Segundo um artigo publicado pela IBM em 2014, todos os dias são criados 2.5 quintilhões bytes de dados e 90% de todos os dados existentes foram criados há aproximadamente dois anos. Como as empresas podem lidar com tamanha complexidade e quantidade de dados, e, principalmente, tirar vantagem disso?

Ao fenômeno da rápida expansão de dados brutos é dado o nome de Big Data. As ferramentas tradicionais de análise de dados não são mais adequadas para lidar com tamanha complexidade e diversidade de fontes – imagens, redes sociais, vídeos, etc -, já que grande parte desses dados, chamados não-estruturados, só poderia ser compreendida através do contexto, ou seja, só poderiam ser interpretados por humanos.
Para tratar apropriadamente esses novos tipos de dados, o Big Data Solutions, um conjunto de soluções tecnológicas está surgindo e precisa ser capaz de lidar com quatro dimensões, que é o que o diferencia da tecnologia da informação tradicional:
- gerenciamento de alto volume de dados;
- velocidade de processamento de dados, pois novos dados chegam constantemente;
- variedade de dados, tanto estruturados quanto não-estruturados;
- validar a veracidade de grandes quantidades de dados;
As Soluções Big Data são, então, complexos processamentos e relacionamentos de dados, análises avançadas e recursos de pesquisa em tempo real; as análises então saem dos laboratórios de pesquisa e são transferidos para os principais processos e funções das empresas, que podem ser beneficiadas das seguintes formas, entre outras:
- Desenvolvendo ampla visão dos seus consumidores;
- Entendendo análises operacionais;
- Analisando informações outrora consideradas inúteis;
- Identificando ameaças, fraudes e outros aspectos relacionados à segurança;
Entende-se então que estamos vivendo uma revolução no modo como os dados são criados e manipulados, onde o Big Data está sendo reconhecido como uma forma de diferenciação, onde as empresas podem adquirir vantagens competitivas através das análises e também responder às demandas e mudanças rapidamente e, sobretudo, corretamente. O que ditará a viabilidade dessas soluções será o custo benefício entre a performance e o custo do sistema.
Fontes: redbook.ibm.com, oglobo.globo.com, ibm.com
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Jéssica Dias
Engenheira de Produção formada pela UENF com mais de três anos de experiência em cadeia de suprimentos (supply chain), passando por funções nas áreas de logística, processos e planejamento de materiais. Apaixonada por tecnologia, leitura, ensinar o que sei e ajudar a outras pessoas a serem melhores em suas carreiras. @engjessicadias