A Microsoft não é “apenas” uma empresa que desenvolve, fabrica, licencia, apoia e vende computadores, softwares de computador e outros produtos eletrônicos. Ela também presta serviços pessoais. Por exemplo, treinar os seus usuários. Inclusive, neste mês de fevereiro de 2022, está no ar a segunda temporada do evento digital Microsoft Envision, uma série global com líderes empresariais, grandes executivos e pensadores reunidos para ajudar a impulsionar a transformação digital. Além disso, na oportunidade, é possível discutir e aprender sobre as últimas tendências que podem levar todos a enfrentar melhor os desafios mais urgentes do setor de tecnologia.

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Imagem reproduzida de Avanade

Por que a Microsoft se preocupa com treinamento de usuários?

Precisamos olhar mais para o futuro, tanto das organizações quanto do planeta como um todo. A Microsoft sente que tem essa responsabilidade. Por isso, criou essa oportunidade pensando em beneficiar a sociedade que consome os seus produtos. É uma maneira também de ajudar a impulsionar a área na qual atua.

A empresa realmente acredita que o melhor que pode fazer é fornecer ferramentas para capacitar essas pessoas para que alcancem grandes feitos. Com o treinamento correto, elas poderiam fazer isso acontecer de e em qualquer lugar! E o legal é que a Microsoft tem oferecido essa orientação aprofundada de graça. O provável é que, a partir disso, muitas portas se abram. Mas, por hora, é notável o impacto organizacional e de carreira que a ação tem gerado!

Para quem se destina o evento Microsoft Envision?

Se você é desenvolvedor, profissional, educador ou profissional de negócios na área de TI, o Microsoft Envision é uma excelente oportunidade de desenvolver suas habilidades ou aprender novas, ganhar conhecimento, confiança para navegar pelas últimas descobertas científicas na área, e mais – sem contar criar a comunidade. Neste mês, estão rolando sessões virtuais da Microsoft sobre tópicos como: Microsoft Azure, 365, Dynamics 365, Power Platform e Security.

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Imagem reproduzida de Microsoft

O que já rolou?

Já passaram pelo Microsoft Envision o Diretor de Meio Ambiente da empresa, Lucas Joppa, falando sobre pegada de carbono zero, economia de recursos, sustentabilidade e metas para 2030, com base na COP26. Também a Diretora Administrativa de Inclusão e Diversidade Global da Accenture, Nellie Borrero, discutindo sobre práticas de diversidade e inclusão em organizações. John Downes, diretor de engenharia e inovação da SSE Renewables, revelando dados sobre a natureza. Mohamed A. El-Erian , presidente do Queens’ College da Universidade de Cambridge, dando uma ideia sobre desigualdades econômicas e novas oportunidades. E a diretora-gerente sênior da Accenture, Christie Smith, que deu depoimento sobre a batalha contínua pela igualdade nos esportes.

Como participar das próximas sessões?

Se você ainda quer aproveitar as oportunidades deste mês da Microsoft Envision, basta acessar a página de registro do evento e ver o que ainda está disponível. São 20 idiomas diferentes para legendas. O foco das sessões são:

  • confiança na tecnologia, crescimento econômico, direitos fundamentais, sustentabilidade das empresas, e mais.

Aprofunde seus objetivos com os eventos da Microsoft!

Veja Também: Como usar o Mendeley para organizar a escrita acadêmica?


Fontes: Microsoft.

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Engenharia 360

Redação 360

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Milhares de aplicativos por aí – alguns pagos e outros gratuitos, mas o que realmente pode nos levar à curtição total? Montamos uma pequena lista para lá de especial para quem tem um parelho smart com sistema iOS, como iPhone Aliás, estes títulos, de diferentes tipos e gêneros, podem ser encontrados, por exemplo, na App Store. Só que, apesar da grande quantidade de games disponíveis na loja, nós reservamos 5 que podem ser destaque em 2022. Confira!

1. Call of Duty

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Imagem reproduzida de MacMagazine

A versão Mobile deste famoso jogo está finalmente disponível. Para quem não conhece, trata-se de um game que mistura zumbis, battle royale e mais – aspectos encontrados no modelo desenvolvido para PC também. Dentro dele, o usuário pode customizar armas, setups, personagens, veículos e outros itens. E, na medida que se cumprem ações, ganham-se recompensas especiais.

2. Clash Royale

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Imagem reproduzida de Mobile Gamer

Pode-se dizer que este é o jogo mobile de ação mais popular da atualidade. Nele, você encontrará 8 tropas poderosas para lutar em batalhas de arena. Cada grupo vai apresentar habilidades e poderes diferentes. E olha que legal, de tempos em tempos o game divulga eventos para os participantes. E é possível realizar compras no aplicativo, mas também jogar sem gastar seu dinheiro do mundo real.

3. Brawlhalla

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Imagem reproduzida de Reddit

Este é mais um jogo de luta. O objetivo dentro da saga, óbvio, é nocautear os oponentes até derrubá-los para fora da Arena. São cinquenta personagens, cada um com suas peculiaridades, pontos fortes e fracos.

4. Shadowgun Legends

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Imagem reproduzida de vodka,bears & fitness

Vamos de mais ação? Nesse game, o jogador é um assassino que deve executar tarefas fornecidas e ajudar uma cooperativa. Ele também apresenta moldes de arena. E os oponentes? Alienígenas perigosos! Além disso, nesse game, também é possível fazer compras. Contudo, dá para ir progredindo bem na história sem gastar nenhum centavo.

5. Asphalt 9: Legends

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Imagem reproduzida de Malavida

Vamos terminar esta lista com um incrível jogo de corridas – na verdade, considerado como o melhor para mobile na atualidade. Ele vem com centenas de circuitos e desafios diários – dá para se divertir bastante. E o destaque do seus sistema é um controle de aprimoramento chamado de TouchDrive.

Veja Também: iPhone 2022 – os 7 melhores aplicativos para ajudar no seu dia-a-dia


Fontes: Oficina da NET.

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O Engenharia 360 é um super parceiro dos profissionais das engenharias. Mas até os seus clientes podem ter dúvidas cruciais que influenciam no andamento das prestações de serviços. Por exemplo, de quem é a responsabilidade da emissão do documento de ART ou Anotação de Responsabilidade Técnica. Aliás, se você não sabe do que se trata, pode conferir algumas das muitas matérias que já foram publicadas bem aqui no site e que, justamente, abordam essa questão.

Mas, continuando, será que a função dessa assinatura é do contratante ou do contratado – profissionais ou empresas? E se for uma locação de equipamentos, como uma plataforma elevatória? Percebeu como este assunto é complexo? Daí a importância não apenas de entender o significado da ART, mas até mesmo de entender os modelos que existem e mais. Pois você pode encontrar informações como esta no texto a seguir. Confira!

Por que preciso emitir a ART?

Já esclarecendo de cara: sim, ART é um documento legal que identifica o responsável técnico por um serviço prestado ou obra realizada. Mas até o cliente poderia identificar isso. Contudo, o governo quer saber disso de forma formal, para garantir que aquilo que foi colocado em contrato estará bem documentado. Assim, são protegidos os interesses de clientes, mas também de profissionais. E se acontecer um problema grave, como uma ruptura de estrutura por má execução ou uso de materiais? Então, a justiça saberá quem foram os responsáveis técnicos que devem responder pela obra ou prestação de serviço!

Quer ter mais certeza disso? Vamos “olhar” as coisas por dentro da lei:

  • No artigo 1º da Lei Federal 6496/77 está dito que “Todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços profissionais referentes à Engenharia, à Arquitetura e à Agronomia fica sujeito à ‘Anotação de Responsabilidade Técnica’ (ART).”
  • Já no 2º artigo da Lei está dito que “A ART define para os efeitos legais os responsáveis técnicos pelo empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia.”

Então, quem emite a ART?

Enfim, pelo que já se pode entender, é obrigatório que o profissional registre quem é responsável técnico pela obra ou serviço que vai prestar. E ele ganha com isso também, pois o conjunto de emissão de documentos ART constituirá o seu acervo técnico, ou seja, é uma forma de mostrar – de acordo com suas atribuições registradas no CREA – sua experiência técnica para futuros contratantes.

E o que acontece com uma obra sem ART, por exemplo? Bem, pode ter certeza que, na menor das hipóteses, o profissional ou a empresa responsável pela execução terá de pagar uma multa bem salgada, além de outras cominações legais.

ART
Imagem reproduzida de AREA

A saber, no caso de equipamentos, como citamos antes, a ART contempla a manutenção feita dentro das dependências do locador. Mas a partir do momento que o equipamento está em posse do usuário, a responsabilidade passa a ser daquele que utiliza o equipamento.

Como se classificam as ARTs?

Existem 3 modos de classificação que podemos nos basear!

1. Por tipo

  • ART de obra ou serviço: o profissional que executa uma obra ou presta um serviço ao contratante.
  • De obra ou serviço de rotina (múltipla): série de contratos de obras e serviços realizados dentro de um período determinado.
  • De cargo ou de função: quando se estabelece um vínculo com uma pessoa jurídica para desempenhar um cargo ou função técnica.

2. Por forma de registro

  • ART inicial: o registro da ART antes do início de toda a atividade técnica.
  • Complementar: vinculado ao ART inicial, o ART complementar se refere ao complemento das informações iniciais, seja por meio de uma alteração no contrato ou pela necessidade de um maior detalhamento das atividades descritas.
  • De substituição: também vinculado ao ART inicial, o ART de substituição tem a função de substituir os dados anotados inicialmente quando houver uma modificação do objeto ou da atividade contratada.

3. Por participação técnica

  • ART individual: um profissional responsável como técnico.
  • De coautoria e ART de corresponsabilidade: atividade exercida por mais de um profissional da mesma competência.
  • De equipe: quando diversas atividades complementares são realizadas em conjunto por mais de um profissional de competências diferenciadas.

E agora? Entendeu de quem é a responsabilidade da ART? Se você tiver outras dúvidas com relação a esse documento, mande para nós escrevendo nos comentários!


O Engenharia 360 tem muito mais a compartilhar com você! Confira ao webstories a seguir!


Fontes: Mais Controle, PTA Rental.

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Responda essa: você é jovem? Sim, jovem de espírito conta bastante! É que uma das coisas mais legais que um espírito jovem curte são as divertidíssimas partidas de games. Hoje é possível entrar em sites e brincar com vários games diferentes. Contudo, há uma série de jogos incríveis para PlayStation (PS), que são uma verdadeira experiência de última geração. E quem resiste à isso, não é mesmo? Reunimos 13 títulos muito aguardados pelos jogadores como sugestão para a nossa lista de 2022! Confira!

1. Call of Duty

Já está em cena o novo Call of Duty: Vanguard. Trata-se de um jogo de tiro, em primeira pessoa, com texturas incríveis de alta resolução, excelente nitidez e gratuito!

2. Gran Turismo

A verão 7 do Gran Turismo chega em março. Ela deve vir com um super gráfico – nova geração Sony. Trata-se de um surpreendente simulador de corridas, com mais de 400 veículos para selecionar e personalizar livremente com pinturas e adesivos.

3. Resident Evil

A Vila Resident Evil também é um jogo que brinca com arsenal de armas. Contudo, ele é bem mais aterrorizante, ao ponto que é super divertido também. E o que mais impressiona nele é a iluminação e resoluções nítidas, com boa taxa de quadros alta.

4. Grand Theft Auto

O GTA 5, basicamente, representa uma terceira geração de consoles PlayStation e deve chegar no mercado muito em breve também, dando continuidade ao seu sucesso absoluto no mundo. Os desenvolvedores garantem que foram aprimorados os gráficos para haver carregamento mais rápido, especialmente na troca de personagens.

5. Forspoken

Este também é um jogo novo, chegando em maio de 2022 para o público PlayStation. Seu design é bem fantasioso, que leva os usuários para um nível bastante misterioso, onde o seu personagem deve ajudar uma população.

6. Rocket League

Diz-se que se trata de um jogo bastante viciante, misturando experiências virtuais de esportes e corridas.

7. GhostWire

A versão GhostWire Tokyo da Bethesda apresenta uma proposta de jogo cujo pano de fundo são as forças sobrenaturais em paisagem urbana ultramoderna.

8. Outer Wilds

Este jogo propõe aos jogadores a exploração de um sistema solar virtual. E o que surpreende na sua história são as instruções e insights para fazer descobertas nesse grande quebra-cabeça dessa narrativa.

9. A Plague Tale

A história A Plague Tale Requiem é uma sequência da A Plague Tale Innocence, que conta a jornada de dois irmãos depois de terem seu lar devastado. E isso é feito com excelentes gráficos. A questão é que ainda não se sabe a data de lançamento do jogo; mas se sabe que será ainda em 2022.

10. Far Cry 6

Outro jogo de tiro da nossa lista, só que muito mais explosivo. Seu pano de fundo é uma ilha paradisíaca. Difícil não ficar completamente apaixonado por ele!

11. Stray

Em Stray, o jogador é um gato que vive em uma sociedade robótica sem seres humanos. É mesmo muito divertido!

12. The Forgotten City

The Forgotten City ou A Cidade Esquecida é um jogo que simula um antigo enclave romano que se transforma em ouro. Todo o enredo tem várias reviravoltas e um grande elenco de personagens.

Veja Também: Descubra o que são Headsets Gamer [e os melhores modelos para adquirir em 2022]


Fontes: TechTudo, Pocket-lint, ING Brasil.

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Vamos imaginar a seguinte situação: você pega uma tira de elástico, puxa e solta. O que acontece? Sim, o material “voa” com a força dessa energia. Então, pense se, no lugar, fosse um super elástico de metamaterial, com propriedade não encontrada naturalmente; como uma borracha, mas com pequenos ímãs embutidos. A Engenharia poderia, no momento de esticá-lo, ativar uma possível energia extra armazenada no próprio material e, assim, fazer com que ele voasse por uma distância ainda maior.

Pois uma equipe de pesquisadores da Universidade de Massachusetts em Amherst, nos Estados Unidos, desenvolveu uma nova substância capaz de absorver e liberar grande quantidade de energia de forma programável. Saiba mais no texto a seguir!

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Imagem de Alfred J. Crosby, Hongbo Fue e Xudong Liang – Universidade de Massachusetts Amherst

Sobre o novo material

Diz-se que a nova substância descoberta pelos pesquisadores é um tipo “elastro-magnético”, que consegue aproveitar uma propriedade física conhecida como ‘mudança de fase’ para ampliar consideravelmente a quantidade de energia que seria possível liberar ou absorver. Explicando melhor, o material consegue se mover de um estado para outro – líquido, sólido, gasoso ou até mais – e é nesse momento que ocorre justamente a tal liberação ou a absorção de energia. E ao incorporar pequenos ímãs no material, seria possível controlar essas transições, manipulando a situação para fazer exatamente o que se espera, como absorver a energia de um grande impacto ou liberar grandes quantidades de energia para o movimento explosivo.

Desafios da ciência

A questão toda nesse momento é que, para amplificar a liberação ou absorção de energia, você tem que projetar uma nova estrutura ao nível molecular ou mesmo atômico. Fazer isso de forma previsível é muito difícil! Pois os metamateriais que vêm sendo desenvolvidos pela ciência estão animando demais os pesquisadores. Isso porque, com eles, parte dos desafios foram superados. No mesmo tempo, foram elaborados algoritmos de design que permitem que esses materiais sejam programados com respostas específicas, tornando-os previsíveis.

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Imagem reproduzida de Site Inovação Tecnológica
ciência
Imagem reproduzida de Site Inovação Tecnológica

Aplicações do novo metamaterial

De acordo com o que foi dito em artigo científico de Proceedings of the National Academy of Sciences, o novo material descoberto teria ampla gama de aplicações, inclusive em cenários onde são necessários impactos de alta intensidade ou respostas rápidas. Um exemplo é na robótica, permitindo que as máquinas tenham mais força sem usar energia extra; ou ainda em capacete e mais itens de proteção que poderiam dissipar energia muito mais rapidamente.


Fontes: Olhar Digital.

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A polícia do Reino Unidos e agora também dos Estados Unidos – mais especificamente de Michigan e Nova York – devem utilizar o novo Ford Mustang Mach-e. E, equiparando com Dubai, que é onde se tem o departamento de polícia mais famoso do mundo, é uma estratégia realmente de excelente eficiência, optando por um veículo de grande desempenho. Por exemplo, para se ter uma ideia, o modelo possui funcionamento 100% elétrico com zero emissões. Ou seja, a estratégia é justamente eletrificar as frotas das cidades para romper cada vez sua dependência por combustíveis fósseis. E a meta é combater a crise climática com a troca dessa frota veicular até 2035!

Só a polícia de Nova York deve receber, por agora, 184 unidades da Ford. Mas ainda será preciso de mais de seis mil para que a frota fique 100% elétrica dentro desse prazo desejado. E junto do Mustang Mach-e, outra versão da marca também é solicitada, que é o Mach-E GT – com excelente potência, além de autonomia de 435 km -, fora o modelo Tesla Model 3, da concorrente. Lembrando que, para que esse plano ecológico dê realmente certo, é necessário mais. Por isso é que, no momento, estão sendo instalados 103 novos carregadores rápidos para atender tais modelos.

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Imagem reproduzida de PlanetCarsZ

Veja Também: Conheça detalhes do design do novo Ford Bronco Raptor, com lançamento para março de 2022


Fontes: Planet Cars Z.

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Graças às novas tecnologias, hoje podemos levar nossos equipamentos de trabalho para onde quisermos. Enfim, é possível trabalhar no escritório, mas também no shopping, no parque e em vários outros locais. Aliás, isso salvou muita gente durante a pandemia, pois permitiu que diversos profissionais pudessem exercer parte de suas atividades em regime de home office, fazendo a economia global se manter ativa.

E se pudéssemos levar não só notebooks, tablets e celulares por aí, mas toda a nossa estação de trabalho? Esse é o conceito do Delopod, um protótipo de design de cabine de trabalho, desmontável e com cancelamento de som. Talvez seja a versão híbrida de escritório mais incrível que você vai conhecer! Não é bem o retorno de um ambiente físico que todos esperam neste momento, mas a garantia de um espaço privado, moderno e confortável. E a melhor parte é que o usuário pode levar a sua estação o mais perto possível da antiga sede, ainda mantendo o isolamento social.

Então, o Delopod é um espaço seguro, sem barulho, sem riscos e sem caos; perfeito para manter a concentração e o foco nas tarefas. Ele pode ser montado e desmontado facilmente. Quando pronto, conta com escrivaninha, prateleiras, luzes, tomadas e até alto-falantes com bluetooth. Basta o usuário entrar e personalizar o seu novo e pequeno espaço de trabalho.

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Imagem reproduzida de designboom
estação de trabalho
Imagem reproduzida de revistapegn.globo
estação de trabalho
Imagem reproduzida de designboom

Fontes: Globo.

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ATUALIZAÇÃO: Dia 21 de março de 2022, Petrópolis sofreu com fortes chuvas e existe a previsão para mais dias de chuva ainda nesta semana. Então, todos os eventos narrados a seguir podem lamentavelmente se repetir!


“Aqui trabalho melhor que no Rio apesar dos dois passeios que faço todos os dias.” – D. Pedro II, se referindo à Petrópolis.

Infelizmente, no último dia 15 de fevereiro de 2022, o Brasil assistiu, através das mídias, os relatos de pessoas que enfrentavam uma grave enchente na cidade histórica de Petrópolis, na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O antigo local de refúgio da Família Imperial Brasileira amanheceu, no dia seguinte, apresentando um verdadeiro cenário de guerra, com morros despencados, carros pendurados em postes, muito entulho e sujeira. Triste demais ver o desespero de uma população que perdeu amigos e familiares, além dos muitos que ficaram sem os seus patrimônios. Certamente, o trabalho de reconstrução levará meses, embora algumas coisas jamais serão recuperadas.

enchentes - Petrópolis
Foto aérea de local de deslizamento em Petrópolis, registro feito em 16 de fevereiro de 2022 – Imagem reproduzida de UOL

Situação no Centro Histórico de Petrópolis

Por exemplo – claro que muito menos importante diante das perdas de vidas humanas -, pontos turísticos da cidade foram gravemente afetados, como a propriedade da Casa da Princesa Isabel, que teve até um muro tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico completamente afetado. Toda a área do Centro Histórico virou um grande lamaçal a céu aberto. Diversos casarões antigos tiveram seus subsolos inundados e por pouco a altura da água não atingiu os andares principais. A correria foi grande para salvar arquivos da memória da nossa nação!

Relatos desde os tempos do Imperador

Mas está enganado quem pensa que esse problema das enchentes em Petrópolis é novo. A única diferença da situação atual para os tempos do Imperador Dom Pedro II são as proporções do estrago. Desde a época dele, as pessoas já reclamavam das ações do poder público no enfrentamento desses desastres ambientais. Inclusive, parte da receita do monarca ia para o reflorestamento de áreas da cidade, visando evitar possíveis desmoronamentos. Só que na noite de ontem, ele, representado por sua estátua na esquina do Museu Imperial, na praça que leva justamente o seu nome, olhava com olhar triste e contemplativo para a destruição ao redor e até em direção ao Morro da Oficina, onde se encontravam a maior parte das vítimas.

“Ontem de noite houve grande enchente. Subiu três palmos acima da parte da Rua do Imperador do lado da Renânia; acordou o Câmara (sic), e um homem caiu no canal, devendo a vida a saber nadar e aos socorros que lhe prestaram. Conversei hoje com o engenheiro do distrito; pouco se fez do ano passado para cá. Os estragos que fez a enchente levaram 2 meses a reparar, segundo me disse o engenheiro. Falei-lhe sobre a vantagem de introduzir na colônia a cultura da amoreira e criação do bicho-da-seda.” – trecho de diário de viagens de Dom Pedro II, datado de 5 de janeiro de 1862.

enchentes - Petrópolis
Imagem reproduzida de O Globo
enchentes - Petrópolis
Imagem reproduzida de Sou Petrópolis
enchentes - Petrópolis
Imagem reproduzida de A Tribuna RJ

Perspectivas para o futuro do Brasil

Portanto, há pelo menos mais de 150 anos Petrópolis sente a fúria das águas. Alguns alegam que as coisas pioraram ainda mais com as recentes alterações de planejamento urbano ou pela ocupação irregular de solo urbano. O fato é que cenas como essas, com carros e corpos flutuando, ninguém mais deseja assistir. Vivemos de promessas constantes de um futuro melhor para o país desde os tempos do Imperador. E, de lá para cá, as recomendações de nosso especialistas parece que nunca foram respeitadas e postas em prática.

Está na hora de todos nós nos unirmos para agir e pensar melhor as nossas cidades e áreas verdes do Brasil, para que tragédias como estas não voltem a se repetir. Ignorar e deixar de atuar nesses problemas é a economia mais burra que fazemos e que devemos evitar, já!


Fontes: História do Brasil em Instagram, Yahoo, Sou Petrópolis, O Globo.

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Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Estamos vivendo, mais uma vez, uma fase bastante delicada da história da humanidade, com russos e norte-americanos falando em conflitos. No meio disso tudo, pesquisas bem ousadas avançam cada vez mais! Mas será que tudo que a ciência e engenharia descobre é para o mal? Claro que não! Por exemplo, o que você pensa quando falamos em energia nuclear? Pois, recentemente, os pesquisadores conseguiram alcançar um estágio novo de fusão nuclear, chamado “plasma em chamas“. Saiba mais sobre isso no texto a seguir!

Para que serviria o “plasma em chamas”?

Bem, a ideia dos pesquisadores era quebrar a energia de fusão para conseguir uma fonte ILIMITADA de energia; e a melhor parte é que ela ainda seria uma energia LIMPA. Isso foi obtido a partir de experimentos realizados dentro do National Ignition Facility (NIF), na Califórnia – algo que foi descrito em artigos publicados na revista acadêmica Nature. E, sim, esse é um marco muito importante para a humanidade!

Para se ter uma ideia, em tentativas anteriores, a ação foi limitada por desafios de controle. Contudo, para o novo projeto experimental, foram usadas cápsulas que são capazes de duas coisas: conter mais combustível e absorver mais energia enquanto contém o plasma. Agora, o objetivo é alcançar a ignição e produção de energia verdadeiramente sustentável! E por que isso ainda não foi obtido? Pois a energia liberada através das reações de fusão excede a fornecida ao combustível pelo laser. Que laser? Veja no próximo tópico!

Energia Nuclear: americanos conseguem atingir estágio de "plasma em chamas" em experimento
Imagem reproduzida de Lawrence Livermore National Laboratory

Veja Também: Engenheiros enviam cão robô Spot para monitorar Usina Nuclear de Chernoby

Em que estágio acontece a fusão nuclear?

A fusão nuclear chamada de “plasma em chamas” acontece quando há reações de fusão que se tornam a fonte dominante de aquecimento no processo, em vez de energia introduzida de fora. A energia resultante depende de processo de fissão, onde um elemento químico pesado é dividido para produzir outros mais leves. Por fim, a fusão funciona combinando dois elementos leves para fazer um mais pesado. Mas de onde obter mais energia para continuar o processo continuamente? Bem, esse é o ‘X’ da questão!

Por hora, a solução dos pesquisadores é usar feixes deste laser para aquecer e comprimir o combustível de hidrogênio dentro de uma cápsula – do tamanho de um grão de pimenta e contendo deutério e trítio. É isso que acaba por gerar um gás eletricamente carregado chamado plasma, e onde as partículas de elétrons são retiradas dos átomos, deixando as partes conhecidas como núcleos atômicos. Mas a beleza disso tudo é que, realmente, quando as reações de fusão se tornam a fonte dominante de aquecimento no plasma, em vez da energia do laser necessária para iniciar o processo, o calor fornece a energia para ainda mais fusão.

Energia Nuclear: americanos conseguem atingir estágio de "plasma em chamas" em experimento
Imagem reproduzida de SciTechDaily

Agora, nessa última pesquisa, se conseguiu encontrar pela primeira vez um modelo de sistema em que a própria fusão fornece a maior parte do aquecimento!


Fusão nuclear é, basicamente, quando dois ou mais núcleos atômicos se juntam e formam outro núcleo de maior número atômico. Como vimos anteriormente, isso é algo que requer muita energia para acontecer, do mesmo modo que também libera muita energia. É maior ou menos o que acontece com o Sol, por exemplo. Mas transformar a “força” de uma fusão nuclear em fonte de energia segura para comercializar é um grande desafio, como é possível imaginar! Por isso, ao longo dos anos, ainda veremos muitas linhas de pesquisa nesse sentido!


Fontes: Jornal Txopela.

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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Já falamos bastante sobre a ART aqui, no Engenharia 360. Então, por que precisamos falar mais? Porque entender a importância desse documento é essencial tanto para profissionais quanto para seus clientes. Por isso, o tema nunca se esgota! E aqueles que estão vivendo este “mundo das engenharias”, devem ficar ainda mais por dentro do assunto. Afinal, essa obrigatoriedade legal é exigida por normas ou legislações municipal, estadual e federal. Veja no texto a seguir!

Um pouco sobre o que é ART

Se você já aprendeu com o 360 o que é ART, pode pular este tópico do texto. Mas se ainda tem dúvidas, permaneça por aqui!

ART significa, na tradução da sigla, Anotação de Responsabilidade Técnica! Trata-se de um documento que é preenchido dentro do sistema digital CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Trata-se de um registro feito pelos profissionais antes do início de alguma atividade – obra ou prestação de serviço de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia. No texto, ficam descritas informações importantes colocadas em contrato – escrito ou verbal. E isso vai ajudar a definir, mais tarde, em termos legais, os responsáveis técnicos pelas atividades fiscalizadas pelo sistema CONFEA/CREA.

A saber, essa obrigatoriedade é citada na Lei nº 6.496/77 e também em Código de Obras, Decreto de Acessibilidade, Legislação Ambiental, Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, Regulamento do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei de Licitações.

Mas para que serve a ART mesmo?

  • Ajuda a regulamentar o exercício profissional;
  • Ajuda na regularização do órgão;
  • Garante a composição do acervo do quadro técnico;
  • Faz comprovação da capacidade técnico-profissional da pessoa ou empresa contratada;
  • Serve de instrumento de defesa da sociedade;
  • E serve de registro de formalização do compromisso do profissional com a qualidade dos serviços prestados.
CREA | ART
Imagem reproduzida de FECHADO COM A SEGURANÇA em YouTube

E, enfim, quais os tipos de ART oferecidos pelo CREA?

1. ART de obra ou serviço

Esta ART refere-se à execução de obras ou prestação de serviços profissionais referentes à Engenharia, à Agronomia, à Geografia, à Geologia e à Meteorologia, superior pleno e superior tecnológico e nível médio agrícola ou segurança do trabalho – profissões abrangidas pelo Sistema CONFEA/CREA, como dissemos antes.

2. ART de obra ou serviço de rotina – Múltipla

Uma ART que é destinada a vários contratos relacionados à execução de obras ou serviços contínuos, de rotina – por isso o nome. É exemplo o receituário agrônomo ou a inspeção veicular.

3. ART de cargo ou função

Por fim, o registro de obra ou serviço vinculado a cargo, ou função técnica. Isso é exigido, por exemplo, para o desenvolvimento de atividades de pessoas jurídicas ou de funcionários de órgãos públicos, como orçamento, projeto, fiscalização, laudo, entre outras.

A saber, o registro da ART de cargo ou função de profissional integrante do quadro técnico da pessoa jurídica, mesmo de direito público, não exime o registro de ART de execução de obra ou prestação de serviço – específica ou múltipla.


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Fontes: CREA-PR, CREA-RJ.

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