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Como eu me decidi pela Engenharia Civil

por Kássio Adriano | 11/02/2015
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Todos nós temos sonhos e vontades, porém muitas das vezes os obstáculos da vida nos impedem de realizá-los. Desde criança, um dos meus maiores sonhos sempre foi o de me tornar um Engenheiro Civil. Convido vocês a conhecerem a minha história de vida e descobrirem os motivos por eu nunca ter desistido do meu sonho!

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+ COMO TUDO COMEÇOU

Há muito tempo atrás, quando eu ainda jogava futebol na rua e tinha bastante tempo livre, costumava acompanhar meu pai em suas obras (na época pedreiro), e quem sempre foi um grande exemplo para mim, pois era provedor,  trabalhava para atender as nossas necessidades vitais, protetor, disciplinador, sempre fazia de tudo para manter nossa família em segurança, nos ajudava a conhecer os nossos limites, era um exemplo pela forma que se posicionava.
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+ O INTERESSE 

Após ter acompanhado o meu pai em inúmeras obras, sempre bem de perto, desde a fundação até o acabamento despertou-me um grande interesse pela construção civil.
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Pra mim era um prazer ver o meu pai trabalhar, algumas vezes ele me chamava de canto e falava: “é assim que se faz, olhe e aprenda!”

O mais engraçado era que funcionava sempre dessa maneira. Quem dera eu pudesse ter continuado assim, poderia ter evitado algumas médias baixas.


Leia também: Como eu me decidi pela Engenharia de Produção


+ A OPORTUNIDADE

Foi o fator que me diferenciou do meu pai, embora ele não tivesse muito estudo, eu certamente o admirava pelas suas capacidades de liderança, honestidade, compromisso, competência e responsabiliadade – além de sua inteligência. 

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Lembro bem, toda vez que o engenheiro chegava meu pai me chamava e falava: “olha filho, esse é o engenheiro responsável por toda a obra”, eu ficava boquiaberto e ao mesmo tempo pensando como faria para ser um quando crescesse.

O tempo foi passando e vi meu sonho ficando mais distante, mas eu nunca nunca o deixei morrer, apenas estava adormecido. Em relação a minha formação durante o colegial, nunca fui um aluno brilhante, tinha facilidade com as exatas e não tinha problemas com as humanas. No 2° ano do Ensino Médio procurei uma escola melhor, porque sabia da importância da base e como precisaria dela futuramente. Então no fim do Ensino Médio eu estava extasiado, me sentia preparado para cursar engenharia.


+ A DECISÃO

Ao iniciar o novo ano não foi isso que aconteceu, meu ingresso no serviço militar me impossibilitava naquele momento de dar início à realização do meu sonho e tive que adiar por um tempo. Isso não me desanimou, eu já havia decidido por engenharia civil há muito e sabia que iria chegar o momento certo. O tempo passou e fui aproveitando as oportunidades, me qualificando e aguardando ansiosamente.

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Não tive dificuldade para escolher o que queria para minha vida profissional porque tomei gosto pela profissão desde cedo, todos devem conhecer o texto de Steve Jobs que diz: “Você não pode ligar os pontos olhando para a frente; você só pode fazer isso olhando para trás. Então você tem que confiar que os pontos irão se conectar de alguma forma no futuro. Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, karma, seja o que for. Esse modo de encarar as coisas nunca me deixou na mão e fez toda a diferença na minha vida”, eu ouvi essa citação durante a minha colação de grau do ensino médio e depois que iniciei meu curso de engenharia civil fez todo o sentido.

Nunca deixei meu sonho perecer, eu acreditava e decidi confiar, sabia que o momento certo chegaria, hoje meu pai é mestre de obras e eu sou aspirante à engenheiro, o orgulho que meu pai tem de mim é metade do orgulho que eu tenho por ele.

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