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Estudantes cariocas são os primeiros brasileiros a participar de competição da NASA (e pedem sua ajuda para chegar lá)

por Lucie Ferreira | 30/03/2017
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Imagine só fazer parte da primeira equipe brasileira a participar de uma competição da NASA. Um grupo formado por seis estudantes de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, conseguiu o fato inédito de representar o Brasil na NASA Human Exploration Rover Challenge.
Batizada de Spacetroopers, a equipe formada por jovens com idade entre 15 e 17 anos tem como missão construir um rover projetado especialmente para circular em ambientes extraterrestres. O veículo pode ser elétrico, motorizado ou robotizado, e precisa ser do tipo tripulado e mecânico.
Realizado na sede da agência espacial americana, em Huntsville, no estado norte-americano do Alabama, o evento promove desafios com rovers em tarefas de exploração fora da Terra. A principal prova da competição é uma corrida de obstáculos ao longo de 840 metros.

Os estudantes brasileiros Nathália Pires, Rafaela Bastos, Larissa Perrone, Alexandre Rodrigues, Fellipe Franco e Yago Dutra (foto: Facebook/Spacetroopers)


Em um teste cronometrado, as equipes devem coletar amostras por meio de ferramentas projetadas pelos próprios integrantes e, numa terceira avaliação, os jurados analisam o design da roda do veículo. A seleção dos brasileiros contou com um projeto feito em pouco tempo e com o mínimo de gastos possível.
Enquanto os outros protótipos custaram, em média, 6 mil dólares, o quadriciclo brasileiro precisou de apenas 1.100 dólares para ficar pronto. Agora, o grupo formado pelos estudantes Nathália Pires, Rafaela Bastos, Larissa Perrone, Alexandre Rodrigues, Fellipe Franco e Yago Dutra precisa de ajuda para custear a viagem aos Estados Unidos.

A equipe Spacetroopers e o protótipo de veículo para a NASA Human Exploration Rover Challenge (foto: Facebook/Spacetroopers)

Como ajudar?

Assíduos participantes de olimpíadas científicas (juntos, os integrantes do Spacetrooper somam mais de 50 medalhas em competições regionais, nacionais e internacionais, por exemplo em astronomia, robótica, matemática, química e biologia), os jovens criaram um perfil no site Vakinha para arrecadar fundos.
Eles precisam arrecadar, no total, R$ 70 mil. O valor inclui gastos com passagens aéreas, locomoção, hospedagem, alimentação e a construção do rover. A boa notícia é que o time participou do quadro Agora ou Nunca, do programa global Caldeirão do Huck, onde conseguiu vencer o desafio e levar R$ 30 mil para casa.
Por isso, o valor proposto no Vakinha é de R$ 40 mil. No site, eles explicam o projeto e é possível acompanhar a quantia que já foi doada à equipe.
Veja no vídeo abaixo mais detalhes sobre o protótipo brasileiro e a emocionante vitória dos estudantes no programa:
https://www.youtube.com/watch?v=DIkn9KodMSw


Fonte: Galileu, Vakinha e Caldeirão do Huck.

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