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Conheça Shangai Astronomy Museum, o maior museu de Astronomia do mundo

por Rafael Panteri | 04/01/2022 | Atualizado em 09/05/2022

Shangai, localizada na costa central da China, é a maior cidade do país e núcleo financeiro global. Procurada por turistas, sua arquitetura é dividida entre o passado e o futuro – um lado marcado por edifícios da era colonial e outro por um horizonte futurista. E é na parte moderna que se encontra o maior Museu de Astronomia do mundo, o Shangai Astronomy Museum (SAM).

A Arquitetura planejada do Museu de Astronomia de Shangai

Projetado para refletir as formas e a geometria do Universo, o museu não possui linhas ou ângulos retos. Sua estrutura é composta por três arcos sobrepostos que revelam as dinâmicas do céu e as órbitas dos corpos celestes.

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Museu Shangai
Imagem: Reprodução/Ennead Architects

A ideia inicial para o conceito da obra era incorporar abstratamente, dentro da Arquitetura, algumas das leis fundamentais da Astrofísica, que são regra no espaço. Assim também explicou o designer Thomas J Wong quando disse que “Na medida do possível, queríamos que este edifício ecoasse a essência do universo e não há linhas retas ou ângulos retos no espaço!”, “Uma vez que abraçamos a ideia de um conjunto de formas curvilíneas, capitalizamos todas as oportunidades para torná-la a própria base da construção e da experiência.”.

Experiência do visitante

Em seus 39 mil metros quadrados, o SAM abriga exposições, planetários e até mesmo um telescópio solar de 24 metros de altura. Na entrada principal do museu, os visitantes se deparam com uma abertura circular no teto – chamada de “The Oculus” –, projetada para demonstrar o “passar do tempo”.

À medida que a Terra gira em torno do próprio eixo, a luz se move pelo chão na praça da entrada. Ao meio dia do solstício de verão, este relógio solar projeta sua luz em um círculo completo alinhado com uma plataforma circular.

Shangai
Imagem: Reprodução/Ennead Architects

Outra estrutura que merece destaque é a Cúpula Invertida do SAM, um grande paredão de vidro que fica no alto do prédio, proporcionando aos visitantes uma visão desimpedida do céu. A Cúpula é acesso para uma rampa espiral que orienta o olhar para cima em direção ao ápice da estrutura. Segundo Wong, isto representa a jornada cosmológica proporcionada pelo Museu. “Queremos que as pessoas entendam a natureza especial da Terra como um lugar que hospeda vida, diferente de qualquer outro lugar que conhecemos no universo”, ressalta.

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Shangai
Imagem: Reprodução/Ennead Architects

O museu ainda abriga uma vasta coleção de meteoritos e rochas vindas de Marte, do asteroide Vesta e da Lua. As exposições possuem obras originais de Galileu Galilei, Johannes Kepler, Isaac Newton e outros astrônomos históricos.

E, quando vista do alto, a estrutura do SAM se parece com um astrolábio – uma antiga ferramenta portátil usada para medir a posição dos astros no céu, muito utilizada por navegantes no passado. Entenda melhor através das imagens apresentadas a seguir!

Logo abaixo, você pode conferir um passeio virtual por dentro das estruturas o museu:

Veja também mais algumas imagens do interior do museu:

  • Shangai
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Shangai
Imagem: Reprodução/Ennead Architects

Fontes: CanalTech, FollowTheColour, Ennead

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Rafael Panteri

Estudante de Engenharia Elétrica no Instituto Mauá de Tecnologia. Parte da graduação em Shibaura Institute of Technology - Japão.