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Jornais e sacolas: busca por soluções ecológicas para o destino de dois resíduos inimigos da natureza

por Redação 360 | 19/10/2021

O que será que acontece com os resíduos de jornais e sacolas plásticas? Que bom se as empresas pensassem mais no assunto! Veja histórias inspiradoras!

Quando amassa uma folha de jornal ou coloca uma embalagem plástica no lixo, para onde você pensa que vão estes resíduos? Sim, eles seguem para os lixões ou, muitas vezes, acabam em bueiros, rios e oceanos, poluindo as águas e afetando as espécies vivas. Mas podemos tentar diariamente pensar em soluções para amenizar o impacto que nós, os seres humanos, provocamos contra a natureza. Começando pelo consumo consciente! Depois, por estudar formas de produção mais eco-friendlies, que já desde a fabricação sejam bem planejadas pensando nesta questão do descarte de resíduos versus a natureza!

Dois exemplos de soluções ecológicas para resíduos

Jornal feito de papel biodegradável

Muita gente está migrando sua paixão por leitura para os formatos de jornais digitais, revistas eletrônicas e e-books. Mas é claro que a experiência de segurar um texto impresso ainda encanta demais. Contudo, se amamos o nosso planeta, precisamos fazer sacrifícios. Ou seja, não podemos mais tolerar desperdícios. Outra solução é pensar que, quanto for necessária realizar a impressão de textos, que isso seja feito de uma forma mais ecológica, para que os resíduos gerados disso impactam o mínimo possível o meio ambiente.

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Sim, as empresas de jornalismo impresso vêm sendo cobradas demais nos últimos anos por um maior controle dos seus produtos pensando no impacto contra a natureza. De fato, o conceito de uso excessivo de papel é algo desatualizado. Mas um jornal japonês, um dos líderes em publicações do país, o Mainichi Shimbunsha, decidiu inovar usando um papel 100% reciclado.

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Imagem reproduzida de Living Circular – Veolia

‘Jornal Verde’

A ideia do Mainichi Shimbunsha é criar um tipo de jornal biodegradável que possa ser plantado em vasos ou no solo. Por isso, na composição da massa do papel seriam misturadas sementes de flores, próprias para atrair abelhas. Inclusive a própria tinta utilizada na impressão, quando em contato com a água de rega, agiria como fertilizante para as plantas, que germinariam em poucas semanas.

Este conceito de publicidade foi desenvolvido pela empresa Dentsu. E parece que o público aprova a ideia desta pegada mais sustentável do Mainichi Shimbunsha. Existem relatos de escolas que estão utilizando o jornal para educar as crianças sobre a questão ambiental e ensiná-las sobre a importância da reciclagem.

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Imagem reproduzida de Razões para Acreditar

Sacolas de plástico biodegradável

Outro grande problema do meio ambiente – sobretudo para rios, oceanos e lençóis freáticos – são os resíduos plásticos, muitas vezes resultantes das sacolas plásticas que utilizamos nos supermercados. Pensando nisso, um estudante brasileiro de Ensino Médio, Matheus Brito, do estado do Ceará, criou uma versão diferente de sacolas plásticas biodegradáveis feitas com batatas. Na verdade, o conceito de sua proposta poderia ser aplicado a outros objetos do nosso dia-a-dia.

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Imagem reproduzida de Razões para Acreditar

Iniciação Científica

Matheus contou, num primeiro momento, com a orientação de seu professor Leonardo Sousa e do Colégio Paraíso. Na ocasião, os testes in vitro foram muito bem-sucedidos. Tanto que a sua descoberta foi destaque de publicação Os testes in vitro conduzidos no colégio foram bem-sucedidos e Matheus ganhou uma publicação na revista científica e-Ciência, na categoria de “Iniciação Científica Júnior” da revista científica e-Ciência. E, posteriormente, o jovem foi convidado para participar da maior feira de engenharia da América Latina, a FEBRACE.

Imagem reproduzida de Portal GCMAIS

Então, o que você achou destas duas histórias? Vamos torcer para elas terem sempre uma boa aceitação e um desenvolvimento promissor, além de inspirar mais criações ecológicas e sustentáveis ao redor do mundo!

Veja Também: Alunos de design criam acessórios feitos de frutas que iriam para o lixo


Fontes: Razões para Acreditar, Razões para Acreditar 2.

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