Engenharia 360

Gerador solar Cbers-4: tecnologia da China associada ao satélite sino-brasileiro

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por Colaboradores 360
| 09/06/2014 | Atualizado em 25/08/2022 2 min

Gerador solar Cbers-4: tecnologia da China associada ao satélite sino-brasileiro

por Colaboradores 360 | 09/06/2014 | Atualizado em 25/08/2022
Engenharia 360

Começam na China, na primeira semana de junho, atividades com o Gerador Solar (SAG, na sigla em inglês) integrado ao Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-4). Os testes serão realizados com a supervisão de técnicos brasileiros e chineses.

Modelo de voo do Cbers com gerador solar integrado. | Cbers-4
Modelo de voo do Cbers com gerador solar integrado.

A partir da segunda semana, se inicia a fase de testes ambientais com o modelo de voo do satélite, que inclui medidas de massa, teste acústico, de vibração e termo-vácuo.

Com mais de 16 metros quadrados (6,3 x 2,6 m) o SAG é responsável por captar a luz do Sol e convertê-la em energia para alimentar as baterias do satélite. Apesar da dimensão avantajada, a peça pesa só 55 quilos, pois a avançada tecnologia empregada na sua fabricação pelas empresas Orbital Engenharia Ltda e Cenic Indústria e Comércio Ltda, ambas de São José dos Campos, utiliza materiais leves, mas de alta resistência e durabilidade.

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Abrir o gerador solar é a primeira atividade do satélite ao se posicionar na órbita programada. Durante o tempo em que o satélite recebe a luz solar em órbita, o SAG, além de abastecer os diversos instrumentos a bordo, também completa a carga das baterias para energizar os equipamentos na fase de eclipse, ou seja, período em que a luz solar não atinge o equipamento.

Desenvolvido com tecnologia moderna de células de tripla junção de alta eficiência energética, o SAG do Cbers-4 gera até três mil watts de potência elétrica em condições normais de iluminação.

O Cbers-4 está programado para ser lançado em 7 de dezembro próximo, da China, país parceiro do Brasil no desenvolvimento da série de satélites para sensoriamento remoto desde os anos 1980.

Fonte: Agência Espacial Brasileira
 


+ Texto por Douglas Moura. Estudante de Engenharia Civil, saxofonista amador e programador auto-didata, acredita que pode mudar o mundo um passo de cada vez. Ama jazz, software livre e ciências exatas.


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