O uso de softwares para o desenvolvimento de projetos é uma realidade consolidada na construção civil brasileira. Entre as diversas ferramentas disponíveis, o TQS (Tecnologia, Qualidade e Sistemas) se destaca como uma solução líder e indispensável para engenheiros que buscam elevar o padrão de segurança, eficiência e produtividade em estruturas de concreto armado, protendido e alvenaria estrutural.

Neste artigo do Engenharia 360, exploramos como o TQS transforma o fluxo de trabalho do engenheiro e por que ele é central para a inovação no setor. Confira!

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Imagem divulgação via e-inscricao

O que é o TQS e qual sua importância na Engenharia?

Fundada em 1986, a TQS Informática foi pioneira no desenvolvimento de sistemas de computação gráfica para a construção. O sistema CAD/TQS é uma plataforma integrada que abrange todas as fases de um projeto estrutural: desde a concepção e modelagem 3D até a análise, dimensionamento, detalhamento de armaduras e emissão de plantas finais.

A importância desta ferramenta reside na sua capacidade de lidar com cálculos complexos de forma muito mais rápida e confiável do que os métodos manuais. Baseado no Método dos Elementos Finitos (MEF), o software discretiza estruturas em elementos menores para obter soluções precisas para edifícios de qualquer escala.

Se você quer sair da teoria e aprender a criar projetos estruturais reais no TQS — do lançamento à emissão de plantas — o Curso Básico de TQS do Prof. Rangel Lage é o passo ideal. Com 24h de conteúdo prático e suporte especializado, você aprende a projetar com segurança.

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Imagem reproduzida de site oficial TQS

Quais os principais diferenciais e funcionalidades?

O TQS não é apenas uma “calculadora” de estruturas; é um ecossistema que garante conformidade técnica e agilidade.

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  • Integração BIM: O software permite a exportação de modelos em formato IFC, garantindo que o projeto estrutural converse perfeitamente com a arquitetura e instalações, atendendo às exigências legais modernas.
  • Conformidade normativa: O sistema é constantemente atualizado para seguir as normas brasileiras, como a NBR 6118:2023 (Estruturas de Concreto) e a NBR 6120:2019 (Ações e Cargas).
  • Interação solo-estrutura: Um diferencial que auxilia na elaboração conjunta dos projetos de fundação e superestrutura, otimizando o comportamento real do edifício.
  • Análise de não linearidade: O software considera efeitos como a fissuração do concreto e a não linearidade geométrica (P-Delta), essenciais para a segurança de edifícios altos.

Como funciona o fluxo de projeto no TQS?

Para quem está começando ou deseja otimizar processos, o fluxo básico no software segue estas etapas fundamentais:

  1. Definição do edifício: Determinação do número de pavimentos, materiais e normas aplicáveis.
  2. Lançamento estrutural: Inserção de pilares, vigas e lajes sobre uma máscara de arquitetura (DXF/DWG).
  3. Análise e processamento: O software gera o modelo de pórtico espacial e grelha, identificando erros de consistência.
  4. Dimensionamento e detalhamento: O sistema calcula as armaduras e gera os desenhos detalhados automaticamente.
  5. Extração de quantitativos: Emissão de resumos de aço, concreto e formas para orçamentação.

Dica prática: No Modelador Estrutural, utilize sempre a verificação de consistência em cada pavimento. O software emite alertas em tempo real sobre qualquer desvio da NBR 6118/23, indicando o ponto exato do problema.

Sentindo que o fluxo de projeto é complexo? Sim, mas não precisa quebrar a cabeça sozinho. No treinamento ministrado pelo Prof. Rangel Lage (Mestre pela UNICAMP), por exemplo, você aprende cada um desses módulos (Concepção, Análise e Detalhamento) passo a passo, utilizando a versão estudante gratuita.

Erros comuns e como evitar

esmo com toda a automação, a análise do engenheiro permanece indispensável para validar os dados emitidos.

  • Confiança cega no software: O TQS utiliza modelos elásticos lineares que são aproximações da realidade heterogênea do concreto. Sempre verifique se os esforços fazem sentido físico.
  • Ignorar avisos de erro: O sistema emite alertas sobre estabilidade global e flechas excessivas. Ignorar esses avisos pode comprometer a durabilidade da obra.
  • Dimensionamento econômico excessivo: Alguns critérios de segurança do software podem elevar as cargas acima do mínimo recomendado. O engenheiro deve ajustar os critérios para equilibrar segurança e economia.

Tendências futuras para a Engenharia

O uso do TQS representa um “upgrade” em segurança e produtividade. Com a obrigatoriedade crescente do BIM no Brasil, dominar essa ferramenta não é mais um diferencial, mas um requisito de mercado. O futuro da engenharia estrutural passa pela automação inteligente, onde o software executa o trabalho pesado e o engenheiro foca na concepção e na otimização técnica.

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Imagem reproduzida de site oficial TQS

O futuro da engenharia exige automação e precisão. Para ajudar você a ingressar nesse mercado, o Engenharia 360 selecionou o melhor custo-benefício para sua formação.

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Fontes: Grupo AJ BIM, Revista ft.

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