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Retomada da Economia no Brasil coloca a engenharia no ranking das profissões mais promissoras da atualidade

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30/08/2018

POR Eduardo Slabocicor Cavalcanti 30/08/2018

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A Engenharia, em suas diferentes vertentes (civil, elétrica, química, de produção, da computação, entre outras), sempre ocupou posição de destaque entre as profissões mais promissoras da humanidade. A sua importância, ao promover a melhoria na qualidade de vida das pessoas, e melhor organizar a vida nos aglomerados urbanos, abre amplos espaços de atuação profissional, com remunerações condizentes à dimensão do trabalho executado.

Segundo levantamento do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), só nos últimos oito anos – ou seja, de 2010 a 2018 – foram registrados 779.448 novos profissionais na área. Com o ingresso a cada ano desta grande quantidade de novos profissionais no mercado, é exigido, cada vez mais, um melhor preparo e visão estratégica dos engenheiros, para agregar valor aos projetos desempenhados.

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O que o mercado exige do engenheiro recém-formado?

O mercado de trabalho atual em engenharia apresenta-se para o recém-formado com uma série de desafios, conjugado com oportunidades. O mercado da construção civil, por exemplo, tem evoluído substancialmente nas últimas duas décadas no Brasil e, com isso, demandado profissionais mais aptos a mudanças, como naturalmente são os perfis dos recém-formados na área.

Vale ressaltar que a construção civil não beneficia exclusivamente os engenheiros civis, visto que os projetos executados demandam a participação de engenheiros habilitados em outras áreas como a engenharia elétrica, de fundações, hídrica, de climatização.

Sempre que se é detectado o aquecimento do mercado imobiliário, por exemplo, todos os segmentos da engenharia são positivamente afetados com a abertura de novos postos de atuação.

A área exige uma postura dinâmica, bastante semelhante à rotina de execução de um grande projeto, onde são assumidos vários desafios, e desempenhadas diversas atividades simultaneamente, com eficiência e economia.


Análise Macroeconômica da Engenharia

No cenário mais amplo, dos grandes empreendimentos, também observamos um movimento expressivo no rumo de ampliação de investimentos governamentais e de parcerias público-privadas.

Prova disso são os atuais leilões de concessão de linhas de transmissão capitaneados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por todo o país, e que tem movimentado cifras bilionárias em torno da melhoria do setor elétrico nacional.

E quem será o responsável por projetar e colocar em prática tais ampliações? Resposta fácil de ser respondida: os engenheiros. Só o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reverteu nos primeiros seis meses de 2018, R$4,08 bilhões para o setor elétrico brasileiro.


Como o engenheiro pode se destacar?

Diferente do que muitos imaginam, neste período de crescimento as ofertas se mostram mais atraentes, e os cargos ainda mais disputados. É exatamente neste momento que o bom profissional precisa demonstrar toda a sua capacidade para reverter a crise em seu benefício.

E as especializações na área têm sido um trunfo a mais para conferir ferramentas de otimização de trabalho, e de tecnologias inovadoras. Para atender de forma mais completa as exigências do mercado, o Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG) oferece 27 especializações na área.

“Ao longo dos últimos anos, tenho visto profissionais com pouca bagagem de mercado, alçarem posições de destaque nos projetos, por se dedicarem à ampliação do conhecimento por meio da especialização”, afirma o coordenador de três especializações na área da Engenharia, Sérgio Botassi.

A importância da especialização como diferencial competitivo na carreira dos engenheiros pode ser sentida ao se analisar que na última década só o IPOG formou mais de 13.300 especialistas na área.

Atualmente, 45 turmas estão em pleno andamento nas 45 unidades do Instituto, distribuídas por todo o país. Ao adotar a metodologia de ensino que prima na teoria aplicada à prática, o IPOG tem conseguido ampla aceitação de seus alunos, que conseguem evoluir simultaneamente conforme avançam no curso.

“Montamos e atualizamos as grades curriculares pensando sempre à frente, nas soluções que o mercado está em vias de demandar. Isso é possível porque nosso corpo docente é, além de estudiosos da área, focado na prática de grandes projetos, no dia a dia. Buscamos agregar novos conhecimentos associados à aplicabilidade, à prática. Gosto de usar o termo pragmatismo, que significa pensar de forma resolutiva. Essa é a essência da engenharia e que procuramos passar nos cursos que coordeno”, analisa Sérgio Botassi


A escolha pela especialização

Para a engenheira da computação, Tatiana da Silva Araújo, optar pela especialização foi o caminho mais seguro ao assumir uma posição de liderança na empresa Oi Telecom, onde atua há 12 anos.

O cargo de chefia trouxe, além dos desafios inerentes à liderança, a oportunidade de atuar em uma área diferente da que vinha se dedicando. Logo, a especialização foi vista como uma oportunidade única de avançar na nova área, com maior segurança e assertividade.

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“Descobri no curso de Gestão da Manutenção a oportunidade perfeita de oferecer um melhor rendimento na nova área de atuação, e de forma mais segura. Hoje na pós consigo entender com mais profundidade os indicadores que a empresa já disponibiliza, e que antes eu não conseguia extrair toda a sua validade”, reflete.

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Sobre o autor:

Sérgio Botassi é doutor em Construção Civil pela UFRGS; Engenheiro Civil e Mestre em Estruturas pela UFES; Consultor em estruturas de concreto e Gestão de riscos pela empresa SBS Consultoria em Engenharia; Perito em obras civis; Engenharia de barragens por Furnas Centrais Elétricas; Experiência em Controle Tecnológico e acompanhamento de obras; Professor de Pós-Graduação desde 2008; Possui mais de 30 artigos nacionais e internacionais publicados na área de construção civil; Coautor de Capítulos de Livro sobre Tecnologia do Concreto pelo IBRACON; Autor do Livro “Fluência do Concreto – Análise nas Primeiras Idades e Efeitos de Adições e Aditivos” pela Editora NEA; Colaborador na segunda edição do Livro Internacional Concreto: Microestrutura, Propriedades e Materiais dos autores Paulo Monteiro e Kumar Mehta. Agraciado com o título de Melhor Tese de Doutorado do Ano de 2011 emitido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

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Eduardo Slabocicor Cavalcanti

Escreve para a internet desde 2008 e tem paixão por consumir informação e descobrir coisas. Adora gatos, inovação e é curitibana – fala “duas vinas”, mas dá “bom dia” no elevador.

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