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Conheça esse novo modelo de máscara, capaz de diagnosticar a Covid-19

por Redação 360 | 05/07/2021

Mais uma boa notícia sobre avanços científicos para a nossa proteção contra a Covid-19! Recentemente, pesquisadores do Wyss Institute, da Universidade de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo modelo de máscara de proteção individual. A descoberta foi anunciada na Revista Nature Biotechnology. Saiba mais sobre isso no texto a seguir!

O que a nova máscara oferece de diferente?

Essa nova máscara apresentada pelos pesquisadores apresentaria um design bastante convencional. A diferença estaria no seu funcionamento extra! A mesma receberia, na parte interna, um dispositivo de máscara capaz de realizar teste de Covid e entregar o resultado em menos de duas horas após ser ativado.

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Imagem extraída de Wyss Institute – Harvard University

O funcionamento do dispositivo

Esse dispositivo de que falamos possui um tecido reagente com minúsculos biossensores que é instalado previamente na máscara. E quem usa o acessório pode ativar o teste a partir de um botão. Até aí, bem simples! Depois, basta esperar cerca de 90 minutos para receber um resultado com nível de precisão semelhante aos exames do tipo PCR – que é, até agora, considerado o exame mais confiável para detectar a Covid-19.

Este sistema, aparentemente mágico, só foi possível depois que os cientistas conseguiram congelar, a seco, os elementos das moléculas que as células humanas usam para ler o DNA e sintetizar RNA e proteínas. Enfim, o dispositivo na máscara detecta a infecção a partir de moléculas alvo presentes na estrutura do SARS-CoV-2 – um processo que pode servir de base para desenvolver sensores para detectar outros vírus, como o Zika, e aplicação em outros tipos de vestimenta.

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Imagem extraída de G1

“Nós encolhemos um laboratório inteiro de diagnóstico em um pequeno sensor sintético e biológico que funciona em qualquer máscara e combina a alta precisão dos testes PCR com a rapidez e baixo custo de testes de antígeno.”,

“Nossos biossensores podem também ser integrados em outros tecidos para fornecer detecção rápida de itens perigosos, como vírus, bactérias, toxinas e agentes químicos.”

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– cientista do Instituto Wyss, em reportagem de The Harvard Gazette.

Qual será o próximo passo para as testagens mundiais de doenças? Consegue imaginar? Escreva sua opinião nos comentários!

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Fontes: G1.

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