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Como funciona a gravidade?

por Eduardo Mikail | 19/03/2013
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Você sabe como funciona a gravidade? Existem duas forças da natureza que estão presentes em nossas vidas: a gravidade e o magnetismo. Provavelmente você já deve ter tido ímãs em sua geladeira e sabe que um ímã atrai o metal da geladeira com uma certa quantidade de força. Esta força de atração depende da intensidade do ímã e da distância entre ele e o metal. Você também deve saber que os ímãs possuem dois pólos, o norte e o sul. Ambos os pólos atraem aço ou ferro, o norte atrai o sul e pólos semelhantes se repelem.

Em relação à gravidade, Newton foi o primeiro cientista a estudá-la com seriedade e, assim, desenvolveu a Lei da Gravitação Universal.

Cada partícula de matéria atrai a outra partícula com uma força, que é diretamente proporcional ao produto das suas massas e, inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas.

A fórmula padrão da gravidade é:

Força gravitacional = (G * m1 * m2) / (d2)

Onde G é a constante de gravitação, m1 e m2 são as massas dos dois objetos para os quais você calcula a força e d é a distância entre os centros de gravidade das duas massas.

O valor de G é 6,67 x 10-8 dinas * cm2/gm(ou 6,67 x 10-11 m3/kg*s2 no Sistema Internacional de Unidades). Isso significa que se você colocar dois objetos de 1 grama a 1 centímetro de distância, eles vão se atrair com uma força de 6,67 x 10-8 dinas. Um dina é igual a cerca de 0,001 grama-força. Isso significa que se você tem 1 dina de força disponível, ela pode levantar 0,001 grama no campo gravitacional da Terra. Então, 6,67 x 10-8 dinas é uma força minúscula, mas que quando se lida com corpos gigantesco como a Terra, tem uma massa de 6 x 10 +24 quilogramas, e assim, a força se torna bastante poderosa. Também é interessante saber que cada átomo atrai todos os outros átomos do universo de forma tênue.

Einstein veio depois e redefiniu a gravidade. Então, existem dois modelos: o de Newton e o de Einstein. A teoria gravitacional de Einstein tem características que permitem prever o movimento da luz em torno de objetos de massa muito grande, além de prever outros fenômenos interessantes. De acordo com a Enciclopédia Britânica (em inglês):

A teoria geral da relatividade aponta o problema da gravidade e do movimento não-uniforme (ou acelerado). Em um dos seus experimentos, Einstein mostrou que não é possível distinguir um referencial inercial em um campo gravitacional de um referencial acelerado. Isto quer dizer que um observador, dentro de uma cápsula espacial fechada, que empurra o seu próprio corpo em direção ao assento, não saberia dizer se ele e a cápsula estavam em repouso em relação ao campo gravitacional ou se ele e a cápsula estavam em um movimento acelerado. De acordo com este princípio de equivalência, Einstein mudou para uma interpretação geométrica da gravitação. A presença de massa ou energia concentrada gera uma curvatura local no continuo do espaço-tempo. A curvatura é tão acentuada que as trajetórias inerciais dos corpos não são mais linhas retas, e sim, um tipo de trajetória curva (orbital). Esta aceleração é chamada de gravitação.

Enquanto algumas suposições e simplificações são feitas, as equações de Einstein lidam com a teoria de gravidade de Newton como um subconjunto.

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Eduardo Mikail

Engenheiro Civil, empresário e empreendedor digital. É fundador do Engenharia 360 e sócio-fundador da Bronks content., produtora de conteúdo e projetos digitais. Formado em Engenharia Civil e Administração com especialização em Marketing pela ESPM, já trabalhou em uma das maiores construtoras do país e hoje está à frente da Mikail Arquitetura e Engenharia. Interessado por tecnologia, iGadgets e nas horas vagas curte viagens, música e fotografia. Segue lá no Instagram @eduardomikail

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