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Internet das Coisas (IoT): o que é e quais as suas aplicações na prática?

por Simone Tagliani | 02/06/2021

A IoT ou Internet of Things – a Internet das Coisas – é uma consequência do avanço em várias áreas de serviços, dispositivos, sistemas e comunicação; e seu nome faz justamente referência com a conexão de tudo isso. Hoje, vivemos uma realidade em que sabemos de computadores controlando objetos e objetos controlados por computadores e que são usados para prover diversos serviços diferentes. Ou seja, é uma tecnologia que estará presente em nosso futuro, claro, mas que já está sendo usada em diversas áreas – inclusive ajudando a tornar o mundo melhor. Saiba mais no texto a seguir!

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Imagem extraída de The Week UK

Qual o significado de IoT?

É difícil, atualmente, pensar em uma vida sem conexão com a Internet. E a Internet das Coisas visa usar esta enorme rede de dispositivos conectados a favor de deixar a vida de todos mais fácil, seja através de elementos simples, como smartphones, somados a sistemas de automação de tarefas, gadgets, e mais. Resumindo, a ideia é usar objetos físicos do dia-a-dia, conectados à Internet, para reunir e transmitir dados.

Veja Também: CHIP: Amazon, Apple e Google se unem a favor de casas inteligentes

Como surgiu a Internet das Coisas?

O conceito de Internet das Coisas surgiu em 1999, dentro do Laboratório de Auto-ID do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. O pesquisador de tecnologia Kevin Ashton estudava a identificação por radiofrequência em rede e tecnologias de sensores quando concebeu um sistema de sensores omnipresentes que ajudaria a conectar o mundo físico à Internet. Isto acabou se desdobrando também em um sistema global de registro de bens usando um sistema de numeração único, o código eletrônico de produtos. As tais “etiquetas inteligentes” identificariam objetos que poderiam ser, então, controlados por outros equipamentos, e não por seres humanos!

Quais as possíveis utilizações da IoT nas atividades humanas?

Agora já se sabe que a Internet das Coisas pode ser usada em diversas áreas das atividades humanas. E isto está cada vez mais simples e menos raro para indivíduos, instituições, empresas e cidades inteiras! Por exemplo, em ações de tratamentos médicos. Mas, neste texto, iremos focar nas alternativas que impactam engenharias e arquitetura.

Residências

Dentro de casa, muitas coisas podem ser exemplo de Internet das coisas. Para começar, TVs smart e videogames! Também as novas geladeiras – que podem dar informações sobre estoque e vencimento de alimentos -, fogões – com sistema corta gás -, ar condicionados – com ajuste de temperatura -, aspiradores robôs, lâmpadas – que emitem com ajustes de intensidade e emissão de luzes em tons específicos -, e até berços para bebês – com monitoramento detectando alterações nos sinais vitais da criança.

Veja Também: Saiba mais sobre a Internet das Coisas (IoT) na Construção Civil

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Imagem extraída de Blog EZTEC

Hospedagens

A Internet das Coisas funciona muito bem para empresas hoteleiras. Um exemplo é a Atrio Hotel Management, administradora de hotéis que acaba de criar a Xtay, uma plataforma informatizada que conecta investidores e hóspedes. Seu aplicativo coordena a demanda de locações distribuídas entre investidores participantes que desejam colocar imóveis para a locação. Para os seus clientes, fica o benefício de comparar preços, localizações, espaços e mais; além de fazer check-in e check-out digitais e com total privacidade. Para os proprietários, custo baixo de operação, soluções inteligentes para projetos e execuções de decoração, e mais.

Aliás, os sistemas de gestão de serviços com equipamentos e softwares também são utilizados pelos hotéis em fechaduras inteligentes, reconhecimento facial, criação de notas fiscais, e mais. Fora isso, tem as etiquetas e os chips minúsculos para coleta e armazenagem de dados via sinais de rádio – ajudando em coisas como “chipar” funcionários e até toalhas.

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Imagem extraída de Veja

Urbanismo

Neste caso, a Internet das Coisas é essencial para o conceito de Cidades Inteligentes – que levam em conta sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida. Ela ajudaria, por exemplo, no controle de tráfego com semáforos programados e sistemas que avisam os motoristas das vagas para estacionar; sistemas de reaproveitamento de água para a irrigação em jardins e fontes públicas controlados digitalmente; sistema de iluminação pública, que tem postes dotados de sensores de presença; ciclovias inteligentes; e mais.

Veja Também: As cidades inteligentes podem ser a solução para os atuais problemas urbanos?

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Imagem extraída de Caos Planejado

Agricultura

Na agricultura, empresas como a Agrosmart usam drones que realizam imagens aéreas e análises meteorológicas para ajudar os produtores a identificar os melhores locais para plantar as novas safras – por meio de dados de radiação solar, direção do vento, pressão barométrica e o pH das espécies. Já outras empresas oferecem tratores automatizados que usam dados de satélite para controlar desperdícios e até fazer o trabalho de funcionários no período da noite.

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Imagem extraída de Conhecimento Científico

Fontes: Wikipédia, Tecnoblog, Época Negócios, Revista Hotel News.

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Simone Tagliani

Graduada em Arquitetura & Urbanismo e Letras; especialista em Artes Visuais; estudante de Jornalismo Digital e proprietária da empresa Visual Ideias - Redação, Edição e Produção de Conteúdos.