade: soluções web e desktop com bom equilíbrio entre usabilidade e recursos.
  • TradingView: gráficos e estudos técnicos, com possibilidade de execução integrada dependendo da infraestrutura da firma.

Condições de negociação e políticas operacionais

  • Alavancagem: conferir por classe de ativo e por plano; alavancagem alta exige gestão de risco mais rígida.
  • Limites operacionais: regras sobre horários, notícias, uso de trailing drawdown e escalonamento de contratos.
  • Prazos de avaliação: metas claras com prazos realistas; consistência e respeito às regras são mais importantes que velocidade.
  • Pagamentos: ciclos de retirada bem definidos e processamento rápido aumentam previsibilidade de renda.
  • Reembolso de taxas: em alguns casos, a taxa de avaliação pode ser reembolsada após atingir metas de lucro em conta financiada.

Boas práticas para sustentabilidade da conta

  • Gestão de Risco: limite por trade, por dia e por semana, alinhado ao drawdown diário e total.
  • Tamanho de posição: dimensionamento progressivo conforme a conta evolui e o plano de escalonamento é ativado.
  • Diário de bordo: registro de trades, contextos e métricas para ajustes contínuos.
  • Diversificação tática: combinação de ativos e horizontes (intraday, swing) conforme volatilidade e calendário econômico.
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Checklist rápido ao escolher sua Prop Firm

  1. Entenda o processo de avaliação: número de fases, metas e prazos.
  2. Confirme o profit split inicial e o potencial de evolução.
  3. Verifique limites de drawdown diário e total, e como são calculados.
  4. Revise a lista de ativos e a alavancagem por classe.
  5. Teste a plataforma preferida (MT4, MT5, cTrader, NinjaTrader etc.).
  6. Analise custos: spreads, comissões e eventuais taxas.
  7. Confira reputação, velocidade de pagamento e suporte em português.
  8. Avalie políticas sobre notícias, EAs, hedging e horários de negociação.
  9. Cheque se há reembolso da taxa de avaliação em contas financiadas.
  10. Garanta que o plano de escalonamento seja claro e atingível.

Escolher uma empresa de trading proprietário com plano de escalonamento até US$ 1 milhão+ amplia o acesso a capital, acelera a curva de crescimento e favorece a profissionalização. Em 2025, destacam-se firmas que combinam regras transparentes, profit split competitivo, limites de risco bem definidos, variedade de ativos e plataformas consagradas.

Para finalizar, enfatizamos que, avaliar cuidadosamente o processo de avaliação, a política de pagamentos e a reputação ajuda a alinhar expectativas, reduzir surpresas e sustentar a performance no longo prazo.

Veja Também: Como engenheiros podem atuar no mercado financeiro


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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

No dia 3 de setembro de 2025, o mundo acompanhou o desfile militar realizado em Pequim, que marcou o 80º aniversário da vitória sobre o Japão. Pela primeira vez na história, o país asiático revelou ao mundo os avanços tecnológicos de sua engenharia de guerra — e, como bem sabemos, isso é só a ponta do iceberg. Análises recentes de imagens de satélite revelam que, entre 2019 e 2025, mais de 60% das instalações ligadas à produção de mísseis da China apresentaram sinais significativos de crescimento.

Essa demonstração de poder reflete uma mudança na ordem mundial, onde a China se posiciona como uma superpotência em uma nova corrida armamentista. Imagine como essa nova geopolítica, impulsionada por um aumento de 7,2% no orçamento de defesa chinês (alcançando US$ 245 bilhões), pode impactar nossa forma de pensar inovação e engenharia.

O recente evento reuniu líderes estrangeiros para uma exibição de mísseis hipersônicos e tecnologias de ponta. Desde 2020, os complexos industriais militares chineses expandiram-se em mais de 2 milhões de metros quadrados de área construída. Este artigo do Engenharia 360 reflete sobre as implicações dessa expansão para o futuro da engenharia. Acompanhe!

Por que você deve se importar com esses avanços militares?

A maioria de nós cresceu ouvindo histórias aterrorizantes sobre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Também testemunhou a tensão da Guerra Fria. Agora nos perguntamos se, diante de todas as crises que vivemos, não estamos presenciando o início de outro grande conflito global. Aliás, alguns acreditam que a batalha já começou. E mesmo que você nunca tenha se interessado sobre estratégias de defesa, deve imaginar quanto o desenvolvimento de tecnologia militar impacta avanços civis.

Muitas das inovações que temos hoje em nosso dia a dia foram primeiro idealizadas para outras finalidades. O GPS, inclusive, nasceu assim. Tecnologias desenvolvidas com foco na guerra, como sensores, sistemas de comunicações seguras e materiais avançados, acabaram migrando para áreas como aeroespacial, automobilística, energia e infraestrutura. E, infelizmente, devemos admitir que o que vimos no dia três do último mês foi uma vitrine de tendências de engenharia.

Por ora, já sabemos que quem dominar IA, materiais raros, robótica e energia deve moldar não só o campo de batalha, mas também a sociedade do amanhã. E aí, quem vai ser?

desfile engenharia militar china
Imagem corte vídeo China Global Television Network
desfile engenharia militar china
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Do “copiar e colar” à inovação de ponta

Por muitos anos, designers ao redor do mundo acusaram a China de copiar tecnologias de outros países. Tanto que, dias antes do desfile, os próprios Estados Unidos se mostraram confiantes em afirmar que ninguém mais poderia ultrapassar sua capacidade militar. Contudo, o desfile deste ano mostrou um cenário diferente. Foi uma demonstração de que a inovação não acontece apenas lá, no Vale do Silício ou em laboratórios americanos.

Parece que a China está desenvolvendo as suas próprias soluções — e elas são surpreendentes. Isso não nos surpreende tanto; afinal, há anos publicamos em nosso site e redes sociais notícias sobre as maiores obras de engenharia do mundo localizadas no país asiático.

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Foram os principais destaques do desfile em Pequim:

  • Setor aeroespacial: mísseis hipersônicos, aviões de quinta geração e foguetes de combustível sólido.
  • Setor de computação: IA aplicada a drones, visando sobrecarregar sistemas de defesa aérea.
  • Arsenal estrategico: fortalecimento da Força de Foguetes (PLARF), que supervisiona o arsenal nuclear e balístico.
  • Setor de energia elétrica e ótica: sistemas de armas a laser.
  • Setor naval: veículos subaquáticos não tripulados, conhecidos como XLUUVs.

Principais tecnologias apresentadas pela China no desfile

Mísseis hipersônicos

Começando pelos mísseis chineses hipersônicos, como o  YJ-20, com capacidade de realizar manobras imprevisíveis, difíceis de interceptar, e atingir velocidades cinco vezes maiores que a do som. Especialmente os modelos YJ-17 e YJ-19 deixaram a categoria experimental para se tornarem armas de alta confiabilidade no arsenal do país. 

Também vale destacar os mísseis balísticos da família Dongfeng, como o 5C, capazes de atingir bases americanas a milhares de quilômetros de distância com múltiplas ogivas. Detalhe: esse tipo de tecnologia envolve engenharia de precisão em propulsão, estruturas resistentes a altas temperaturas e sistemas avançados de guiamento. É provável que tais avanços cheguem a áreas civis, como aviação comercial supersônica ou transporte espacial.

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Drones com IA

Uma das tecnologias mais fascinantes vistas no desfile em Pequim foram os drones. Por exemplo, o GJ-11, que consegue voar de lado a lado com caças tripulados; o AJX-002, veículos subaquáticos não tripulados destinados à defesa naval; e os surreais lobos-robôs, projetados para reconhecimento, varredura de minas e operações em campo aberto. Essas soluções são uma demonstração de engenharia mecânica, eletrônica e de inteligência convergindo para máquinas com autonomia e versatilidade antes inimaginadas.

Para quem estuda engenharia, esses drones parecem muito interessantes, unindo controle automação e Inteligência Artificial. Tais máquinas se valem de algoritmos complexos para tomada de decisão quase em tempo real, reconhecimento de alvos, evasão de ameaças e adaptação rápida ao ambiente de combate.

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Armas a laser

Também vale destacar neste texto os sistemas de defesa a laser apresentados pela China, como o LY-1, que pode cegar sensores, queimar eletrônicos e até derrubar drones. Esse tipo de sistema é praticamente um laboratório de física aplicada, com laser de alta potência e precisão, mecanismos de resfriamento e de energia limpa e contínua. A promessa é que tais armas possam queimar ou desativar componentes eletrônicos à distância.

Nada impede que, no futuro, tecnologias derivadas surjam e sejam aplicadas em indústrias médicas, construção civil ou telecomunicações.

O que o futuro da engenharia militar nos reserva?

O futuro da engenharia militar se mostra multidisciplinar e tecnologicamente sofisticado. Mas será que isso é bom ou ruim? Certamente não desejamos ver o uso dessas armas em situações reais de combate.

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Em vez disso, esperamos que as boas ideias de engenharia possam ser desenvolvidas, aprimoradas e produzidas em larga escala para ajudar as populações do mundo e o meio ambiente. Nesse cenário, ainda haveria muito trabalho para os engenheiros, precisando superar desafios para a manufatura avançada, integração de sistemas e engenharia de software. 

Esse desfile realizado na China só nos lembrou de como a engenharia é uma peça fundamental para a geopolítica do século XXI. A próxima geração de profissionais deve não só acompanhar, mas também criar essas inovações. E você, quer ser apenas um espectador dessa corrida tecnológica ou fazer parte dela?

Confira o vídeo completo do desfile transmitido pela China Global Television Network:

Veja Também:


Fontes: UOL, Click Petróleo e Gás, BBC, CNN Brasil, CNN Brasil.

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.