Imagine largar tudo no Brasil e acordar em Milão, Roma ou Turim com um salário gordo como engenheiro. Parece sonho? Pois um relatório publicado em janeito pelo LinkedIn revela que isso pode se tornar realidade em 2026.
O estudo mapeia as profissões com maior demanda na Itália. Para brasileiros sonhando com intercâmbio ou mudança definitiva, essa é a chance de ouro!
O mercado italiano está “fervendo”. Mais da metade das profissões em alta são STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), exigindo perfis híbridos: técnica afiada mais comunicação e adaptação. Se você é engenheiro no Brasil, de civil a eletricista, prepare o currículo – a Itália quer você agora.

1. Engenheiro de IA
No topo do ranking, o Engenheiro de IA brilha com a maior taxa de crescimento nos últimos três anos. Esses profissionais criam algoritmos e modelos de aprendizado de máquina para turbinar processos empresariais. Pense em otimizar linhas de produção em fábricas de Milão ou sistemas inteligentes em Roma. A demanda explode nos hubs urbanos: Milão é o epicentro da inovação tech, Roma pulsa com startups globais, e Turim atrai com sua herança industrial.
Para brasileiros, isso é porta aberta. Universidades como o Politecnico di Milano oferecem intercâmbios em IA para engenheiros, com bolsas via Erasmus+ ou parcerias com o CNPq. Já pensou em um mestrado lá, saindo direto para uma vaga? O salário médio? Acima de 50 mil euros anuais para iniciantes, segundo tendências LinkedIn. Mas, atenção: as vagas exigem italiano básico e inglês fluente.
2. Diretor de IA
Em segundo, o Diretor de IA integra inteligência artificial às estratégias de negócios. Não é só código: é visão. Empresas italianas buscam engenheiros que traduzam tech em lucro, especialmente em operações logísticas e manufatura. Milão e Turim lideram, com indústrias automotivas como Fiat precisando de experts para automação.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Brasileiros com experiência em projetos de IA no Brasil (pense em Petrobras ou Embraer) se destacam aqui. Intercâmbio? Programas como o da Universidade de Bolonha combinam MBA com engenharia, ideais para quem quer morar e subir rápido. O perfil híbrido manda: some sua expertise técnica a skills de liderança, e a cidadania italiana acelera o visto de trabalho.
3. Especialistas HSE
Terceiro lugar para Especialistas em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (HSE). Empresas italianas priorizam bem-estar e práticas verdes, refletindo leis europeias rígidas. Engenheiros civis ou mecânicos com certificações em segurança veem vagas em Milão, Roma e Gênova – porto industrial que clama por pros em logística sustentável.
Para quem sonha com intercâmbio, isso é perfeito: cursos curtos no Istituto Italiano di Tecnologia preparam em meses. Brasileiros fogem da instabilidade local e caem em um mercado estável, com salários de 40-60 mil euros. Dica: destaque normas NR-10 ou NR-35 no CV – elas equivalem ao HSE italiano.
4. Bioinformática e Engenharia Elétrica
Por fim, os especialistas em Bioinformática misturam biologia, dados e engenharia para pharma em Milão, Roma e Nápoles. Engenheiros de dados ou biomédicos, anote: Itália investe pesado pós-pandemia.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Já Engenheiros Eletricistas surgem como estrelas, com demanda em energias renováveis e smart grids. Turim e Gênova precisam deles para infraestrutura verde. Brasileiros com formação no SENAI ou USP se encaixam perfeitamente – intercâmbios via CAPES levam direto para estágios pagos.
5. Outros destaques
- Consultores de Desenvolvimento de Negócios e Técnicos Comerciais com viés engenheiro.
- Gerentes de Operações e Especialistas em Gerenciamento de Riscos.
Tudo em alta, com foco em Milão (fintech e moda tech), Roma (governo e turismo sustentável) e Turim (auto e aeroespacial).

Por que a Itália é o desejo dos engenheiros brasileiros agora?
O relatório LinkedIn indica que a Itália transforma tech em empregos reais. Diferente do Brasil, com burocracia e recessões cíclicas, lá há estabilidade UE, salários 3x maiores e qualidade de vida top (pasta fresca diária?). Cidades como Milão oferecem redes para imigrantes: comunidades brasileiras crescem, com grupos no LinkedIn para networking.
Mas o pulo do gato é o perfil híbrido. Engenheiros puros não bastam – some comunicação, adaptação e inglês. STEM domina 50%+ das vagas, mas saúde e finanças complementam. Para intercâmbio, mire vistos D para estudo/trabalho; para morar, prove skills via EURES (portal UE de empregos).
Como se preparar para concorrer às vagas
- Atualize o linkedIn: Otimize perfil com keywords como “Engenheiro IA Itália” e conecte com recruiters milaneses.
- Realize cursos rápidos: Plataformas como Coursera (Politecnico di Milano) ou LinkedIn Learning para IA/HSE.
- Planeje um intercâmbio estratégico: Aplique para Erasmus Mundus em engenharia – bolsas cobrem tudo.
- Invista em visto e cidadania: Cheque jus sanguinis para italiano; senão, visto skilled worker via Decreto Flussi.
- Construa sua rede local: Junte-se a “Brasileiros na Itália” no Facebook e feiras como Maker Faire Roma.
A Itália está de portas abertas: Milão quer inovadores para criar o amanhã, Roma busca mentes estratégicas e Turim precisa de engenheiros para impulsionar a indústria. Já pensou em atravessar fronteiras e transformar sua carreira no cenário europeu?
Veja Também: Itália planeja construir a maior ponte suspensa do mundo
Fontes: Italianismo.
Imagens: Todos os Créditos reservados aos respectivos proprietários (sem direitos autorais pretendidos). Caso eventualmente você se considere titular de direitos sobre algumas das imagens em questão, por favor entre em contato com contato@engenharia360.com para que possa ser atribuído o respectivo crédito ou providenciada a sua remoção, conforme o caso.
Comentários
Redação 360
Nossa missão é mostrar a presença das engenharias em nossas vidas e a transformação que promovem, com precisão técnica e clareza.
