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E afinal, como anda mercado de trabalho para o engenheiro na atual crise econômica?

por Fabio Doom | 01/02/2016
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Assim como diversas áreas, a engenharia também é afetada pela crise econômica no Brasil. Segundo uma pesquisa da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em parceria com o Dieese, mais de 50 mil engenheiros ficaram desempregados em 2014, número que cresceu em 2015 e pode aumentar esse ano.
Com o mercado de produção desaquecido, a construção civil envolvida em escândalos e com baixa rentabilidade, ramos específicos são os mais prejudicados, como os setores ligados à obras, metalúrgico, automotivo e óleo e gás. Parte disso se deve aos frequentes escândalos de corrupção que paralisam obras e prendem executivos de grandes empreiteiras, o que gera um efeito dominó na economia e afeta muitos profissionais.
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Segundo especialistas, porém, ainda há vagas para engenheiros no mercado de trabalho. O que ocorre, comum em épocas de crise, são menos oportunidades, grande concorrência e salário pouco atrativo. O mercado em baixa deixa as empresas mais cautelosas, muitas não estão dispostas a arcarem com profissionais de alto nível ou argumentam que estão esperando a crise passar para contratar.
Porém, para não te desanimar, é primordial lembrar que a engenharia, sobretudo a civil, é muito ampla. Áreas como a de Pesquisa e Desenvolvimento, Comercial e Manutenção conseguem se sustentar muito bem mesmo em períodos difíceis; além da Mecatrônica, Elétrica, Química, Computação, entre outras, pois são essenciais para o desenvolvimento tecnológico e necessidades básicas da sociedade.
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Embora o mercado não esteja próspero, o porta voz da FNE afirma que em 2017 novas obras de infraestrutura podem levar vários setores a crescer novamente. O Brasil é um país muito grande e está sempre atraindo muitas empresas e investindo em diversos recursos, tanto em construção quanto transportes e agricultura.
Enquanto isso, os engenheiros, sobretudo os estudantes e recém formados, não devem se acomodar apenas com a graduação. O domínio do inglês é fundamental, além de fazer cursos extracurriculares, ser criativo e estar sempre antenado às novas tecnologias.

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