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Apple investe em sistema de carregamento sem fio para smartphones

por Fabio Doom | 31/05/2016
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Segundo o site The Verge, a Apple está contratando uma equipe de engenheiros especializados em carregamento sem fio e tecnologia ultrassônica para investir em um sistema que carregue aparelhos à distância, como uma espécie de wireless. Ou seja, a empresa quer que seus próximos lançamentos não necessitem de fio/tomada para manter a bateria funcionando.
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+ Carregamento sem fio: realidade em breve!

O projeto, embora pareça inovador, é muito estudado atualmente, sobretudo pela startup uBeam, grupo no qual foi incorporado pela Apple. A ideia é trazer esse plano para vias comerciais, a fim de possibilitar o carregamento sem fio a grandes distâncias – mesmo porque um dos grandes problemas do iPhone é a bateria, reclamação de grande parte dos usuários.
A empresa de Steve Jobs já pensa há tempos nessa tecnologia, tanto que em 2010 registrou várias patentes e elaborou um um esquema de carregamento wireless para múltiplos aparelhos através de um PC, num processo conhecido como “ressonância por proximidade de campo magnético”.

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Baixa durabilidade da bateria do iPhone é um problema para muitos usuários


Nesse novo esquema, porém, a uBeam pretende utilizar ondas ultrassônicas para gerar energia à distância, possibilitando que seu celular carregue em um procedimento igual à internet sem fio. Interessante, não é? Outras empresas, como a Ossia e a Energous também trabalham no sistema de carregamento sem fio, mas por meio da radiofrequência.
O grupo, é claro, não confirma nada. A assessoria diz apenas que contratações são comuns, já alguns céticos acreditam que os engenheiros possam trabalhar em outros projetos ligados a outros aparelhos, como smartwatches e wearables.
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De acordo com a publicação, o investimento da Apple em pesquisas e desenvolvimento desse plano é de 200 bilhões de dólares. Isso mostra que a Maçã está realmente interessada em criar novos artifícios para continuar à frente da concorrência no mercado de smartphones, ainda mais que a receita de venda de iPhones registrou uma queda recentemente.

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