O 3DEXPERIENCE World 2022 começará em breve sob o lema “Imagine tudo o que podemos alcançar juntos”!

Sim, os clientes estão exigindo mais criatividade e eficiência dos fabricantes; e, sim, o desenvolvimento de produtos está ainda mais desafiante e colocando mais pressão sobre todos os engenheiros. Então, a Dassault Systèmes resolveu compartilhar conosco várias informações sobre inovação, ferramentas e sistemas de produtividade para podermos superar estes desafios e atingir os nossos objetivos!

3DEXPERIENCE
Imagem reproduzida de SOLIDWORKS

Local de realização do evento

Infelizmente, por conta da pandemia, e depois de cuidadosa consideração dos organizadores, foi decidido que o evento, mais uma vez, será totalmente virtual. Ele acontecerá entre os dias 7 e 9 de fevereiro de 2022. Portanto, o plano inicial das reuniões presenciais em Atlanta, nos Estados Unidos, se perdeu. Mas, tudo bem, pois a versão virtual do 3DEXPERIENCE World deste ano promete ser incrível também, com conteúdo bastante inspirador, diversas palestras com profissionais experientes e outras apresentações maravilhosas.

Oportunidades e programação

Este evento deve reunir – em plataforma online disponibilizada pela própria Dassault Systèmes – designers, engenheiros, gerentes e parceiros para discutir ideias, tendências e a tecnologia que molda o futuro do design de produtos de uma ampla variedade de indústrias. Dá até para fazer um networking e desenvolver novas ideias. Os encontros serão em painéis, sessões e workshops. O tema central será “conduzir e implementar de forma colaborativa ideias inovadoras para moldar o mundo”, dividido nas categorias design e engenharia, simulação, fabricação e produção, gerenciamento de dados e projetos, e gerenciamento de CAD.

O momento mais aguardado do 3DEXPERIENCE World 2022 é a conversa na primeira sessão geral com Bernard Charlès (vice-presidente e CEO da Dassault Systèmes) e Gian Paolo Bassi (CEO da SOLIDWORKS) com o astrofísico Hakeem Oluseyi (doutor e ex-chefe de educação em ciências espaciais da NASA). Outros palestrantes que darão a sua contribuição no evento serão Leigh Christie (co-fundador da MistyWest), Joseph Lacey (engenheiro líder da GE Healthcare), Marc McCauley (CEO do Center for Advanced Design (CAD) e Bruce Blickford ( Vice-presidente em sistemas STARC).

Saiba mais informações sobre esta conferência virtual em www.3dexperienceworld.com.

E continue acompanhando o Engenharia 360! Nos próximos dias, lançaremos bastante conteúdo sobre o 3DEXPERIENCE World 2022 contanto tudo de mais especial compartilhado no evento!


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Engenharia 360

Redação 360

Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.

Quando uma empresa pensa em criar um novo produto, ela deve focar não apenas em desenvolver um projeto atraente, que dê alto retorno financeiro. O lado do cliente também é importante! E o que ele deseja é viver uma boa experiência e ter emoções positivas com esta compra. Daí vem a obrigação dos empresários de buscar entender seus clientes e de ter perspicácia para abordar problemas relacionados ao que o próprio mercado exige, como apresentar soluções mais inteligentes e sustentáveis. Isso é Engenharia – e ela pode ser feita dentro do CATIA (ver a seguir)!

Aliás, sabia que o design de produtos pode mudar o comportamento das pessoas, tipo ações de compra e até consumo? Ou seja, você, como projetista, pode atrair todo o tipo de clientes para os seus projetos. Então, diga: gostaria de focar em qual perfil?

Novas ferramentas digitais

Pode-se dizer que, basicamente, é impossível os profissionais da área da Engenharia conseguirem, hoje, sem ajuda, desenvolver projetos neste nível de qualidade como descrevemos antes. Para isso, eles podem contar com ferramentas digitais. E a maioria daquelas que existem hoje no mercado apresentam um impressionante valor agregado. Elas permitem facilmente que os engenheiros e outros projetistas consigam realizar trabalhos ricos de detalhes, precisão e confiabilidade, inclusive baseados em simulações 3D. Veja um exemplo a seguir!

3dEXPERIENCE
Imagem reproduzida de Leander Borges em YouTube

Conhecendo o CATIA

Aqui, no Engenharia 360, já citamos várias vezes as vantagens da plataforma 3DEXPERIENCE desenvolvida pela francesa Dassault Systèmes. Pois bem, existe um produto que podemos testar dentro dessa plataforma, que é o CATIA. Muito mais que uma ferramenta CAD 3D, trata-se de um software para projetos de Engenharia pensado para auxiliar os desenvolvedores de modelos de produtos 3D e inovação.

3dEXPERIENCE
Imagem reproduzida de Süleyman Murat AK em YouTube

Usos em Engenharia

O CATIA é usado por importantes organizações para o desenvolvimento de produtos de uso cotidiano ou que atendem necessidades específicas da indústria. Por exemplo, na área de Engenharia de Sistemas e Computação, Mecânica, Modelagem de Superfícies, equipamentos e sistemas de tubulações, de elétricos, e mais.

Vale dizer que o CATIA, conectado à plataforma 3DEXPERIENCE, fornece um ambiente para projeto colaborativo – em design social, com fonte acessada por meio de painéis 3D -, além de uma experiência intuitiva em simulação. Também que é facilmente integrada com produtos e processos existentes. Isso permite que várias disciplinas aproveitem aplicativos especializados poderosos e integrados em todas as fases do processo de desenvolvimento do produto.

A saber, uma das simulações possíveis dentro do CATIA é pelo Método de Elementos Finitos para cálculos estruturais.

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Imagem reproduzida de Dassault Systèmes CATIA – AMD
3dEXPERIENCE
Imagem reproduzida de T-Systems

Diferencial

Um dos recursos mais incríveis do CATIA inclui esforços naturais 3D, divisão e modelagem de superfícies, engenharia reversa e impressão 3D. Os usuários não vão apenas desenhar produtos, mas testá-los dentro do contexto que será utilizado na vida real. Esse modo de pensar e projetar é revolucionário e traz uma vantagem competitiva para as empresas dentro da Indústria Atual e Indústria 4.0.


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Engenharia 360

Redação 360

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O chuveiro é um objeto ligado a um ponto de utilização de uma rede hidráulica. Ele é geralmente localizado em banheiros, tendo como finalidade auxiliar na higiene pessoal. Nos chuveiros elétricos, a resistência elétrica interna é quem faz o papel de aquecer a água instantaneamente quando passa por ela. Mas, afinal, você sabe como funciona a resistência de um chuveiro?

Na atualidade, existem diversos modelos de chuveiros que atendem diferentes funcionalidades. O elétrico é bastante difundido no Brasil, devido a praticidade na instalação sem necessidade de utilizar diferentes tubulações de água ou gás, ligando-o somente ao circuito elétrico.

O princípio da resistência elétrica

A resistência elétrica é uma peça formada de condutor metálico e que está interligada ao sistema elétrico de um equipamento, tendo a função de transformar energia elétrica em energia térmica (calor), de acordo com o Efeito Joule.

Confira: Banheiro moderno – 10 dicas de como projetar! Confira!

Pelo princípio da física, os condutores têm facilidade em movimentar cargas elétricas em seu interior por possuírem muitos elétrons livres. Assim, quando submetidos a uma diferença de potencial, esses elétrons livres – em movimentação – colidem entre si e com os íons do condutor. Dessa maneira, a quantidade de colisões caracteriza-se pela dificuldade da passagem de corrente pelo condutor. Sendo assim, quanto mais colisões, maior a resistência elétrica – a qual depende diretamente da largura, resistividade e comprimento do condutor, de acordo com a Segunda Lei de Ohm, que estabelece uma equação de relação das características do material, com a sua resistência (R= ρL/A), dado em Ohms (Ω).

Resistência de um chuveiro elétrico
Imagem: vaicomtudo.com

De acordo com a equação, a resistência está diretamente proporcional ao comprimento e inversamente proporcional à área do condutor.

Dessa forma, a resistência elétrica de um chuveiro possui, em seu interior, material condutor com área pequena em formato espiralado, para aumentar seu comprimento e dificultar a passagem de corrente elétrica. Assim, fornecendo uma maior resistência, dissipando mais calor e consequentemente transferindo-o para a água. E isso confirma o princípio do Efeito Joule, definindo assim, o funcionamento da resistência elétrica de um chuveiro.

A saber, igualmente aos chuveiros elétricos, vários aparelhos eletrodomésticos utilizam desse princípio para funcionamento. Por exemplo, forno elétrico, ferro de passar roupas e torradeira são alguns com a utilização de resistores elétricos.

Veja Também: https://engenharia360.com/tomadas-interruptores-e-demais-pontos-de-eletrica/

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Fontes: Mundo Educação; Brasil Escola; Toda Matéria.

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Engenharia 360

Luiz Augusto Queiroz

Engenheiro civil e estudante de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Mato Grosso; pós-graduando em avaliações e perícias.

A necessidade de componentes eletromagnéticos é crescente dentro do mundo das engenharias. Inclusive, hoje em dia, há uma maior pressão para a entrega de certos produtos; e os mesmos, por conta da própria exigência de mercado, necessitam de projetos visionários e ciclos de desenvolvimentos rápidos, mas flexíveis. E é justamente pensando nisso que foram desenvolvidas ferramentas de trabalho como a 3DEXPERIENCE Works Simulation. Saiba mais no texto a seguir!

Qual a contribuição da Engenharia Eletromagnética?

Quem cursou Engenharia Elétrica deve ter tido, com certeza, contato com a Teoria Eletromagnética ou o Eletromagnetismo. Este é um ramo de estudo da Física que analisa os fenômenos da eletricidade e do magnetismo a interação conjunta entre os campos elétrico e magnético. Aliás, lembra das Quatro Equações de Maxwell? Pois tem tudo a ver com isso! E sabe quando você vai utilizar uma coisa dessa? Quando tiver que fazer o projeto de um eletrodoméstico, computador, receptor de TV, rádio, lâmpadas e mais.

3dexperience
Imagem reproduzida de The SOLIDWORKS Blog –

Outros profissionais, como os engenheiros civis, estudam a Teoria Eletromagnética para entender o fenômeno dos relâmpagos. Tem ainda os curiosos em química, biologia e física que vão ter contato com esta disciplina quando estudarem as auroras boreais, arco-íris, coesão de átomos e moléculas que compõem a matéria. E não podemos nos esquecer da boa contribuição que o eletromagnetismo vai dar aos setores de transporte e mobilidade, aeroespacial, defesa, ciências da vida e comunicações, equipamentos médicos, energia renovável, metamateriais, entre outros.

Por que testar esses projetos de componentes eletromagnéticos?

Como dito antes, os componentes eletromagnéticos fazem parte de muitas engenharias e são essenciais para o sucesso de vários produtos inteligentes que são lançados no mercado todos os anos. Mas… é preciso muita confiança de que os mesmos atendem a conformidade e compatibilidade eletromagnética legal. Só que como evitar reformulações e recalls dispendiosos que poderiam comprometer a reputação da empresa? E como identificar e atenuar previamente possíveis problemas – como de EMI da EMC – antes que os projetos sejam lançados para fabricação? Simples, com testes!

3dexperience
Imagem reproduzida de Dassault Systèmes

Dominando as ferramentas corretas, as equipes de projetistas podem reduzir a necessidade de criação de protótipos físicos e aumentar a probabilidade de os produtos desenvolvidos serem certificados logo na primeira tentativa!

Como realizar simulações eletromagnéticas?

Para realizar uma simulação de campo eletromagnético pode-se usar sistemas como da plataforma 3DEXPERIENCE, por exemplo. Com ela é possível se chegar a uma verdadeira abordagem de simulação multifísica 3D. Inclusive, existe uma versão especial dela para isso, que é a 3DEXPERIENCE Works Simulation, com alto desempenho. Ela apresenta recursos habilitados para nuvem; função CST Studio Suite para uma simulação rápida e eficaz, e orientação de projeto de dispositivos eletromecânicos PCBs e antenas em ambiente multifísico; ferramentas para colaboração em equipe; e ferramentas para associação de dados com SolidWorks CAD.

3dexperience
Imagem reproduzida de SOLIDWORKS

Veja Também: Série Grandes Matemáticos – quem foi Gauss?


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Engenharia 360

Redação 360

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Desenhos profissionais são feitos para um determinado fim, não é mesmo? Só que, para que outras pessoas entendam e possam executar o que está descrito nestes desenhos, é preciso que os projetistas sigam sempre uma mesma linguagem universal. Em duas dimensões isso fica muito mais fácil de se fazer, claro. Assim, fica mais fácil converter os projetos para modelos 3D, com pouco ou nenhum esforço. Mas este é um desafio que se consegue superar quando utilizamos ferramentas como a SolidWorks MBD (Model-Based Definition), por exemplo.

MBD
Imagem reproduzida de SOLIDWORKS

O que é SolidWorks MBD?

Sim, o conceito de Model Bases Definition (MBD) é novo. Agora, conceitos gerais de Engenharia subjacentes de tolerância geométrica não são. Por isso, ferramentas como a Solidworks já são há bastante tempo utilizadas por grandes empresas de vasta experiência. Inclusive, existe a versão SolidWorks MBD, que é a solução perfeita de manufatura, completa e integrada, que fornece grandes benefícios para economia de tempo e custo, além de melhora da qualidade no processo de modelagem 3D.

Alguns projetistas ainda preferem continuar realizando produções em papel. Mas isso, por conta da demanda atual, não passa das primeiras etapas do projeto. Depois, é preciso utilizar as novas tecnologias, inclusive para a integração de comunicação de dados inclusiva PMI 3D – pensando na produção baseada em método drawingless. Mas você também deve estar se perguntando o que tem de diferente o SolidWorks MBD do SolidWords CAD. Bem, na verdade, há muita coisa semelhante entre as duas ferramentas. Mas a versão MBD foca mais no modelo original em que estamos trabalhando. Veja a seguir!

MBD
Imagem reproduzida de The SOLIDWORKS Blog –

Soluções inteligentes

Sabe aqueles processos demorados baseados em desenho 2D? Podemos eliminar potenciais problemas através de uma comunicação de informações sobre produto e fabricação, ou seja, PMI ou ‘product and manufacturing information’ através do SolidWorks MBD. Nesse caso, os dados 3D saem de maneira clara e estruturada. É possível ainda fazer a personalização de templates, reutilização e compartilhamento de dados com setores internos e externos, anotações 3D, e criação de formatos de arquivos padrão que podem ser acessados em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

Vantagens para as empresas

Afinal, por que escolher o SolidWorks MBD mesmo? Bem, para obter economias em várias áreas da produção, como erros de fabricação, desperdícios e custos com retrabalho ou aquisição de peças dobradas. Também é possível definir e organizar melhor as dimensões 3D, lista de materiais e mais dos projetos pensando na manufatura, solicitação de cotações e relatórios de inspeções.

MBD
Imagem reproduzida de MySolidWorks

Como funciona e o que se pode fazer com o SolidWorks MBD?

  • Quer definir anotações 3D? No SolidWorks MBD, é possível exibir ou ocultar as anotações automaticamente conforme o modelo gira. Também capturar configurações, comparar diferenças de anotações entre as vistas e reutilizar as visualizações 3D, como vistas de desenhos 2D, quando necessário.
  • É possível fazer exportação do arquivo em PDF 3D, publicar tabelas de notas e listas de materiais, anexar documentos na publicação, inclusive arquivos STEP242 – em padrões universais de arquivamento e recuperação – ao invés de recriar geometria CAD em outro programa.
  • Com o SolidWorks MBD também pode-se gerar arquivos eDrawings diretamente com anotações legíveis por softwares específicos.
  • Ou ainda conduzir aplicativos integrados automaticamente, como programação CAM e CMM e fazer anotações 3D.

Sim, o recurso mais importante do SolidWorks MBD é mesmo a capacidade de criar vistas 3D. E para essa criação basta fazer a seleção de anotações específicas, orientar o modelo em viewport e selecionar ‘Capture 3D View’. O mesmo processo permite a captura de várias visualizações, facilitando os dados de PMI de forma mais clara e eficiente. Aliás, é oferecido também um editor de modelos de PDF 3D, para que o projetista consiga criar o seu próprio estilo de desenho, consumido até mesmo em Adobe Reader.


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Engenharia 360

Redação 360

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No começo deste ano, o Engenharia 360 ajudou na divulgação da edição da Shell Eco-marathon 2022. Na oportunidade, compartilhamos com o público o desejo da indústria automotiva de transformar sua produção, conduta e ações para que o mundo se torne um lugar melhor para vivermos. E não podemos nos esquecer de citar a equipe vencedora de 2021, formada por um grupo de estudantes do Brasil – a Equipe Eco IME Racing, do Rio de Janeiro -, que ajudou a apresentar soluções de mobilidade sustentáveis.

Movimentos gigantescos assim, entre empresas e universidades, visam definir um futuro diferente para todos! De fato, não podemos continuar realizando as coisas do mesmo jeito. E sabe por quê? Porque os recursos do nosso planeta são finitos! A vida é finita! E se queremos que ela dure mais tempo, se desejamos que nossa raça se perpetue, se temos ainda algum respeito pelo meio ambiente ao nosso redor, precisamos mudar tudo! Por exemplo, poupando combustível, além de apostar em energias renováveis, materiais ecológicos e sistemas mais eficientes.

Mudanças previstas pela Indústria Automotiva

Econômica

Olha que interessante, recentemente, rodou na mídia a notícia de que estimam que os postos com carregadores para veículos elétricos estão muito perto de serem MAIS LUCRATIVOS do que os tradicionais postos com bombas de combustível de gasolina e diesel. Mas, será? Bem, isso é o que disse a British Petroleum. Inclusive, a empresa garante que essa transição será percebida até 2025, pois a demanda está aumentando e, em resposta, mais investimentos em infraestrutura estão sendo feitos.

sustentabilidade e meio ambiente | engenharia automotiva
Imagem reproduzida de EcoWatch

Por falar nisso, a Shell está, neste momento, investindo pesado na sua rede de carregamento. A meta é atingir a marca de 500.000 pontos de recarga globalmente até 2025. No Brasil, a Shell pretende implementar uma rede de eletropostos de recarga rápida Shell Recharge, para atender aos veículos elétricos ID.3 e ID.4 da Volkswagen, que já apresentamos também aqui, no 360. De início, serão implantadas redes no estado de São Paulo – postos na capital e principais rodovias de acesso.

sustentabilidade e meio ambiente
Imagem reproduzida de Shell Pakistan

De design

Mais uma boa novidade que saiu nas mídias nesta semana é a construção de uma nova fábrica de baterias para veículos elétricos da Britishvolt no Reino Unido, com produção prevista a partir de 2024. A meta da empresa é fabricar 300 mil baterias por ano até 2028. E há duas razões para isso. A primeira delas é o interesse de marcas esportivas em serem futuros clientes, como a Lotus. Segundo, por que o país teria assinado uma proibição de produção de veículos a combustão a partir de 2030.

sustentabilidade e meio ambiente
Imagem reproduzida de AutoPapo

Claro que a Britishvolt não está enganada em pensar assim! Olha só, a Jaguar Land Rover, que pertence à empresa indiana Tata Motors, deve ser totalmente elétrica a partir de 2025, alterando a sua linha e apresentando modelos elétricos até 2030. E também tem a Ford, que já revelou o desenvolvimento de duas plataformas de veículos elétricos – pensando em arquiteturas para componentes de chassis compartilhados, motores elétricos e baterias; e também tem planos para investir bilhões até 2025 na eletrificação de seus veículos – sendo previstas apresentações de menos três picapes elétricas, vans e SUVs maiores, incluindo a segunda geração da Ford F-150 Lightning e Mustang Mach-E em meados da década. E por que tudo isso? Para alcançar a neutralidade de carbono até 2030 ou 2050!

sustentabilidade e meio ambiente
Imagem reproduzida de Webmotors

Ambiental

Vamos falar agora de outras ações realizadas pela montadora Toyota. A cada cinco anos, ela divulga um novo plano visando mudar as suas políticas para amenizar o impacto contra o meio ambiente, assumindo compromissos e dizendo como pretende superar desafios. Desde 2021, o objetivo é reduzir o consumo de água e as emissões de gases poluentes, como CO2. E como a marca pretende fazer isso? Bem, por exemplo, aumentando as vendas de modelos eletrificados no Brasil, chegando a 166 mil automóveis híbridos comercializados até 2025. A Toyota também deseja diminuir o consumo de água em 35% em cada automóvel produzido. Por fim, ter até 2025 um projeto completo para desmontagem e reciclagem de veículos.

sustentabilidade e meio ambiente
Imagem reproduzida de Motor 24

Então, o que você acha destas ideias? Será mesmo que as empresas fabricantes de veículos, baterias, combustíveis e eletricidade estão prontas para tantas mudanças – que precisam ser feitas quanto antes? Escreva nos comentários a sua opinião!


Fontes: Auto Entusiastas, UOL, Garagem 360, Automotive Business, Tribuna do Norte, Valor – Globo, Money Times, Yahoo, CNN Brasil, Yahoo 2, UOL 2.

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Engenharia 360

Redação 360

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Projetar é algo que pode ser uma exigência do nosso trabalho, mas também pode ser um hobby que mantemos em nosso dia a dia. Mas, em ambos os casos, é mais legal ainda quando podemos contar com uma ferramenta totalmente on-line que nos permita acessar um navegador da Web – e ainda sem precisar fazer download – que dá acesso a comunidades de fab labs, makerpaces, influenciadores e mais de todo o mundo. Esta conexão é essencial para compartilharmos e recebermos também designs, ideias e conhecimentos! E justamente a Dassault Systèmes trabalha com algumas excelentes ferramentas de modelagem Computer Aided Design (CAD), que você deve conhecer. Elas são intuitivas e conectadas à nuvem. É esse o tipo de coisa que facilita os profissionais projetarem bastante e melhor, fazendo coisas maravilhosas para deixar a nossa vida mais incrível possível! Quer obter mais informações sobre isso? Então, leia o texto a seguir!

Modelagem em CAD
Imagem reproduzida de Hawk Ridge Systems

SolidWorks CAD

Se você precisar de uma ferramenta de modelagem paramétrica power, que tenha interface de usuário e recursos simples que façam sentido com o seu trabalho ou hobby, sabe qual pode utilizar? Sim, o SolidWorks é também para quem projeta por diversão! Mas, ao mesmo tempo, é para investidores, designers, engenheiros, artistas e mais. E o sistema deste software conta com os mesmos aplicativos digitais usados por profissionais de grandes empresas para seu fluxo de trabalho.

E o que fazer com o SolidWorks? Visualizar maquetes eletrônicas, fazer conexões para compra de materiais, buscas de soluções de novas habilidades ou serviços para tornar seu projeto mais rico e bem detalhado. Lembrando que você pode instalar esse sistema localmente em seu computador. Depois, para completar, salvar os dados do arquivo de projeto gerado na plataforma 3DEXPERIENCE, também fornecida pela Dassault Systèmes.

Modelagem em CAD
Imagem reproduzida de SSAB

Claro, você pode estar se perguntando neste momento qual a diferença percebida entre o SolidWorks Desktop e o 3DEXPERIENCE SolidWorks. Bem, é claro que o SolidWorks Professional para desktop é importante referência no setor. E a experiência 3D tem as mesmas funcionalidades, recursos e ferramentas incríveis. A questão é que um aproveita o gerenciamento de dados na nuvem segura e o outro já está na nuvem. Contudo, muitos produtos comerciais e suplementos NÃO são incluídos na versão 3D.

3DEXPERIENCE SolidWorks for Maker

Então, a Dassault Systèmes afirma que o 3DEXPERIENCE SolidWorks for Makers destina-se a projetos pessoais e uso não comercial. Você pode fazer seus desenhos, então, em qualquer lugar com as soluções de design online. São elas:

  • 3D Creator – aplicativo intuitivo de modelagem usando inteligência artificial, baseado em nuvem e que permite designs paramétricos mais precisos.
  • 3D Sculptor – aplicativo também baseado em nuvem, que permite criar formas mais orgânicas em uma espécie de “argila digital”, uma modelagem que é feita com ajuda de pontos de controle push/pull, e o resultado são projetos muito originais.

Relembrando que o acesso a esse ecossistema profissional expandido serve justamente para se conseguir prototipar peças rapidamente – como chapas metálicas, soldas, moldes e componentes variados – ou encontrar serviços de Engenharia online. E, desse jeito, você consegue ter ajuda em tempo real de outros usuários, acessando seus projetos na galeria e ganhando inspirações para próximas tarefas – isso acontece em um ambiente como um feed de notícias que lembra as mídias sociais.

Gostou destas ideias da Dassault Systèmes? Escreva o que achou nos comentários!


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Vamos continuar a longa conversa que tivemos nesta semana sobre tecnologia e inovação. Estes dias são muito especiais, pois antecedem o evento 3DEXPERIENCE, que será mais uma vez, por conta da covid, realizado de modo virtual. Mesmo assim, são reservadas muitas novidades surpreendentes para aqueles que vão acompanhar os três dias de sessões. E um dos assuntos colocados na grade de agendas é ‘Modelagem 3D na Web‘. Trouxemos o tópico para o texto de hoje! Confira!

Por que modelar os projetos de Engenharia em 3D?

Enxergar os projetos apenas em duas dimensões dificulta o esclarecimento de diversas informações sobre o mesmo, tanto para os próprios projetistas quanto para os seus clientes e parceiros. Quando as coisas são colocadas em três dimensões, podemos ter uma noção de como serão depois de serem fabricadas ou construídas. Uma simples ideia modelada em maquete eletrônica pode parecer mais real. Mas, nesse novo olhar, podemos entender também se ela tem chances de dar mesmo certo ou se apresenta deficiências que precisam ser consertadas – por exemplo, lados que não se unem perfeitamente, arestas que não se tocam como deveriam, passagens que não se conectam, e mais.

3D Structure Creator
Imagem reproduzida de My3DEXPERIENCE – Dassault Systèmes

No 3D, também é possível testar texturas e cores. Os novos softwares de modelação ainda permitem simular brilho de acabamento e projeção de sombras. E estes dados são, posteriormente, levados a outros softwares ou plataformas para que possam ser matematicamente analisados. A comparação disso com coeficientes e gráficos faz levantar hipóteses sobre reações de materiais a cargas diversas – como de ventos – ou temperaturas, por exemplo. Tudo isso sem que seja feito nenhum protótipo físico, só virtual!

O que esperar do futuro da modelagem 3D?

Já estamos vivendo, neste momento, uma grande transformação no modo de projetar. Hoje em dia, contamos com duas situações em que praticamente não nos vemos mais voltando atrás aos sistemas antes adotados. Podemos acessar e compartilhar modelos na nuvem. Basta apenas acessar a internet é uma plataforma onde se pode fazer essa transferência de arquivos. Existem também softwares no mercado adaptados a este novo modelo de modelagem, que é o BIM, que permite os engenheiros acompanharem todo o processo de projeto desde a elaboração de conceito até a geração de informações de fabricação.

3D Structure Creator
Imagem reproduzida de My3DEXPERIENCE – Dassault Systèmes

Só que, ao mesmo tempo – e talvez por conta dessas “facilidades” – os engenheiros passaram a ser mais cobrados para que sejam rápidos em suas respostas – até por conta da necessidade de se aumentar a produção para o mercado. Isso, por sua vez, exigiu que os desenvolvedores de programas bolassem sistemas mais intuitivos. E a resposta veio logo, com alternativas que permitem uma criação mais livre de modelos 3D, com quaisquer entidades de esboço, arestas de modelo ou curvas, e funções que executam rapidamente corte em cantos e pontos finais para criar designs precisos e fabricáveis.

E sobre a ferramenta 3D Structure Creator?

Já que tocamos no assunto ‘modelagem’, não poderíamos deixar de citar neste texto a ferramenta para criação de estruturas paramétricas em 3D do SolidWorks utilizando navegador da web, o 3D Structure Creator. Aliás, não se pode esquecer que o mesmo tem o respaldo da plataforma 3DEXPERIENCE para ajudar no gerenciamento seguro de dados baseados em nuvem.

Enfim, com a ferramenta pode gerar várias informações do projeto, inclusive pensando na sua fabricação? Eis o que se pode fazer com a 3D Structure Creator dentro da 3DEXPERIENCE:

  • armazenar e gerenciar arquivos em nuvem;
  • criar membros de estrutura com base em arestas de modelo, elementos de esboço 2D ou curvas;
  • ter sempre disponível uma biblioteca de tipos e tamanhos padrão;
  • aparar facilmente e de modo automático membros nos pontos finais e cantos;
  • gerar lista de corte com base no projeto a ser usado na fabricação das peças;
  • criar perfis de seções personalizadas com base em esboços 2D;
  • e, de quebra, simplificar e aumentar a produtividade com fluxos de trabalho.

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Estamos começando uma nova era para o Brasil, onde o nosso país entra no ranking dos governos que permitem que empresas façam entregas de produtos usando drones. Sim, recentemente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concedeu a primeira autorização para isso – em áreas rurais e urbanas. E a contemplada foi a companhia Speedbird Aero, que poderá utilizar, então, essas aeronaves não tripuladas para fazer tais operações – e o modelo escolhido foi o chamado DLV-1 NEO, para carregar cargas de até 2,5 quilos em um raio de até 3 quilômetros.

aeromodelo
Imagem reproduzida de AEROFLAP

Claro que essa licença está condicionada à:

  • não sobrevoar e manter distância de pessoas;
  • respeitar fontes de interferências eletromagnéticas;
  • e respeitar as alturas máximas e mínimas fixadas pela ANAC.

Nos ensaios que os técnicos farão, serão analisadas algumas características dos aparelhos, como dimensões, sistema operacional, capacidade de bateria, qualidade de GPS, detector de obstáculos e existência de giroscópio. Esse tipo de atenção os portadores de drones para uso recreativo ou de pesquisa também devem ter. Aliás, você está pensando em comprar um drone? Que modelo está pensando em escolher? Trouxemos uma lista com as melhores opções para você em 2022. Confira!

Drones com valor médio de R$ 1.000,00

Fênix Multilaser

aeromodelo
Imagem reproduzida de Kalunga

Aparelho bastante estável e fácil de controlar, pesando só 185 g. Apresenta memória de 32 GB e função FPV, para visualização das gravações em tempo real direto no smartphone. Também tem uma câmera full HD 1080p com 5 MP. E sistema de GPS e GLONASS, para sinal mais contínuo e consistente para decolagens – sendo que a máquina pode alcançar 300 m e 16 minutos de autonomia.

ML2123 – FQ777

aeromodelo
Imagem reproduzida de Carrefour

Mais um modelo de drone de fácil manuseio ou, melhor dizendo, um quadricóptero completo, que pode alcançar 150 m com autonomia de 10 minutos de voo. Possui câmera com resolução HD 720p para qualidade de imagem de 2MP, com função FPV. E o detalhe mais legal do aparelho são suas luzes de LED para auxiliar em voos noturnos.

L900

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Imagem reproduzida de NewCollective

Uma alternativa com ótimo custo-benefício. Pode atingir velocidade máxima de 25 km/h, com autonomia de 25 minutos de voo. E apresenta sistema de segurança, que garante que o drone retorne ao ponto de partida em segurança caso a sua bateria esteja fraca.

Drones acima de R$ 5.000,00

Mavic Air Fly More – DJI

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Imagem reproduzida de Amazon

É outro produto bastante atraente. Possui câmera Ultra HD 4k de 12 MP, taxa de 100 Mbps, alcance de até 10 km, resistência contra ventos de mais de 30 km/h e 3 níveis de velocidades com, no máximo, 68 km/h.

DJI Spark – DJI

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Imagem reproduzida de seuhobby modelismo

Um drone para quem já tem experiência com aeromodelos. Apresenta design portátil e autonomia de até 16 minutos em pleno voo, podendo atingir 50 km/h. Também tem uma câmera full HD 1080p de 12 MP; segurança que evita colisões; e sistema de comandos por gestos.

Drones acima de R$ 10.000,00

Mavic Air Zoom 2 – DJI

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Imagem reproduzida de Amazon

O primeiro drone da nossa lista destinado ao uso profissional, sendo capaz de captar excelentes imagens com resolução ultra HD 4k e 48 MP e vídeos com até 60 quadros por segundo, em amplo alcance e controle mais apurado. Ele pode alcançar 10 km de voo e tem autonomia de bateria para até 34 minutos. Conta com ótima estabilidade, sistema APAS, sensores tridimensionais de voo inteligente, sistema de detecção de obstáculos, controle remoto ergonômico, função FPV, focus track e muito mais.

DJI Phantom 4 Pro V2.0 – DJI

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Imagem reproduzida de Amazon

Tal modelo oferece filmagens ainda mais imersivas e detalhadas, gravações bem nítidas de até 60 fps com taxa de 100 Mbps – o que é perfeito para trabalhos de Engenharia, por exemplo. Tem câmera ultra HD 4k com 20 MP; sensor CMOS de 1”; obturador mecânico para eliminar distorções causadas pelo movimento; bateria com autonomia de até 30 minutos em voo; sistema com três velocidades – chegando até 72 km/h -; e outras funções muito avançadas.

Drones acima de R$20.000

Mavic 2 PRO – DJI

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Imagem reproduzida de Forcedrones

Claro que este drone, pelo valor, é para profissionais. Entra muito bem na categoria de drones para serviços comerciais, como citamos antes. Aliás, hoje, ele é utilizado em agricultura, publicidade e mais. Apresenta uma câmera ultra HD 4k de 20 MP, CMOS de 1” com abertura f/2.8 – f/11 e sistema de cores de 10 bit – inclusive podendo fazer gravações noturnas. Também uma bateria que dura cerca de 31 minutos; sistema operacional que atinge 72 km/h; sistema track 2.0 com reconhecimento tridimensional; hélices retráteis; controle dobrável; e 10 sensores que garantem sua estabilidade.

DJI Inspire 2 – DJI

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Imagem reproduzida de Aerial Shop

Este drone, com resolução 5.2 k, já é até mesmo utilizado por grandes produtores de cinema e TV, pensando nas produções audiovisuais com o drone em movimento. Apresenta sensores de ótima qualidade; processador CineCore 2.0; prevenção de colisões; e inúmeras outras funções. Além disso, tem bateria que dura até 27 minutos, com alcance do voo de até 7 km.

Veja Também: [#incrível] Supermercado dos EUA realiza teste de delivery por drone

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Engenharia 360

Simone Tagliani

Graduada nos cursos de Arquitetura & Urbanismo e Letras Português; técnica em Publicidade; pós-graduada em Artes Visuais, Jornalismo Digital, Marketing Digital, Gestão de Projetos, Transformação Digital e Negócios; e proprietária da empresa Visual Ideias.

Quer ser engenheiro? Consideraria trabalhar com chapas metálicas? Então, as dicas que iremos apresentar neste texto são justamente para você! Logo mais, entre os dias 7 a 9 de fevereiro de 2022, o Engenharia 360 vai acompanhar o 3DEXPERIENCE World 2022. E sabe o que deve acontecer? Compartilharemos com todos os nossos leitores e seguidores as incríveis novidades no mundo da tecnologia e inovação!

Por hora, queremos lembrar quantas vezes comentamos aqui, em nosso site, sobre o software SolidWorks e sobre a plataforma 3DEXPERIENCE. E o que isso tem a ver com este momento do nosso mercado? TUDO! Pois utilizar estes sistemas seria uma boa ajuda num melhor desenvolvimento de produtos, desde o gerenciamento de dados do projeto à produção. E você poderia trabalhar mais rápido, melhor e de uma maneira mais divertida!

Criando projetos com chapas metálicas

3D-SheetMetal-Creator
Imagem reproduzida de SOLIDWORKS

Pode-se fazer tantas coisas com chapas metálicas; talvez nem mesmo seja possível enumerar o número de possibilidades. Por exemplo, para a área da construção civil, tem as calhas, telhas, estruturas para paredes de gesso, ferragens, perfis para conduítes, acessórios diversos, bancadas, revestimentos e mais. Também vemos chapas metálicas sendo usadas na construção de carros, trens, veículos agrícolas, aeronaves e navios; fabricação de móveis, incluindo mobiliário urbano; além de mais itens frutos de outras engenharias.

O interessante é que projetos de itens assim, tão complexos, eram antes feitos à mão, em papel manteiga, por exemplo. E não pense que isso acontecia há séculos atrás. Não! Esta é uma realidade que estudantes de Engenharia aqui do Brasil ainda encontravam nas universidades nos anos 2000. Pense, agora, no salto que demos nos últimos anos. Atualmente, já existem diversos softwares que facilitam a criação de desenhos, quantitativos, simulações – até mesmo em três dimensões -, e mais.

Soluções modernas

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Imagem reproduzida de cadimensions.com

Quais as novidades mais recentes? Bem, primeiro, por certo, o surgimento do conceito de projetar em BIM, onde diversos profissionais podem compartilhar arquivos e contribuir com suas ideias e conhecimento, componentes, montagens e gabinetes simultaneamente e em tempo real. Você pode criar os seus projetos no escritório ou onde for com seu computador; basta estar conectado on-line. E, para finalizar, “jogar” uma cópia disso na nuvem, pensando em acessar mais tarde ou deixar disponível para clientes e parceiros. O que acha?

Uma solução que simplesmente não poderia ser esquecida neste texto é a função ‘3D Sheet Metal Creator‘, uma extensão super intuitiva e poderosa da SolidWorks, baseada em navegador e que pode ser usada dentro da plataforma 3DEXPERIENCE. Ela é bastante fácil de usar. Vem com uma série de recursos de design paramétrico. Mas o que realmente agrada os usuários é o fato de saber que, através do sistema, todos os dados do projeto podem ser “jogados” para a nuvem, sendo armazenados com segurança e, mais tarde, acessados, compartilhados, validados e gerenciados de qualquer dispositivo conectado no seu navegador da web – sem a necessidade de instalação.

Vantagens do 3D Sheet Metal Creator

  • Experiência adaptada aos usuários e focada nas novas necessidades do mercado.
  • Não necessidade de uso de ferramentas CAD.
  • Não necessidade de manutenção de software.
  • Aumento da produtividade usando recursos internos especializados.
  • Geometria de chapas metálicas precisa.
  • Conectividade total com a plataforma 3DEXPERIENCE.
  • Possibilidade de colaboração de dados integrados.
3D-SheetMetal-Creator
Imagem reproduzida de cadimensions.com

Funções dentro da função 3D Sheet Metal Creator

  • Tarefas repetidas podem ser facilmente automatizadas.
  • xSheetMetal, que fornece uma experiência de usuário focada para designers e engenheiros.
  • Biblioteca de Materiais e Aparências – para tentar visualizar o produto acabado.
  • Recursos de equação e funções matemáticas para direcionar dimensões, esboços, parâmetros de chapa metálica, informações de dobra e muito mais, que facilita criação de versões de modelos, limitando erros de reconstrução dispendiosos e eliminando alterações de projeto imprevistas.
  • Rapid 3D, para arrastar seu projeto de chapa metálica usando uma abordagem push-pull para formar o projeto em vez de usar métodos de modelagem tradicionais.
  • Por último, Design Assistant, que usa inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina para ajudar a orientar os usuários e fazer sugestões para concluir as etapas, com base em suas ações anteriores.

Com o 3D SheetMetal Creator, você pode ter seu fluxo de trabalho em Engenharia otimizado e sua carga horária diminuída em horas, logo conseguindo já colocar os produtos desenhados no mercado. A função vai te presentear com mais liberdade de design. É o tipo de recurso que, depois de você usar, sentirá como se não pudesse viver sem ele. Duvida? Então saiba mais no vídeo a seguir:


Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.

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