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Estudante brasileiro ganha prêmio de Engenharia com tese sobre energias renováveis

por Redação 360 | 28/09/2021

Um estudante brasileiro foi premiado nos Estados Unidos por seus estudos na área de energias renováveis, um tema pertinente em tempos de crise energética!

Pode-se dizer que, diante de tantos problemas que a nossa sociedade enfrenta – como pobreza -, chegar ao nível de ensino superior é uma grande conquista. Só isso já valeria um prêmio! Mas tem gente que vai além, muito além. Estuda porque ama, quer fazer a diferença ou sente o chamado de um propósito e vai atrás dos seus objetivos!

Um exemplo inspirador ‘Made in Brazil’

A história contada neste artigo é de um brasileiro, estudante de doutorado na área de Engenharia Elétrica, que se dedicou a estudar um processo em transição que, em breve, todos os países precisarão passar, que é o dos investimentos para matrizes energéticas renováveis.

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Allan Fagner Cupertino, de 29 anos, nascido em Coimbra, Minas Gerais, estudou em escola pública, graduou-se na Universidade Federal de Viçosa e fez seu mestrado na UFMG. Já recebeu duas premiações anteriores em elétrica da UFMG e pela Sociedade Brasileira de Eletrônica de Potência. E agora é premiado simplesmente pela melhor tese do mundo pela pela Applications Society (IAS), do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), nos Estados Unidos. Saiba mais a seguir!

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Imagem reproduzida de Governo Federal

Tema da pesquisa do estudante

O Brasil vive hoje a pior crise energética dos últimos 91 anos! Todos os problemas que enfrentamos agora é só um indicativo de que muitas decisões foram tomadas erroneamente ou estão sendo tomadas atrasadas. Mas, mesmo assim, é preciso continuar investigando e debatendo as tecnologias para geração de energia renovável em nosso país! E Allan elaborou uma pesquisa com o título ‘Modelagem, projeto e estratégias de tolerância a falhas para compensadores estáticos síncronos baseados em conversores modulares multinível’.

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Imagem reproduzida de Arquivo pessoal

Novo sistema

Na opinião do estudante, “Os brasileiros não deveriam pagar tão caro pela energia elétrica, tendo em vista o enorme potencial do país para geração de energia renovável”. Só que os custos para os equipamentos que fariam esta produção no país ainda são muito caros impedindo a ampliação dessa tecnologia em território nacional. Mas é aí que entra a proposta de Allan, com um sistema que reduz perdas do equipamento e aumento da confiança e, consequentemente, diminuição do custo final, com operações de manutenção e mais – ou seja, sendo um ótimo custo-benefício.

“A minha tese não lida diretamente com fonte de energia renovável, mas trata de uma tecnologia muito importante para o desenvolvimento desse mercado. Vamos pensar numa hidrelétrica. Temos a água represada e, se abrirmos mais a comporta, conseguimos gerar mais energia.”

“Na energia solar e eólica, não temos a comporta e não há maneiras de controlar isso [a produção], ficamos à mercê dos fenômenos climáticos. Por esse motivo, quando essa fonte começa a ter uma participação muito grande no sistema elétrico (…).”

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Imagem reproduzida de G1

E você, o que pensa disso? Concorda que devemos investir mais em energia limpa? Por certo, isso poderia garantir a qualidade de vida da população e diminuir os impactos ambientais no Brasil. Mas é claro que, para isso, seria preciso tecnologias que possibilitam estabilizar e melhorar a qualidade de energia frente à intermitência de geração, como afirma o estudante.

Vamos torcer para que mais Allans surjam em nosso país, recebam o verdadeiro incentivo e reconhecimento de seus talentos. Precisamos de mais mentes brilhantes trabalhando pelo Brasil!

Veja Também: Estudante cria fusca movido à base de energia solar e eólica com sucata


Fontes: G1, Correio Brasiliense.

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