Engenharia 360

Conhece a Neuroengenharia, especialização dirigida para formados em Ciências da Saúde e Engenharias?

Engenharia 360
por Redação 360
| 10/06/2022 | Atualizado em 17/06/2022 3 min

Conhece a Neuroengenharia, especialização dirigida para formados em Ciências da Saúde e Engenharias?

por Redação 360 | 10/06/2022 | Atualizado em 17/06/2022
Engenharia 360

Hoje, o Engenharia 360 vai lhe apresentar uma direção profissional que muitos dos bacharéis em Engenharia desconhecem que é a Neuroengenharia – também uma opção para graduados nas áreas de Ciências da Saúde. É sua chance de realizar pesquisas, incluindo aplicadas, além de aprofundar conhecimentos – em elevado padrão – de competência científica e técnico-profissional. Saiba mais no texto a seguir!

neuroengenharia
Imagem reproduzida de Universidade Federal de Minas Gerais

Modalidade de curso e onde estudar

Antes de tudo, você precisa saber que Neuroengenharia é estudada à nível de pós-graduação como Mestrado e Doutorado – por vezes, também dentro de programas de Neurociências, Engenharia Elétrica, Engenharia Biomédica e Bioengenharia. O curso costuma durar cerca de dois a quatro anos. Algo assim é hoje ofertado em instituições como o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, UNICAMP, UFMG e UniFesp – São José dos Campos.

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Significado desse conceito

Na verdade, a primeira vez que o mundo ouviu falar nesse termo foi numa publicação de um editorial do Journal of Neural Engineering, em 2007. O documento destacava que ‘Neuroengenharia’ é “um campo interdisciplinar de pesquisa que mobiliza métodos da neurociência e da engenharia para analisar funções do sistema nervoso e desenvolver soluções para problemas associados a limitações neurológicas”.

Explicando melhor, a Neuroengenharia trabalharia com conhecimentos de disciplinas e tecnologias para ajudar o ser humano a melhorar o desempenho ou modificar o seu cérebro ou o funcionamento do sistema nervoso, de modo a contornar problemas de limitações e disfunções associadas a ele.

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Imagem reproduzida de Click Sergipe

Veja Também: Neuroengenheira desenvolve próteses e exoesqueletos destinados às classes C, D e E

A Neuroengenharia, na prática

O engenheiro que trabalha com Neuroengenharia desenvolve tecnologias que ajudam a integrar homens com máquinas. Por exemplo, próteses de braços controlados por pensamento. Sendo assim, vai estudar muita Física, Matemática, Engenharia de Materiais, Engenharia de Computação, e mais, sem contar alguns conceitos de Medicina, como comportamento de neurônios. A coisa mais complexa em suas pesquisas é desvendar como os estímulos elétricos percorrem o cérebro e podem ser traduzidos em movimentos/comandos dos protótipos criados.

“Ainda não é possível simular um ser humano por inteiro devido à complexidade, mas conseguimos replicar alguns circuitos e pequenas redes do cérebro.”, “Esses estudos podem ser usados para melhorar a condição de pessoas que perderam algum membro do corpo ou que sofrem com doenças debilitantes, como o mal de Parkinson.” – Edgard Morya, fisioterapeuta e coordenador de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra.

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Imagem reproduzida de Nossa Ciência

Veja Também: Equipe de design e neurociência cria dispositivo para terceiro polegar humano


Fontes: Instituto Santos Dumont, Wikipedia, SENGE-SC.

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Somos uma equipe de apaixonados por inovação, com “DNA” na Engenharia. Nosso objetivo é mostrar ao mundo a presença e beleza das engenharias em nossas vidas e toda transformação que podem promover na sociedade.

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