Qual tipo de empresa que um engenheiro civil pode abrir?
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 3minImagem de Freepik
Segundo o SEBRAE, “ser empreendedor significa ser um realizador, que produz novas ideias através da congruência entre criatividade e imaginação.” Nesse contexto, a engenharia e o empreendedorismo estão intrinsecamente ligados, pois os engenheiros, como o engenheiro civil, são profissionais treinados para tirar ideias do papel, resolver dificuldades com rapidez, agilidade e planejar soluções inovadoras. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para saber mais!
A relação entre ‘Engenharia e Empreendedorismo’
O empreendedorismo na engenharia oferece boas oportunidades para os profissionais atuarem como gestores e terem sucesso com o próprio negócio. Apesar das dificuldades de abrir uma empresa no Brasil, os engenheiros podem se destacar e criar oportunidades que afetam positivamente o setor.
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Os tipos certos de empresas para engenheiro civil
Um engenheiro civil pode abrir uma empresa do tipo Limitada Unipessoal (SLU) ou uma empresa LTDA, caso tenha a intenção de ter um escritório com sócios.
Limitada Unipessoal (SLU)
Permite que um engenheiro civil abra uma empresa sem a necessidade de sócios.
Possibilita a separação do patrimônio pessoal do empreendedor do patrimônio da empresa.
Ideal para profissionais que desejam ter total controle sobre o negócio e não querem compartilhar a propriedade ou a tomada de decisões com outros sócios.
Sociedade Limitada (LTDA)
Requer a presença de pelo menos dois sócios em sua formação.
Permite a separação dos bens da pessoa física da pessoa jurídica, oferecendo maiores garantias aos seus proprietários.
Possibilita a inclusão e exclusão de sócios, diferentemente das empresas individuais, que possuem apenas um dono.
O registro no CREA e anuidade de Pessoa Jurídica
Os Conselhos Regionais, como o CREA, são responsáveis pela fiscalização dos serviços técnicos de diversas áreas. Para que uma empresa de engenharia seja registrada no CREA, é necessário o pagamento de uma taxa anual. No entanto, a anuidade de pessoa jurídica corresponderá a tantos duodécimos quantos forem os meses ou fração, calculados da data do deferimento até o final do exercício, conforme a Resolução Nº 1.066, de 2015, disponível no site do CONFEA.
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Infraestrutura para um Escritório de Engenharia Civil
Apesar das ações do engenheiro serem técnicas, é possível montar um escritório com poucos recursos materiais, viabilizando o negócio sem um grande investimento inicial. Além disso, a legislação do CONFEA estabelece que o engenheiro pode ser o responsável técnico de até 03 empresas no máximo, além da sua firma individual.
Considerações Finais
Em resumo, a relação entre engenharia e empreendedorismo é estreita, e os engenheiros têm a oportunidade de se destacar no mercado ao abrir sua própria empresa. Com as informações apresentadas, é possível compreender a importância do espírito empreendedor na carreira de engenharia e as possibilidades de atuação nesse campo.
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MIT cria modelo para personalizar tênis de corrida e otimizar desempenho
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem de wayhomestudio em Freepik
Quem é praticante de esportes, seja profissional ou não profissional, sabe da importância do uso de bons calçados. Com a ergonomia certa, seu design pode melhorar o desempenho do atleta. Pensando nisso, uma equipe de engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveu um modelo de tênis com as propriedades ideais para atividades físicas. A ideia é se chegar a um modelo de interação perfeita entre corpo humano e calçado. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para saber!
A inovação no design de tênis pelo modelo do MIT
Os pesquisadores do MIT tiveram a intenção de transformar o design de calçados em uma ferramenta ainda mais valiosa para os esportistas. Eles visavam encontrar o tênis perfeito, capaz de se adaptar ao estilo de atividades físicas do usuário. Claro que esta tarefa é desafiadora!
Foi necessário focar nas propriedades desses calçados, porque isso tende a afetar demais o desempenho nos exercícios. Nesse processo de estudo, foram consideradas diversas variáveis, como altura, peso e dimensões de uma pessoa na média. Com estes dados, foram simulados o modelo de marcha de um indivíduo. Assim, pôde-se trazer um tipo específico de calçado, com determinada rigidez e elasticidade da entressola. O modelo final tem um desempenho otimizado, minimizando a energia gasta pelo usuário.
Imagem reproduzida de Melanie Gonick, MIT, via Portal N10
Inspiração na biomecânica
A inspiração dos engenheiros do MIT para o desenvolvimento desse modelo de tênis foi o conceito de biomecânica, ou seja, estudo da mecânica dos organismos vivos. Especialmente o trabalho de Thomas McMahon, realizado nos anos de 1970.
Na ocasião, o cientista usou um modelo simples de “mola e amortecedor” para prever a velocidade de corrida em diferentes tipos de pistas. O MIT adaptou justamente essa abordagem para criar um modelo que considera o centro de massa, o quadril giratório, a perna esticada e o calçado com propriedades ajustáveis.
Limitações e futuras perspectivas
Vale destacar que mesmo com as vantagens apresentadas por conta do seu design avançado, esse modelo de tênis deve encontrar dificuldade de ser vendido no mercado. Isso porque ele precisará lutar contra designs de tênis de corrida semelhantes e altamente divulgados em comerciais.
Ademais, o modelo de tênis do MIT, apesar de demonstrar como ponto positivo a precisão ao simular mudanças na marcha, ainda apresenta limitações em seu design. Por hora, deve servir de referência para pesquisas de outros designers que visam desenvolver produtos que ultrapassem os limites do convencional de mercado. Por este exemplo, pevemos nos atentar em como a engenharia está contribuindo para a evolução desse segmento do mundo do esporte, especialmente com a impressão 3D.
Imagem reproduzida de Melanie Gonick, MIT, via Portal N10
O potencial da impressão 3D em prova
Os designs de calçados modernos, como o tênis desenvolvido pelo MIT, são hoje desenvolvidos graças às novas tecnologias. A exemplo da impressão 3D, que permite a fabricação em larga escala de unidades com uma ampla variedade de propriedades, talvez a partir de uma placa normal de espuma. Esses testes mais recentes põem à prova o método, provando o potencial para produção real de novos modenos e modelos de alto desempenho.
Nos planos do MIT está refinar ainda mais esse modelo de tênis. O objetivo é que, no futuro, os consumidores possam usar uma versão semelhante para escolher calçados adaptados aos seus estilos de atividades físicas individuais. Por exemplo, você enviaria para a fabricante um vídeo seu, mostrando sua rotina de treinos, e receberia de volta, depois do pagamentode uma taxa, um calçado personalizado impresso em 3D. Esse seria o futuro da venda de calçados esportivos, cuja flexibilidade dos projetos permite a projeção de personalizações.
Resumindo, este modelo de tênis do Instituto de Tecnologia de Massachusetts promete revolucionar a indústria de calçados esportivos, oferecendo não apenas conforto, mas também desempenho otimizado para esportistas de todos os níveis.
Com a evolução de tecnologias como a impressão 3D, a revolução na indústria de calçados deve se expandir. Mas ainda será necessário a engenharia continuar a investigação sobre as interações entre o corpo humano e o calçado.
Com base nesta notícia, o futuro dos tênis parece ser promissor. O que você acha? Escreva suas impressões na aba de comentários!
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Descubra 5 Exemplos Incríveis de Uso do Apple Vision Pro, Além da Engenharia
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 5minImagem reproduzida de UDS Blog
O Apple Vision Pro é um modelo de headset de realidade mista recém-lançado pela empresa Apple. O dispositivo integra mídia digital com o mundo real e permite interações físicas, como gestos de movimento e rastreamento ocular. Isso só é possível graças à tecnologia de computação espacial, que garante uma experiência imersiva inovadora, com os usuários interagindo com conteúdo digital de maneira única e revolucionária.
A equipe Engenharia 360 está curiosa com este novo produto da Apple. Em breve, na oportunidade de fazer a cobertura do 3DEXPERIENCE World 2024, nos Estados Unidos, esperamos ter a chance de conhecer e testar esta tecnologia. Mas, antes, pesquisamos na Internet possíveis casos de uso elencados por diferentes influenciadores e destacamos neste artigo cinco exemplos mais inacreditáveis já registrados até agora. Confira!
Imagem reproduzida de Apple
Exemplos de uso do Apple Vision Pro
1. Aprender Piano
O sistema do Apple Vision Pro seria capaz de rastrear e mapear objetos transmitidos no seu visor em tempo real. Sendo assim, a primeira maneira excepcional de usar essa tecnologia é para o aprendizado de piano. Com a ajuda de peças orientadoras e da tecnologia de visão computacional Apple, os usuários poderiam aprimorar suas habilidades musicais de forma inovadora e imersiva.
A Apple também previu, para o Apple Vision Pro, a oportunidade de conexão com aplicativos diversos, como de previsão do tempo, permitindo uma experiência envolvente e altamente personalizada. Ao sobrepor informações climáticas ao ambiente real, os usuários podem obter uma compreensão mais profunda das condições meteorológicas, tornando a experiência de verificar o clima mais imersiva e interativa.
É claro que se podemos acessar aplicativos via Apple Vision Pro, podemos abrir vídeos como de esportes na tela e, assim, assistí-los. É um jeito bastante diferente de conquistar esses espectadores. Seria possível acompanhar uma partida do seu time de futebol ao mesmo tempo realizar outras tarefas, como conferências de estatísticas em tempo real e atualizações das classificações dos times. Sem dúvidas, é uma nova maneira das pessoas interagirem com o conteúdo!
Imagem reproduzida de Apple
4. Visitar casas à venda
Outro aplicativo que podemos abrir no Apple Vision Pro é o Zillow. Com ele, é possível conferir informações da indústria imobiliária. Por exemplo, via sobreposição de informações e detalhes de propriedades à venda, os usuários podem explorar casas de forma virtual e imersiva.
5. Disney+ no Apple Vision Pro
Para completar, achamos relevante citar que a Disney recentemente lançou um piso inteligente para Realidade Virtual e Aumentada. Não é por acaso, claro! Produtos como o Apple Vision Pro podem ser, no futuro, utilizados para melhorar a experiência dos usuários dos produtos da empresa. Por hora, integrar a tecnologia de visão computacional com o aplicativo Disney+, para imersão nas histórias e universos da Disney, elevando a experiência de entretenimento a um novo patamar.
Imagem reproduzida de Guia Disney+ Brasil
Esses exemplos ilustram o potencial transformador do Apple Vision Pro em diversos cenários, demonstrando como a inovação tecnológica pode redefinir a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor.
Observe, a seguir, exemplos do uso deste headset, na prática:
Como nosso mundo é a engenharia, podemos refletir sobre como usar a tecnologia Apple Vision Pro especialmente aliada a este setor do mercado. Podemos começar citando a possibilidade de visualização interativa de modelos 3D e dados relacionados a projetos de engenharia. Também auxílio ao treinamento de equipes, do escritório ao canteiro de obras, com simulação em ambientes virtuais seguros.
Diversos sistemas podem ser abertos via aplicativo no Apple Vision Pro, permitindo em tempo real a fácil colaboração remota global de profissionais. Isso deve levar ao surgimento de insights, impulsionando a inovação através de experiências imersivas – inclusive de arquitetura e construção.
Imagem reproduzida de UDS Blog
Uso do Apple Vision Pro em Outros Setores
Sem dúvidas, com suas capacidades inovadoras, o Apple Vision Pro tem revolucionado a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor. O dispositivo já está sendo aplicado em diferentes contextos. Veja como:
Experiências Imersivas para Treinamento e Simulação: Este dispositivo permite que profissionais, como cirurgiões e pilotos, pratiquem e simulem em ambientes virtuais seguros, elevando o padrão de treinamento em diversas indústrias.
Colaboração Remota Aprimorada: Equipes podem trabalhar de forma mais eficiente, mesmo estando fisicamente distantes, através de reuniões virtuais imersivas e projetos de design colaborativo.
Aplicações de Realidade Aumentada Personalizadas: O Apple Vision Pro oferece a capacidade de criar aplicações de realidade aumentada personalizadas, desde simulações médicas imersivas até visualizações arquitetônicas detalhadas.
Transformação do Varejo e Experiências do Cliente: No varejo, o headset está criando experiências de compra totalmente imersivas, com provadores virtuais e lojas em realidade aumentada, tornando a experiência de compra mais envolvente e personalizada.
Aumento da Produtividade e Eficiência: Este dispositivo está impulsionando a produtividade e eficiência em diversos setores, oferecendo simulações virtuais e acesso instantâneo a informações relevantes, otimizando processos e facilitando a tomada de decisões informadas.
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SOLIDWORKS para empresas: engenharia de manufatura bem-sucedida – reflexões 3DXW24
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 6minImagem gerada por IA de Koala Writer
Entre os dias 11 e 14 de fevereiro de 2024, o Engenharia 360 esteve em Dallas, no Texas, para fazer a cobertura do 3DEXPERIENCE World 2024, o maior evento de engenharia do mundo. E um dos temas abordados discutidos no evento 3DX24 foi o uso do SOLIDWORKS na engenharia de manufatura.
Empresas de engenharia de manufatura bem-sucedidas são aquelas que conseguem equilibrar a qualidade de seus produtos com a eficiência de seus processos. Para atingir esse objetivo, muitas empresas têm investido em tecnologias avançadas, como o SOLIDWORKS, um software de desenho e modelagem 3D que ajuda a otimizar o processo de produção. Continue lendo este texto do Engenharia 360 para saber mais!
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O que é SOLIDWORKS para a Engenharia
O SOLIDWORKS é uma ferramenta que permite aos engenheiros criar modelos detalhados de peças e produtos, além de simular seu comportamento em diferentes situações. Com isso, é possível identificar possíveis problemas antes mesmo da produção em larga escala, economizando tempo e recursos. Além disso, o software também permite a criação de documentação técnica precisa, o que facilita a comunicação entre as equipes de produção e engenharia.
Os Pilares de Sucesso em Engenharia de Manufatura
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Uma empresa de engenharia de manufatura bem-sucedida é aquela que consegue equilibrar a inovação e desenvolvimento de produto, gestão de qualidade e otimização de processos. Esses três pilares são fundamentais para garantir a competitividade e a sustentabilidade do negócio.
1. Inovação e Desenvolvimento de Produto
A inovação e desenvolvimento de produto são essenciais para manter a empresa atualizada e competitiva no mercado. É importante que a empresa invista em pesquisa e desenvolvimento para criar produtos que atendam às necessidades dos clientes e se destaquem da concorrência. O uso de ferramentas como o SOLIDWORKS pode ajudar a empresa a projetar e desenvolver produtos de forma mais eficiente e com maior qualidade.
2. Gestão de Qualidade
A gestão de qualidade é fundamental para garantir que os produtos fabricados pela empresa atendam às expectativas dos clientes e aos requisitos legais e regulatórios. É necessário que a empresa tenha um sistema de gestão da qualidade bem estruturado e implementado, além de investir em treinamento e capacitação dos colaboradores. O uso do SOLIDWORKS pode ajudar na gestão da qualidade, permitindo que a empresa faça análises e simulações.
3. Otimização de Processos
A otimização de processos é importante para garantir a eficiência e a produtividade da empresa. É necessário que a empresa identifique os gargalos e as oportunidades de melhoria nos processos e invista em soluções para otimizá-los. O uso do SOLIDWORKS pode ajudar na otimização de processos, permitindo que a empresa faça testes diversos nos projetos para identificar possíveis melhorias nos processos de produção.
A Importância do SOLIDWORKS para a Manufatura
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Em resumo, a manufatura é um setor que exige precisão e eficiência em todas as etapas do processo de produção. Nesse sentido, o SOLIDWORKS se torna uma ferramenta fundamental para empresas de engenharia manufatura bem-sucedidas.
Projeto e Modelagem 3D
O SOLIDWORKS permite que os engenheiros de projeto criem modelos 3D precisos e detalhados de peças e produtos, com recursos avançados de modelagem e simulação. Isso ajuda a reduzir os erros de projeto e a garantir que as peças sejam fabricadas com precisão e eficiência. Além disso, o SOLIDWORKS permite que os engenheiros criem modelos de peças que podem ser facilmente modificados e atualizados, economizando tempo e recursos.
Simulação e Análise de Engenharia
O SolidWorks também oferece recursos avançados de simulação e análise de engenharia, permitindo que os engenheiros testem ideias. Isso ajuda a reduzir os custos de produção e a garantir que os produtos atendam aos requisitos de desempenho e qualidade.
Colaboração e Integração de Dados
O SOLIDWORKS permite que os engenheiros de projeto trabalhem em equipe e colaborem facilmente com outros departamentos, como produção e controle de qualidade. Com recursos avançados de compartilhamento de dados e colaboração em tempo real, o SOLIDWORKS ajuda a garantir que todos os envolvidos no processo de produção estejam trabalhando com as mesmas informações atualizadas.
Estratégias de Mercado e Competitividade
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As empresas de engenharia de manufatura bem-sucedidas têm uma compreensão clara de seu mercado e adotam estratégias específicas para se manterem competitivas. Nesta seção, serão discutidas algumas das estratégias mais importantes que as empresas podem empregar para obter sucesso.
Análise de Mercado
Uma análise de mercado cuidadosa é fundamental para o sucesso de uma empresa de engenharia de manufatura. Isso envolve a identificação de tendências de mercado, análise da concorrência e compreensão das necessidades dos clientes.
Estratégias de Diferenciação
Uma das principais estratégias que as empresas de engenharia de manufatura bem-sucedidas empregam é a diferenciação. Isso envolve a criação de produtos que se destacam da concorrência em termos de qualidade, desempenho e/ou preço.
Além disso, as empresas podem diferenciar-se por meio de serviços adicionais, como suporte técnico, treinamento e manutenção. Esses serviços podem ajudar a criar uma experiência positiva para o cliente e aumentar a fidelidade do cliente à marca.
Investimento em Tecnologia e Capacitação
Imagem gerada por IA de Koala Writer
Investir em tecnologia e capacitação pode ser um desafio para empresas de engenharia manufatura, mas é um investimento que pode trazer grandes retornos a longo prazo.
Para uma empresa de engenharia manufatura ser bem-sucedida, é fundamental investir em tecnologia e capacitação de seus colaboradores. A utilização de softwares de CAD (Computer-Aided Design) como o SOLIDWORKS pode ser um diferencial competitivo para empresas que buscam se destacar no mercado.
Treinamento e Educação Continuada
O treinamento e a educação continuada dos colaboradores são essenciais para garantir que a empresa esteja sempre atualizada e preparada para enfrentar os desafios do mercado. A capacitação em SOLIDWORKS, por exemplo, pode ajudar os profissionais a desenvolver projetos mais eficientes e precisos.
Além disso, investir em treinamento e educação continuada pode aumentar a motivação e o engajamento dos colaboradores, contribuindo para a retenção de talentos e a melhoria do clima organizacional.
Sustentabilidade e Responsabilidade Social
Uma empresa bem-sucedida não pode negligenciar a sustentabilidade e a responsabilidade social. Esses fatores são cruciais para manter uma imagem positiva e para garantir que a empresa esteja contribuindo para um mundo melhor.
A utilização do SOLIDWORKS pode ajudar as empresas de engenharia manufatura a se tornarem mais sustentáveis, já que o software permite a criação de projetos mais eficientes e com menor impacto ambiental. Além disso, como dissemos antes, o SOLIDWORKS também oferece ferramentas para a simulação de processos de produção, o que pode ajudar a reduzir o desperdício de recursos.
Outro aspecto importante é a responsabilidade social. As empresas de engenharia manufatura devem se preocupar com o bem-estar dos seus funcionários e com a comunidade em geral. O SOLIDWORKS pode ajudar nesse sentido, permitindo a criação de projetos mais seguros e ergonômicos, além de facilitar a comunicação entre a equipe de engenharia e a equipe de produção.
SOLIDWORKS como tema do 3DEXPERIENCE World
O evento 3DEXPERIENCE World é organizado pela Dassault Systèmes, empresa-mãe por trás do SOLIDWORKS. Na ocasião, milhares de profissionais de design, engenharia e fabricação se reúnem para explorar as últimas tendências, tecnologias e melhores práticas no campo.
O SOLIDWORKS é parte integrante do ecossistema 3DEXPERIENCE, uma plataforma colaborativa baseada em nuvem. Por isso, é bastante explorado nas diversas sessões, workshops e demonstrações do evento. Aliás, uma das razões para participar do 3DEXPERIENCE World 2024 é aprender mais, com especialistas, sobre o SOLIDWORKS – entre recursos avançados do software, novas funcionalidades e ferramentas.
Em breve, quando o Engenharia 360 estará novamente no 3DEXPERIENCE World, coletando mais informações sobre o uso do SOLIDWORKSem uma variedade de indústrias e aplicações. Fique ligado!
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Conheça as melhores opções de postes de rua para Infraestrutura Urbana
por Simone Tagliani | | ATUALIZADO EM 5minImagem reproduzida de Revista AdNormas
Você já parou para observar os postes de rua na sua cidade? Provavelmente, verá postes de madeira em bairros residenciais e postes de concreto nas avenidas principais. Mas por que essa diferença? A substituição dos modelos antigos por postes de concreto não é à toa – trata-se de uma decisão estratégica da engenharia urbana para garantir maior segurança, durabilidade e eficiência.
Atualmente, os postes de concreto se destacam como a melhor alternativa para a infraestrutura urbana. Eles são mais robustos, versáteis e têm maior vida útil, oferecendo diversas vantagens em comparação aos postes de madeira ou metal. Neste artigo do Engenharia 360, vamos explorar suas vantagens, comparar com outros modelos e ver exemplos de aplicações, desvendando o papel essencial que esses elementos desempenham na infraestrutura urbana moderna. Confira!
Imagem reproduzida de Prefeitura de Poços de Caldas
Vantagens dos postes de concreto na infraestrutura urbana
Os postes de concreto são valorizados por sua resistência e durabilidade, simbolizando uma solução sólida para os desafios urbanos. Eles resistem por mais tempo às intempéries (chuva, vento, sol intenso e variações de temperatura), mantendo sua integridade mesmo sob condições climáticas adversas.
Esses modelos de postes de rua também são imunes à corrosão, que pode surgir por conta da maresia ou exposição a altos índices de poluição atmosférica e partículas químicas no ar local. E, para finalizar, suportam cargas pesadas, ideal para estabilidades de sistemas urbanos, incluindo:
luminárias,
antenas,
câmeras de vigilância,
sensores de telegestão,
transformadores,
cabos elétricos de média e baixa tensão,
cabos de telefonia e Internet,
e outros equipamentos – inclusive facilitando a expansão de tais sistemas.
Tudo isso reduz a necessidade de manutenção frequente, resultando em uma economia de tempo e recursos.
Imagem reproduzida de Cimento ItambéImagem reproduzida de Central do Poste
Método de fabricação dos postes de concreto
Para garantir a estabilidade estrutural, evitando possíveis falhas, a fabricação dos postes de rua precisa ser bem feita com os materiais certos, misturados da forma correta. Inclusive, a composição destes postes de rua engloba uma mistura de agregados, cimento e água – em alguns casos, também aditivos e impermeabilização. Eles podem ser concretados em diversos formatos, a depender das necessidades de cada projeto, proporcionando flexibilidade na distribuição e organização dos cabos.
Veja o passo-a-passo da produção dos postes de rua em concreto nos vídeos a seguir:
A NBR 8451:2011 apresenta parâmetros para controle sistemático de toda a matéria-prima utilizada no processo de fabricação de postes, além de ensaios de verificação da conformidade do concreto fresco e endurecido – desde absorção de água à elasticidade, ruptura, carga vertical, cobrimento de armadura e retilineidade. Um dos destaques do texto vai para postes com concreto protendido. É dito que os concretos para postes devem atender três classes de agressividade ambiental:
Classe ambiental II – CA (Concreto armado) 25,0 MPa e CP (concreto protendido) 30,0 MPa.
Classe ambiental III CA (Concreto armado) 30,0 MPa e CP (concreto protendido) 35,0 MPa.
Classe ambiental IV CA (Concreto armado) 40,0 MPa e CP (concreto protendido) 40,0 MPa.
Patologias comuns nos postes de concreto
Infelizmente, os postes de concreto podem apresentar patologias. Para começar, por conta de ataques químicos (cloretos, sulfatos), abrasão e RAA (Reação Álcali Agregado).
Para minimizar os efeitos adversos da RAA, é possível recorrer a aditivos minerais, como pozolana, microsílicas ou sílica, na produção dos postes de iluminação urbana. Da mesma forma, a exposição do concreto a cloretos e sulfatos pode ser prevenida por meio de um correto revestimento, conforme estipulado pela norma ABNT NBR 8451:2011. Essas medidas visam proteger as armaduras do concreto, impedindo assim sua deterioração e possíveis rachaduras.
Postes de concreto arredondados
Dentre os modelos de postes de concreto fabricados, os mais comuns e facilmente encontrados no mercado são aqueles em formato arredondado. Seu uso é frequentemente previsto em projetos urbanos para instalações elétricas.
Poste para iluminação
Os postes de concreto para iluminação pública podem ser arredondados ou em outros formados. Quase sempre seu molde é diferenciado. Por exemplo, com uma base mais alargada e a ponta mais fina e delicada. No seu topo, são colocados vários tipos de lâmpadas.
Comparação os postes de concreto com postes de madeira e metal
Durante muito tempo, o Brasil apostou em postes de madeira. Porém, eles são bem pesados, difíceis de serem transportados e instalados. O lado positivo é que podem vir de áreas de reflorestamento, sendo uma opção mais ecológica e que não agride ao meio ambiente. E com os devidos cuidados de preservação, podem durar em torno de 15 a 20 anos.
Imagem reproduzida de Potencial Eletricidade
Acontece que hoje o Brasil usa mais os postes de concreto como postes de rua, seguindo tendência moderna de países como os Estados Unidos. Por quê? Porque os postes de madeira tendem a secar e quebrar ou mesmo apodrecer com o passar do tempo. Já os postes de concreto não necessitam de tratamento contra fungos e cupins, e nem pegam fogo. Por outro lado, os postes de concreto podem ir se desmanchando com o tempo, a depender da qualidade da mistura do concreto.
Imagem reproduzida de Pré-Moldados Artelaje
A estética também é um fator que prejudica na opção pelos postes de concreto. Mas há outra opção! Os postes de metal têm ganhado popularidade em projetos de engenharia urbana, porque são esteticamente mais bonitos e, além disso, também são bastante duráveis e versáteis, assim como os postes de concreto. Nesse caso, tais elementos – que podem ter diversos tamanhos e formatos – contam com tratamento de galvanização a fogo ou pintura. Assim, podem durar até 25 anos sem necessidade de manutenção ou tratamento químico extra.
Considerações finais | Exigência do mercado para qualidade dos postes de rua
O mercado brasileiro de postes de concreto está em ascensão, com 21 fábricas certificadas (dados de 2024), impulsionado por programas governamentais, como ‘Minha Casa, Minha Vida’ e normas de qualidade rigorosas. Atualmente, neste segmento, o controle de qualidade é garantido pela ABNT, assegurando que esses elementos fundamentais da infraestrutura urbana atendam aos mais altos padrões.
Imagem reproduzida de Revista AdNormas
Um exemplo de mecanismo de controle de qualidade dos postes de rua no Brasil é a certificação emitida pelo OCP LACTEC (Organismo Certificador de Produtos, do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento), do Paraná. O mesmo segue como parâmetro as seguintes normas:
ABNT NBR 12654 (Controle tecnológico de materiais componentes do concreto),
ABNT NBR 12655 (Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento), e
ABNT NBR 8451:2011 (Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e transmissão de energia elétrica).
É importante citar que a especialmente a NBR 8451:2011 é considerada um marco para o setor, pois trouxe um avanço técnico considerável para a fabricação de postes no Brasil.
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Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 5minImagem de Freepik
A Engenharia é uma profissão que sempre esteve e sempre estará em alta. Isso porque a Engenharia é uma atividade essencial para o desenvolvimento de um país. Com a grande necessidade de investimentos em infraestrutura e tecnologia no Brasil, essa torna-se uma boa escolha para os jovens no vestibular. Contudo, vale destacar que o ingresso no Ensino Superior é desafiador, especialmente em cursos mais concorridos por notas de corte. Veja mais a seguir, neste artigo do Engenharia 360!
O que são notas de corte?
Não poderíamos iniciar este artigo de outra forma. Precisamos esclarecer o que é esse “bicho de sete cabeças”, que são as notas de cortes. Bem, trata-se de um modelo de pontuação mínima que um candidato precisa alcançar para ser selecionado em um curso específico, como Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, etc.
Imagem reproduzida site ‘ENEM 2023’
Esse conceito é aplicado no Brasil como modelo de seleção, especialmente para Sisu, ProUni e FIES. Vamos apresentar um exemplo: digamos que você queira entrar na faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade da sua cidade. Com base nos dados, a média geral necessária, perante os concorrentes, precisa ser de no mínimo 680 pontos se quiser fazer parte do Sisu. Já o ProUni poderia exigir 640 pontos para bolsa integral. E o FIES uma nota de 550 pontos.
Lembrando que as notas de cortes são uma referência para os candidatos, para poderem avalar suas chances de ingresso, podendo variar de acordo com o curso, instituição e modalidade de concorrência. E, nesse cenário, ainda é preciso compreender as reservas em ações afirmativas, como as previstas na Lei de Cotas.
A Engenharia está entre os cursos mais difíceis de passar no vestibular – perdendo apenas para Direito e Medicina. É preciso reforçar os estudos e ter pontuação mais alta nas seguintes matérias:
O Exame Nacional do Ensino Médio, ENEM, é uma avaliação realizada pelo governo e que permite o acesso ao Ensino Superior de diversas universidades, tanto públicas quanto privadas. Suas notas de corte são geralmente altas. Mas o que você precisa saber agora é que, através deste exame, é possível concorrer a quatro processos seletivos: Sisu, ProUni, FIES e Ingresso Direto. E existe uma nota mínima do Enem necessária para entrar em cada um desses processos seletivos.
Observação: A nota mínima para conseguir financiar o curso de Engenharia pelo FIES é de 500 pontos, em média. As mais altas podem chegar a 700 pontos, enquanto as mais baixas ficam, no mínimo, exigindo 450 pontos.
Imagem de Dragana_Gordic em Freepik
Sisu
O Sisu é um Sistema de Seleção Unificada, mais um processo seletivo aplicado pelo governo e que utiliza a nota do ENEM como critério de seleção para vagas em universidades públicas. Vale destacar que a média geral para conseguir vagas pelo Sisu é de 680 pontos – com base nos últimos processos seletivos -, com a menor nota raramente ficando abaixo de 600 pontos e as maiores na casa dos 830.
A nota de corte média, por curso, é mais ou menos a seguinte:
Engenharia Civil: 700 pontos
Engenharia Mecânica: 690 pontos
Engenharia Elétrica: 680 pontos
Engenharia da Computação: 670 pontos
Engenharia de Produção: 670 pontos
Engenharia Sanitária: 650 pontos
ProUni
Prouni significa ‘Programa Universidade para Todos’, um programa do governo que oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de ensino superior. Para Engenharia, a nota de corte no Prouni também varia, mas é geralmente menor do que as exigidas para ingresso pelo Sisu. A saber, a média de corte no ENEM para Engenharia pelo Prouni costuma estar em torno de 640 pontos, com a menor exigida em 450 e geralmente a maior ficando em 800 pontos.
Resumindo, o critério para seleção do Prouni é o desempenho no Enem mais recente. O processo de seleção no Prouni é totalmente informativo. Seu sistema recupera as notas do Enem e faz a classificação automática.
O segredo para conquistar uma vaga no ProUni é ficar de olho nas notas de corte! Vamos supor que a instituição do curso de Engenharia que você está visando oferece 5 bolsas de estudos. A primeira bolsa vai para quem obteve a maior nota, e assim por diante. A nota de corte corresponde ao valor do 5º colocado; se ele foi avaliado com 700 pontos, então você precisaria ter uma nota maior.
Observação: Recentemente, o MEC divulgou que, agora, candidatos que obtiverem média de 509,42 no Enem têm uma chance considerável de 53% de ingressar em cursos de graduação. Inclusive, alunos de escolas públicas podem concorrer em modalidades específicas, possibilitando escolha de vagas com critérios como renda familiar e raça, conforme enquadramento.
Tipos de notas de cortes no ProUni
No ProUni há dois tipos de notas de corte: parcial e final. O primeiro é calculado diariamente enquanto as inscrições estiverem abertas, considerando os candidatos do mesmo curso, turno, faculdade, campus e modalidade – é como um leilão, permitindo trocas de escolhas -, mas não garante a bolsa. Já o segundo serve para registro das informações, quando se gera a lista com os nomes dos aprovados.
A nota de corte média, por curso, é mais ou menos a seguinte:
Engenharia Aeronáutica: 530 pontos a 680 pontos.
Engenharia Agronômica: 452 pontos a 675 pontos.
Engenharia Ambiental: 456 pontos a 656 pontos.
Engenharia Biomédica: 453 pontos a 647 pontos.
Engenharia Civil: 450 pontos a 708 pontos.
Engenharia da Computação: 463 pontos a 626 pontos.
Engenharia de Alimentos: 469 pontos a 620 pontos.
Engenharia de Computação: 452 pontos a 677 pontos.
Engenharia de Controle e Automação: 467 pontos a 681 pontos.
Engenharia de Produção: 450 pontos a 714 pontos.
Engenharia Eletrônica: 473 pontos a 633 pontos.
Engenharia Elétrica: 455 pontos a 727 pontos.
Engenharia Mecatrônica: 461 pontos a 684 pontos.
Engenharia Mecânica: de 452 pontos a 682 pontos.
Engenharia Química: de 454 pontos a 677 pontos.
Faculdades que participam do ProUni
São alguns exemplos de instituições com vagas para alunos bolsistas em cursos de Engenharia pelo país:
Centro Educacional Anhanguera (Anhanguera)
Cruzeiro do Sul Virtual (à distância)
Universidade Cidade de São Paulo (UNICID)
Universidade de Franca (UNIFRAN)
Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
Pontifícia Universidade Católica (PUC)
Centro Universitário Braz Cubas
Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR)
Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN)
Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU)
Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)
Centro Universitário Internacional (UNINTER)
Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI)
Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU)
Universidade de Caxias do Sul (UCS)
Universidade de Santo Amaro (UNISA)
Universidade de Uberaba (UNIUBE)
Universidade Estácio de Sá (UNESA)
Universidade Paulista (UNIP)
Universidade Potiguar (UNP)
Imagem de Freepik
Quais os cursos de Engenharia com as menores notas de corte no Brasil?
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Descubra os padrões de tomadas e voltagens em outros países e evite surpresas
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem de Alan Levine em Pxhere
Quem já saiu de viagem internacional sabe que uma das preocupações que precisamos ter é prestar atenção nas informações sobre tomadas e voltagens em outros países. Por exemplo, em fevereiro de 2026, o Engenharia 360 embarca para o 3DEXPERIENCE World, que acontece em Houston, no Texas. É claro que neste momento nos vêm em mente esta dúvida, sobre quais tomadas são utilizadas nos Estados Unidos. Infelizmente, a falta de padronização ou regras em comum pode ser um desafio para a viagem.
Neste artigo vamos explorar esta questão, expandindo para um panorama global, fornecendo informações essenciais para evitar surpresas desagradáveis durante suas viagens. Acompanhe!
Imagem de pvproductions em Freepik
O formato das tomadas nos Estados Unidos
Já começamos este texto esclarecendo que nos Estados Unidos a voltagem padrão é 110V, e as tomadas seguem os tipos A ou B. Na dúvida, já colocamos na nossa bolsa um adaptador específico e um adaptador universal, para garantir o uso de todos os eletrônicos que iremos usar.
Imagem reproduzida em Braun Turismo
Imagem reproduzida de ViajaNet
Em lojas especializadas no Brasil, podemos encontrar diversos modelos de adaptadores para tomadas elétricas. É melhor comprar por aqui mesmo, antes de embarcar em sua viagem Internacional, pois no exterior pode ser difícil de encontrá-los. E não tem jeito, pois muitos notebooks, celulares e outros eletrônicos fabricados e vendidos por aqui são incompatíveis com os plugues lá de fora. O importante agora é você saber que o encaixe dos pinos com os cabos desses aparelhos precisa “fechar” para que haja conexão segura.
As tomadas e voltagens pelo mundo
Evite surpresas! Este guia esclarece os diferentes padrões de tomadas e voltagens utilizados em outros países. E, olha, se prepara, pois alguns modelos são bem peculiares.
Imagem de Freepik
Padrões por regiões do planeta
América do Sul
Maioria: 220V
Exceções: Colômbia e Equador (120V)
América do Norte
Estados Unidos, Canadá e México: 110V a 127V
Europa
Padrão unificado: 220V a 240V
Oceania
Austrália e Nova Zelândia: 230V
Ásia
Japão: 110V
China e Índia: 220V
África
África do Sul: 220V
Padrões por destinos
Exemplos de tomadas e voltagens em alguns países:
Imagem reproduzida de CVC
África do Sul: Tipo C, M ou N (220V)
Alemanha: Tipo C ou F (230V)
Argentina: Tipo C ou I (220V)
Austrália: Tipo I (230V)
Bolívia: Tipo A ou C (230V)
Brasil: Tipo N (127V/220V)
Canadá: Tipo A ou B (120V)
China: Tipo A, C ou I (220V)
Espanha: Tipo C ou F (230V)
Estados Unidos: Tipo A ou B (120V)
França: Tipo C ou E (230V)
Índia: Tipo C, D ou M (230V)
Itália: Tipo C, F ou L (230V)
Japão: Tipo A ou B (100V)
México: Tipo A ou B (127V)
Nova Zelândia: Tipo I (230V)
Portugal: Tipo C ou F (230V)
Reino Unido: Tipo G (230V)
Rússia: Tipo C ou F (220V)
Suíça: Tipo C ou J (230V)
Confira mais voltagem, plug e códigos de países do mundo clicando aqui.
O formato das tomadas no Brasil
Agora, será que conhecemos bem as tomadas daqui do nosso Brasil? Vamos fazer uma brincadeira: identifique rapidamente o modelo padrão vendido no país:
Imagem reproduzida de Exchange do Bem
Se você respondeu que o modelo utilizado no Brasil é o ‘N’, com três pinos redondos, você acertou! Essa padronização aconteceu em 2009. Até então, o país possuía uma ampla variedade de padrões de tomadas, com diferentes tipos de plugues, pinos e voltagens. Isso resultava em uma situação confusa e, em alguns casos, perigosa, já que os consumidores precisavam lidar com diferentes modelos ao conectar seus aparelhos.
Agora, seguimos o que é estabelecido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) via NBR 14136. Essa norma visa unificar e simplificar os modelos, reduzindo a diversidade e aumentando a segurança elétrica. Eis o novo padrão de tomada brasileira:
Imagem de Comrade Mmirg em Wikipédia
Observação: Segundo a ABRADEE (Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica), a maioria dos Estados do Sudeste, Norte e parte do Centro-Oeste usa a tensão 127 V. Já no Sul, Distrito Federal, Goiás e Nordeste, a voltagem instalada é de 220 V.
10A e 20A
Após a introdução do padrão NBR 14136, os modelos comerciais passaram a se concentrar em duas principais categorias de corrente elétrica:
10A: Caracterizado por pinos mais finos (4 mm), utilizado para aparelhos de menor consumo de energia.
20A: Apresenta pinos mais grossos (4,8 mm) e é destinado a aparelhos que demandam uma corrente mais intensa.
Essa simplificação facilitou a vida dos consumidores na escolha de adaptadores e na utilização de dispositivos elétricos em diferentes ambientes no Brasil.
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Conheça o modelo de avião utilizado por Amelia Earhart em sua trágica jornada pelo Oceano Atlântico
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem de Amelia Earhart reproduzida de AEROFLAP
Recentemente, o nome de Amelia Earhart voltou a ganhar destaque na imprensa por conta de uma descoberta de pesquisadores. Se você não conhece o caso, acreditamos que é melhor começar este texto explicando quem foi Amelia, para poder entender todo o mistério envolvendo a sua história. Esta senhora foi uma pioneira na aviação dos Estados Unidos e do mundo. Ela, que nasceu em 1897, foi a primeira mulher a pilotar sozinha pelo oceano Atlântico.
O motivo dela ter embarcado nessa jornada era chamar atenção, como protesto em favor dos direitos das mulheres. E isso não surpreende, afinal, Amelia Earhart sempre foi uma pessoa de atitude, anti-convencional, não aceitando os ditames da educação tradicional. Leitora ávida e aventureira, logo imaginou como poderia dar a volta ao mundo.
Imagem de Amelia Earhart reproduzida de AEROFLAP
Em 2 de julho de 1937, partiu para seu destino. Depois de voar 35.420 km, seu avião caiu no mar. Na ocasião, 66 aviões e 9 navios foram enviados na busca. Nem o corpo da mulher de 40 anos, nem vestígios da aeronave jamais foram encontrados. E assim o mistério permanece até os dias de hoje. Mas será? Acompanhe o texto a seguir, do Engenharia 360, para saber o que mudou nesta história!
Imagem Purdue University Libraries, Archives and Special Collections, reproduzida de O Globo
Imagem de Deep Sea Vision reproduzida de AEROFLAP
O avião Amelia Earhart utilizou em sua jornada histórica
Antes de falar mais sobre o acidente com Amelia Earhart, vamos apresentar o avião que ela utilizou nessa jornada. Trata-se do monoplano bimotor Lockheed Electra série 1055 da linha 10Es, da Electra. O mesmo era feito em metal, com asa baixa e trem de pouso retrátil. Só 5 variações do mesmo foram produzidos no mundo, no total 149 aviões fabricados entre 1935 e 1941.
Imagem reproduzida de Stratus Project
Essa engenharia era conhecida como “Laboratório Voador”, porque serviria como teste para futuros equipamentos. E como se não bastasse, para a viagem programada, Amelia fez diversas modificações na aeronave, com patrocínio da Universidade Purdue, onde ela era consultora. A exploradora se baseou em seu conhecimento como autoditada e no aprendizado de aviação que obteve em Kinner Field.
Imagem The Autry National Center Museum, Automobile Club of Southern California Archives, reproduzida de O Globo
O Electra tinha 11,7 metros de comprimento, envergadura de 16,7 metros e altura total de 3 metros. Inicialmente, ele servia para o transporte comercial de até 10 passageiros. A modificação, que removeu a maioria dos assentos na cabine e substituindo por tanques de combustível, visava adaptar o design para voos de longa distância. São outras adaptações feitas por Amelia no avião:
quatro tanques auxiliares de combustível,
um posto de navegação na parte traseira,
limpeza das janelas dos passageiros,
instalação de piloto automático Sperry e diversos equipamentos de rádio e navegação e baterias adicionais.
Imagem San Diego Air &, Space Museum, reproduzida de O Globo
A investigação de ex-piloto baseada em novas descobertas
Por que desvendar o mistério sobre onde foi parar o avião de Amelia Earhart? Em respeito à família da mulher falecida, à história da engenharia e ao próprio design inovador do Electra. O caso envolve discussões e explorações há décadas. Porém, recentemente, surgiram novos indícios que podem mudar o destino das investigações e acabar com as teorias.
Tony Romeo, ex-piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, afirma ter encontrado possíveis destroços do avião de Amelia Earhart. Sua empresa, a Deep Sea Vision, divulgou imagens de sonar que mostram um objeto em forma de avião no fundo do mar, próximo à Ilha Howland, atol desabitado cerca de 3.100 km a sudoeste de Honolulu, metade do caminho entre Havai e a Austrália. O que se pode ver nas figuras é um objeto em forma semelhante a de um avião, tanto em tamanho quanto em cauda. Mas ainda não foi oficialmente confirmado se é o Electra de Earhart.
Imagem reproduzida de AERO Magazine – UOL
Nesta expedição, a equipe de Romeo usou um drone subaquático de última geração para as buscas. Antes disso, em 2018, uma pesquisa levantou a hipótese de que ossos descobertos em 1940 na ilha de Nikumaroro poderiam ser de Amelia Earhart. O interessante é que os ossos tinham características femininas, mas foram descartados. Então, porque nada foi comprovado, o mistério continua.
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As 18 Melhores Pós-graduações em Engenharia para Impulsionar sua Carreira
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 5minImagem de Yan Krukau em Pexels
Se você é um profissional graduado que busca avançar na carreira, especialmente com Pós-graduações em Engenharia, este artigo do Engenharia 360 é para você!
Bem, é comum que em algum momento da carreira, os profissionais percebam a necessidade de buscar mais formação para se manterem atualizados, entregarem melhores resultados e garantirem empregabilidade. Por isso, ter uma especialização e buscar formação contínua são ações fundamentais para o perfil profissional mais desejado pelas empresas e clientes atualmente.
O artigo a seguir traz insights importantes sobre o cenário da engenharia, profissões em alta e informações úteis para ajudá-lo a tomar a decisão certa. Confira!
Imagem de Ivan Samkov em Pexels
Oportunidades para a Engenharia em 2024
Levantamentos recentes na área de recursos humanos forneceram dados sobre tendências em áreas de atuação e contratações para engenheiros e outros profissionais. A engenharia sustentável, voltada para o meio ambiente, uso adequado de recursos e eficiência energética, é fundamental. Além disso, a retomada da construção civil pós-pandemia e a área de logística, cada vez mais integrada ao ambiente 4.0, são destacadas.
Três posições em destaque no mercado de trabalho em engenharia em 2024 são para o cargo de gerente, para o qual uma Pós-graduação em Engenharia e o perfil de especialista são cada vez mais obrigatórios e trazem incremento salarial.
Opções de Pós-graduações em Engenharia por áreas de atuação
Confira abaixo algumas áreas em que é possível buscar um curso de pós-graduação em engenharia e avançar no plano de carreira.
Imagem de RDNE Stock project em Pexels
1. BIM (Building Information Modeling)
O BIM é uma metodologia que envolve várias ferramentas, tecnologias e contratos para a geração e gestão de representações digitais das características de uma construção. Diferentemente do desenho tradicional em 2D, o BIM trabalha com modelos 3D mais fiéis ao produto final.
2. Engenharia Biomédica
Com o envelhecimento da população e os avanços na tecnologia médica, a Engenharia Biomédica está em ascensão. Essa área envolve o desenvolvimento de dispositivos e tecnologias para aplicações médicas.
3. Engenharia de Cibersegurança
A cibersegurança tornou-se crucial com o aumento das ameaças cibernéticas. Engenheiros especializados em garantir a segurança de sistemas e redes são cada vez mais necessários.
4. Engenharia de Dados e Inteligência Artificial
Com o aumento da importância dos dados nas empresas, a Engenharia de Dados e a Inteligência Artificial têm se destacado. Os engenheiros especialistas nessa área são capazes de lidar com grandes volumes de dados e implementar soluções de inteligência artificial são muito procurados.
5. Engenharia de Energias Renováveis
Em resposta às preocupações ambientais e à busca por fontes de energia sustentáveis, a Engenharia de Energias Renováveis está em alta. Isso inclui áreas como solar, eólica, hidrelétrica e outras formas de energia limpa. Por isso, é uma excelente alternativa de especialização para o engenheiro.
6. Engenharia de Produção
Quem deseja impactar o mercado com as melhores práticas e soluções para os processos industriais em toda a cadeia produtiva pode investir nesta formação que é composta de disciplinas focadas na otimização de operações e utilização de recursos para agregar valor ao negócio.
Imagem de Yan Krukau em Pexels
7. Engenharia de Segurança do Trabalho
Especialmente em um momento em que a biossegurança em todos os espaços, fica ainda mais em evidência, o profissional que se especializar nesse campo estudará as ações voltadas para os princípios e as normas de preservação da vida e do bem-estar no ambiente ocupacional.
8. Engenharia de Sistemas Embarcados
A demanda por engenheiros especializados em Sistemas Embarcados está em alta, principalmente com o aumento da automação em diversas áreas. Isso é especialmente relevante em setores como automotivo, aeroespacial e eletrônica.
9. Engenharia Elétrica
Neste curso de especialização, o profissional terá acesso a um conjunto de disciplinas voltadas para o desenvolvimento de projetos, a instalação e a gestão de sistemas elétricos com estratégias e eficiência energética.
10. Engenharia Ferroviária
Capacitação voltada a ampliar as habilidades gestoras em obras desse segmento e agregar expertise técnica em construção, manutenção, controle e logística ferroviária.
11. Engenharia Portuária
Neste curso, o estudante vai ampliar o seu domínio sobre modelagem e gestão de projetos nessa área.
12. Engenharia Rodoviária
Nesta especialização, o estudante desenvolverá visão aprofundada dos sistemas de rodovias, como: drenagem, sinalização, pavimentos etc., podendo atuar com mais assertividade em empresas voltadas para projetos, execução e fiscalização do setor.
Imagem de RDNE Stock project em Pexels
13. Geotecnologias
Apesar de a área de Geotecnologia estar se tornando cada vez mais importante, ainda existem poucos cursos profissionalizantes ou de graduação. O MBA promove uma visão ampla e traz temas extremamente novos, interessantes e totalmente aplicáveis.
14. Gestão de Fontes Renováveis
A especialização ensina como reduzir custos e consumo de energia e aprender estratégias e alternativas de energia renovável e sustentável. Tudo é feito considerando as novas tecnologias e novos hábitos de consumo incorporados aos projetos com redução de emissões e uso de soluções renováveis de geração de energia elétrica.
15. Gestão de Qualidade
A pós-graduação na área oferece conhecimentos em Lean Six Sigma, PMI, DOE e MASP para otimizar processos com foco na redução de perdas, conhecimentos da gestão de pessoas, de qualidade e de produtividade.
16. Logística e Supply Chain
Essa especialização tem como foco oferecer as mais modernas técnicas, tecnologias, ferramentas e orientações de aplicabilidade imediata, o que resultará na formação de profissionais de alta performance.
17. Perícias de Engenharia
Neste curso, o profissional aprofunda os conhecimentos nas técnicas e nos processos que envolvem auditorias e avaliações periciais, seja para atuar no contexto imobiliário, seja nas áreas judicial e cível, com a emissão de laudos e pareceres, oferta de consultoria, entre outros.
18. Técnicas de Certificação Ambiental
A área está em pleno crescimento e o curso oferece conhecimentos como as práticas construtivas de menor impacto ambiental e o seu desempenho técnico e econômico diferenciado.
Considerações Finais | Como escolher o curso certo de pós-graduação em engenharia
Para escolher uma pós-graduação em Engenharia, é importante considerar seus interesses pessoais, a demanda do mercado, a reputação e a qualidade do curso, a modalidade de ensino, a duração, o custo-benefício e o apoio ao desenvolvimento profissional. Além disso, é fundamental investir em cursos de pós-graduação para se destacar em um mercado de trabalho competitivo e dinâmico, e estar preparado para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que a engenharia moderna oferece.
O futuro da sua carreira começa agora! Boa sorte na sua escolha!
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Aeroporto Internacional de Dallas/Fort Worth: arquitetura e engenharia em destaque no 3DXW24
por Redação 360 | | ATUALIZADO EM 4minImagem reproduzida Way
O Engenharia 360 vai embarcar neste mês de fevereiro rumo ao 3DEXPERIENCE World 2024, que acontece entre os dias 11 e 14. O evento tem como lema neste ano os objetivos em comum e coletivos, e as inúmeras possibilidades para o futuro da engenharia. E a cidade sede escolhida é Dallas, importante centro de inovação dos Estados Unidos. Pensando nisso, convidamos você a conhecer conosco a arquitetura e engenharia do Aeroporto Internacional de Dallas, ou Aeroporto de Dallas-Fort Worh.
Imagem reproduzida de DFW Internacional Airport em Panrotas
A história do Aeroporto Internacional de Dallas
Conhecer a história do Aeroporto Internacional de Dallas é conhecer parte de uma jornada significativa de inovação da Engenharia Aérea dos Estados Unidos. A estrutura foi inaugurada no ano de 1974, e desde então já passou por várias revitalizações. Mas vamos voltar ainda mais no tempo, no ano de 1927. Na época, a moderna metrópole propôs à sua cidade vizinha, Fort Worth, a construção de um aeroporto comum. Mas o projeto como se queria só saiu do papel nos anos 60. Em 1969 começaram as obras de Dallas-Fort Worth. Na época de inauguração, foi o aeroporto mais caro até então construído.
Ainda atualmente, o Aeroporto Internacional de Dallas/Fort Worth é considerado uma referência na indústria da aviação. Para começar, ele é um dos mais movimentados do mundo, atendendo o fluxo de todo o estado do Texas. Fora isso, apresenta uma história rica em inovações, e arquitetura e engenharia impressionantes.
Participação do concorde na inauguração
Embora oficialmente aberto em 1974, o verdadeiro espetáculo ocorreu no ano anterior com a aterrissagem de um avião supersônico Concorde. Essa operação icônica marcou a conclusão das obras, fazendo do Aeroporto de Dallas/Fort Worth o primeiro nos Estados Unidos a receber tal aeronave. Um feito notável que solidificou sua posição como pioneiro na aviação.
A estrutura impressionante do Aeroporto de Dallas
Destaques de Arquitetura e Engenharia
O Aeroporto Internacional de Dallas, no Texas, conta com sete pistas, sendo quatro destas com cerca de 4.080 metros de extensão. Aliás, vale destacar que este é o único aeroporto no mundo com quatro pistas pavimentadas com mais de quatro quilômetros de extensão. Além disso, o aeroporto dispõe de cinco terminais e recentemente passou por uma extensa renovação no Terminal C, liderada pela empresa de construção Suffolk. De fato, a sua infraestrutura é colossal e atende bem às crescentes demandas do tráfego aéreo.
A estrutura do Aeroporto Internacional de Dallas é considerada ótima e bastante segura. Porém, ela já foi cenário de alguns acidentes pontuais. Pensando em melhorar sua capacidade e segurança, foi determinada a renovação do Terminal C. A reforma – para 78.967,584 metros quadrados de área – foi liderada pela empresa de construção Suffolk, em parceria com a 3i Contracting, e contou com diferentes fases de execução, incluindo:
melhorias nos acabamentos internos de 18 portões domésticos,
reconfigurações e ampliação dos pontos de bilheteria e de controle de segurança,
melhorias nas áreas de concessão e banheiros,
substituição e instalação de vidros com eficiência energética e sistemas HVAC, retrabalho de passageiros, pontes de embarque e unidades de ar pré-condicionado, sistemas de marcação e orientação de rampas, linhas de combustível de aviação e novas áreas de manuseio de bagagens, entre outras melhorias.
Essas melhorias visam elevar a experiência dos passageiros a novos patamares de conforto e eficiência.
“Este projeto nos permitirá demonstrar nossos sofisticados processos de planejamento e construção, fortalecendo nossas parcerias na região de Dallas/Fort Worth.” – gerente geral das operações da Suffolk em Dallas, Mark Penny.
O futuro da aviação em Dallas
Certamente, o Aeroporto Internacional de Dallas continua a ser um exemplo de excelência em arquitetura e engenharia na indústria da aviação.
Imagem reproduzida Way
A renovação do Terminal C não apenas melhora a infraestrutura física, mas também simboliza o compromisso do Aeroporto Internacional de Dallas/Fort Worth com a inovação contínua e o serviço excepcional aos passageiros. Neste ano de 2024, serão concluídas todas as fases. Mas já há planejamento sequencial para outras reformas, com conclusão prevista para 2026.
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Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.
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