A Indústria Automotiva vem enfrentando o dilema entre continuar a fabricação de veículos, mas que esses modelos sejam menos prejudiciais ao meio ambiente. Hoje são utilizados muitos componentes de plástico, por conta do suporte de cargas mecânicas e dinâmicas. Mas mais plástico na natureza não é uma boa ideia, não é mesmo? Pensando nisso, engenheiros alemães do Instituto Fraunhofer estão desenvolvendo plásticos de base vegetal. Saiba mais sobre isso no texto a seguir, do Engenharia 360!

Indústria Automotiva usa Biopolímeros Reforçados para Carros Futuros
Imagem de usertrmk em Freepik

O desenvolvimento de plásticos de base vegetal para a Indústria Automotiva

Esses plásticos de base biológica seriam, portanto, uma alternativa aos plásticos comuns, derivados do petróleo. Assim, diminuindo a pegada de carbono da Indústria Automotiva, reduzindo as emissões de CO2 – em mais de 50% ao longo de todo o ciclo de vida do produto.

Trata-se de polímeros reforçados com fibras, que tornam o design dos veículos mais leves, diminuindo a quantidade de material utilizado em cada componente em 20 a 30 por cento, resultando em menos consumo de combustíveis e energia elétrica. Também mais eficientes e sustentáveis.

Biopolímeros em Indústria Automotiva
Imagem de Fraunhofer LBF reproduzid de Inovação Tecnológica

O papel dos biopolímeros na transformação da Indústria Automotiva

Existe uma ótima perspectiva do aumento do uso desses biopolímeros na Indústria Automotiva. Isso porque os cientistas estão conseguindo aprimorar e transformar as propriedades desses materiais para que eles sejam cada vez mais semelhantes aos plásticos fósseis. Novos métodos de fabricação de peças de bioplástico mais leves são investigados no presente, considerando as influências da fabricação no comportamento dos materiais e otimizando o uso de material.

Então, a ideia é que os plásticos comuns sejam completamente excluídos em breve da Indústria Automotiva! Agora, se esses materiais irão atender tão bem os requisitos de resistência necessários, sendo capazes de suportar cargas mecânicas e dinâmicas, vai depender da mais investigação dos cientistas. Só que a tarefa realmente não é simples, como pode-se imaginar.

Biopolímeros em Indústria Automotiva
Imagem de Fraunhofer LBF reproduzid de Inovação Tecnológica

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As considerações para fabricação dos protótipos feitos de biopolímeros

As matérias-primas previstas para a fabricação de plásticos ditos verdes seriam renováveis, como subprodutos agrícolas. O processo de fabricação de protótipos deve considerar a influência da temperatura, umidade e raios de entalhe na geometria do componente, bem como na rigidez e durabilidade estrutural do material. Além disso, considerar as características acústicas e vibratórias das peças finais para reduzir ou suprimir vibrações indesejadas e ruídos perturbadores.

Vamos torcer para que a Indústria Automotiva se molde mais rapidamente para a fabricação e uso em larga escala desses biopolímeros, tornando a fabricação de veículos um processo, de fato, menos prejudicial ao meio ambiente!

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Fontes: Inovação Tecnológica.

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Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Você sabia que o Brasil é, atualmente, um dos dez maiores produtores de arroz do mundo. A saber, nossa produção é de 10 milhões de toneladas do cereal por ano – um valor que pode variar a depender dos efeitos das mudanças climáticas. E, agora, a empresa Braskem, gigante na produção de biopolímeros, adquiriu os direitos de fabricação da marca Resysta, que, resumidamente, é uma ‘madeira’ feita de arroz e PVC. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para saber mais!

Braskem
Imagem reproduzida de Braskem via ADVFN

Qual é a relação entre a casca de arroz e a Resysta da Braskem?

A Resysta é um tipo de revestimento considerado hoje pelo mercado como extremamente inovador. O mesmo utiliza 60% de casca de arroz aditivada e resina vinílica (PVC). O resultado dessa soma é um material 100% reciclável, leve e resistente. E a melhor parte é que ele é bastante semelhante à madeira utilizada em obras de Engenharia.

Especialistas afirmam que esse pode ser um passo significativo para a indústria da construção caminhar em direção à sustentabilidade, promovendo várias práticas positivas para o Brasil e América do Sul em geral. A razão? Aproveitar um material renovável e reutilizar o resíduo produtivo do arroz.

Braskem
Imagem reproduzida de Embrapa via Revista Oeste

Para quais aplicações a Resysta pode ser usada?

A Braskem afirma que sua nova aquisição de produto, a Resysta, pode ser aplicada a uma variedade de setores da economia brasileira. Além da Engenharia, a Arquitetura, o Design de Interiores e Design de Exteriores. Por exemplo, em decks, móveis, fachadas, rodapés, portas, batentes, pisos, tetos e em revestimentos em geral, trazendo inovação para a indústria do país.

O potencial é mesmo bem grande, sobretudo considerando que a maioria dos clientes está atualmente mais inclinada a optar por materiais mais sustentáveis.

Braskem
Imagem divulgação via Revista Oeste

Observação: A Braskem pretende produzir a Resysta localmente, e a tecnologia está licenciada para a América do Sul, incluindo o Brasil, bem como para alguns países da América Central e Caribe.

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Fontes: Fusões e Aquisições, São Bento em Foco.

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Uma grande obra de infraestrutura está sendo construída sobre o Rio Paraguai, a Ponte Bioceânica. E, antes de tudo, é importante dizer que esta ponte desempenha um papel crucial na conexão da Rodovia Bioceânica, uma megaestrada que ligará países da América Latina. Para que o plano desse certo, foi firmado um financiamento com a diretoria paraguaia de Itaipu, totalizando cerca de R$ 437,5 milhões. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

ponte bioceânica
Imagem reproduzida de Gentileza, Consórcio PYBRA, H2Foz
ponte bioceânica
Imagem reproduzida de Gentileza, Consórcio PYBRA, H2Foz
ponte bioceânica
Imagem reproduzida de Gentileza, Consórcio PYBRA, H2Foz

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Quais são os principais pontos de conexão da Rodovia Bioceânica?

O objetivo para a construção da Ponte Bioceânica é melhorar a conectividade entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile através da Rota Bioceânica. Essa rota teria o potencial, por exemplo, de encurtar significativamente o caminho de exportação brasileira para a Ásia – mais de 9.7 mil quilômetros, diminuindo o tempo de viagem em cerca de 23%. A expectativa é de que isso possa até estimular a competitividade, integração econômica (comercialização) e cultural. Por hora, a previsão de conclusão da Ponte da Bioceânica é no primeiro semestre de 2025.

ponte bioceânica
Imagem reproduzida de G1

Observação: A Ponte Bioceânica deve conectar as cidades de Carmelo Peralta, no Paraguai, e Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, Brasil.

Veja Também: Quais são os Diferentes Tipos de Estruturas de Pontes na Engenharia Civil?

Qual é o progresso atual das obras na Ponte Bioceânica?

Neste momento, a obra da Ponte Bioceânica está incluída no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Isso porque esse projeto é considerado um dos prioritários para o governo federal nos últimos anos. A empresa responsável pela condução da construção é a paraguaia Pretec, que faz parte do consórcio PYBRA. Já a supervisão ficará a cargo do Consórcio Prointec, sob a gestão do Ministério das Obras Públicas e Comunicações do Paraguai.

Em outubro de 2023, data de publicação deste texto, o progresso atual das obras na Ponte da Bioceânica era de 40%. Alguns atrasos são previstos. Por exemplo, para o lado brasileiro da ponte, aguarda-se o resultado da licitação do acesso, que terá aproximadamente 13,1 quilômetros e partirá do quilômetro 678 da BR-267 até a ponte.

ponte bioceânica
Imagem divulgação MOPC via G1
ponte bioceânica
Imagem divulgação MOPC via Folha de Campo Grande
ponte bioceânica
Imagem reproduzida de Consórcio PYBRA via O Fato News Brasil

As vigas da Ponte Bioceânica

Dos 40% de obra, já foram instaladas algumas vigas. As mesmas foram fabricadas na cidade de Capiatá, no Paraguai, e posteriormente transportadas para o canteiro, para compor a superestrutura do viaduto de acesso à ponte. E elas foram feitas de concreto protendido com 30 metros de comprimento e 30 toneladas cada.

Serão 1.294 metros de extensão total. A estrutura será dividida em três trechos, incluindo dois viadutos de acesso em ambas as margens do rio e uma parte estaiada com 632 metros de extensão e um vão-livre de 350 metros.

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Fontes: H2 Foz, G1.

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Existe um material no mundo apelidado pelos cientistas como ‘ouro azul’. Sabe qual é? Bem, trata-se do cobalto, um elemento químico tóxico, de cor prateada-azulada – por isso o nome -, e versátil, podendo ser usado em várias aplicações industriais, como fabricação e superligas. Por isso, ele é bastante valorizado no mundo das Engenharias, sobretudo de Energia e Eletrônica, pensando em um futuro mais verde. Saiba mais sobre isso no texto a seguir, do Engenharia 360!

De onde provém a maioria da produção de cobalto no mundo?

Antes de tudo é preciso destacar que o ‘ouro azul’ apresenta uma disponibilidade bem limitada no planeta Terra. Sua extração é concentrada em poucos países ao redor do globo. E existe uma discussão muito séria para que esse processo seja mais responsável, ético e sustentável, que só pode acontecer, de fato, com um maior desenvolvimento tecnológico e educação ambiental.

cobalto - Ouro Azul
Imagem de Freepik

Há muito mais desafios relacionados à extração do cobalto em comparação a outros metais. A maioria da produção vem hoje da República Democrática do Congo. Infelizmente percebe-se um grande impacto negativo social e econômico dessa mineração no país, incentivando o trabalho infantil, condições precárias de trabalho e problemas ambientais. Em contrapartida, existe uma pressão de influência internacional para a continuidade dessa prática, com a defesa de que o cobalto ajudaria as indústrias na redução de emissões, sendo o material fonte para energia “verde”.

Veja Também: Concreto do Futuro: Equipe do MIT Cria Estruturas com Capacidade de Armazenar Energia

Quais são as aplicações do cobalto na indústria tecnológica?

Agora vamos à parte que mais nos interessa, saber como a indústria usa hoje o cobalto. Pois bem, esse elemento desempenha um papel importante na produção de vários produtos de Engenharia Eletrônica, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Física, e mais. Por exemplo, ímãs permanentes, transistores e semicondutores, eletrificação para transportes, e baterias de íon de lítio.

Inclusive, os especialistas afirmam que baterias recarregáveis contendo o tal ‘ouro azul’ são fundamentais para o armazenamento de energia renovável, permitindo que a energia gerada a partir de fontes intermitentes, como o sol e o vento, seja armazenada e usada quando necessário, tornando o fornecimento de energia mais estável e sustentável.

A saber, o cobalto tornaria as baterias de íon de lítio mais eficientes e com maior autonomia. E na indústria aeroespacial, o elemento deixaria as superligas usadas em turbinas de aeronaves e geradores de energia eólica mais resistentes a altas temperaturas.

cobalto - Ouro Azul
Imagem de azerbaijan stockers em Freepik

O cobalto no progresso tecnológico e a sustentabilidade

Como sabemos, o objetivo maior das engenharias é tornar seus processos menos impactantes para o meio ambiente. Existe uma preocupação muito grande e uma necessidade urgente com relação às emissões industriais. E o cobalto ajudaria, por exemplo, na dessulfurização e na reciclagem de plásticos.

As propriedades desses materiais são, de fato, únicas. É preciso garantir a continuidade correta de sua extração. Falamos tanto em um futuro com mais energias renováveis e veículos elétricos. Para isso precisaremos do cobalto. Resumindo, a gestão responsável do cobalto e o desenvolvimento de alternativas são cruciais para equilibrar o avanço tecnológico com a sustentabilidade.

Que tal continuar essa discussão na aba de comentários logo abaixo? Fique à vontade para expor sua opinião!

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Fontes: Metored.

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Pode-se dizer que toda engenheira ou engenheiro formado já brincou na infância de ser engenheira ou engenheiro. E um brinquedo que sempre desempenhou um papel fundamental na estimulação da imaginação foi o conjunto de tijolinhos LEGO. Aliás, muitos engenheiros e arquitetos continuam apaixonados pela LEGO na fase adulta. A ideia de poder recriar em miniatura os monumentos mais emblemáticos construídos ao redor do mundo é bastante atrativa. Certamente, uma excelente oportunidade para estimular a criatividade e a imaginação.

Vale destacar que a LEGO realiza hoje muitas ações para inspirar as novas gerações de construtores. Pode-se dizer que é até um compromisso da empresa não só com a infância, mas em tornar seus próprios produtos acessíveis a todos. Inclusive, recentemente, o Engenharia 360 comentou sobre o dilema da empresa na busca pela sustentabilidade – clique aqui para saber mais. Estratégias assim é que cativam os corações dos fãs. E, por falar nisso, criamos uma lista com dez exemplos de modelos de Engenharia e Arquitetura que podem ser recriados em menor escala com peças de LEGO. Confira!

1. Grande Pirâmide de Gizé

O conjunto oferece uma visão de um dos maiores projetos de Engenharia do mundo, a Grande Pirâmide de Gizé. O modelo inclui uma seção da frente que representa a área ao redor da pirâmide nos tempos antigos, uma seção transversal que revela as técnicas de movimentação de pedras e parte do labirinto de túneis que levam às câmaras funerárias reais.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

2. Taj Mahal

Uma das engenharias mais belas do mundo, ganhou um merecido tributo em LEGO. Embora tenha sido retirado pela empresa, você ainda pode encontrá-lo online e em algumas lojas. Este conjunto desafiador é composto por 5.923 peças e oferece uma construção incrivelmente detalhada. Se você preferir uma versão mais modesta, há uma opção com 2.022 peças.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

3. Estátua da Liberdade

Este ícone dos EUA é uma das atrações da série LEGO Architecture. A construção pode ser mais desafiadora do que se espera, devido à predominância de tijolos bege para a base e tijolos verdes para a estátua. No entanto, é um modelo divertido, satisfatório e até viciante de construir.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

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4. Big Ben de Londres

Esta recriação detalhada da Torre Elizabeth ou Big Ben de Londres, que abriga o famoso sino “Big Ben” e parte do Palácio de Westminster, foi infelizmente retirada de circulação. No entanto, foi substituída por um modelo menor do horizonte de Londres, que ainda é divertido de construir.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

5. Santiago Bernabéu

A LEGO acertou esse modelo, oferecendo muitos detalhes, seções transversais interiores e até um minicampo. É um conjunto grande, composto por 5.876 peças e é um must-have para os fãs do Real Madrid. Aliás, se você gosta de construir estádios, vale a pena conferir o enorme conjunto LEGO do Estádio de Old Trafford também. Fica a dica!

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

6. Castelo da Disney de LEGO

O Castelo da Disney é um conjunto de Engenharia que certamente entusiasmou as crianças e os fãs da Disney. Além de ser uma construção divertida, o conjunto apresenta uma riqueza de detalhes arquitetônicos com referências e toques mágicos da Disney espalhados por toda parte.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

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7. Empire State Building

O arranha-céu mais icônico do mundo também ganhou seu conjunto. O nível de detalhe é notável, incluindo mini escadas rolantes no interior e táxis amarelos em miniatura ao redor da base do modelo, recriando com precisão a atmosfera de Nova York. A montagem é um pouco mais desafiadora do que parece, devido ao grande número de tijolos da mesma cor.

É importante dizer que este conjunto é direcionado a uma faixa etária mais madura e envolve um processo complexo, mas repetitivo, de montagem. No entanto, os resultados são impressionantes e ele se destaca em qualquer aparador ou estante. Embora oficialmente tenha sido retirado do mercado pela LEGO, ainda é possível encontrá-lo em muitas lojas LEGO, lojas de brinquedos e aeroportos.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

8. Coliseu

O Coliseu é oficialmente um dos maiores conjuntos de LEGO Engenharia já produzidos. Ele tem 9.036 peças e faz justiça à grandiosidade do Coliseu Romano, uma das estruturas mais icônicas da história da humanidade e do Império Romano. Mas para concluir o modelo, será precisa a montagem de muitos blocos da mesma cor, criando uma experiência de construção verdadeiramente gladiatorial.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

9. Cidade de Nova York

Essa é uma homenagem ao icônico horizonte da cidade de Nova York. Este conjunto é divertido e fácil de montar, com diferentes edifícios que podem ser construídos separadamente ou com a ajuda dos seus filhos.

O conjunto inclui representações em miniatura de pontos famosos como a Estátua da Liberdade, o Flatiron Building, o Chrysler Building, o Empire State Building e o One World Trade Center. E, a saber, existem outros horizontes de cidades populares para montar, como Londres, Paris, Cingapura e São Francisco.

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

10. Torre Eiffel

Para concluir, um modelo impressionante do famoso ícone de Engenharia de Paris. A Torre Eiffel da LEGO é mesmo incrível, composta por um total de 10.001 peças, tornando-a um dos maiores conjuntos de LEGO já lançados. Além disso, é oficialmente o conjunto mais alto em termos de peças.

De fato, essa construção é gigantesca e desafiadora, definitivamente não recomendada para os mais inseguros, mas os resultados são impressionantes e demonstram sua destreza na arte da construção LEGO. Uma aquisição valiosa para quem ama Engenharia e Arquitetura!

LEGO
Imagem reproduzida de LEGO

Para concluir este texto, precisamos ressaltar que ainda falta a LEGO oferecer mais opções para criação de construções icônicas, que são paixões de engenheiros e arquitetos ao redor do mundo. Por exemplo, a Sagrada Família, o Burj Khalifa, a Casa Branca, o Palácio de Westminster, o Edifício Chrysler, o Castelo de Neuschwanstein, a Basílica de São Pedro e o Castelo de Windsor.

Que tal expandir essa lista? Conte para nós, na aba de comentários, quais construções do mundo você gostaria de recriar em LEGO!

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Fontes: The B1M.

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A Adobe, renomada multinacional americana de software, apresentou no Adobe Max 2023, em Los Angeles, o Project Primrose – um display têxtil flexível que promete transformar setores comerciais, especialmente o da moda. A inovação foi demonstrada ao vivo pela pesquisadora Christine Dierk, que vestiu o display e mostrou como a tecnologia pode interagir com comandos e expressões humanas. Descubra todos os detalhes neste artigo do Engenharia 360!

Como funciona o display têxtil flexível do Project Primrose?

O Project Primrose permite a personalização instantânea do design de roupas, tornando possível alterar formas, designs e exibição de imagens na peça. Tudo acontece por conta de pequenas lantejoulas presas ao vestido – “módulos difusores de luz reflexivos” -, que agem como uma mini-tela composta por materiais ditos “inteligentes”. Isso permite que sejam feitas as tais exibições de diferentes padrões e animações. Mas é preciso destacar que essa proposta ainda está em fase desenvolvimento. Então, há muito potencial a ser explorado pela frente.

Adobe
Imagem YouTube reprodução, via Vogue

Atualmente, as mudanças no design do vestido do Project Primrose acontecem por meio de palavras ou padrões de movimento. Por exemplo, a pesquisadora Christine Dierk demonstrou que, ao dizer a palavra “momento,” a estampa do vestido mudou de cor. Na prática, seria possível ter uma peça de moda fora do tradicional, menos estática, com personalização dinâmica e interativa. E a melhor parte é que um modelo assim consome pouca energia e não é emissivo, o que o torna mais eficiente em termos de energia em comparação com outras tecnologias.

Adobe
Imagem reprodução de YouTube Adobe, via R7

Veja Também: Como usar a Inteligência Artificial na Elaboração de Projetos de Engenharia e Arquitetura?

Como o Project Primrose se integra aos programas da Adobe?

O Project Primrose aproveita o potencial dos programas da Adobe, como Adobe Firefly, After Effects, Stock e Illustrator, para criar conteúdos personalizados. Com esses recursos, o vestido interativo pode exibir animações, padrões e designs exclusivos, oferecendo uma experiência visual única e totalmente adaptável ao usuário.

Aplicações futuras do Project Primrose na moda e em outros setores

A Adobe afirma que a sua nova tecnologia Project Primrose tem grande potencial de revolucionar não apenas a moda, mas também outras indústrias. Por exemplo, a militar, de publicidade e de decoração. A ideia é oferecer um produto para diferentes situações onde seja esperado mais possibilidades de expressão pessoal e funcionalidade das roupas.

Pense em poder rapidamente, sem mudar de roupa, ter um look totalmente diferente, em nova estampa! E, olhando mais adiante, peças para casa, como colchas e almofadas, personalizadas – do Halloween ao Natal num piscar de olhos. Seria esse o comércio do futuro? O que acha?

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Fontes: Mega Curioso.

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Olha que notícia interessante! Recentemente, pesquisadores conseguiram desenvolver um material magnetoelétrico capaz de converter campos magnéticos em campos elétricos. Esse material parece ser 120 vezes mais rápido do que outros materiais similares. E tal descoberta pode representar uma abordagem alternativa para o tratamento de distúrbios cerebrais e nervosos, evitando cirurgias invasivas. Saiba mais no texto a seguir, do Engenharia 360!

Quais foram os resultados dos testes realizados em ratos?

Essa conversão realizada pelos cientistas se deu através do uso de um metamaterial magnetoelétrico composto por camadas de titanato de chumbo-zircônio e ligas metálicas de vidro (Metglas). E para obter resultados mais precisos, foram realizados testes em ratos.

Os dados coletados demonstraram que o metamaterial magnetoelétrico permitiu estimular nervos periféricos sem fio para restaurar um reflexo sensorial em um modelo de rato anestesiado e restaurar a propagação de sinal em um nervo cortado com latências inferiores a 5 ms. Ele gerou sequências de pulso arbitrárias com desvios de tensão médios no tempo superiores a 2 V, o que permitiu a estimulação neural precisa.

Material Magnetoelétrico
O material consegue gerar os sinais elétricos no formato de onda que os nervos entendem. | Imagem de Josh Chen, Rice University, via Diário da Saúde

Em resumo, o que se percebeu é que esse material é autorretificador, dependendo do transporte de carga não linear através de camadas semicondutoras, permitindo a geração de uma tensão de polarização constante na presença de um campo magnético alternado. Enfim, ele apresentaria um design racional que pode ser aplicado em biotecnologia e eletrônica avançada, com potencial para estimular nervos e restaurar a função motora em casos de lesões nervosas, oferecendo soluções para distúrbios neurológicos e danos aos nervos.

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Desafios foram enfrentados na pesquisa

Vale fazer também aqui no texto um breve resumo dos desafios enfrentados pelos cientistas no momento dos testes. Primeiro, a dificuldade de fazer as células nervosas responderem aos sinais emitidos por materiais magnetoelétricos. Depois, encontrar a “fórmula certa” de transformar os sinais mais compreensíveis justamente para os nervos.

Foi preciso reduzir o tamanho do material para torná-lo injetável. Para isso, usou-se camadas de platina, óxido de háfnio e óxido de zinco no topo do material para reduzir seu tamanho a menos de 200 nanômetros. Por fim, a camada muito fina permitiu que o material fosse finalmente injetável.

Material Magnetoelétrico
Pedaços minúsculos do material usados pela equipe para os primeiros testes em cobaias, que foram ativados por um campo elétrico externo. | Imagem de Joshua C. Chen et al. – 10.1038s41563-023-01680-4 via Diário da Saúde

Como o material magnetoelétrico pode ser usado pela ciência?

Agora, vamos à parte boa desse texto, que é falar das possíveis aplicações desse material magnetoelétrico desenvolvido. Pois bem, ele pode ajudar na estimulação remota de neurônios; também no reparo de nervos ciáticos rompidos. Usado em terapias de neuroestimulação, computação, detecção, eletrônica e outros campos. Colocado, por exemplo, em dispositivos neuroprotéticos para restaurar a funcionalidade em casos de lesões nervosas, ajudando indivíduos com perda ou paralisia de membros.

Ficou animado com essa novidade em Engenharia Eletrônica? Imagina outras aplicações médicas para esse metamaterial magnetoelétrico? Escreva nos comentários!

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Fontes: Interesting Engineering.

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Logo estaremos vivenciando um momento muito significativo para o processo eleitoral brasileiro; é que haverá a escolha de representantes no campo da Engenharia e Agronomia no nosso país. Então, reserve a data de 17 de novembro! Este é o dia em que os profissionais farão a seleção para os novos líderes do sistema CONFEA/CREA e Mútua. E vale destacar que é a Comissão Eleitoral Regional (CER) de cada estado que acompanhará esse importante evento democrático.

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Como será realizada a eleição CONFEA/CREA e Mútua 2023?

Novamente, as eleições CONFEA/CREA e Mútua 2023 serão realizadas nos dias 17 de novembro de 2023, e o horário de votação será das 8h às 19h, no horário de Brasília-DF.

CONFEA CREA
Imagem reproduzida de Ascom CREA-PB via G1

O mais legal é que, nesse ano, as eleições serão na forma online, através do site www.votaconfea.com.br e dentro do site dos conselhos regionais. Pode-se acessar a votação pelo celular, tablet ou computador. Basta fazer a autenticação através de login (CPF) e senha enviada por e-mail e/ou mensagem de celular. Veja como no vídeo a seguir!

Quais são os cargos em disputa nas Eleições Gerais de 2023?

As eleições de 17 de novembro devem ajudar na seleção de representantes para diferentes cargos, incluindo os listados a seguir:

  • Presidente do Confea.
  • Presidentes dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREAs).
  • Conselheiro Federal representante de Instituições de Ensino Superior pertencente ao Grupo Engenharia.
  • Conselheiro e seu suplentes representantes de modalidades e grupos/categorias em estados específicos, como Espírito Santo (Agronomia), Goiás (Elétrica), Pernambuco (Agronomia), Rio Grande do Norte (Civil) e São Paulo (Industrial).
  • Diretores Gerais e Diretores Administrativos das Caixas de Assistência dos profissionais dos CREAs (“Mútuas Regionais”).

O que é necessário para que os profissionais possam votar nas eleições de 2023?

Só profissionais engenheiros, agrônomos e geocientistas devidamente registrados no CREA, com seus dados atualizados e em dia com as suas obrigações perante o sistema até 30 dias antes da data de 17 de novembro podem participar da eleição.

Vale esclarecer que quando dizemos “profissional em dia com suas obrigações” é, traduzindo, aquele que não possui quaisquer débitos perante o CREA, como anuidades, taxas, emolumentos ou multas por infração, mesmo que tenham sido parcelados, desde que não haja parcelas vencidas e não pagas. E também que só com os dados atualizados dentro do sistema é que se pode receber as informações necessárias para o voto.

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Fontes: CONFEA, SET.

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Certamente você se lembra de ter ouvido na escola sobre o Teorema de Pitágoras. Mas também deve se lembrar de ter perguntado ao professor sobre como usaria isso na vida e se realmente aprender sua fórmula matemática era importante. Pois bem, quem é formado hoje em Engenharia reconhece sua utilidade em diversas áreas da profissão. Vamos falar sobre isso mais adiante neste texto do Engenharia 360.

Teorema de Pitágoras
Imagem de Plimpton 322 via Wikipédia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica_babil%C3%B4nica#/media/Ficheiro:Plimpton_322.jpg

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Antes, queremos destacar que o Teorema de Pitágoras foi elaborado pelo filósofo e matemático grego Pitágoras por volta de 500 a.C., afirmando que a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa em um triângulo retângulo. Resumindo este princípio na matemática, seria a descrição da relação entre os lados de um triângulo retângulo – um triângulo que possui um ângulo reto, ou seja, um ângulo de 90 graus. Essa ideia é expressa pela seguinte equação:

a² + b² = c²

Onde:

  • “a” e “b” são as medidas dos catetos.
  • “c” é a medida da hipotenusa.
Teorema de Pitágoras
Imagem reproduzida de O Globo

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Teorema de Pitágoras em tabuleta antiga da Babilônia

Recentemente, os cientistas descobriram uma tabuleta de argila da antiga Babilônia, datada de cerca de 1770 a.C., que descreve o uso de um conceito semelhante ao Teorema de Pitágoras. Isso significa que os antigos tinham bom conhecimento desse conceito matemático avançado, entendendo a relação entre a diagonal de um quadrado e seu lado.

Porém, vale destacar que não existem registros originais dos escritos do Teorema de Pitágoras. Muito do conhecimento atribuído a ele foi transmitido verbalmente por seus seguidores do próprio Pitágoras, os pitagóricos. Isso faz alguns pesquisadores a questionarem se o matemático inventou mesmo o teorema ou se sua escola o popularizou e o associou a ele. E você, o que acha?

Teorema de Pitágoras
Imagem crédito Osama S. M. Amin, CC-BY-4.0, Edição e montagem por Canaltech via Correio Braziliense

Aplicações do Teorema de Pitágoras nas engenharias

Como podemos usar o Teorema de Pitágoras? Bem, vamos dar exemplos! Para começar, na medição de terrenos, permitindo cálculos precisos em situações que variam desde a construção de edifícios até intervenções de Engenharia em espaços públicos. Também é possível usar o teorema em projetos de Arquitetura e Design para desempenhar diferentes funções, como calcular distâncias, dimensões de móveis, áreas, planejamento de rotas de transporte, resgates em desastres, entre outras aplicações práticas.

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Voltando a falar mais especificamente das engenharias, é possível ver na prática o Teorema de Pitágoras aplicado, por exemplo:

  • Engenharia Civil:
    • No cálculo de distâncias e medidas em projetos de construção.
    • No dimensionamento e verificação de ângulos retos em estruturas, como paredes, tetos e pisos.
    • No cálculo de distâncias horizontais e verticais em topografia e levantamentos de terrenos.
  • Engenharia Mecânica:
    • No projeto de máquinas e equipamentos, especialmente quando se trata de alinhamento de peças.
    • No cálculo de deslocamentos e distâncias em sistemas de engrenagens, correias e polias.
  • Engenharia Elétrica:
    • No dimensionamento e cálculo de circuitos elétricos, especialmente em circuitos de corrente alternada (AC).
    • No cálculo de tensões e correntes em circuitos elétricos devido à geometria dos componentes.
  • Engenharia de Controle e Automação:
    • Na análise de sistemas de controle que envolvem a relação entre grandezas, como tensão e corrente em circuitos elétricos.
  • Engenharia de Telecomunicações:
    • No cálculo de distâncias e alturas de antenas e torres de transmissão.

Engenheiro teria mudado o Teorema de Pitágoras

No ano de 2016, o engenheiro aeronáutico e espacial Luis Teia apresentou uma nova perspectiva do Teorema de Pitágoras. Vamos tentar explicar de modo resumido. Até agora, o teorema sempre pareceu restrito em duas dimensões. Mas o estudioso propôs em um artigo intitulado “Pythagoras triples explained via central squares” que o teorema pudesse ser desenvolvido em versão tridimensional. A fórmula, nesse caso, ficaria do seguinte modo:

X3 + Y3 = Z3

Claro que Luis Teia detalhou isso bem melhor. Foram cerca de 120 páginas de cálculos de álgebra e geometría. Algo demonstrado nessa versão é uma rotação de 90 graus do lado direito do teorema, transformando um quadrado em octaedro – equivalente tridimensional do quadrado. Isso teria um grande potencial de atualização da trigonometria, levando a novos avanços na matemática e em aplicações tecnológicas.

Teorema de Pitágoras
Imagem reproduzida de Engenharia É
Teorema de Pitágoras
Imagem de Luis Teia via Engenharia É

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Fontes: Engenharia É, CanalTech, Impa.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

O mercado da construção civil tem se mantido aquecido e dinâmico nos últimos anos, apesar das consecutivas crises econômicas e ambientais. E tem também havido uma crescente demanda por mais profissionais com conhecimento em estruturas metálicas, que são consideradas soluções mais eficientes e sustentáveis para a Engenharia e Arquitetura. Então, esta já é a primeira razão para um bacharel nestas áreas, que é optar por tal especialização para a continuidade da sua formação.

Crescimento Sustentado da Indústria

Os profissionais da construção civil estão sempre testando e aprimorando novas tecnologias, buscando inovação e eficiência do setor. Pode-se dizer que nas últimas três décadas o mundo testemunhou uma verdadeira revolução da indústria da construção, que está se moldando de um modo diferente, caminhando, mesmo que a passos mais lentos do que o desejado ou o necessário, para uma maior sustentabilidade e resiliência.

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Vantagens das construções metálicas

Tudo isso tem impulsionado o uso de certos materiais e sistemas estruturais, sobretudo para construções com aço e ligas metálicas, e junto resinas, tintas e revestimentos. Aliás, esse modo de construir em Engenharia e Arquitetura deve lançar uma nova geração de arranha-céus ultramodernos, bem como novos modelos de projetos de infraestrutura em grande escala, incluindo pontes e até usinas, entre outros. E isso chega num bom momento, já que vemos um grande aumento da urbanização em novas áreas, por conta de migrações populacionais diversas.

Fatores como a necessidade de projetos de alta qualidade, preocupações com a segurança e a sustentabilidade ambiental, bem como a demanda por energias renováveis, têm desempenhado um papel significativo nessa evolução.

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Por que estruturas metálicas são vantajosas? Porque elas podem ser recicláveis e altamente eficientes em termos de energia, sendo assim uma das melhores escolhas para projetos que buscam atender aos mais rígidos padrões de construção verde.

Aqui no Brasil, são bons exemplos de obras em estruturas metálicas as erguidas para a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio em 2016, eventos que exigiram soluções construtivas mais eficazes, seguras e duradouras, levando a indústria nacional a um novo padrão, cujo legado expande pouco a pouco para outros setores, como de supermercados, shoppings, residências, e mais.

Escassez de Mão de Obra Qualificada

Pode-se dizer que há três razões para a Engenharia e Arquitetura não usar mais estruturas metálicas. Primeiro, a pouca informação e aceitação dos clientes para modelos construtivos relacionados. Segundo, pouca evolução das normas e regulamentos que regem sua construção e manutenção nesse segmento. E terceiro, escassez de mão de obra verdadeiramente qualificada. Isso é uma pena já que, na capacitação, os profissionais aprenderiam a projetar estruturas mais eficientes em termos energéticos.

Olhando para o mercado global, especialização em estruturas metálicas ofereceria aos engenheiros e arquitetos mais vantagem competitiva aos profissionais, tornando-os mais atraentes para empregadores e oportunidades de carreira, mostrando que estão preparados para desafios complexos de Engenharia de Estruturas.

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Observação: Um curso de especialização em estruturas metálicas deve ensinar projetar, dimensionar, inspecionar, realizar manutenção e reabilitação de estruturas, dando um conhecimento avançado e específico nessas áreas de materiais metálicos, incluindo aço e ligas metálicas.

Tendências em Design e Arquitetura

Nos últimos anos, a aplicação da tecnologia BIM (Building Information Modeling) na indústria da construção tem permitido um maior incentivo no desenvolvimento de projetos de estruturas metálicas. Isso porque a metodologia oferece um planejamento mais preciso e eficiente, resultando em estruturas mais seguras e econômicas. A consequência foi mais segurança para que engenheiros e arquitetos pudessem criar soluções para os seus projetos. E, com isso, perceberam como as estruturas metálicas oferecem mais flexibilidade e liberdade de design.

Qual a perspectiva agora? Bem, é que o público-alvo para a especialização em estruturas metálicas fique mais amplo, atraindo engenheiros mecânicos, profissionais da indústria metalúrgica, inspetores e gerentes de projetos, além de recém-formados em outras áreas. Inclusive, vale destacar que o programa de muitas universidades permite atender às necessidades de profissionais em diferentes estágios de suas carreiras, tornando esse estudo acessível e valioso para um público diversificado.

Em resumo, a especialização em estruturas metálicas é uma escolha sábia para qualquer pessoa que deseje estar na vanguarda da construção civil moderna.

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Fontes: idd – Educação Avançada.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.