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Casas com fontes renováveis de energia elétrica quadruplicam no Brasil

por Clara Ribeiro | 03/03/2016
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Está aí uma notícia que surpreende a todos: o número de residências que produzem a própria energia quadruplicou no Brasil em 2015! Apenas entre novembro e dezembro foi registrado o crescimento foi de 73% nos projetos.
Foi um total de 1.307 novas adesões de consumidores ao que é chamada de geração distribuída, quando o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Às adesões, somou-se uma potência instalada de 16,5 megawatts (MW) e totalizou 1.731 instalações.
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Os brasileiros estão apostando mais na energia solar, contabilizando 1.675 adesões. O preço deste tipo de energia varia de R$20 a R$100 mil, dependendo do tamanho da casa. A eólica, é a segunda fonte mais utilizada, porém, o número de instalações ainda é baixo, apenas 33 residências. O custo da energia proveniente dos ventos gira em torno de R$50 mil.
O ranking de Estados que têm optado por fontes renováveis é liderado por Minas Gerais, com 333 conexões. Logo atrás vem o Rio de Janeiro, com 203, e o Rio Grande do Sul, com 186.
Com o intuito de estimular o aumento de usuários de energia renovável no País, o Ministério de Minas e Energia (MME), lançou em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). O Programa prevê 2,7 milhões de unidades consumidoras com energia gerada por elas mesmas, entre residências, comércios, indústrias e o setor agrícola, resultando em 23.500 MW (cerca de 48 TWh produzidos anualmente) de energia limpa, o equivalente à metade da geração anual da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Hoje, para ter acesso à geração distribuída, é necessário apresentar um projeto à distribuidora. Caso seja aceito, o consumidor deverá arcar com os custos dos equipamentos e do novo medidor, responsável por registrar a entrada e a saída de energia.
Fonte: Ministério de Minas e Energia e Aneel

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Clara Ribeiro

Jornalista especializada em arquitetura e engenharia. Ávida consumidora de informação; viciada em produzir conteúdo; amante das letras, das artes e da ciência.

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