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Pesquisadoras brasileiras da área médica da USP fazem grandes descobertas para a Ciência Global

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por Redação 360
| 26/04/2022 | Atualizado em 12/08/2022 4 min

Pesquisadoras brasileiras da área médica da USP fazem grandes descobertas para a Ciência Global

por Redação 360 | 26/04/2022 | Atualizado em 12/08/2022
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É engraçado como muitas pessoas pensam que o curso escolhido de Ensino Técnico ou Ensino Superior deve definir a sua trajetória profissional para sempre. Na verdade, ao longo da vida, você pode adquirir vários conhecimentos e praticar várias atividades, inclusive na área da Ciência, mesmo que por hobby. E pode ter certeza de que essas realizações, feitas com alegria e amor, podem te levar a grandes conquistas, fazendo você ser a mudança que seja ver no mundo, assim como disse Gandhi certa vez.

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Estudante de Medicina premiada por descobrir 25 asteroides

A estudante de medicina da USP, Verena Paccola, começou a ficar interessada pelo campo da Astronomia em 2020, ainda enquanto se preparava para prestar vestibular e após realizar um curso Técnico em Enfermagem e fazer um intercâmbio no Canadá. Ao buscar melhor preparação, se deparou com o programa International Astronomical Search Collaboration, uma iniciativa da NASA, em parceria com a Universidade de Harvard e o MCTI.

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“Eu sempre fui uma menina muito curiosa e com desejo de aprender sempre coisas novas, interessantes. A Astronomia surgiu por acaso. Quando soube da possibilidade de participar do programa, me inscrevi e fiz o treinamento para aprender a usar o software de monitoramento. A pandemia estava começando e o calendário do vestibular acabou atrasando, então decidi me engajar nesse programa.” – Verena Paccola, em reportagem de UOL.

Depois disso, Verena teve a chance de observar vários corpos celestes. Mas ela passou a se dedicar à detecção de asteroides nos pacotes de imagens tiradas de um telescópio localizado no Havaí que recebia regularmente pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Conforme ela mesma destaca em reportagens, esses objetos se movem, portanto, aparecendo refletindo luz em pontos diferentes das fotografias.

De repente, no meio de tudo, Verena descobriu 25 asteroides novos. Entre eles, um que possui uma trajetória diferenciada e está se aproximando da Terra e um que ela chamou de “asteroide fraco”, que é de extremo interesse para a Agência Espacial Americana. Inclusive, por conta disso, a jovem foi chamada à Brasília para receber do MCTI uma premiação especial direto das mãos do então ministro Marcos Pontes.

“(…) já estou pensando em conhecer mais sobre medicina espacial.”, “Por enquanto, já estou feliz em poder contribuir para a divulgação científica no meu perfil do Instagram. E estimular outros jovens como eu a aprenderem a amar os estudos e as descobertas da ciência.” – Verena Paccola.

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Imagem reproduzida de Revide
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Imagem reproduzida de Revide

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Professora na lista dos cientistas mais influentes do mundo

A cirurgiã Angelita Habr-Gama também é um dos grandes destaques da Ciência. Ela é referência em Gastroenterologia, especialista em Coloproctologia – que estuda as doenças do intestino grosso, do reto e ânus -, professora de Medicina emérita da USP – com carreira marcada pela formação e pela excelência no ensino, na pesquisa e na extensão – e foi a primeira mulher residente de cirurgia do Hospital das Clínicas (HC).

Durante a sua carreira, Angelita ganhou dezenas de prêmios nacionais e internacionais. Ela foi nomeada coordenadora no Brasil do Programa de Prevenção do Câncer Colorretal pela Organização Mundial de Gastroenterologia (OMGE), fundou a Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci), preside inúmeras sociedades científicas e é membro honorária no centenário American College of Surgeons. Para completar, é a primeira mulher a integrar o seleto grupo de 17 Membros Honorários da European Surgical Association.

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Imagem reproduzida de G1 – Globo

Recentemente, sua contribuição foi reconhecida pela Revista Forbes, nomeando-a como uma das mulheres mais influentes do Brasil; e a sua atuação no final de 2021 pela Universidade de Stanford, nos EUA, em parceria com a editora Elsevier BV. Mas, antes disso, em 2020, a médica precisou se recuperar da Covid.19. Ela ficou cinquenta dias sedada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Enfim, um exemplo de persistência e superação!

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Imagem reproduzida de Yahoo Notícias

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Fontes: UOL, G1.

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