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Qual a solução para crise de energia no Brasil? - A reorganização da Cesp

por Redação 360 | 03/11/2021

A Companhia Energética de São Paulo compartilha o seu caso como modelo pensando na questão da transição energética e compra de energia renovável no país!

O Brasil vive hoje uma das piores crises de energia elétrica, em grande parte causada pela crise de energia hídrica – a pior em noventa anos. Empresas e especialistas do ramo passaram a se perguntar qual a solução mais viável que teríamos no momento. Pois bem, a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) traz uma proposta de seus analistas, que é a reorganização do próprio sistema de economia e gestão, visto por muitos como uma boa oportunidade de diversificar as fontes de energia de nosso país. Saiba mais no texto a seguir!

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Imagem reproduzida de CESP

A proposta da CESP para a energia elétrica brasileira

Neste momento, a Cesp está passando por uma fase de diversificação de seus negócios, juntamente com seus maiores parceiros, como grupo Votorantim e CPP Investiments. A sua proposta, diante dos problemas vividos hoje, é reduzir sua exposição à hidrologia e ao fator de escala bruto, além de diminuir a sazonalidade na produção, visto que energia hídrica e eólica são fontes complementares. A ideia é, com isso, que a empresa possa ter uma melhor estrutura de alavancagem, bem como um portfólio mais diversificado, podendo expandir suas operações com melhor governança.

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De fato, a “Nova Cesp” seria muito maior e teria muito mais capacidade para acelerar os seus crescimento, podendo focar melhor na questão da transição energética. Por exemplo, aumentando a demanda pela compra de energia renovável, além da aceleração da abertura do mercado livre no Brasil. Claro que, para isso, precisará receber mais incentivo do governo, lembrando que o próprio valor implícito para os papéis está, hoje, abaixo do consenso de mercado para o valor justo – o que não beneficia os minoritários.

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Imagem reproduzida de CESP

Recomendações do mercado

A saber, hoje as ações da companhia são avaliadas em cerca de 26,37, contra os atuais R$ 24,30; contudo, a nova versão atingiria bilhões (dados divulgados em Valor Investe). Três bancos têm recomendação de compra. O Goldman Sachs vê o preço-alvo em R$ 32, um incremento de 31,7% em relação ao fechamento recente, de R$ 24,30. Já o banco suíço tem preço-alvo de R$ 32,40 por ação PNB, enquanto o Safra estima preço-alvo de R$ 33,50.

E você, o que pensa sobre estas privatizações? De fato, este é um assunto muito complicado! Será mesmo que a única resposta para que o Brasil possa investir mais em energia renovável seria mesmo fugir das manobras do Estado? Diga sua opinião nos comentários!

Veja Também: Energia cara? Usar ou não usar ar condicionado? [melhores soluções de mercado]

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Fontes: Valor Globo.

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