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Implosão do Submarino Titan: Autoridades em Busca de Respostas para a Tragédia

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por Redação 360
| 23/06/2023 | Atualizado em 26/06/2023 3 min
Imagem reproduzida de Hugo Gloss – UOL

Implosão do Submarino Titan: Autoridades em Busca de Respostas para a Tragédia

por Redação 360 | 23/06/2023 | Atualizado em 26/06/2023
Imagem reproduzida de Hugo Gloss – UOL
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O desastre do submarino Titan durante uma expedição aos destroços do Titanic deixou autoridades e especialistas em busca de respostas para essa terrível tragédia. O desaparecimento do submarino foi atribuído à implosão, resultando em um colapso repentino e devastador. Nesse caso, o submarino encontrava-se em uma profundidade impressionante de aproximadamente 3.800 metros, onde a pressão da água atinge níveis extremamente altos.

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Blog Esmael Morais

Agora, esforços estão sendo direcionados para entender as circunstâncias exatas que levaram à implosão do submarino Titan, a fim de evitar futuros acidentes e garantir a segurança nas explorações submarinas. Confira mais informações neste texto do Engenharia 360!

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Qual era o cenário provável no submarino Titan?

O submarino Titan foi construído com materiais como fibra de carbono e titânio. Esses materiais foram escolhidos por sua resistência e durabilidade. No entanto, a combinação desses materiais ainda é pouco estudada em relação ao comportamento sob diferentes pressões.

O cenário provável no submarino Titan é que a estrutura do casco tenha sofrido danos durante as submersões anteriores, acumulando amassados e trincas. Mesmo que o submarino tenha sido dimensionado corretamente para a missão inicial, esses danos podem levar a uma falha estrutural. Um pequeno amassado ou trinca, representando uma pequena porcentagem da superfície do casco, pode comprometer a resistência do submarino e reduzir sua capacidade de operar em profundidades extremas.

É claro que, devido à falta de clareza sobre as circunstâncias exatas do acidente, ainda não é possível determinar com certeza o que causou a implosão no submarino Titan. No entanto, sabe-se que a combinação de danos acumulados na estrutura do casco e a pressão extrema da água provavelmente desempenharam um papel importante no colapso do submarino. Explicamos melhor a seguir!

titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Correio Braziliense
titan - exploração titanic
Imagem reproduzida de Hugo Gloss - UOL

Como a pressão externa afeta um submarino como o Titan em grandes profundidades?

Fato, portanto, que a implosão do submarino Titan foi causada por uma falha catastrófica na câmara de pressão do submersível!

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Os destroços encontrados indicam que a embarcação foi esmagada de fora para dentro devido à pressão na grande profundidade em que se encontrava. Essa pressão em grandes profundidades exerce uma força intensa sobre o casco dos dispositivos, que devem ser projetados para suportá-la. Qualquer pequeno dano na estrutura - trincas ou amassados acumulados ao longo do tempo - podem comprometer sua integridade e reduzir sua capacidade de resistência, com os materiais, se partindo ou ficando retorcidos devido à pressão intensa.

Veja Também: TUDO sobre a Engenharia do Titan, o submersível desaparecido em expedição ao Titanic

Quais serão as consequências para futuras viagens submarinas após esse acidente?

Antes de tudo, vale destacar que a demora em alertar a Guarda Costeira sobre o desaparecimento do submarino Titan não foi explicada até o momento. As autoridades foram informadas do desaparecimento oito horas após o veículo perder contato com a superfície. Os representantes da empresa proprietária do navio se recusaram a explicar os motivos por trás dessa demora e afirmaram que todos os protocolos foram seguidos na missão.

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Agora, a Guarda Costeira americana será responsável pela investigação do acidente. Ainda não há clareza sobre as ações que serão tomadas nesse sentido. No entanto, as consequências para futuras viagens submarinas após esse acidente podem incluir:

  • a criação de novos protocolos de segurança,
  • uma possível reforço na fiscalização desse tipo de atividade,
  • e uma maior atenção à tecnologia e estrutura dos submersíveis utilizados, visando evitar acidentes similares no futuro.

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Fontes: O Globo, Exame,

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Eduardo Mikail

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