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Verão chegando... Conheça os 5 tipos diferentes de tratamento de piscinas

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por Redação 360
| 08/12/2021 | Atualizado em 31/12/2021 4 min

Verão chegando... Conheça os 5 tipos diferentes de tratamento de piscinas

por Redação 360 | 08/12/2021 | Atualizado em 31/12/2021
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O verão brasileiro não é mesmo para os fracos! Logo chega o calor e as pessoas já sonham com um tanque de água para se refrescar. Quem não gostaria de se jogar em grandes tanques de águas cristalinas em dias assim, não é mesmo? Mas você consegue imaginar quanto é difícil limpar piscinas? Esse é um processo químico até que relativamente bem complexo. Quem já errou nesta tarefa sabe que os resultados são diversos. Não vamos nos esquecer da triste história da piscina verde das Olimpíadas do Brasil, em 2016.

E sabe por que é preciso limpar a água das piscinas? Sim, tem a questão visual, claro! Mas o mais importante é manter a saúde dos banhistas e de quem estiver no seu entorno. Lembrando que água suja e parada é o ambiente perfeito para a proliferação de vírus, bactérias e fungos. Enfim, é essencial manter a água das piscinas limpas. A seguir, listamos os tipos de tratamentos mais usados. Confira!

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Imagem reproduzida de Nautilus

Tratamento com…

1. Cloro

Este é o tipo de tratamento de piscina mais comum, eficaz, de baixo custo e compatível com a maior parte dos equipamentos. Tal produto químico é utilizado para limpar, desinfetar e regular o pH da água, eliminando bactérias, germes e outros microorganismos nocivos à saúde humana. Ele é vendido em baldes, em forma de pó granulado, pastilha e tablete. Porém, ao utilizar, é preciso fazer a análise de alcalinidade e o pH deve estar entre 7,2 e 7,4. Já a alcalinidade tem que estar entre 80 e 120 ppm. O risco maior quando não bem calculada a coisa é causar, nas pessoas, ressecamento de pele.

2. Íons

Esse tratamento de piscinas está cada vez mais popular. Funciona assim, trata-se de um equipamento pequeno instalado na tubulação da piscina. A água toda passa por ele e, nesse, “carrega” íons de cobre e prata junto, o suficiente para tratar toda a piscina e eliminar todos os microrganismos, bactérias e vírus prejudiciais à saúde. O cobre tem função algicida, enquanto a prata elimina fungos, bactérias e vírus. E a vantagem desse processo é que, em tese, pode ser utilizado em qualquer tipo de piscina, fora que é mais econômico – analisando valores a longo prazo.

Observação: o tratamento ionizador é considerado mais lento que o tratamento tradicional que usa apenas cloro – apesar de que muitos tratadores relatam que, sem o cloro, não é possível prevenir o aparecimento de algas. Porém, tem a vantagem de ser mais seguro, não deixa cheiro forte e é considerado ecologicamente correto.

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Imagem reproduzida de Pool Rescue

3. Ozônio

Ozônio é o quê? Sim, um gás! E ele é produzido naturalmente com poder bactericida, fungicida, algicida e virucida e que funciona muito bem para o tratamento de piscinas – fibra, vinil e azulejo -, sem riscos de alterar pH ou alcalinidade. Nesse caso, é usado um equipamento mais complexo com ozonizador e eletricidade dentro de uma casa de máquinas grande. O ozonizador é instalado na rede de circulação da água, transformando oxigênio (O2) em Ozônio (O3) e transferindo o gás até a piscina. Como se não bastasse essa complexidade toda, é preciso ter cuidado com possíveis vazamentos deste gás, pois ele é tóxico.

4. Sal

Seria algo parecido com o sal utilizado no preparo de alimentos na cozinha – formado por um átomo de sódio (Na) e um átomo de Cloro (CI) . O material é posto na água e acaba liberando íons de cloro através de um equipamento de célula eletrolítica. O funcionamento depende, é claro, de energia elétrica – o cloro só é gerado quando o filtro está ligado e, em muitos casos, é necessário complementar o tratamento com cloro. E, para completar, é possível errar na conta e salgar demais a água. E, por ser corrosivo, o produto pode danificar equipamentos.

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Imagem reproduzida de SOS – Limpeza e Manutenção de Piscinas

5. Ultravioleta

Sim, raios ultravioletas! Nesse caso, usa-se um aparelho de descontaminação para a água da piscina. Ele também seria inserido na tubulação do equipamento e emitiria um raio de luz que atravessa a célula do microorganismo, penetrando a membrana celular externa, e rompendo o material genético. Assim, previne a sua reprodução, ou seja, não há adição de qualquer produto a água. Contudo, não elimina a necessidade do uso de produtos químicos, como o cloro. O lado positivo é que não oferece risco de corrosão, de fazer espuma, de dar cheiro forte, irritação, alergias ou super dosagem; e é menos agressivo ao meio ambiente.

Bônus | Produtos extras para piscinas

Também é interessante usar no tratamento de piscinas:

  • Anticalcário: para livrar a piscina da formação de sais cálcicos;
  • Clarificador: para aglutinar pequenas partículas de sujeira para poderem ser mais facilmente filtradas; e
  • Algicida: para eliminar as algas na piscina.

Além disso, é necessário ajustar o nível de pH da água entre 7.4 e 7.5. Se o nível está muito baixo, deve-se aplicar na água um ‘incrementador’ de pH. Se estiver muito alto, aplicar um redutor de pH. Ambos os produtos são encontrados à venda em forma de pó granulado ou em líquido.

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Imagem reproduzida de Piscinas Planalto

Fontes: Pool Rescue, Blog Global Tech Brasil, Blog AEC Web, Revista Exame.

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