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Brasil demonstra interesse no ônibus chinês que passa por cima dos carros

por Bernardo Lopes Frizero | 05/09/2016
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Reuters

Crédito: Reuters


O “ônibus do futuro“, como é chamado o novo veículo desenvolvido na China para resolver o problema de engarrafamento presente nas grandes cidades ao redor do mundo começou a sair do papel. Recentemente, os responsáveis pelo projeto realizaram os primeiros testes com o automóvel,  o que acabou por chamar atenção de alguns países, entre eles o Brasil.
Segundo informações da companhia de notícia chinesa Xinhuanet, assim como França, Índia e Indonésia, o governo brasileiro se mostrou bastante interessado em contar com a tecnologia, entusiasmado com a possibilidade de desafogar os fluxos nos grandes centros urbanos. Embora ainda não exista a confirmação por parte de alguma autoridade nacional, levando em consideração a grande frota de carros existentes em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, o projeto é bastante plausível.

 
Os primeiros testes com o TEB-1 ( Transit Elevated Bus, ou Ônibus de Trânsito Elevado) aconteceram na província de Hebei, ao norte da China e mostrou alguns dados bastante animadores para o futuro do projeto: apenas um veículo é capaz de transportar cerca de 300 pessoas, mesmo tendo um tamanho relativamente pequeno para um veículo deste porte, com apenas 22 metros de comprimento e 7,8 metros de altura. Além disso, outro ponto que vem ganhando destaque internacional é o fato do veículo ser movido a eletricidade. Questão de muita curiosidade entre os entusiastas, ainda não foi revelada a velocidade que o ônibus será capaz de atingir.

+ O que é o TEB-1 ?

O TEB-1 é um veículo que possui um vão de mais de 2 metros de altura, de forma que os carros e motos consigam transitar debaixo dele, sendo que sua primeira aparição ocorreu na China Beijing International High-Tech Expo, alguns meses atrás. Desde lá, o projeto vem ganhando bastante destaque, uma vez que segundo seus criadores, sua implementação possui um custo bruto de apenas 20% dos valores a implementação de metrô, pois seriam necessários apenas a instalação de trilhos nas laterais das rodovias, além da aquisição dos veículos.

 
Fica a pergunta: será que veremos esse tipo de transporte em circulação por aqui?
Fonte: Exame

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