Engenharia 360

Popygua: carro brasileiro roda 400 quilômetros com apenas 1 litro de etanol

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por Fabio Doom
| 05/05/2016 | Atualizado em 15/07/2022 2 min

Popygua: carro brasileiro roda 400 quilômetros com apenas 1 litro de etanol

por Fabio Doom | 05/05/2016 | Atualizado em 15/07/2022
Engenharia 360

O que seria da Engenharia se não fossem os projetos ousados, funcionais e cada vez mais pensados em melhorar e otimizar a vida das pessoas, não é mesmo? Foi pensando nisso que 18 estudantes brasileiros criaram o Popygua, o protótipo de um carro supereconômico que roda 400 quilômetros com apenas 1 litro de etanol.

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Estudantes posam ao lado do Popygua, carro com alta eficiência energética

Popygua: é do Brasil!

O projeto, desenvolvido na sede de Pato Branco da Universidade Tecnológica do Paraná, foi feito especialmente para o evento Shell Eco-marathon de abril de 2016, ocorrido em Detroit, nos Estados Unidos.

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O propósito da feira é incentivar jovens a apresentarem soluções práticas de eficiência energética e recursos naturais, considerando bateria, gasolina, diesel, hidrogênio, gás natural e combustíveis alternativos, categoria que os brasileiros participarão.

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O Popygua é uma versão melhorada de um projeto apresentado no ano passado no mesmo evento. Na ocasião, o grupo ficou em segundo lugar na premiação, com a apresentação de um veículo que rodava 316 quilômetros com apenas 1 litro de etanol.

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A primeira versão do Popygua já passou por testes e agora é melhorada e otimizada para ser apresentada no evento norte-americano

Agora, porém, esse novo tipo é mais leve – 13 quilos a menos – inteiramente feito de fibra de carbono e consegue atingir 84 quilômetros a mais que o antecessor. ”A versão anterior era de fibra de vidro. Também fizemos alterações no motor, para alcançar mais eficiência”, revela Mateus Sérgio Rizzi, um dos responsáveis pelo Popygua.

Além disso, o grupo já pensa em ajustes futuros para otimizar o carro ainda mais. ”A maioria das equipes utiliza motores adaptados. Já começamos os estudos para a construção de um nosso. O processo é mais complexo, mas, quando tudo ficar pronto, devemos dar um salto bem significativo”, afirma.
 

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